5º dia da Novena de Natal: A singela fé na Providência

 

“[…] E se possuirmos realmente o genuíno espírito de Schoenstatt, é natural que tenhamos como propriedade uma profunda e singela fé na Providência. Esforcemo-nos por aumentá-la!” (Pe. José Kentenich)

Confiar que a Divina Providência cuida de cada momento e situação da minha vida, a cada segundo, aumenta a consciência e o sentimento filial diante do Pai.

“O mais belo que Deus nos deu é a singela fé na Providência Divina. Como famílias genuinamente cristãs precisamos dar muita importância a uma singela fé na Providência. O motivo mais profundo para isto é a verdade de que a graça da filiação recebida no batismo é graça de filialidade ou de espírito filial”.

Nas situações difíceis em que podemos nos encontrar, Deus quer presentear a nós o heroísmo da filialidade. “Quando todos os ninhos protetores ao nosso redor são atirados ao mar, quando todos os apoios terrenos nos são tirados, o que nos resta então? Nada mais do que penetrar no coração de Deus. Em nossa terminologia significa: estar abrigado no coração de Deus”.

Confiar na Providência, como fizeram Maria e José na espera pelo Menino Jesus, nos torna cada vez mais filhos heroicos. “Mesmo que ruja a tempestade, que brame o vento, que estronde o raio, penso como o filho do marinheiro: ‘O Pai está no leme!’ ‘Mater habebit curam!’ (a Mãe cuidará). Deveríamos ter estas palavras dia e noite nos lábios. Não podemos apoiar-nos tanto em nós mesmos, mas devemos ser heróis da confiança filial! O Pai sabe e pode tudo!”

Para refletir:

Quando Deus me conduziu por caminhos diferentes dos quais eu havia planejado, o que aprendi com isso?
Que situações complicadas em minha vida já superei pela condução divina?

 

 

Reflexões retiradas do manuscrito:

O Objetivo de Vida do Autêntico Cristão, Pe. José Kentenich. Conferência à Família de Schoenstatt de Aschaffenburg/Alemanha

 

Fonte: schoenstatt.org.br

”

 

“Um servo de Maria não perecerá! Um filho da Mãe Três Vezes Admirável não pode perder-se. Poderá, de vez em quando, ser bem sacudido, mas não se perderá”.

O Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, diz essa frase acima e, em seguida, convida a nos questionarmos: A minha atitude, em relação ao Pai e à Mãe Celestial, é singela e filial?

Confiar que “um servo de Maria não perecerá” é parte dessa atitude filial.

“Lancemos um olhar ao tempo de hoje – continua o Pe. José Kentenich – Será que ainda se conhece o espírito filial, a filialidade? Não. Hoje se escolhe justamente o contrário da filialidade. Quantos não querem mais saber-se dependentes de Deus Pai! Colocam-se ao lado e, até mesmo, acima de Deus. Os homens tornaram-se tão orgulhosos que adoram a si mesmos como deuses: Autodivinização! Considero, por isso, como a maior tragédia do tempo atual, não as aflições por causa da falta de trabalho ou o flagelo da fome, mas a falta de [sermos] filhos, a falta de espírito filial”.

E qual o caminho para reconquistar este espírito filial? Jesus é modelo perfeito da filialidade no qual se espelhar. Assim como ele fez desde pequeno, nós também podemos contar com o auxílio da Mãe e Educadora, Maria, para nos formar. Ela acompanha e educa filhos heroicos diante do Pai.

“O Pai está no leme!
Mater habebit curam! (A Mãe cuidará)
Deveríamos ter estas palavras dia e noite nos lábios. Não podemos apoiar-nos tanto em nós mesmos, mas devemos ser heróis da confiança filial!”

 

Reflexões retiradas do manuscrito:

O Objetivo de Vida do Autêntico Cristão, Pe. José Kentenich. Conferência à Família de Schoenstatt de Aschaffenburg/Alemanha

 

Fonte: schoenstatt.org.br

4º Dia da Novena de Natal: ‘o Servo de Maria nunca perecerá’

 

“Um servo de Maria não perecerá! Um filho da Mãe Três Vezes Admirável não pode perder-se. Poderá, de vez em quando, ser bem sacudido, mas não se perderá”.

O Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, diz essa frase acima e, em seguida, convida a nos questionarmos: A minha atitude, em relação ao Pai e à Mãe Celestial, é singela e filial?

Confiar que “um servo de Maria não perecerá” é parte dessa atitude filial.

“Lancemos um olhar ao tempo de hoje – continua o Pe. José Kentenich – Será que ainda se conhece o espírito filial, a filialidade? Não. Hoje se escolhe justamente o contrário da filialidade. Quantos não querem mais saber-se dependentes de Deus Pai! Colocam-se ao lado e, até mesmo, acima de Deus. Os homens tornaram-se tão orgulhosos que adoram a si mesmos como deuses: Autodivinização! Considero, por isso, como a maior tragédia do tempo atual, não as aflições por causa da falta de trabalho ou o flagelo da fome, mas a falta de [sermos] filhos, a falta de espírito filial”.

E qual o caminho para reconquistar este espírito filial? Jesus é modelo perfeito da filialidade no qual se espelhar. Assim como ele fez desde pequeno, nós também podemos contar com o auxílio da Mãe e Educadora, Maria, para nos formar. Ela acompanha e educa filhos heroicos diante do Pai.

“O Pai está no leme!
Mater habebit curam! (A Mãe cuidará)
Deveríamos ter estas palavras dia e noite nos lábios. Não podemos apoiar-nos tanto em nós mesmos, mas devemos ser heróis da confiança filial!”

 

Reflexões retiradas do manuscrito:

O Objetivo de Vida do Autêntico Cristão, Pe. José Kentenich. Conferência à Família de Schoenstatt de Aschaffenburg/Alemanha

 

Fonte: schoenstatt.org.br

3º Dia da Novena de Natal: Dia 3: do presépio para a vida

 

Olhemos ao presépio! O Advento quer novamente despertar o nosso anseio. Ele quer recordar que devemos ser filhos de um anseio muito profundo. Quer conscientizar-nos mais profundamente da grande distância existente entre o ideal e a realidade.

“Aquele que eu sou saúda tristemente aquele que eu deveria ser”

Olhando o presépio, vemos diante de nós a imagem daquilo que gostaríamos de ser: puros, singelos, filiais, nobres, confiantes em Deus…

Diante do presépio podemos recordar e meditar sobre o nosso ideal pessoal, ou o nosso ideal de ramo ou de comunidade. Como o nascimento de Jesus e toda essa vivência da Sagrada Família pode me inspirar?

“No tempo do Advento deveríamos ver nosso Ideal Pessoal ou o Ideal da Família nesta nova luz. Seria esta uma forma de saborearmos o Advento de maneira indizivelmente profunda. Nós nos lançamos a um grande ideal, porque estamos descontentes conosco mesmos. Não deveria este ideal apresentar traços filiais? Não deveria também, no meu Ideal Pessoal, consoar este [propósito de] ‘tornar-se criança’?”, questiona o Pe. José Kentenich.

“Podemos apalpar com as mãos esta dependência: Schoenstatt é filho da Mãe de Deus e, consequentemente, também do Pai. Quem compreende profundamente o espírito de Schoenstatt, compreende também o espírito da filialidade”.

 

Para refletir:

Perguntas lançadas pelo Pai e Fundador…

– A filialidade está contida no meu Ideal Pessoal e no Ideal da Família (de Ramo ou de Comunidade)?
– Aspiro conforme a grande ideia: tornar-me obra e instrumento nas mãos da Mãe Três Vezes Admirável? Por favor, perguntai-vos a vós mesmos: como está sendo comigo?

