Um testemunho precioso sobre o Pai e Fundador

Juciliano e Veridiana Caliari – O mês de setembro começou ‘com tudo’ em Santa Cruz do Sul/RS, junto ao Santuário Immaculata Dilexit Ecclesiam. No sábado à tarde, 1º/09, apesar das fortes chuvas e de um clima que convidava ao aconchego do lar, a Família de Schoenstatt, com representantes de todos os Ramos, reuniu-se para ouvir uma palestra com o Sr Ernesto Brandstetter, Irmão de Maria de Schoenstatt que conheceu pessoalmente o Padre José Kentenich e que veio de Santa Maria/RS, especialmente para partilhar com a Família de Schoenstatt de Santa Cruz algo de suas experiências com nosso Pai e Fundador.

Quando se usa o termo palestra, logo nos perguntamos: o que será que ouviremos? Como o palestrante vai passar sua mensagem? E, para a surpresa de todos, o Sr Ernesto soube, de uma forma simples e extraordinária, tornar-nos mais próxima a pessoa do Pai e Fundador.

Sr Ernesto relatou que na sua juventude recebeu uma caixa de um amigo com livros, biografias, uma estampa com a foto da MTA. Leu o material e viu que se tratava do Movimento de Schoenstatt, que ele não conhecia. Nunca tinha ouvido falar, mas a partir daquele momento ficou entusiasmado e encantado com a Obra.

Em 24 de dezembro de 1965, ele estava em Schoenstatt quando a família recebeu a notícia do regresso do nosso Pai do exílio. Era muita alegria, alvoroço e expectativa! Depois disso teve mais algumas oportunidades de estar com o Fundador. Foram sempre momentos bonitos e profundos.

Mas o mais comovente foi a experiência de estar em Schoenstatt no dia do falecimento do nosso Pai. A sensação de paz, de liberdade interior, que sentiu ao aproximar-se de seu corpo já desfalecido, o marcou profundamente.

A Família de Schoenstatt de Santa Cruz do Sul ficou muito agradecida ao Sr Ernesto por ter entusiasmado a cada um de nós, para conhecermos cada vez mais a vida do nosso Fundador. Com certeza, esta tarde se tornou um ponto alto do Ano do Padre Kentenich em nossa diocese.

A Sala Padre Kentenich junto ao Santuário em Frederico Westphalen

Em 15 de setembro, a Família de Schoenstatt da diocese de Frederico Westphalen celebrará os 50 anos do falecimento do seu Fundador, Padre José Kentenich com uma Santa Missa na catedral. Logo após, irão em carreata até o Santuário Porta do Céu, onde serão inaugurados a Sala do Padre Kentenich e o Monumento dos Herois, dádivas concretas conquistadas neste ano especial dedicado ao Pai e Fundador.

A Sala do Pai e Fundador foi uma conquista e um presente da Liga de Famílias para a Família de Schoenstatt local. Fernando e Andréia Panno, da Liga de Famílias de Frederico Westphalen contam como surgiu a ideia e como foi conquistado este lugar de encontro com o Pe. Kentenich:

“No último Congresso de Outubro, em Santa Maria, foi feita uma motivação para que os Ramos da Família de Schoenstatt ali presentes fizessem um propósito, de conquista material e espiritual, lembrando o ano recém iniciado ano Padre Kentenich. O intuito era o de difundir, dentro do próprio Movimento, mas especialmente para toda a comunidade, a pessoa do Fundador da Obra de Schoenstatt, no ano em que são celebrados os 50 anos de sua Páscoa.

Os integrantes da Liga das famílias de Frederico Westphalen presentes no Congresso foram instigados, ali mesmo, pela Irmã M. Elisa Görck, Assessora Diocesana, a pensar numa sala que retratasse e vinculasse o Santuário Tabor Porta do Céu e seus visitantes, ao local onde descansa o corpo do Pai e Fundador, na Igreja da Adoração, em Schoenstatt/Alemanha.

Voltando para a Diocese de Frederico Westphalen, um grupo de schoenstateanos se dispôs a idealizar e conquistar, material e espiritualmente a Sala. Toda a Liga de Famílias foi motivada na conquista espiritual e, aproveitando uma corrente de divulgação da bandeira, hino e oração da Liga das Famílias, que está percorrendo os grupos, foi inserida uma reflexão e proposta de intenções pela conquista dessa Sala.

