MTA recebe o cetro nos 75 anos da visita do Pai e Fundador em Santa Cruz do Sul

Ir M Sára Vincesi – “Nossa tarefa é anunciar ao mundo a mensagem de Schoenstatt, levar a MTA ao povo. Não podemos trabalhar apenas com contribuições silenciosas ao Capital de Graças, precisamos também anunciar Schoenstatt”. Essas palavras de nosso Pai e Fundador, Padre José Kentenich, ditas há 75 anos, no dia 5 de maio de 1947, quando visitava a pequena comunidade de 3 Irmãs de Maria de Schoenstatt, em Santa Cruz do Sul, é hoje para a Família de Schoenstatt missão, legado e ao mesmo tempo um grande desafio que impulsiona na reconquista do nosso Santuário Imaculata Dilexit Ecclesiam.

Com grande alegria e gratidão, no último dia 5 de maio a Família de Schoenstatt celebrou o jubileu de 75 anos da passagem do Fundador, Padre Kentenich, à cidade de Santa Cruz do Sul. A celebração aconteceu numa Santa Missa, na Capela S. Helena, junto ao Hospital de Santa Cruz do Sul. Muitos dias anteriores ao dia 5, todos os que sabiam tocar algum instrumento e os cantores se reuniram para ensaiar cantos e preparar a celebração. E de fato, o coral cantou e encantou a todos. Mas não só os cantores, também os demais grupos, o da preparação espiritual, da liturgia, da ornamentação, puseram mãos à obra. Acresce ainda o Ramo da Liga Feminina (Lafs) que se preparou intensamente, com encontros e estudos de aprofundamento para entregar o Cetro à Mãe.

Antes de iniciarmos a Santa Missa, com as luzes de nossos celulares acesas e com cantos, acolhemos a imagem do Fundador que recebeu um lugar ao lado. E, de forma resumida, Ir. M. Sára Vincensi trouxe apontamentos da crônica das irmãs que recordava o que o Padre Kentenich realizou, nas quase 10 horas que aqui esteve, nesse dia 5 de maio, em Santa Cruz do Sul. Na procissão de entrada da Santa Missa foi acolhida a Mãe, que receberia o cetro, a lâmpada da Missão, as bandeiras do Movimento, da Lafs e as liguistas com lamparinas acesas.

O padre Leandro Lopes, Vigário Geral da Diocese, presidiu a celebração e o fez maravilhosamente bem. Empatizou com o público e deu um verdadeiro programa de aspiração, fez uma reflexão muito profunda sobre a herança que o Fundador nos deixou. Lembrou-nos que o Fundador afirmou que podemos tornar a terra em que pisamos uma bênção. E enfatizou ‘sempre que mantemos nosso olhar fixo ao olhar de Deus, que é Amor, vamos abençoando a terra. É pela nossa relação pessoal de amor com Deus que nos tornamos uma bênção’.

Nessa celebração o Ramo da Liga Feminina entregou o Cetro à Mãe de Deus em seu Santuário-lar. Elas fizeram uma preparação muito profunda e intensa, com um rico Capital de Graças. E no momento da entrega rezaram com muito vigor a oração por elas composta. Todos de joelhos acompanharam e ao final a Família toda rezou, com firmeza e coragem, a oração do Rumo ao Céu de nosso Pai e Fundador: ‘Empunha o Cetro, Mãe, protege tua terra de Schoenstatt’. E enquanto o padre a duas liguistas entregavam o cetro à Mãe, o coral entoou o belíssimo canto: ‘Do trono em que refulges, junto a Jesus no Céu…’. Foi um momento muito lindo e que calou fundo nos corações.

“Foi uma celebração que tocou forte no coração de todos. Mais que o privilégio de partilhar momentos tão fortes, ficou o compromisso de redobrar o esforço rumo à conquista do novo Santuário…” assim se expressou a liguista, Silvia Agnes.

Lucia Ertel, a dirigente diocesana da Lafs expressou: “A presença maciça da LAFS foi um exemplo para todos. Temos uma grande missão na Família de Schoenstatt de Santa Cruz do Sul. Através das orações e sacrifícios garantir o Capital de Graças do novo Santuário. Sem Capital de Graças não existe Santuário!” E acrescentou: “Convidei as duas liguistas mais idosas pra levantar a Mãe na hora da entrega do Cetro”, para expressar a gratidão pela sua fidelidade e dedicação. Fidelidade essa que o Pe. Leandro nomeou, ao contar do acompanhamento espiritual que essas liguistas fazem junto às vocações sacerdotais da diocese.