 

Reflexões retiradas do manuscrito:

O Objetivo de Vida do Autêntico Cristão, Pe. José Kentenich. Conferência à Família de Schoenstatt de Aschaffenburg/Alemanha

 

Fonte: schoenstatt.org.br

2º dia da Novena de Natal

 

Vocês recordam o que o anjo disse aos pastores?
Ele, depois de saudá-los, indicou: “Encontrareis uma criança…” (Lc 2,12).

Estas palavras nos apontam um grande fim, um grande objetivo: uma nova filiação!

“Deus se fez homem, nascendo como criança. E nós devemos tornar-nos divinizados pelo caminho do renascimento espiritual – e não somente nas quatro semanas do Advento, mas até o fim de nossa vida”, diz o Pe. José Kentenich.

Jesus coloca esse objetivo – ser como as criancinhas – diante de nós, como uma meta de vida. O que ele pede com isso? Ele deseja um novo nascimento!

Talvez há quem pense: “Nós, como jovens e adultos, não queremos calçar os sapatos de criança…” Mas precisamos distinguir duas coisas que são diferentes: ser criança e ser infantil.

“Se, no Advento, Jesus exige que nos tornemos crianças no sentido do mistério do Natal, não significa que devemos tornar-nos infantis, criançolas diante das pessoas, mas que, perante Deus, sejamos verdadeiras crianças, semelhantes a Jesus no presépio”.

A filialidade, quando é vista num grau mais elevado, significa a dedicação desinteressada de si mesmo, como Jesus sempre viveu. Toda a vida de Cristo foi caracterizada pela atitude filial: vou fazer o que agrada ao Pai, e não o que agrada a mim… A vontade do Pai é para o Filho a medida de todas as coisas (cf Jo 8, 29).

Olhando desta forma, a palavra “filialidade” recebe novo colorido, perde o aspecto de moleza, de falta de vigor e recebe um sentido profundo e transformador.

 

Para refletir:

– Para ser um filho heroico, o que posso fazer hoje para causar alegria ao Pai?

 

Reflexões retiradas do manuscrito:

O Objetivo de Vida do Autêntico Cristão, Pe. José Kentenich. Conferência à Família de Schoenstatt de Aschaffenburg/Alemanha – 28 de novembro de 1937

 

Fonte: schoenstatt.org.br

1º Dia da Novena de Natal: A coragem de recomeçar

 

Neste dia 16 de dezembro, inicia a novena para a Noite Santa do Natal do Senhor

Cada período do ano litúrgico tem suas características e seus propósitos especiais – assim também acontece com o Advento.

O Pe. José Kentenich nos fala sobre isso: “Hora é tempo de alegria, hora de profunda tristeza ou de anseio imenso. No Advento a Igreja quer lembrar-nos que a verdadeira santidade consiste em ter a coragem de recomeçar a cada dia”.

Coragem de recomeçar

Nós, como Família, aspiramos com seriedade aprofundar a vida interior, a vida com Deus, em Deus e para Deus. Mas, isso não é fácil! Todos nós experimentamos, muitas vezes, as fortes vacilações de nossa vida interior.

Hoje, por exemplo, estamos vibrando de entusiasmo. E amanhã? Mesmo quando bate o cansaço, a insegurança ou surgem novas barreiras, é necessário um novo começo.

É isso que a Igreja quer recordar-nos no tempo do Advento. É como se quisesse dizer a cada um de nós: todos os que aspiram seriamente a uma vida de santidade devem também ter a coragem de recomeçar cada dia de novo.

“Esta coragem de recomeçar inclui o profundo anseio por um ideal sumamente elevado. A Igreja o coloca, de maneira brilhante, esse alto ideal perante os nossos olhos, no Advento. Ele corre como as águas de um rio caudaloso, em direção ao Natal” (Pe. José Kentenich).

O Ideal mais elevado do advento é Jesus, que espera a cada um na manjedoura.

 

Para refletir:

– Quais aspectos, atitudes, situações… quero mudar e renovar em minha vida?

– Que ponto concreto posso escolher para este novo começo?