A ideia é lançar a reflexão acerca da pessoa do Pe. Kentenich, suas virtudes, seu amor à Obra de Schoenstatt e à Igreja. A conquista da Sala no Ano Pe. Kentenich significa para nós o caráter de missão. Após a Páscoa de nosso Fundador, tomamos ciência de nossa responsabilidade em levar Schoenstatt para o mundo, por meio de todo o legado por ele deixado.

A imagem do túmulo de nosso Fundador, não nos remete tristeza, pelo contrário, traz para o nosso Santuário Tabor Porta do Céu, um pouco da emoção que sente quem visita pessoalmente na Igreja da Adoração, o local onde Pe. Kentenich está sepultado. Sentimento de missão nos remete a buscar nosso papel nessa grandiosa Obra de Schoenstatt, mesmo sem a presença física de seu Fundador.

Enfim, é uma conquista que nos vinculou ainda mais a nosso Fundador, e tem servido como incentivo a aspirarmos suas virtudes, tão necessárias e pertinentes no atual contexto social que vivemos. É para nós uma das perspectivas possíveis de concretizar ‘Schoenstatt em saída…’.”

Encerrado Tríduo para 15 de setembro em Porto Alegre

Márcia Kazumi / Ir M Rosequiel Fávero – A Família de Schoenstatt de Porto Alegre encerrou o tríduo em preparação para as celebrações para o jubileu de 50 anos do falecimento do Padre José Kentenich no primeiro domingo de setembro, junto ao Santuário Maria Cor Ecclesiae. Neste dia também aconteceu mais uma edição da ‘Oficina do Padre Kentenich’, uma oferta que acompanhou o Ano Padre Kentenich na capital gaúcha.

A União de Famílias mediou a celebração do tríduo, que teve como tema “Encontrar um pai”! “Schoenstatt tem a tarefa de mostrar ao mundo a face de Deus Pai através das pessoas e criaturas e, por isso, Deus nos deu um Fundador cujo carisma pessoal foi o de irradiar essa face do Pai” (livro: Um Fundador, um pai, uma missão). Alguns testemunhos mostram que muitas pessoas hoje também encontram no Padre Kentenich a presença de um pai.

A participação das crianças, filhas dos casais da União de Famílias, fizeram a alegria do momento. Para encerrar o terceiro dia do tríduo, os presentes rezaram a oração do ano jubilar.

Como última atividade do dia, a ‘Oficina do Padre Kentenich’ contou com a participação especial da Irmã Maria da Graça Sales Henriques, de Santa Maria/RS, que trouxe seu testemunho e reflexão sobre o jubileu dos 50 anos da morte do Pai e Fundador. Ir Maria da Graça estava em Schoenstatt/Alemanha tanto no retorno do Padre Kentenich do exílio, em 1965, como no seu sepultamento, em 1968.

Recordando o dia do retorno do Padre Kentenich do exílio, Ir Maria da Graça testemunhou sobre o ambiente de família e alegria que foi possível vivenciar naquela oportunidade. “O Padre Kentenich manifestava sua gratidão, sobretudo à Mãe de Deus, que agora havia restituído a Família (de Schoenstatt) às suas mãos (de Fundador) para continuar a formá-la. O que ele, depois de partir para a eternidade e a partir da eternidade, continua a fazer, conduzindo a Família de uma forma nova. ”

Em relação ao Jubileu dos 50 anos de falecimento do Pe. Kentenich, afirmou: “Penso que ele é muito importante, pois ilumina a nova etapa da história de Schoenstatt que começou com o 15 de setembro de 1968, que é a época pós fundacional e deve fortalecer em nós a certeza de que, a partir da eternidade, realmente o Padre Kentenich continua a conduzir a sua obra de forma nova”.

Desta forma a Família de Schoenstatt de Porto Alegre concluiu a preparação para o Ano do Padre Kentenich. O próximo encontro se dará no dia 15 de setembro com uma programação especial para a celebração:

14h – vivência junto à estátua do Pai e Fundador no pátio do Santuário

15h – Santa Missa presidida pelo Dom Leomar Brustolin, bispo auxiliar da Arquidiocese de Porto Alegre

Após a Santa Missa – confraternização familiar

Mais fotos (Márcia Kazumi)

Tríduo e liturgia para o Ano Pe. Kentenich

 

Tríduo e liturgia: Clique para baixar

 

A Central Nacional de Assessores do Movimento lança um material de apoio para toda a Família de Schoenstatt do Brasil Tabor. Esse material é um roteiro com sugestões para a celebração jubilar do Ano Pe. Kentenich nos Santuários, Dioceses, Paróquias, Capelas em cada lugar em que se recordam os 50 anos de falecimento do Pe. José Kentenich.

