Três atitudes marcantes de Jesus no Evangelho de hoje

 

Pe. Francisco José Lemes Gonçalves – Neste domingo encontramos no Evangelho algumas atitudes marcantes de Jesus: compaixão, oração ao Senhor da Messe e chamado-envio.

Ter compaixão

Jesus demonstra a atitude de compaixão sentindo a dor das pessoas, estando próximo aos seus anseios e decepções ao longo da vida. Não é uma compaixão de “dó”, ou um mero sentimento passageiro, mas algo profundo, de quem sente, vê e toma atitude. Nesses tempos de pandemia, sejamos tomados por esta atitude de Jesus, sintamos a dor dos que perdem seus entes queridos, perdem seus bens materiais ou emocionalmente estão abatidos pelo cansaço… Não nos seja apenas um sentimento para, logo depois, já nos esquecermos. Mesmo que a atual situação nos impeça de uma certa proximidade, não sejamos indiferentes com a dor dos outros.

Rezar

Jesus nos ensina a rezar ao Senhor da Messe, seu Pai, para que ele nos envie pessoas dóceis ao Espírito e que sejam capazes de ser “bons pastores”. Pastores esses livres de desejos mundanos e gananciosos, mas com um coração misericordioso semelhante ao Filho que, enviado pelo Pai, deu a vida pelas ovelhas, não deixando que ninguém se perca. Lembrando sempre que o dono da Messe é Deus e que seus escolhidos são instrumentos para que sua ação alcance a todos.

Chamado-Envio

Ao perceber tudo isso, Jesus chama os 12 e lhes dá o nome de apóstolos, ou seja, enviados. Confere-lhes seus poderes de cura, ressureição, purificação e expulsão dos demônios. São poderes que partem de corações compassivos – se assim não for, estes gestos podem até se realizar, mas seus frutos vêm do mal e da injustiça. Somente unido a Jesus, com o nosso coração unido ao dele, é possível fazer bom uso deste poder que é de serviço aos que mais sofrem. Ah… ele os envia primeiro à casa de Israel, o povo da promessa! Pensando dessa forma, creio que nosso serviço de evangelização precisa ser, em primeiro lugar, na casa dos católicos que aos poucos estão se deixando levar por correntes sutis de afastamento de Deus e uso da religião apenas para cumprir preceito, o que acaba esfriando nossa fé e nos tornando, por vezes, indiferentes com as dores da humanidade.

Com Jesus temos também uma Mãe Compassiva, que recebeu esta missão aos pés da Cruz. Coroada no céu, é nossa Mãe Misericordiosa, que volve sempre seus olhos maternos para nossas aflições (como fizera em Caná) e nas dificuldades antes, durante e depois sempre nos mostrará Jesus, o fruto bendito de seu ventre. Como Onipotência Suplicante, ela recorrerá ao Senhor da Messe por muitos operários!

Pe. José Kentenich tinha essa alma de pastor compassivo, sempre com as suas mãos no pulso do tempo (atento às necessidades) e os ouvidos no coração de Deus, para saber qual era a vontade divina em cada momento. Então, com ele, rezamos a oração por ele composta, chamada de Oração do Pastor:

“Três Vezes Admirável Senhora de Schoenstatt, olha para os meus que te confio. Ao vê-los sozinhos em meio à luta, só na confiança em ti, posso continuar o caminho. […]
Por isso, de novo, inscrevo, com sangue e fogo, em teu coração, todos os que me são caros e percorro, sem medo, o caminho da vida que a sabedoria do Pai previu para mim” (Rumo ao Céu, 529.536).

 

Reflexão para o 11º Domingo do Tempo Comum
14 de Junho de 2020
1ª Leitura – Ex 19, 2-6a
Salmo – Sl 99
2ª Leitura – Rm 5, 6-11
Evangelho – Mt 9, 36-10,8

Fonte: schoenstatt.org.br

Hoje é Festa de Maria, Mãe da Igreja

 

Pe. Francisco José Lemes – Segunda-feira depois da Solenidade de Pentecostes.

Após a vinda do Espírito Santo sobre a Igreja nascente, onde a Mãe de Jesus se encontrava, celebramos com alegria essa festa mariana promulgada pela Papa Francisco em 2018, que agora se estende para toda a Igreja. Sim… Mãe de Cristo, Cabeça da Igreja, também Mãe dos membros desta Igreja que somos nós! Mãe que cuida e zela pela Igreja que peregrina neste mundo, sua presença nos conforta e nos encoraja na missão confiada pelo seu Divino Filho.

A Igreja olha para Maria como num espelho onde se reflete. Ela é modelo de serva para uma Igreja servidora; modelo de orante, onde seus filhos se reúnem para rezar e louvar ao seu Senhor; modelo de caridade, pois, como Maria, a Igreja busca ser solidária, principalmente com os pobres e desvalidos; dócil ao Espírito Santo, a Igreja busca essa docilidade ao Espírito, para saber agir e dar respostas diante dos desafios pelos quais passa na atualidade.