Ao final da celebração fizemos um círculo e prestamos nossa homenagem de gratidão ao nosso Pai e Fundador, cantando, ‘É mais que o mar…’ expressando assim nosso compromisso de levar a missão de Schoenstatt ao futuro e de empenhar-nos na construção do Santuário.

Todos estamos ainda saboreando esse momento de graças e da presença forte de nosso Fundador em nosso meio. Que a Mãe, a partir de seu Santuário Imaculata Dilexit Eccelesiam, forme em nós o homem novo, como nosso Pai e Fundador descreve na segunda estrofe do Hino da Minha Terra: “Conhece a terra tão rica e pura reflexo da beleza eterna, onde almas nobres e fortes desposam o Cordeiro de Deus; onde olhos brilhantes irradiam calor e mãos bondosas aliviam sofrimentos; onde mãos puras se unem constantemente em oração para banir os poderes do mal?”. Com gratidão queremos dizer: ‘Sim eu conheço essa Terra. É minha terra natal, minha terra de Schoenstatt!’ É a terra de Santa Cruz, onde nosso Pai e Fundador marcou com sua presença e nos abençoou.

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Por que suspender um Processo de Beatificação é interessante?

 

O bispo diocesano suspende, por enquanto, o Processo de Beatificação do Padre José Kentenich.

A decisão publicada pelo bispo diocesano de Tréveris/Alemanha, Dom Stephan Ackermann, no dia 03 de maio de 2022, de suspender temporariamente o Processo de Beatificação em curso do Padre Kentenich, vem como uma interessante perspectiva na avaliação do Processo.

Um Processo de Beatificação/Canonização de um fiel da Igreja busca resgatar todos os acontecimentos e fatos relacionados com a vida do caso em curso. Isso faz parte de todos os Processos de Beatificação/Canonização na Igreja.

A suspensão do seguimento em curso, pelo Bispo – pois em nível diocesano ele é o responsável de orientar os trabalhos – abre a possibilidade de buscar, comparar diferentes documentos, buscar dialogar com outras ciências, sem estar atrelado ao “sigilo de informações” de quem está conduzindo um Processo de Beatificação. Um Processo de Beatificação, uma vez em curso, vai chegando a determinados graus nos quais se pede sigilo; seja na busca de dados da vida de quem está sendo proposto para a Beatificação, como também no caso de investigação de possíveis milagres, e outros, entra nessa esfera do sigilo.

A suspensão faz com que se tire o Processo dessa esfera do sigilo e se possa estudar, comparar, buscar um veredicto mais completo e contextualizado dos fatos. Pois, como sabemos, não se podia ter acesso a muitos documentos da época do exílio do Pe. Kentenich que estavam nos arquivos do Vaticano. Agora é possível. Com isso, facilitam-se as comparações e contextualizações. Ademais, todos os documentos no processo saem da esfera de sigilo e as comissões constituídas ou a serem constituídas podem ter acessos a esses documentos sem restrições. Concluindo este quesito: Isso facilita às equipes e o retrabalhar o Processo.

O bispo Dom Stephan Ackermann comenta que ele pessoalmente não estará à frente deste tema. Isso não quer dizer que não está interessado no caso; mas sim que ele não tem a responsabilidade de estar à frente na montagem de equipes, supervisão, etc. E sim, ao tirar da sua esfera, facilita um trabalho interdisciplinar para a avaliação de todos esses materiais por comissões independentes, como ele mesmo sugere; e que isso, esclarece e contextualiza os fatos abordados, neste caso das acusações, como também fatos que o próprio Pe. Kentenich pedia esclarecimento para a Igreja. Isso enriquece todas as partes interessadas no caso; inclusive quem acusa, pois traz respostas sem tirar dos contextos. Como canta o adágio: “Texto fora de contexto, tem pretexto!” Ao incluir uma equipe interdisciplinar analisará os acontecimentos não somente desde uma perspectiva histórica, mas também em um conjunto científico mais amplo, que ajudará a formar o contexto. E é isso que interessa a todos.