O tríduo tem como tema: “Dilexit Ecclesiam – Ele amou a Igreja”
Seu objetivo central é divulgar a pessoa, o carisma, a pedagogia, a santidade do Pe. José Kentenich. Dessa forma, reforçar a Família por ele criada, que ele ofertou à Igreja, formando sacerdotes, consagrados, leigos como autênticos cristãos, prontos para assumir a missão de batizados, de filhos e filhas de Deus Pai.

Algumas orientações prática para o tríduo:

– O Tríduo pode ser feito uma vez por mês, ou uma vez por semana, ou três dias em seguida. Cada local pode escolher como fica melhor.

– Distribuir a “Oração para o Ano Jubilar” (pode ser encomendada ou fazer cópias). Para as encomendas, entre em contato com o Santuário mais próximo: Contatos

– Lembrete: o quadro ou banner do Pe. Kentenich não pode ser colocado no presbitério (altar), pois ele ainda está em processo de beatificação, nem ficar exposto durante a Santa Missa.

As outras observações práticas estão no material, clique para acessar e baixar.

 

Santa Missa jubilar

O roteiro também inclui sugestões de leituras, preces, comentários para a Missa jubilar do dia 15 de setembro.

Fonte (com áudio das músicas sugeridas): schoenstatt.org.br

 

 

Inicia o Tríduo em Santo Ângelo

A Família de Schoenstatt de Santo Ângelo quis iniciar o tríduo preparatório à celebração dos 50 anos do retorno do Pai e Fundador ao lar eterno, na noite de 30 de agosto, num lugar significativo da sua história: a capelinha da MTA junto à igreja matriz da paróquia Santo Antônio, inaugurada há 33 anos pelo jovem Movimento de Schoenstatt missioneiro, como seu ‘primeiro lar’.

Representantes de diversos Ramos do Movimento se reuniram no Santuário Paroquial, na consciência de estarem unidos à Família de Schoenstatt Brasileira que também fez ou fará o mesmo tríduo. Diante de uma linda e antiga imagem da MTA, estavam a Mãe Peregrina Auxiliar Diocesana e a Lâmpada da Missão do Santuário, unindo todos ao Trono da Mãe e Rainha em terras missioneiras. A imagem do Pai e Fundador (que normalmente já está numa das paredes do Santuário Paroquial junto com uma foto de José Engling), foi trazida no início da celebração, completando o ‘ambiente schoenstattiano’ e concedendo ao momento um tom marcadamente familiar.

O início do tríduo se dá no momento em que o Movimento de Schoenstatt de Santo Ângelo inicia os preparativos concretos para a 22ª Romaria ao Santuário Missioneiro de Schoenstatt Tupãcyrendá, que deverá acontecer em 12 de outubro, “um dos momentos em que nos sentimos muito família em torno de nossa Mãe no Santuário”, comentou uma das participantes.

Na próxima semana a Família de Schoenstatt se reúne na Catedral Santo Anjo da Guarda para o segundo dia do Tríduo e em 13 de setembro na igreja matriz da paróquia Sagrada Família. Em 15 de setembro, schoenstattianos de Santo Ângelo e do interior da diocese se encontrarão na Catedral, numa Missa de Ação de Graças que deverá ser presidida pelo bispo diocesano Dom Liro Meuren.

Mais fotos (Ir M Rosequiel Fávero)

Em Aliança com o Pai e Fundador

Adelmo e Ana Paula Dal Pozzolo – Na noite do dia 29 de agosto, o Sr Ernesto Brandstatter, do Instituto dos Irmãos de Maria de Schoenstatt, no auditório do Centro Mariano, compartilhou com um grande grupo de Irmãs de Maria e de famílias sua experiência e a graça de conhecer e conviver com Pe. Kentenich. O evento fez parte do itinerário de formação de um grupo de Liga de Famílias que deseja marcar este ‘Ano do Padre Kentenich’ selando uma Aliança com ele. No seu testemunho, Sr Ernesto estacou como principal característica da pessoa do Fundador “simplicidade”.