Maria, Mãe da Igreja, a protege, sob seu manto, das investidas do inimigo e sua proteção não há de deixar que as “portas do inferno prevaleçam contra a Igreja de Cristo”. Igreja esta que é por Ele amada e confiada aos apóstolos e seus sucessores e a uma multidão de leigos e leigas de boa vontade, dispostos a darem sua vida em defesa do Evangelho.

Em nossos Santuários de Schoenstatt a Mãe e Rainha, ladeada pelos apóstolos Pedro e Paulo, nos é apontada como Mãe da Igreja nas figuras destas duas colunas apostólicas. Dos Santuários de Schoenstatt somos convidados constantemente a rezar pela Igreja, em seus diversos campos de ação no mundo. Temos dois Santuários, em Roma, que expressam esse carinho da Mãe dentro da Obra de Schoenstatt: o Cor Ecclesiae e o Matri Ecclesiae. A Mãe, nestes dois Santuários, quer ser Mãe e Coração da Igreja!

Com nosso Pai e Fundador, expressemos, unidos à Mãe, esse amor pela Igreja, acorrendo aos nossos Santuários neste dia e ali, junto com Ela – como outrora com os apóstolos – rezar pela nossa Igreja Una, Santa e Católica!

 

                       Santuário Matri Ecclesiae, Centro Internacional de Schoenstatt em Roma/Belmonte

 

Fotos: Pe. Marcelo Cervi

Fonte: schoenstatt.org.br

Permanecer e Guardar: Dois verbos para este Domingo

 

Pe. Francisco José Lemes Gonçalves – Já estamos nos aproximando do final deste Tempo Pascal que, em meio a esta pandemia, nos está ajudando a penetrar mais neste mistério Pascal de Cristo, esta passagem da Morte para a Vida. Este tempo de pandemia deverá nos ajudar a ver o quão passageiro é a nossa vida e quão passageiro é tudo aquilo que não nos leva a Deus. Que muitos tenham se permitido, e assim permitido ao Espírito Santo, fazer este “retiro de pandemia” para ver com os “olhos de Deus” seu amor por nós revelado em Jesus Crucificado-Ressuscitado.

Neste Domingo, que nos prepara para duas grandes festas que se aproximam – a Ascensão de Jesus e o Pentecostes –, o ambiente do evangelho é o da Última Ceia. O clima é de despedida e também de uma certa tensão, mas de muita proximidade de Jesus. O Senhor fala as claras sobre seu destino final, seu amor ao Pai (verbos relevantes que Jesus usa nestes capítulos: permanecer e guardar), seu amor por nós e sua alegria da partida e também de vir nos buscar para, com ele, saborear as alegrias que ele nos preparou junto do Pai.

É um contexto também de promessas, e promessas concretas: lugares preparados, alegria e o Espírito da Verdade e Defensor. Esta é, sem dúvida, a grande promessa: o Espírito que ele nos enviará quando estiver junto do Pai.

O mundo não conhece este Espírito, pois o espírito do mundo nos afasta de Deus, do amor ao próximo e da verdadeira felicidade – que tem cruz.

Ele traz a verdade, diferente do mundo, cujas verdades são falsas e com um gosto amargo de derrota.

O Espírito nos fará conhecer o que por hora não conseguimos compreender, como acontecia com os Apóstolos no contexto da Última Ceia. Foi a partir de Pentecostes que a inteligência, a vontade e o coração inflamaram-se pelo fogo e o vento forte afugentou o medo e a covardia.

Jesus usa o verbo “guardar”, ou seja, guardar seu mandamento, o amor ao próximo com o jeito com que ele nos ama. Peçamos que venham fazer morada no coração de nosso mundo, doente por esta pandemia e suas consequências… sem eles em nossa casa, adoecemos!

Rezemos com nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich:

“Impregna-nos profundamente do Espírito de Cristo.
Concede-nos, prodigamente, eloquentes línguas de amor;
Por nós se irradie o esplendor de Cristo,
À tua semelhança, como Espelho de Justiça”
(Rumo ao Céu, 199)

 

Leituras deste domingo (17/05/2020)

1ª Leitura – At 8, 5-8.14-17
Salmo – Sl 65,1-3a.4-5.6-7a.16.20
Evangelho – Jo 14, 15-21

 

Fonte: schoenstatt.org.br

A mensagem de Fátima vem ao nosso encontro em 2020

Ir. M. Nilza Pereira da Silva – Neste dia, o mundo todo celebra Nossa Senhora de Fátima. Em 13 de maio de 1917, ela aparece pela primeira vez, para três crianças: Francisco de Jesus Marto, sua irmã Jacinta de Jesus Marto e sua prima Lúcia dos Santos.