A suspensão, por enquanto, o Sr. Bispo Ackermann deixa claro que não é emissão de juízo sobre o Padre Kentenich. O que significa isso? Significa que ele não está tomando nenhuma posição definitiva sobre o caso. Tem várias perguntas em aberto e a suspensão facilita o caminho para buscar essas respostas.

Esta decisão abre caminhos novos e interessantes para conhecermos mais a personalidade e obra do Fundador da Família de Schoenstatt com perguntas que talvez nunca teríamos feito.

Pe. Vandemir J. Meister.
Diretor Nacional do Movimento Apostólico de Schoenstatt.
Londrina, 03 de maio de 2022.

 

Fonte: schoenstatt.org.br

Informação da diocese de Treves: o processo de beatificação do Padre Kentenich está suspenso

Treves/Vallendar – O processo de beatificação do Pe. José Kentenich está suspenso, informa, no dia 3 de maio, Dom Stephan Ackermann, bispo da Diocese de Treves/Alemanha. Ele não dará continuidade ao processo; em vez disso, motiva para que as pesquisas continuem, de modo independente.

O processo é realizado na Diocese de Treves, porque Pe. Kentenich faleceu, em 15 de setembro de 1968, em Schoenstatt/Vallendar, que pertence a essa diocese. Portanto, o Bispo de Treves é responsável pela investigação diocesana, no processo de beatificação do fundador de Schoenstatt, iniciado em 1975.

O motivo desta decisão do Bispo encontra-se nas acusações de abusos praticados pelo Pe. Kentenich, publicadas no ano de 2020. Essas acusações já eram conhecidas, nas fases anteriores à fase diocesana do processo de beatificação. Na época, os responsáveis também as investigaram, com os meios disponíveis naquele tempo.

Pela publicação do ano de 2020, foi visto claramente que as abordagens anteriores não eram insuficientes. Após a abertura dos arquivos do Vaticano (até 1958, final do pontificado do Papa Pio XII) ficaram disponíveis documentos que não puderam ser integrados à investigação diocesana do processo de beatificação do fundador do Movimento de Schoenstatt.

Diante disso, em julho de 2020, Dom Ackermann anunciou sua decisão de formar uma segunda comissão histórica, de acordo com a Instrução Sanctorum Mater, que regulamenta os processos de beatificação (ver).

Em diálogo com peritos de diversas disciplinas sobre o procedimento mais adequado a seguir e com base nas experiências da última década, no campo do esclarecimento e da revisão dos abusos nas suas diferentes formas, se detectaram duas necessidades, que devem ser tomadas em consideração:

  • Do ponto de vista do conteúdo só se pode ter uma visão global se, junto com a análise da história, forem acrescentadas também a Psicologia e a Pedagogia.
  • Neste contexto, é indispensável que o trabalho científico sobre as questões a serem esclarecidas seja realizado de forma livre, ou seja, de forma independente e transparente. De acordo com a Instrução romana, isto não pode ser realizado só por uma comissão histórica.

Além disso, o Dom Ackermann reavaliou outro aspecto da Causa Kentenich: na década de 1990, um cidadão norte-americano acusou Kentenich de ter abusado sexualmente dele, de 1958 a 1962 (ver). Em 2021, Ackermann pediu a um ex-procurador federal para reexaminar o caso, que já havia sido investigado pela Igreja nos EUA, para ver se a investigação daquela época pode ser considerada suficiente, de acordo com os critérios atuais. O parecer jurídico não chegou a um resultado final, mas sugere que esta questão seja avaliada no contexto dos outros aspectos que ainda precisam ser esclarecidos.

“As discussões dos últimos dois anos mostraram que há necessidade de uma pesquisa mais profunda da pessoa e da obra de José Kentenich”, assim afirma o Bispo Ackermann.

“Por isso, agradeceria muito se nos próximos anos fosse feita a correspondente pesquisa.”

É igualmente importante que o Bispo enfatiza que a suspensão do processo não significa que já foi emitido um julgamento sobre a vida e a obra do Padre Kentenich.

A decisão de Dom Ackermann é baseada em um diálogo com a Congregação para as Causas dos Santos, em Roma, e foi comunicada à Presidência do Movimento Internacional de Schoenstatt. “Estou consciente de que a suspensão do processo de beatificação é um passo doloroso para a Família de Schoenstatt”, disse o Bispo de Treves. No entanto, isso não diminui em nada a importância das múltiplas atividades da Obra de Schoenstatt em todo o mundo.