Ano do Pai e Fundador, 50 anos de sua ‘Páscoa’. Em 15 de setembro de 1968, em Vallendar, na Alemanha, logo após a benção final, o povo esperava pelas palavras do Padre José Kentenich após a celebração da missa.

Mas, a hora de sua partida para o lar eterno havia chegado, e a “família”, o povo que ali se encontrava, aguarda em silêncio… em seguida recebem a notícia de que deveriam assumir a continuidade da obra sem a presença física de seu Fundador. Padre Kentenich não falaria naquele dia. Formou-se uma enorme fila para homenagear o Fundador ainda na sacristia da Igreja da Adoração…

Porém, havia uma linha condutora, uma pedagogia elaborada por inspiração de Nossa Senhora. Poderiam continuar a obra alicerçada pelos fundamentos e bases de uma coleção de ensinamentos apresentadas através da ‘ligação de amor’ profundamente filial, estabelecida no Santuário, entre o Fundador e a Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt.

Vão-se cinquenta anos sem a voz do Pai, mas com sua força, coragem, palavras, exemplo e com a Aliança de Amor com Maria e com Deus, nosso Senhor.

A Liga de Famílias de Schoenstatt em Santa Maria, ligadas ao Santuário Tabor, neste ano jubilar, apresenta sua gratidão em forma de presente especial: uma nova aliança em gratidão. Gratidão pela obra construída. Gratidão pela graça de poder participar desta construção.

Desde a Carta de Santa Maria que pode ser lida, impressa em pedra e metal nos caminhos junto ao primeiro Santuário no Brasil, passando pelas inúmeras conferências, congressos, sermões registrados em livros. As mensagens, os telegramas e telefonemas, constantemente distribuídas, as orações especialmente inspiradas pelo Espírito Santo, a presença das Irmãs de Maria e Irmãos de Schoenstatt, dos Padres de Schoenstatt, todos propagadores dos ensinamentos de Pe. José Kentenich, por todos os ramos do movimento e por seu atuar, enfim, a tudo, à toda a essência de vida da Família de Schoenstatt se pretende agradecer.

Movidos pelo impulso à santidade firmemente estimulada pelas palavras e motivada pelo exemplo do Fundador, um grupo de Famílias do Movimento de Schoenstatt em Santa Maria oferta, neste jubileu, a caminhada em preparação para selar a Aliança de Amor com o Padre José Kentenich, e a renovação da Aliança de Amor. Um grande Capital de Graças.

Foram realizados cinco encontros de formação, com estudos da pedagogia e dos princípios dimanados pelas orientações do Fundador, tratando de pontos significativos da Obra de Schoenstatt.

Em 20 de setembro de 2018 será celebrada uma Missa em ação de graças pela obra de Schoenstatt, e para homenagear a vida e a obra do Padre José Kentenich no Jubileu de seu falecimento, às 11 horas, na Capela Tabor. Após esta celebração será selada a Aliança de Amor das Famílias com o Pai e Fundador, Padre José Kentenich.

Que, do céu, ele possa sorrir e se alegrar com estas famílias e abençoar esta Aliança.

Fotos: Diogo De Gregori

Um presente para o Ano do Padre Kentenich

Ir M Elisa Göeck / Ir M Rosequiel Favero – Neste ano dedicado ao Padre Kentenich, a Liga de Famílias de Frederico Westphalen se esforçou para presentear a Família de Schoenstatt com um local de encontro com o Pai e Fundador. Uma sala conquistada ao longo de 9 meses, parte por parte, pelos grupos da Liga de Famílias.

A sala ainda não está pronta, mas já está fazendo parte da vida do Movimento de Schoenstatt em Frederico Westphalen. Um exemplo foi o encerramento do encontro do ‘grupo de aprofundamento’ (como é conhecido o grupo na Liga de Famílias local), no sábado, 25 de agosto, feito já na ‘Sala do Pai e Fundador’.

Depois de começarem o encontro com uma Missa no Santuário Tabor Porta do Céu, presidida pelo Pe. Clodoaldo Kamimura, e se dedicarem a conhecer mais a pedagogia de Schoenstatt, reuniram-se na ‘Sala do Pai e Fundador’ para receber uma mensagem sua. Além disso, receberam um quadrinho com a imagem do Fundador que pergunta: Quem, senão tu? Do outro lado está a imagem da Mãe Três Vezes Admirável, que quer fortalecer cada um de seus filhos na missão de anunciar o carisma mariano-patrocêntrico do Padre José Kentenich.