O mundo está em guerra. Pobreza e doenças se alastram, pequenos empresários entram em falência, enquanto a indústria de armas não para de produzir. “Faltam alimentos em várias localidades e o número de pessoas que morrem no front de batalha aumenta, juntamente com o número de feridos e mutilados. As crescentes mortes entre a população civil são outro fator que acentua as crises.” [1] Tudo isso faz com que, em muitos países, além da batalha externa, cresça sempre mais a insegurança e crises internas. Nesse ano, Portugal envia milhares de soldados ao front, aliando-se a Alemanha, a derrota na batalha não traz as vantagens prometidas e afunda o país em crise econômica e de saúde, ainda maior do que já possuía. O Brasil entra para a Grande Guerra, aliado aos EUA, à Inglaterra e França (Tríplice Entente) e, ao mesmo tempo, enfrenta a primeira greve geral, como reflexo da sua batalha interna.

Ela vem para estar com seus filhos

Maria, como Mãe dedicada, não pode permanecer indiferente. Ela desce do céu, para atravessar essa tempestade junto com seus filhos. De 13 de maio a 13 de outubro, sua presença é visível, num lugarejo quase escondido no mapa português, chamado Fátima. Ao ler os relatos de Lúcia, percebe-se a ternura materna da Mãe do Céu, que nada esconde de todas as coisas difíceis que viriam ainda, mas, ao mesmo tempo, anima as crianças para que rezem diariamente o terço, pela paz do mundo, ofereçam sacrifícios e façam uma aliança com ela, consagrando-se ao seu Imaculado Coração: “Não desanimes. Eu nunca te deixarei. O meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus.”

Esta mensagem é atual

Maria renova esse pedido para nós, hoje. No meio da tempestade de tantos conflitos mundiais e dessa pandemia, que assola todos os países, estamos no meio de grandes inseguranças, medos e perdas. Em uma crescente e inevitável crise econômica e na instabilidade política, achegamo-nos à Mãe e Rainha e ouvimos dela as mesmas palavras: “Não vos preocupeis com a realização dos vossos desejos, provai primeiro que me amais e elevai ao máximo vossa aspiração à santidade.” Podemos confiar cegamente que “jamais vai perecer quem permanecer fiel à Aliança de Amor.”

 

 

Pode vir a dor, mas, Ela nos dá forças!

Após a Guerra Mundial, veio a pandemia da gripe espanhola. Das três crianças que alcançaram a cura de tantos enfermos, suplicando por eles, diante de Nossa Senhora, duas delas, Francisco e Jacinta, morreram de gripe espanhola. Maria não poupou os seus das dores que Deus lhe permitira. Mas, como prometeu, ela estava com eles, dando forças e alento, até o final: “Sofro para consolar Nosso Senhor. Daqui, vou para o céu”, são as últimas palavras do pequeno Francisco.

Esses acontecimentos nos dão segurança

Quantas perguntas sem respostas, há em nós: Quando isso vai terminar? Por que Deus não mostra logo o remédio? Será que vou resistir se me infectar? Por que perdi pessoas queridas e outras pessoas se curaram? São questões que partem de corações aflitos e que podem e devem ser levadas, com humilde sinceridade, diante de Maria. Ela permanece conosco e nos ajuda a não perder a fé e fortalece nossa confiança.

Estamos todos no meio da tempestade

Continuemos a rezar o terço pela paz mundial, para que cessem os conflitos e seja devolvida a saúde ao mundo. Maria disse às crianças, que ela se alegrava com os sacrifícios e penitências que elas lhe ofereciam. O que temos oferecido a Deus, em sacrifícios de autoeducação? O Papa Francisco nos convida a fazer do dia de amanhã, um dia de oração, jejum e atos de caridade, suplicando juntos pelo fim da pandemia. Maria está conosco, Ela está realmente presente em nosso Santuário Lar e nos diz, nesse 13 de maio: “Não desanimes, eu nunca de abandonarei! No final, o meu Imaculado Coração Triunfará.”

 

[1] https://brasilescola.uol.com.br/historiag/saida-russia-primeira-guerra-mundial.htm

 

Fotos: Adora Comunicação Católica e Ir. M. Nilza Pereira da Silva

Fonte: schoenstatt.org.br

5º Domingo da Páscoa: Jesus nos enche de esperança

 

Pe. Francisco José Lemes Gonçalves – Nossa caminhada pascal está no seu auge! A cena do evangelho deste domingo é a da Última Ceia, um cenário de despedida e tristeza. Jesus sabe que sua hora chegou, anuncia quem o trairia, revela que Pedro o negaria e que, morto o Pastor, as ovelhas se dispersariam. Mas… também é um cenário de proximidade. Jesus, mesmo sofrendo, está próximo dos seus dá-lhes a Eucaristia como Pão e Vinho, alimentos que em sua memória tornar-se-ão seu Corpo e Sangue entregues em nosso favor. Sua morte anunciada é redenção, pois o grão de trigo caído na terra produzirá muitos frutos.