(JR)

Publicação oficial da Diocese de Treves, aqui.

Nota da Presidência Geral da Obra Internacional de Schoenstatt, aqui.

Fonte: schoenstatt.com

Celebração dos 75 anos do Pai e Fundador em Santa Catarina

Ir M Vera Debald / Ir M Rosequiel Fávero – A Família de Schoenstatt de Santa Catarina se reuniu no domingo, 3 de abril, em Biguaçu, para celebrar os 75 anos da chegada de nosso Fundador, Padre José Kentenich, em terras catarinenses, ocorrida na Semana Santa de 1947.

Estiveram presentes caravanas de Bombinhas, Florianópolis, São José, Antônio Carlos, Porto Belo, Balneário Camboriú, Camboriú, Itajaí, Jaraguá do Sul e Joinville, além de inúmeros participantes individuais.

Esta tarde celebrativa foi solenemente iniciada com a acolhida das delegações e com a entrada de bandeiras do movimento ao som de trompete. Nosso Pai e Fundador foi calorosamente acolhido e saudado na sua foto trazida por um casal do Movimento de Schoenstatt.

Nilo e Inês Sinn, coordenadores diocesanos da Campanha da Mãe Peregrina de Joinville, residentes em Jaraguá do Sul, presentearam a todos os presentes com a herança e missão que lhes foi confiada pelo Fundador, em seus 5 dias de visita em Jaraguá do Sul, de 02 a 08 de abril em 1947, fazendo uma linda reflexão sobre as palavras do Fundador ditas nestes dias de sua estada na sua cidade. Entre outras: “Estamos sempre em casa” pela espiritualidade, vinculação à Mãe três Vezes Admirável, pela vivencia e fidelidade a Aliança de Amor – qualquer lugar em que estejamos se torna Schoenstatt, e então estaremos em casa!” Outro pensamento muito profundado tocado neste dia: “Nós somos instrumentos para a grande Obra”– Desde o Batismo Deus e a Mãe de Deus dizem a cada um de nós: “Este é meu filho  muito amado … Jesus quer viver em mim a plenitude da transfiguração!” …Queira a Mãe de Deus fazer e criar um Tabor em nossos corações!”

A seguir, Kleber e Maria Fatima Faneco, da Liga de Famílias de Schoenstatt, em vista da construção no Santuário de Santa Catarina, convidaram a todos a selarem sua Aliança de Amor, explicando as exigências e promessas da Aliança de Amor. Para encerrar este momento antes da celebração da Santa Missa, Kleber e Fatima sortearam entre os presentes 8 conjuntos de 31 pensamentos selecionados de palavras do Pai e Fundador aqui em Jaraguá do Sul. No final da Missa, cada participante também recebeu um cartão com um pensamento do Padre Kentenich.

Na Santa Missa, presidida pelo padre Almir José Ramos, houve a renovação das Promessas do Batismo e após a celebração, 26 pessoas da diocese de Joinville subiram à casa do Movimento para selarem sua Aliança de Amor diante do altar do futuro Santuário.

Num alegre ambiente familiar, a tarde festiva foi encerrada com um delicioso café, onde todos participaram.

Como vai a filha?

Edson Pieralisi – São as primeiras palavras de um verdadeiro pai (Pe. José Kentenich), ao encontrar sua filha espiritual (Ir. M. Noberta), após tantos anos, em terras brasileiras (testemunho emocionante da Irmã Noberta clicando aqui)

Celebrar o jubileu do Tabor é também um encontro com este pai… é receber seu olhar carinhoso, sua saudação paternal e ouvir sua pergunta: “Como vai a filha? Como vai o filho?”

Celebrar o jubileu do Tabor é conversar com este pai que se interessa por nós, responder à esta sua pergunta, partilhar nossa vida e história.

Este pai não é visitante… este pai abençoa, acolhe, educa, encoraja para a missão que Deus nos confia.