 

Porto Alegre: segundo dia do tríduo em preparação ao 15 de setembro

Márcia Kazumi – No domingo, 19 de agosto, logo após a Missa dominical presidida pelo Padre Luiz Ricardo Xavier, da Paróquia Nossa Senhora da Medianeira, de Porto Alegre, foi realizado junto ao Santuário Maria Cor Ecclesiae o segundo dia do tríduo em preparação à celebração dos 50 anos do falecimento do Padre Kentenich.

A celebração do tríduo foi mediada pela Liga Feminina (LAFS) Porto Alegre. Com o lema ‘seguir um profeta’, as meditações apresentaram o Pai e Fundador como um profeta mariano, que nos apresenta Maria como Mãe, Rainha e Educadora, conforme suas próprias palavras, em 16 de novembro de 1958: “A minha tarefa é anunciar a Mãe de Deus, revela-la ao nosso tempo como a Auxiliar permanente do Salvador em toda a Obra da Salvação, (…) como missão específica que ela possui para o tempo atual, a partir do seu Santuário de Schoenstatt”.

O 3º dia será realizado no dia 02 de setembro, após a Santa Missa das 16h, com o tema “Encontrar um Pai”, com a celebração sob a responsabilidade da União de Famílias de Schoenstatt.

Mais fotos (Márcia Kazumi)

Um Presente Jubilar para nosso Pai e Fundador

Ir. Jéssica Maria Gassen / Ir M Rosequiel Fávero – Neste ano em que a Família de Schoenstatt internacional celebra os 50 anos do falecimento do seu Fundador, foram realizados dois retiros abertos em Santa Maria/RS, como presente jubilar para o Pe. Kentenich. O primeiro foi realizado em maio, com grande sucesso, e o segundo no último final de semana, 18 e 19 de Agosto.

A segunda edição do retiro contou com a presença de 43 retirantes, dentre eles, 10 vindos de Santa Cruz do Sul/RS, que dedicaram o final de semana para um encontro pessoal com Deus e consigo mesmo através da oração e do silêncio. A ‘Santidade de Todos os Dias’ foi o fio condutor das reflexões. No sábado Ir M Clarissa Konrad expôs o tema ‘Vinculação a Deus através da oração’ e o Pe. Clodoaldo Kamimura a ‘Vinculação ao trabalho’. No domingo de manhã, a temática foi concluída com o testemunho do casal Líria e Júlio Reis, que pertencem à União de Famílias, sobre a “Vinculação ao próximo”. Seu testemunho de vida encantou a todos.

Durante os dois dias de retiro, momentos de oração silenciosa na Capela do Centro Mariano e no Santuário serviram para interiorizar e assimilar os temas. Como não poderia faltar num retiro, a oportunidade de receber o Sacramento da confissão foi um momento especial de graças.

Durante as refeições, a leitura de trechos do livro ‘Santidade de Todos os Dias’ e de uma biografia do Servo de Deus João Luiz Pozzobon ajudaram os participantes a penetrar ainda mais no tema do retiro.

A participação na Missa da Aliança com a Família de Schoenstatt de Santa Maria foi um presente especial para o grupo em retiro.

O encerramento foi com o almoço de domingo. Ainda no final da manhã foi feita a bênção do Santíssimo e o envio solene no Santuário Tabor. Depois, todos se dirigiram à estátua de nosso Pai e Fundador, onde cada retirante recebeu sua relíquia como lembrança. Este também foi um momento especial de graças. Uma das retirantes falou: “Não poderíamos ter recebido lembrança melhor! Fechou com chave de ouro nosso retiro”!

A experiência do retiro foi tão gratificante, que todos já esperam os próximos para o ano de 2019.

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Presente na janela da Capela do Fundador

 

Aquele que visitar a Capela do Fundador – lugar de seu jazigo, na Igreja da Adoração, em Schoenstatt/Alemanha – a partir do dia jubilar, em 15 de setembro de 2018, vai encontrar algo novo: a pequena janela representando o apogeu de Pentecostes! Trata-se do presente simbólico que a Família de Schoenstatt na Alemanha oferece ao Fundador, Pe. José Kentenich, como dádiva e compromisso jubilar. Segue abaixo o seu significado.