Neste cenário Jesus nos consola: “não perturbe o vosso coração”, Jesus nos enche de esperança: preparar-vos-ei um lugar na Casa de meu Pai e se o seguirmos como Caminho certo chegaremos ao Pai. Portanto, este caminho tem cruz, ele já nos avisou e ele mesmo fez esse percurso. Tê-lo como Verdade nos colocará em situações difíceis, às vezes por causa dela nos será exigido a vida. Abraçar Jesus como Vida é sair em defesa da vida num mundo que grita pelo aborto e outras formas de morte lucrativas para certos seguimentos da sociedade.

Quem o segue e não desvia seu olhar de seu rosto, vê o Pai. Ele é a imagem do Deus invisível, seu rosto misericordioso, nele somos filhos e filhas muito amados deste Bom Deus. Os lugares preparados no céu não se devem confundir com os lugares de honra dados neste mundo. Os lugares são para aqueles que bem viverem sua vocação, de acordo com o estado de vida e suas obrigações civis, sociais, políticas e religiosas, trazendo no coração a herança por ele deixado na Última Ceia: “amai-vos uns aos outros como eu vos amei”, nisto está a vida!

Nestes tempos de pandemia, em nossas casas que se tornaram “Igrejas domésticas” e “Santuários da Mãe Três Vezes Admirável”, devemos nos fortalecer na fé. E, ao término destes tempos, ao sairmos de nossas casas, tendo nossa Mãe como Educadora como no cenáculo com os apóstolos, implorando para nós o Espírito Santo, anunciar com alegria o evangelho da vida a muitos que ainda não encontraram o Senhor crucificado-ressuscitado.

São tempos de aflição, sim, mas não nos deixemos perturbar, creiamos em Cristo, em Deus e na nossa Mãe e Rainha da saúde do mundo. Com nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, rezemos este belo trecho da oração da aflição:

“Em união com o Filho, a ti foi concedido
Restituir-nos a vida da graça que fora perdida,
Afastar de nós muitas aflições terrenas,
Suavizá-las e convertê-las em meio de salvação (…)
Com teu Filho, sê para nós libertadora
Da fúria do inferno e da tempestade dos tempos
E, com gratidão, te bendiremos eternamente como a grande Mãe dos povos”.
(Rumo ao Céu, 505.510)

 

Leituras deste Domingo (10.05.2020)

1ª Leitura – At 6, 1-7
Salmo – Sl 32
2ª Leitura – 1Pd 2, 4-9
Evangelho – Jo 14, 1-1

 

Fonte: schoenstatt.org.br

Hoje, 8 de maio: Súplica a Nossa Senhora de Pompeia

Na sexta-feira, dia 8 de maio, será realizado o ato de devoção a Nossa Senhora do Rosário de Pompeia, a oração traduzida em várias línguas e recitada em todas as partes do mundo, com a qual se pede a intercessão de Maria pelos males que afligem a humanidade. Este momento de oração será no Santuário de Pompéia, na Itália, um local que carrega uma ligação particular com a história de Schoenstatt.

O Papa Francisco recordou e convidou todos a se unirem nesta súplica: “Exorto todos a se unirem espiritualmente a este ato popular de fé e devoção, para que, através da intercessão da Santa Virgem, o Senhor conceda misericórdia e paz à Igreja e ao mundo inteiro” (Audiência Geral, 06.05.2020).

No Santuário de Pompeia será elevada a intensa oração da Súplica à Rainha do Santo Rosário. Este ato é realizado todos os anos no dia 8 de maio e no primeiro domingo de outubro. A oração, escrita em 1883 pelo beato Bartolo Longo com o título “Ato de amor à Virgem” é uma resposta à encíclica Supremi Apostolatus officio com a qual Leão XIII indicava a oração do Terço para enfrentar os males da sociedade.

Neste ano, com a súplica, confia-se a Nossa Senhora de Pompeia toda a humanidade que sofre pela pandemia da Covid-19.

Schoenstatt e Pompéia

Na história do Movimento Apostólico de Schoenstatt, o Santuário e a devoção à Nossa Senhora do Rosário de Pompéia têm uma relação muito especial. Ao ler num jornal a história do advogado Bartolo Longo, que idealizou e construiu este centro de peregrinação na Itália, o Pe. José Kentenich viu a “porta aberta” para o surgimento do Santuário de Schoenstatt, dando origem à sua Obra Internacional. Conheça essa história clicando aqui.

Além disso, quando o Pe. Kentenich era criança, foi consagrado à Maria diante da imagem de Nossa Senhora do Rosário. Esse fato prévio ele considerou como o “germen” da fundação de Schoenstatt, pois permitiu o cultivo de sua relação filial com Maria, o que é fundamental na espiritualidade de Schoenstatt. Saiba mais

 

Súplica à Rainha do Santo Rosário de Pompeia

Ó Rosário bendito de Maria,

doce cadeia que nos prende a Deus,

vínculo de amor que nos une aos Anjos,

torre de salvação contra os assaltos do inferno,

porto seguro no naufrágio geral,

não te deixaremos nunca mais.