Este pai espera o nosso “sim” para nos ajudar a ser a filha(o) Tabor, este “niña(o)-hija(o)” que sabe e sente que é muito amada(o)…

Celebrar o jubileu do Tabor é com este pai contemplar as glórias de Maria em nossa vida, em nossa família, em nosso grupo/curso, em nosso ramo…

Celebrar o jubileu do Tabor é com este pai peregrinar pelos mistérios gozosos, luminosos, dolorosos e gloriosos de nossa história com um olhar diferente, com o olhar de Deus…

Celebrar o jubileu do Tabor é com este pai fazer do Santuário a nossa Escola, onde aprendemos que “a vida é mais”… muito mais que a guerra, que polarizações políticas, manipulações ideológicas, “instagramização” de consciências…

Celebrar o jubileu do Tabor é com este pai subir o monte para deixar o Sol de Cristo não só acender, mas sim, nos fazer uma chama do Amor Misericordioso de Deus para fazer do Brasil um Tabor…

Como vai a filha?

Foto: Márcia Kazumi

Fonte: schoenstatt.org.br

Após 75 anos o Pai e Fundador foi recebido novamente em Santa Maria

Marlene Machado Mendes – Entusiasmo, alegria e gratidão marcaram o dia 20 de março de 2022, nas comemorações dos 75 anos da 1ª visita do Pai Fundador, Padre José Kentenich, à Santa Maria/RS.

Além da Família de Schoenstatt da arquidiocese de Santa Maria, que com esta celebração fazia a abertura das atividades de 2022, participaram representantes do estado de Santa Catarina, e das dioceses gaúchas de Santo Ângelo, de Frederico Westphalen, de Santa Cruz do Sul e de Porto Alegre.

Inicialmente, pelas 10h, todos foram acolhidos carinhosamente em frente à Casa Provincial das Irmãs de Maria, onde há 75 anos, em 18 de março de 1947, foi recepcionado nosso Pai e Fundador. A entrada da casa estava ornamentada como daquela vez. A Banda Marcial do Exército Brasileiro, executou belas canções, dando boas-vindas a todos.

Num momento de grande alegria, ao som do canto “Rainha do Santuário Tabor” executado pela banda e cantada por todos, o ícone do Pai e Fundador foi conduzido triunfal na carroceria de uma camionete Ford 1960, que entrou pelo estacionamento da Casa Provincial e foi carinhosamente recebido por todos, saudado com tremular de bandeirinhas, agitadas por crianças. (Para ver o vídeo deste momento CLICAR AQUI.) O casal presidente do Conselho Diocesano da Família de Schoenstatt de Santa Maria, Líria e Júlio Reis, conduziu respeitosamente o ícone até a área central, onde foi dada as boas-vindas ao Padre Kentenich.

O primeiro a homenagear o Pai e Fundador foi o menino Artur Coutinho Vasconcelos, de 12 anos, residente em Frederico Westphalen, que elegantemente ‘pilchado’ declamou um poema de autoria da Ir. Maria Flávia Atarão, intitulado “Bem-Vindo Padre Kentenich” sendo muito aplaudido. Vale a pena ver este momento no vídeo abaixo!

[vc_video link=”https://youtu.be/yrsiOPhLTyw” align=”center”]

Complementando a saudação ao Pai e Fundador, relembrando a cena de 75 anos atrás, uma jovem Irmã de Maria entregou um ramalhete de flores ao Padre José Kentenich. A seguir, todos saíram em procissão conduzindo a sua imagem a frente, contornando toda a área frontal da casa das Irmãs, até frente do Santuário, onde um representante de cada diocese entregou simbolicamente dádivas ao Pai e Fundador. Também o Sr. Humberto Pozzobon, filho de João Luiz Pozzobon, entregou amorosamente, como dádiva, a réplica da Mãe Peregrina Original ao Pai Fundador. (Para ver este momento de entrega CLICAR AQUI). Este belo momento foi encerrado com a oração implorando a beatificação do Padre Kentenich e ouvindo a gravação da sua voz, pedindo a bênção para todos.

 

Celebrar e assumir a missão do Pai e Fundador!

A programação continuou no auditório do Centro Mariano com o momento culminante de toda comemoração: a Santa Missa presidida pelo Pe. Rodrigo Cabrera, do clero da arquidiocese de Santa Maria e membro do Instituto dos Sacerdotes diocesanos de Schoenstatt. Em sua homilia, Pe. Rodrigo colocou que o Padre Kentenich trouxe para nós sua experiência e que suas palavras geraram muitos frutos. Disse “que suas palavras continuem frutificando, para que daqui 75 anos outros estejam aqui celebrando. Hoje teremos que ter em mente esse duplo caráter: mais que celebrar, glorificar, temos que assumir com coragem nossa missão”.