 

Reflexões retiradas do manuscrito:

O Objetivo de Vida do Autêntico Cristão, Pe. José Kentenich. Conferência à Família de Schoenstatt de Aschaffenburg/Alemanha – 28 de novembro de 1937

 

Fonte: schoenstatt.org.br

“Alegrai-vos sempre no Senhor, ele está perto”

 

Pe. Francisco José Lemes Gonçalves – Estamos bem próximos de celebrar o Nascimento do Salvador, o céu desce à terra e a terra tocou o céu! Este domingo é chamado de ‘domingo da alegria’ e já na antífona de entrada da Missa percebemos isso: “Alegrai-vos no Senhor”. Alegria verdadeira do Menino que nasce para nós, o Príncipe da Paz que nos recobra o ânimo e nos fortalece nos momentos em que queremos estacionar.

É um Domingo no qual somos convidados a olhar com os olhos da fé os feitos do Senhor. Quantas maravilhas ele vem realizando em sua vida? Já parou para pensar o quanto vem curando sua cegueira? Fortalecendo suas pernas cansadas e te impulsionando a dar passos firmes na fé? Abrindo seus ouvidos para escutá-lo e por sua Palavra se deixar guiar e iluminar? Sim, grandes feitos tem feito o Senhor, mas o mundo quer ofuscar isso e podemos correr o risco de, no corre-corre do consumo, acabarmos perdendo o essencial da vivência de nossa fé.

Por isso, nosso olhar se volta para Maria que em seu ventre traz o “bendito fruto” e, com seu esposo José, bate às nossas portas nestas semanas próximas ao Natal de Jesus à procura de um albergue e que este seja o seu coração! Mesmo diante das situações difíceis da vida, nas quais Maria e José também vivenciaram; permaneçamos firmes na fé (como nos aconselha São Tiago na segunda leitura deste domingo). Ele está para chegar e sua chegada nos salvará! Não vamos alimentar o desânimo, recordações infelizes, sentimentos negativos… não, fortaleçamos nossas mãos enfraquecidas e firmemos nossos joelhos cansados… criai ânimo, não tenhais medo! (Conferir Is 35, 1-10)

Perceba que a Coroa do Advento vai ganhando cada vez mais luminosidade, vai enchendo a terra, iluminando nossa esperança simbolizada nos galhos verdes de pinheiro e neste domingo ela até ganha algumas flores, símbolo da alegria que esta às nossas portas! Não feche sua porta. Abra-a ao Redentor!

Com nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, rezemos nos preparando com Maria para a sua vinda:

“Mãe, sem vacilar pronuncias o seu ‘sim’ e trazes Jesus sob o coração;
Como diaconisa, no silêncio, preparas a oferenda, como o Pai espera de ti.
Insere-nos profundamente em tua missão, faze de nós diáconos do Redentor”
(Rumo ao Céu, 341)

Fonte: schoenstatt.org.br

Alegremo-nos, pois o Senhor está perto!

Estamos no tempo do Advento, preparando-nos para o Natal e amanhã já será o terceiro domingo do Advento. Este é chamado “Gaudete”, em latim ‘alegria’, devido à primeira palavra do prefácio da Missa: Gaudete, ou seja, alegra-se.

Nesta data são permitidos paramentos rosas, como sinal de alegria, e a Igreja convida os fiéis a se alegrar porque o Senhor está perto.

Há dois domingos no ano em que se permite usar a cor rosa nos paramentos e estes são o quarto domingo da Quaresma (Laetare) e o terceiro domingo do Advento (Gaudete), porque, em meio à “espera”, recorda-se que está próxima a alegria da Páscoa ou do Natal, respectivamente.

Na Coroa do Advento, já serão três velas acesas e, em muitos lugares, esta vela tem também a cor rosa.

Vamos nos alegrar, ‘porque perto está o Senhor’!

Com informações de: Acidigital

Hoje: Dia Continental de Oração pela Paz

O objetivo é unir-se em oração com a intenção comum para todos os países da América Latina e Caribe: obter a paz.