Serás o nosso conforto na hora da agonia.

Seja para ti o último beijo da vida que se apaga.

E a última palavra dos nossos lábios

há de ser o vosso nome suave,

ó Rainha do Rosário de Pompeia,

ó nossa Mãe querida,

ó Refúgio dos pecadores,

ó Soberana consoladora dos tristes.

Sede bendita em todo o lado,

hoje e sempre, na terra e no céu.

Foto:  vaticannews.va

Com informações de vaticannews.va/pt:

Vatican News

Vatican News

aleteia.org

 

Publicado em: schoenstatt.org.br

Cada ovelha é única para o Pai

     

Pe. Carlos Padilla – Há pensamentos chave para se viver em paz, sem comparar-nos e sem cair na inveja. Um deles é descobrir que todos somos necessários para Deus. O outro é compreender que nada é indispensável nesta vida. Se não aceitamos esta realidade, vamos sofrer e fazer os outros sofrerem de maneira desnecessária. O primeiro então é reconhecer com alegria que todos somos necessários nesta vida. É um dom, porque nem sempre vivemos assim. Trata-se de entender que nossa vida vale ouro, que o que trazemos é um presente para a humanidade e o que deixamos de fazer é um vazio que nada poderá preencher.

Todas essas coisas parecem evidentes. Porém, na vida diária, não o são. Porque muitas vezes não nos vemos necessários e acreditamos que nossa contribuição não é valiosa para coisa alguma, só porque para alguns, às vezes, não é. Deus nos criou únicos, não há ninguém igual, e logo nos esquecemos de nosso valor original. Temos um tesouro escondido em vasos de barro para entregá-lo com humildade.

O que guardamos para nós por medo, pudor, vergonha ou egoísmo, perde-se para sempre. Muitas vezes, contudo, não nos amamos, não reconhecemos nosso valor, não vemos que somos tão necessários para algo.

Deus quer se presentear a outros por meio de nossa vida e o esquecemos. No final do dia pensamos: “os outros fazem melhor, são mais valiosos, mais inteligentes e capazes, mais santos”. Oscar Wilde dizia algo evidente que nos esquecemos: “Amar a si mesmo é o começo de uma aventura que dura toda a vida”. Amar-nos a nós mesmos e amar nossa beleza é o princípio e o fim do caminho. Alegrar-nos de nossa condição é fundamental. Assim como ver a bondade de Deus em nossa debilidade.

No filme “Intocáveis” o protagonista, um homem enfermo, tetraplégico por causa de um acidente, não vê beleza em sua situação e não aceita sua realidade. Esconde-se por trás das cartas que escreve e não deixa que nada toque seu interior. Graças a uma amizade, percorre o caminho de aceitar sua situação, sua incapacidade e de querer-se tal como é agora. Então perde o medo à rejeição, deixa de ser intocável e almeja mostrar-se como é, sem esconder sua verdade. Aprende a viver de novo e, só então, pode ser amado por outros. Nesse momento pode entregar seu amor sincero e desaparecem as barreiras.

Não somos apenas um número

Assumir que somos necessários para outros e para Deus é um passo importante. Porque, então, aprendemos a valorizar que não somos só uma a mais das muitas ovelhas de um rebanho. Para sermos sinceros, não agrada a ninguém sermos simplesmente ovelhas que passam despercebidas em meio à massa de um rebanho. Parece-nos algo vulgar, demasiado comum, não gostamos de ser só um número. Queremos ser diferentes e pensamos, às vezes, que não o somos.

Tocamos lugares comuns e não vemos a originalidade a que estamos chamados a encarnar. Deixamo-nos levar por gostos massificados, pela massa, sem a força interior necessária para fazer frente à corrente que não nos agrada. Sentimo-nos parte de um ambiente massificado e nos dá medo ser rejeitados se somos demasiado originais. Parece mais cômodo, na verdade, passar despercebidos, sendo simplesmente ovelhas. Por outro lado, nos fixamos nas capacidades dos demais e desvalorizamos as nossas, pensando que não estamos à altura. Não nos damos conta da importância de nossa vida, de tudo o que valemos.

O curioso é que, como alguém me dizia outro dia, não nos comparamos com os que estão por baixo, com os que consideramos inferiores, senão que, pelo contrário, olhamos para cima. O jardim do vizinho sempre nos parece mais verde. Nossa vida nos parece chata, rotineira, sem graça. Entretanto, a vida dos outros, sim, merece a pena.