Um gostoso almoço no refeitório do Centro Mariano congregou familiarmente muitos dos participantes. O delicioso cardápio foi preparado por uma equipe de voluntários schoenstattianos de Santa Maria que atuam em eventos da Família de Schoenstatt local.

 

 

Terço com o Padre Kentenich

Muitos se reencontraram novamente para o ‘Terço com o Padre Kentenich’, no auditório do Centro Mariano. Na consciência de que podemos ver também na vida de nosso Pai e Fundador algo dos mistérios gozosos, luminosos, dolorosos e gloriosos de nossa redenção, no terço ‘com o Padre Kentenich’ foram contemplados vários momentos marcantes da sua vida. Elaborado e coordenado pelas integrantes da Liga de Mães da diocese de Santa Maria, Suzana Pignataro, Gladir Borba e Cintya Appel, este momento foi de profunda oração, mas também de originalidade, que incluiu encenações em cada mistério contemplado.

No 1º Mistério, foi recordado o “Sim” de Catarina Kentenich ao nascimento do pequeno José e a sua consagração à Maria aos nove anos.

No 2º Mistério: A vocação de José Kentenich ao sacerdócio e sua fé ousada no 18 de outubro de 1914.

No 3º Mistério foi contemplada sua decisão de “Bom Pastor” no 20 de janeiro de 1942 e sua experiência de inferno e céu no Campo de Concentração de Dachau.

No 4º Mistério: Padre Kentenich como Arauto de Maria faz as grandes viagens internacionais e também chega à nossa Pátria

No 5º Mistério: seu grande amor à Igreja e sua volta ao Lar Eterno

E assim, num clima de oração e alegria familiar, foi encerrado as comemorações desta data tão especial, pela Família de Schoenstatt em Santa Maria, que – grata pelo ideal Tabor – renovou o compromisso com o Pai e Fundador de levar Schoenstatt até os confins do mundo.

Mais fotos: 1 (Dionete Munareto)   2 (Ariel Stival)    3 (Heloisa Seikoski)

 

Hoje: Santa Maria celebra os 75 anos da primeira visita do Padre Kentenich. Participe!

 A Família de Schoenstatt de Santa Maria convida a todos para participarem das celebrações dos 75 anos da primeira visita do Padre Kentenich em nossa Pátria.

Em 16 de março de 1947 ele pisou o solo brasileiro pela primeira vez, em Recife/PE, e em 18 de março foi acolhido em Santa Maria, onde veio encontrar as Irmãs de Maria, a quem tinha enviado em missão para as terras brasileiras em 1935.

As celebrações serão neste domingo, 20 de março, iniciando às 10h e terminando às 15h.

ATENÇÃO para os horários de transmissão ao vivo pelo canal do Santuário Tabor no Youtube:

10h – acolhida solene do Padre Kentenich junto ao Santuário Tabor

11h10min – Santa Missa no auditório do Centro Mariano

14h – Terço com o Padre José Kentenich

Porto Alegre: 75 anos da chegada do Padre Kentenich

A Família de Schoenstatt brasileira vive momentos de alegria e expecitaiva, pois – espiritualmente – recebe mais uma vez, depois de 75 anos, o Padre José Kentenich! Ontem, 16 de julho, o Movimento de Schoenstatt de Recife/PE e Rio de Janeiro/RJ celebrou este jubileu. Hoje é o Movimento de Schoenstatt que recorda a primeira passagem do seu Fundador pela capital gaúcha.

Como foi a primeira visita do Padre Kentenich em Porto Alegre?

Em 17 de março de 1947, ele partiu de avião, às 6 horas, do Rio de Janeiro rumo a Porto Alegre, onde chegou por volta do meio dia. O nosso Pai e Fundador e Ir. M. Norberta Schulte foram acolhidos na casa das Irmãs da Divina Providência.