O Conselho Episcopal Latino-americano (Celam) convida as Conferências episcopais, as organizações eclesiais, comunidades religiosas e movimentos apostólicos e o Povo de Deus, em geral, a se unirem ao Dia Continental de Oração pela Paz pelos povos da América Latina e Caribe, hoje, 12 de dezembro, festa de Nossa Senhora de Guadalupe. O organismo eclesial confia as dores e alegrias dos povos da América Latina e Caribe à intercessão materna de Maria.

O objetivo é unir-se em oração com a intenção comum para todos os países da América Latina e Caribe: obter a paz. “Convidamos vocês a organizar com suas comunidades paroquiais, movimentos apostólicos, Conferências episcopais, famílias ou amigos, um momento de oração, rezando o Terço, participando de uma liturgia da Palavra ou da Eucaristia ou dedicando um tempo durante o dia para rezar por essa intenção”, destaca o Celam numa nota.

Schoenstatt e a oração pela paz

Neste mesmo propósito – rezar pela paz – o Movimento Apostólico de Schoenstatt internacional promove a campanha #schoenstattpray4peace. De 18 de novembro de 2019 a 18 de janeiro de 2020 todos são convidados a participar, rezando a Oração da Confiança e pedindo paz nas regiões de conflito. Para saber mais e participar, clique aqui.

 

Com informações de vaticannews.va/pt

Foto: cathopic.com

Fonte: schoenstatt.org.br

Advento: Tempo de espera do Salvador!

 

Pe. Francisco José Lemes Gonçalves – Tempo Litúrgico novo na Igreja… as profecias se cumprem na Virgem de Nazaré, o Verbo se faz carne e habita entre nós! Deus visita seu povo, a luz do alto nos vem visitar, trazer alegria, novo céu, nova terra! São quatro semanas que, na Coroa do Advento, a luz vai crescendo, fazendo um círculo, no simbolismo do mundo, a luz que abraça o mundo, como mais tarde dirá: “Eu sou a luz do mundo”.

– Tempo que, com Maria, estaremos “grávidos” de Cristo e lhe daremos à luz neste mundo árido e envolto em trevas. Por isso, é necessário nos preparar por meio das Novenas de Natal, estar bem atentos às belas propostas de leituras nos Domingos de Advento, preparar nossas casas na montagem do Presépio, que nos remete à pobreza em que nasceu nosso Salvador.

– Tempo de solidariedade, pois Deus se solidarizou conosco ao se fazer humano como nós. Tempo de estar numa Igreja em saída, pois Ele saiu do seio do Pai e veio morar entre nós. Tempo se sermos dóceis, como Maria, aos planos de Deus. Tempo de assumirmos Maria, com responsabilidade e amor, como fez José na paternidade de Jesus, pois, mesmo Jesus não sendo seu filho legítimo natural, ele o assume dando cumprimento às Escrituras de que o Messias nasceria da casa de Davi – José era da casa de Davi.

– Tempo de permitir que a cada domingo, ao acender a vela da Coroa do Advento, a luz de Cristo vá iluminando nosso ser. O Filho veio para resgatar nossa filialidade com Deus arranhada pelo pecado. No Filho, somos filhos muito amados do Pai!

Este Tempo Litúrgico nos prepara para fazer memória do Nascimento do Salvador num dado momento histórico, mas também nos prepara para a segunda vinda do Senhor, conforme ele prometera. Ao mesmo tempo que celebramos sua vinda histórica, no tempo humano, o aguardamos com alegria em sua vinda definitiva! Por isso rezamos ao final da consagração do Pão e do Vinho: “Vinde, Senhor Jesus”.

Com nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, rezemos:

“Teu Santuário é nossa Nazaré oculta na noite dos tempos.
Ali, Imaculada, orando, lutas cheia de anseio pela aurora da salvação;
Ali Gabriel te faz o pedido e o mundo se ilumina por teu Sim”.
(Rumo ao Céu, 181-182)

 

Foto: Cleber Teixeira Lima

 

Fonte: schoenstatt.org.br