Um coração de pastor

Por outro lado, é fundamental descobrir que também os demais são necessários, não apenas nós. Às vezes deixamos de lado certas pessoas porque não se enquadram na imagem que buscamos nas pessoas que amamos. Nós as rejeitamos por seus limites e dificuldades, deixamos elas de lado por considerá-las desnecessárias. As palavras do Salmo expressam a atitude daqueles que não souberam ver em Cristo a imagem de Deus, e o rejeitaram porque viam nele só um homem: “A pedra que os pedreiros rejeitaram tornou-se agora a pedra angular”. Nossa atitude ante as vidas alheias, ante as pessoas com as quais nos encontramos, deveria ser sempre de gratidão.

Quando amamos com um amor que não é nosso, quando olhamos com os olhos de Cristo, mudam muitas coisas e aceitamos aos demais sem cair em juízo. Aprendemos a fazer próprio o alheio, familiar o desconhecido. Aprendemos a amar o que é diferente e a querer ao que não atua como esperamos. Cristo, o Bom Pastor, nos ensina o caminho deste amor que não divide, que não seleciona, que aceita sem destacar as diferenças, que acolhe sem rejeitar ninguém. Não é tão fácil, porque tendemos a fazê-lo com frequência. Hoje pedimos um coração de pastor que nos ensine a buscar a cada um em sua originalidade e a querê-lo com toda a alma.

Filhos que necessitam aprender a amar

O importante é descobrir que nos fazemos pequenos e dóceis para que nosso coração se faça maior. É a mesma experiência da Páscoa que escutamos nas palavras de São João – capítulo 3, versículos 1 e 2. Somos filhos de Deus e nos assemelhamos a Ele na medida em que acolhemos seu amor. O Pe. Kentenich dizia: “Se amo uma pessoa, amo a Deus nessa pessoa. Deste modo, posso relacionar todas as coisas com o Deus que habita em mim”.

Quando amamos aos homens, aprendemos a amar Deus neles. Em sua miséria descobrimos a beleza de Deus e em sua pobreza a sua riqueza. E então volvemos o olhar para nossa própria vida e encontramos a Deus. Como dizia Santo Anselmo: “Estás dentro e em torno de mim e não te sinto. Rogo-te que te conheças e te ame para que encontre em ti minha alegria. Que teu amor cresça em mim, para que ali seja perfeito”. Em Deus cresce nosso amor, se faz maior e mais aberto, mais eficaz e solidário na entrega. Somos parte de um mesmo rebanho, somos ovelhas guiadas por um mesmo pastor, somos filhos que necessitam aprender a amar.

Rumo ao coração do Pai, o Bom Pastor

Hoje pedimos que haja bons pastores em todos os âmbitos da vida. Porque amar é querer o bem das pessoas que nos são confiadas. Assim ama o bom pastor. É querer que essa pessoa melhore, se salve e chegue a Deus.

Neste dia do Bom Pastor, pensemos nas vocações sacerdotais, naqueles aos quais Deus confia o cuidado das ovelhas para que possam descansar em suas mãos e chegar a Deus. Sacerdotes santos fazem falta. Homens consagrados, com grandes horizontes para conduzir aos seus. Lia outro dia o perigo de fazer o contrário: “Tem gente, incluindo padres, que vivem com ‘horizontes planos’. Quando perdem a capacidade de alimentar ilusões e desafios, a pessoa se submerge na monotonia e na rotina, os horizontes se aplainam pouco a pouco e a energia se desconecta e se mergulha na velhice da alma”.

Faz falta que muitos jovens sigam o Senhor nesse caminho. Descobrimos os bons pastores quando vem o lobo, quando há problemas, enfermidades e cruzes. Vê-se então quem permanece ao pé da cruz e quem foge. Com a turbulência das crises reluz o melhor e o pior de cada pessoa. A vocação do pastor leva a pôr os homens em contato com a pessoa de Cristo. Isso se dá se desejo entregar minha relação vital com Cristo. É o testemunho que arrasta. Queremos ser testemunhas vivas de Cristo, o Bom Pastor, e por isso olharmos hoje para Maria, a Divina Pastora.

Ela nos conhece e nos conduz aos campos de Deus onde podemos descansar. Ensina-nos a vincular-nos para poder vincular. Em seu coração de Mãe aprendemos colocar nossos medos e inquietações, e descansamos. Uma pessoa dizia: “Não tenho que fazer outra coisa que manter meu coração aberto, presentear à Mãe de Deus meus anseios e estar disposto”. Desta forma, ela nos utilizará para fazer chegar até seu coração a todos os que estão ancorados em nosso próprio coração.

 

Texto retirado da homilia do Pe. Carlos Padilla de 29 de abril de 2012. Para ver a homilia original (em espanhol) na íntegra clique.

Foto: Fiorela Bagatello, via cathopic.com

Fonte: schoenstatt.org,br

“Fica conosco Senhor”

 

Pe. Francisco José Lemes Gonçalves – Adentramos este Tempo Pascal na alegria da companhia do Senhor que quer ficar conosco, falar-nos até arder nosso coração e, no partir o Pão, abrir nossos olhos! É belíssima esta passagem do Evangelho deste Domingo Pascal.