Um acontecimento interessante que ocorreu nessa chegada foi que, sem perceber, o Pai perdeu sua carteira no aeroporto. Mas, esta logo foi entregue a ele por dois funcionários, que pediram para conferir se continha tudo: documentos, dinheiro… Ir. M. Norberta contou que o Fundador ficou impressionado com a sinceridade das pessoas e que levaria uma ótima impressão do povo brasileiro.

Em sua visita a nossa cidade, na capital gaúcha, nesse mesmo dia Padre Kentenich foi recebido pelo arcebispo de Porto Alegre, Dom Vicente Scherer, que, muito entusiasmado, ofereceu ao Pai e Fundador vários campos de trabalho na Diocese de Porto Alegre. Esse primeiro contato com uma autoridade eclesiástica brasileira marca, até hoje, a história da Família de Schoenstatt na cidade, tanto que o Santuário tem como missão ser o “Tabor Maria Cor Ecclesiae”, onde a Mãe de Deus atua como coração da Igreja.

A crônica daquele tempo continua relatando: “O Pe. Kentenich poderia ter ficado em Porto Alegre, pois eram tantos os convites que já recebera, mas adiou tudo para mais tarde… E, na manhã seguinte, dia 18 de março, tomou o trem rumo a Santa Maria/RS”.

75 anos depois…

Ir M Neiva Pavlak, assessora do Movimento de Schoenstatt em Porto Alegre, explica como a Família de Schoenstatt local celebrará este jubileu: “O Conselho da Família de Schoenstatt decidiu celebrar esta passagem e a visita do Pai e Fundador ao Brasil, com um tríduo de lives nos dias 17, 18 e 19 de março, que serão transmitidas pelo facebook do Santuário de Porto Alegre, cada dia com um tema específico.

Dia 17, às 17h30min: Contexto histórico da visita de nosso Pai e Fundador. Responsáveis: Instituto de Famílias de Schoenstatt (Júlio e Jane Machado).

Dia 18, no mesmo horário. Os frutos gerados a partir da vinda de nosso Pai e Fundador ao Brasil. Responsáveis: Liga de Mães. Esta data será recordada também nas santas Missas do Dia da Aliança: às 16h e às 20h.

Dia 19, festa de São José: Projeção para o futuro, nossa missão a partir do Ideal Tabor e do Santuário Tabor Maria Cor Ecclesiae. Responsáveis: Liga de Famílias de Schoenstatt (Flávio e Maria Ângela Kolberg).

Como Família, celebraremos, mais uma vez, a visita de nosso Pai e Fundador e o jubileu de 75 anos do Ideal Tabor, no dia da abertura das atividades do ano, que se dará em 26 de março, sábado, das 9h às 16h”.

 

Com informações de: schoenstatt.org.br

Foto: Ana Barcellos

Santa Maria se prepara para os 75 anos da primeira visita do Padre Kentenich

 A Família de Schoenstatt de Santa Maria convida a todos para participarem das celebrações dos 75 anos da primeira visita do Padre Kentenich em nossa Pátria.

Em 16 de março de 1947 ele pisou o solo brasileiro pela primeira vez, em Recife/PE, e em 18 de março foi acolhido em Santa Maria, onde veio encontrar as Irmãs de Maria, a quem tinha enviado em missão para as terras brasileiras em 1935.

As celebrações serão no domingo, 20 de março, iniciando às 10h e terminando às 15h. Haverá possibilidade de encomendar o almoço pelo valor de R$ 30,00. Reservas até 17 de março pelos telefones (55) 3221 6114 ou (55) 9 81002712. Participe!

 

” rumo aos jubileus de 2022

Em 2022 celebraremos dois grandes jubileus que estão intimamente relacionados. Nós cremos que estes acontecimentos mudaram a história da nossa Pátria, mas a maioria das pessoas não os conhece.

Quais são eles?

O jubileu de 75 anos da primeira visita do Padre José Kentenich, Fundador do Movimento de Schoenstatt, à nossa Pátria e os 75 anos do ideal Tabor, que o próprio Fundador presenteou à Família de Schoenstatt brasileira.

Este clipe lança uma série de vídeos que serão postados. Semanalmente, a partir de janeiro de 2022, até os dias jubilares em março e abril.

Venha descobrir porque o Brasil não é o mesmo desde que o Padre Kentenich passou por aqui.

Fique ligado! Logo mais teremos novidades… Não perca!!!

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