Renovação da janela na Capela do Fundador
Símbolo do dia 15 de setembro de 2018

50 anos
Em diferentes contextos, Pe. José Kentenich fala da importância de um período de 50 anos. Por exemplo, logo após o Concílio Vaticano II, ele diz que devíamos contar que levaria 50 anos para se apresentarem os verdadeiros frutos do Concílio. Em relação à sua Fundação, ele disse que uma comunidade, depois de 50 anos, necessita de uma nova fundação. Em relação ao tempo pós-fundacional de Schoenstatt, numa conversa, ele disse que, depois de 50 anos, se poderia esperar que certos aspectos essenciais de uma fundação pudessem perder sua vitalidade. Mas, uma genuína renovação das forças fundamentais poderia tornar possível também o desenvolvimento de uma geração com uma compreensão geral mais profunda e uma renovada realização dos objetivos de Schoenstatt.

2014
As experiências do Jubileu foram uma profunda vivência da promessa da Mãe de Deus, em relação ao segundo século de Schoenstatt, como resposta à fidelidade à Aliança de Amor. O presente do Santuário Original faz parte do contexto do Jubileu. No Congresso de Pentecostes 2015, foi formulado em comum este passo para a vastidão. Schoenstatt em saída quer, “repleto de espírito missionário…, propor a todas as pessoas, para além de todas as fronteiras – até as periferias da sociedade – a Aliança de Amor como caminho e esperança” (Memorandum 2015).

Ano do Padre Kentenich
O Ano do Pe. Kentenich, 2017/2018, com o 50º aniversário da morte de nosso Fundador, despertou abundante vida em muitas comunidades, países e dioceses. Isto levou a procurar algo que marcasse o Ano do Padre Kentenich. Na Capela do Fundador, lugar onde nosso Fundador foi chamado para a eternidade, deveria ser documentado a nova etapa da nova fundação, 50 anos depois desse acontecimento. “Um início no Espírito Santo”, foi assim que o que Pe. Menningen, já naqueles dias de setembro de 1968, denominou a confiança no atuar do Espírito Santo no tempo pós-fundacional de Schoenstatt.

Renovação da janela na Capela do Fundador
Na busca de uma expressão simbólica, surgiu a ideia da renovação da janela na Capela do Fundador. A pequena janela na Capela do Fundador será decorada com um motivo de Cenáculo, de Pentecostes. As chamas do Espírito Santo lembrarão o dia 15 de setembro de 1968. No contexto da imagem da MTA e da coroa, da cruz e do Símbolo do Pai, do sarcófago e do tapete no lugar da morte, a nova janela de vidro completará a mensagem iconográfica com a promessa futura de Pentecostes.
A senhora Maria Kiess (Munique) fez a arte em desenho. A janela será confeccionada pela Bayerischen Hofglasmalerei Gustav van Treeck.

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No Cenáculo – unânimes – cor unum
O círculo representa o espaço que se torna o lugar da efusão do Espírito Santo. O lugar da volta ao lar eterno se torna o espaço da irrupção do Espírito Santo. O espaço da unidade na oração, no anseio, no “Cor unum in Patre” (Unidade de coração no Pai) é o espaço para a nova fundação e a saída, para a profundidade e a amplidão.

Centro irradiante
O centro irradiante do círculo representa a invasão do divino, no passado e no futuro. “A irrupção do divino vem de cima, mas também é vista de baixo para cima. Então, com isto queremos dizer: a irrupção do divino em cada alma e, a partir daí, sua penetração em toda a Família.” (Weihnachtstagung – Congresso de Natal 1967).

Chamas de Pentecostes – saída para a vastidão
“E apareceram-lhes, então, línguas como de fogo, que se repartiram e pousaram sobre cada um deles.” (Atos 2,3). O círculo se abre. As sete chamas brilham e representam a plenitude. O fogo de Pentecostes surge da união dos dons pessoais e da vocação de cada uma e de todas as nossas comunidades. Sobre cada cabeça há uma chama do Espírito. Isto está representado na imagem de Maria de Pentecostes, de Vicente Pallotti: “Maria Rainha dos Apóstolos”. A coexistência da vocação de cada um, dos carismas e dos dons faz presente no início da Igreja e expressa a nova fundação e a nova edificação de Schoenstatt nas novas gerações, nos países e culturas.

Segundo uma explicação do Padre Ludwig Güthlein – Diretor do Movimento de Schoenstatt na Alemanha.

(Texto e imagem enviada pela Coordenação Internacional do Mov. Apostólico de Schoenstatt, agosto 2018)