O desânimo abate os discípulos de Emaús, a frustração, o abatimento espiritual… tudo parece ter ido “água a baixo”. Não reconhecendo Jesus Ressuscitado, devido à depressão que os cegava, Ele Ressuscitado se põe a caminhar com eles. É belo este “se pôr a caminhar com eles” da parte de Jesus, não fazendo questão de não se revelar. Escuta-os! Deixa-os falar de suas frustrações. Depois que “desaguaram” suas decepções, Jesus as ilumina com a revelação das Escrituras a respeito Dele. Nisto, vai ardendo seus corações, como que derretendo a geleira que os impedia de ver no Crucificado agora Ressuscitado, a alegria que não os quer deixar que Ele siga adiante.

Jesus aceita o convite para entrar. Senta-se com eles à mesa. Repete os gestos da Última Ceia, aí seus olhos se abrem e Ele desaparece. E, como Maria, apressadamente vão a Jerusalém expressar a experiência e contar aos outros discípulos que de fato Ele Vive!

Os discípulos de Emaús fazem a experiência do novo modo da presença de Jesus na comunidade: reunião em torno da Palavra que aquece o coração e do Pão repartido que nos leva à partilha e fraternidade.

Nestes tempos pandêmicos Jesus caminha conosco. Ilumina estes fatos com sua Palavra que deve arder nosso coração e nos abrir à compreensão. Estamos ainda impedidos de presencialmente recebê-lo na comunhão, mas está justamente aí o grande segredo: reunidos na casa – Igreja doméstica – fazer esta experiência do Pão que é Jesus – e, em breve, ao retornar às nossas comunidades, saborearemos com fé o Pão Eucarístico na sua forma sacramental. Mergulhando neste tempo de quarentena social, convidemos Jesus que peregrina a entrar em sua casa, escute-o, deixe que a sua Palavra lhe aqueça o coração.

Que nossa Mãe e Rainha, Peregrina de Schoenstatt, também esteja em sua casa – Igreja doméstica – cuidando para que não lhes falte o vinho da Fé e da Esperança e os impulsione na Caridade. Muitos já estão sofrendo a fome e viver um tempo de partilha é a lição do Pão Partido que abriu os olhos aos discípulos! Rezemos pela conversão de muitos que estão tirando impiedosamente proveito da fragilidade das pessoas diante da pandemia. Recorramos à Rainha da Saúde do Mundo que apresse, como em Caná da Galileia, o milagre da amarga água destes tempos em vinho bom que só seu Divino Filho pode nos dar.

 

Leituras deste Domingo, 26.04.2020:

1ª Leitura – At 2, 14.22-33
Salmo – 15
2ª Leitura – 1Pd 1, 17-21
Evangelho – Lc 24

Fonte: schoenstatt.org.br

As semelhanças entre a casa e a Igreja

Pe. Antonio Bracht – Nestes dias percebemos a casa de muitas famílias se transformou. A casa se transformou em outra coisa: num escritório, numa escola, num cinema, num mercado… e por que não transformar a nossa casa também em uma Igreja?

Se fazemos os trabalhos em casa, se as crianças estudam conectadas, lá também rezamos.

Como viver a Igreja doméstica?

Pensemos o que constitui a Igreja o que são os processos de vida básicos da Igreja e olhemos a família. Hoje, na realidade, temos que fazer o contrário: olhemos a família, o que constitui a vida de uma família. A Igreja no começo era uma comunidade que se reunia nas casas, nas famílias, mas não só isso, a Igreja vive da célula básica que é a família. Olhemos como vive uma família, porque lá se vive a comunhão e não há comunhão mais profunda que a vida matrimonial.

A família vive em torno da mesa. Nessa mesa compartilhamos os alimentos e, para que possamos compartilhá-los, eles precisam chegar até a mesa; isso tem um custo, um trabalho, um esforço, alguém trabalhou para que a refeição pudesse ser feita.

Na casa nós ouvimos, escutamos, e do escutar nasce o obedecer: os filhos escutam o que os pais dizem, eles obedecem porque é bom, faz bem o que os pais dizem.

Na casa, na família, prestamos serviços, cada um ajuda, mas não é que todos fazem todas as coisas, existem tarefas específicas e outras que todos fazem em comum. Esta é a comunidade familiar da casa e esta é a grande família da Igreja, que vive da comunhão de Deus conosco, que vive e tem como centro o altar, a mesa onde Deus nos oferece seu grande Dom que é seu filho, o pão e vinho transformado em corpo e sangue de Cristo e que Deus primeiro conquistou, teve que lutar, sofrer, trabalhar, para colocar seu corpo e sangue para redimir-nos. Também na Igreja realizamos serviços, tarefas específicas, também com serviços e coisas que dividimos.

Há uma semelhança, uma identidade na Igreja e na família em casa.

Nós, em Schoenstatt, temos uma experiência de Igreja doméstica muito forte, porque convidamos a Mãe de Deus para se estabelecer em nossas casas e assim transformar o lar em Santuário Lar, numa Igreja doméstica. Ela, que nos apresenta seu filho Jesus, nos reúne em família ao redor do Senhor da palavra e de seu amor para que sejamos Igreja viva.

Estas pequenas Igrejas, estes Santuários Lares estão todos conectados ao Santuário Original (na Alemanha) e aos Santuários Filiais (em muitos países), esta é nossa força.

Nestes dias em que não podemos nos reunir na Igreja, estamos conectados através de nosso ser família e ser Igreja, porque consagramos nossa casa à Nossa Senhora.

Esta é a forma de ser Igreja em tempos de fundação, é a forma de ser Igreja em tempos de crises, como esta que estamos vivendo.

A pandemia do Coronavírus vai trazer consequências negativas e positivas, porque estamos aprendendo muitas coisas, algumas consequências a curto prazo e outras a longo prazo. Oxalá seja a experiência de Igreja, interconectadas de forma mais profunda com o Senhor.

 

Homilia do Pe. Antonio Bracht, Vallendar-Schoenstatt, 19 de março de 2020

Fonte: Schoenstatt Internacional, transcrição de santuariosiaojaragua.com.br

Publicado em: schoenstatt.org.br

Foto: Família de Schoenstatt – diocese de Frederico Westphalen

Domingo da Divina Misericórdia

 

Pe. Francisco José Lemes Gonçalves – Estamos em Tempo Pascal e as alegrias do Ressuscitado não nos deixam desanimar, mesmo que as situações vigentes pareçam querer ofuscar toda a beleza e o frescor da Ressurreição! Como reza o Salmo deste Domingo Pascal: “Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom; eterna é a sua misericórdia” – esta seja nossa oração confiante. Sim, este deve ser o canto que deverá nos impulsionar, como impulsionava os primeiros cristãos. Entre eles reinava o amor, a ponto de que não havia necessitados entre eles, pois todos partilhavam seus bens. Nestes tempos de pandemia, que o agir dos primeiros cristãos nos ilumine na solidariedade.

Embora não estejamos indo às nossas igrejas, nossas casas são essas “igrejas domésticas” que, na vivência do Ressuscitado que vive entre nós, nos levará a uma solidariedade provada e comprovada na fé. São Pedro nos fala na segunda leitura “(…) embora seja necessário que agora fiqueis por algum tempo aflitos…”; mas essa aflição do coronavírus servirá para fortalecer a nossa fé e ajudar os que estão enfraquecidos!

No Evangelho, Jesus Crucificado Ressuscitado é a alegria da comunidade apostólica e a misericórdia do Senhor se revela com Tomé, que o pode tocar. A partir de seu ato de fé – “Meu Senhor e meu Deus” – Jesus Ressuscitado nos proclamará felizes, pois cremos sem o ver! Esta fé deve contagiar o mundo, pois, quando entre nós Ele está, reina a paz, que é um dos frutos do Ressuscitado – toda vez que aparece lhes deseja a paz!

Ele não conhece mais barreiras, quando estamos unidos, se põe no meio de nós. Nos dá o Espírito Santo que nos torna misericordiosos, espalhando o perdão como remédio para os males do mundo. O perdão cura feridas e, quando dado pela ação do Espírito, renova a face da terra!

Mergulhemos o mundo no “mar das misericórdias” do Senhor, deixemos que Ele entre em nossas casas, como se revelou a Santa Faustina no quadro que o veneramos. Jesus parece como que entrando, atravessando uma porta, distribuindo seu amor misericordioso nos raios que partem de seu lado aberto. Estamos ainda numa quarentena pascal por conta do COVID-19, mas é tempo favorável para escancarar as portas de nosso coração para que Ele entre e reine!

Com nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, recorramos a nossa Rainha de Misericórdia, coroada no último dia 15 de abril, como Rainha da Saúde do Mundo, com suas palavras:

Mãe, acolhe-nos solícita sob teu manto, que nosso viver seja sempre no céu. Protege-nos da fome, de epidemias (…)
Em união com o Filho, a ti foi concedido restituir-nos a vida da graça que fora perdida, afastar de nós muitas aflições terrenas, suavizá-las e convertê-las em meio de salvação. (…)
Com teu Filho, sê para nós libertadora da fúria do inferno e da tempestade dos tempos e com gratidão, te bendiremos eternamente, como a grande Mãe dos povos
(Rumo ao Céu, 501, 505, 510)

 

Leituras deste domingo

1ª Leitura – At 2, 42-47
Salmo – Sl 117
2ª Leitura – 1Pd 1, 3-9
Evangelho – Jo 20, 19-31

 

Foto: Ir. M. Nilza P. da Silva

Fonte: schoenstatt.orb.br