Que tal uma pizza do Pai e Fundador?

Ir M Rosequiel Fávero – Todos os anos, por ocasião do Dia dos Pais, a Família de Schoenstatt de Frederico Westphalen faz uma promoção de vendas de pizzas, com o lucro revertido para o sustento do Santuário Tabor Porta do Céu e das atividades dos Ramos do Movimento. Já é uma tradição e todos esperam pela ‘pizza da MTA’.

Neste ano, a Liga de Famílias resolveu ‘incrementar’ no visual e colocou em cada pizza também um selo do Ano do Padre Kentenich. Assim as cerca de 800 pizzas fabricadas e comercializadas pela Família de Schoenstatt da diocese de Frederico Westphalen serviram não apenas para ajudar o Santuário e estreitar os laços dentro da Família de Schoenstatt local (que se empenha unida pela manutenção do Santuário), mas também para promover o Ano do Pai e Fundador. Uma prova de que não é preciso, necessariamente, criar coisas novas para o Ano Padre Kentenich, mas saber aproveitar bem o que já existe!

Parabéns aos schoenstattianos da diocese de Frederico Westphalen!

Resultado do Concurso “Guardamos a herança…”

O Secretariado Internacional para a Causa de Beatificação do Pe. José Kentenich apresenta o resultado do concurso “Guardamos tua herança – teu carisma nossa missão”, cuja meta é criar uma representação visual do Pai e Fundador e de seu carisma.

Pe. Eduardo Aguirre, postulador, escreve que, em fins de julho, a equipe que atua na postulação de beatificação do Pe. José Kentenich reuniu-se para escolher entre as artes que receberam de vários países. “O resultado da iniciativa, em que se deviam expressar as características mais relevantes de seu carisma. Queríamos chegar a um resultado e apresentar a melhor e mais adequada imagem.” Ele explica que receberam mais de 10 imagens e, de modo geral, elas não correspondiam inteiramente às regras do concurso. “Entre as imagens enviadas, a que nos pareceu melhor é a pintada pela Sra. Malva Rodríguez, do Uruguai”, escreve Pe. Eduardo.

O postulador sugere que a iniciativa continue, pois, “Procuramos identificar e exprimir os conteúdos centrais do carisma do nosso Pai e Fundador (e de Schoenstatt), de forma plástica, simbólica, que permita identificar, sem necessidade de muita reflexão, quais são as suas contribuições próprias e fundamentais. Esse exercício é um chamado à criatividade que quer incentivar-nos a identificar os conteúdos fundamentais da espiritualidade e da pedagogia de Schoenstatt; os elementos centrais de nossa missão e as acentuações próprias na nossa projeção apostólica e que marcaram a vida de nosso Pai e Fundador.”

Pe. Eduardo então, apresenta “esta imagem – de Malva Rodriguez – para que seja conhecida e difundida” e ao mesmo tempo deixa aberto para a contribuições de outras artes. “Temos como meta usar a imagem do Padre Kentenich no dia 15 de setembro de 2018, expressando-o em cartões, bandeiras, estandartes, pinturas, etc.”, finaliza o postulador. Nessa carta, estão as indicações para quem ainda desejar contribuir.

Fonte: schoenstatt.org.br

Diocese de Picos/PI celebra o Ano Kentenich

 

Ir. M. Cassiana Jänisch / Karen Bueno – O Pai e Fundador de Schoenstatt, Pe. José Kentenich, é celebrado nas mais diversas dioceses do Brasil, em todos os cantos do país, neste ano jubilar. É assim também na Diocese de Picos, no Piauí. Durante todo o dia, missionários, coordenadores e famílias da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, assim como membros do Terço dos Homens Mãe Rainha, se uniram para festejar o fundador no último domingo, dia 29 de julho. O encontro diocesano ocorreu na quadra coberta do Colégio Santa Rita, em Picos, com o tema “A visita da Mãe Rainha, uma Benção às Famílias”, e o lema: “Salvai a família, custe o que custar”.

A celebração jubilar teve início às 8 horas e se estendeu por todo o dia com orações, palestras, apresentação musical, adoração ao Santíssimo e a Santa Missa.

O primeiro tema trabalhado baseou-se na frase do Pe. Kentenich: “Salvai a família, custe o que custar”. A psicóloga Graça Moura falou sobre as famílias como berço do todas as vocações e sobre os ataques ideológicos que as atingem. Os coordenadores da Campanha no bairro de Ipueiras, da cidade de Picos, foram responsáveis por explicar mais detalhes sobre o Ano Pe. Kentenich e a visita da Mãe Peregrina como uma bênção para as famílias. Nessa manhã de alegre unidade familiar, em um momento de animação o Pe. Davi Barros, cantor e compositor, deu uma hora de show, intercalando seus cantos e outros.

Mão no pulso do tempo

Às 11h10min, a assessora local do Movimento de Schoenstatt, Ir. M. Cassiana Jänisch, uniu, em suas palavras, o Ano Nacional do Laicato, a visita da Mãe Peregrina às famílias e o Ano Pe. Kentenich como um grande impulso para cada um ali presente. Sua reflexão direciona para o ser missionário e estar em saída.“As casas que abrirem as suas portas, ela [a Mãe Peregrina] entrega o Filho, o Salvador, a essa família”, comentou. Com “a mão no pulso do tempo”, Ir. M. Cassiana pediu que as pessoas se posicionem em favor da vida e das crianças, desde quando estas ainda estão no ventre da mãe.

O bispo diocesano, Dom Plínio José Luz da Silva, saudou os participantes do encontro e deixou uma mensagem à Família de Schoenstatt de sua Diocese. Ele salienta a importância da visita da Mãe Peregrina às famílias, que leva o Filho Jesus nos braços. Dom Plínio também recordou o contexto político complexo do Brasil, a crise dos refugiados e deixou um estímulo aos missionários para serem protagonistas – especialmente neste Ano dos Leigos – na construção de um mundo novo, uma nova terra mariana.

Após o almoço foi apresentada a nova coordenação do Terço dos Homens e partilhados alguns testemunhos sobre o impacto dessa oração na vida das famílias. Tudo isso – a gratidão, a alegria, o entusiasmo… – é colocado diante de Jesus Eucarístico durante a adoração e bênção do Santíssimo, presidida pelo Pe. Paulo Henrique da Silva Oliveira.

 

 

Uma só Família!

Pe. Paulo Henrique é o assistente eclesiástico da Campanha e do Terço dos Homens na Diocese. Ele apresentou a nova coordenação diocesana do THMR e explicou que a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt e o THMR são ‘filhos espirituais’ do Pe. José Kentenich, que formam, com os outros ramos, a Família de Schoenstatt.

Ele mostrou a importância do autoconhecimento, ou do fato de conhecer-se, conhecer suas reações para um melhor relacionamento interpessoal na família natural e em outros ambientes.

Dá-nos de seu fogo!

O momento central do dia, a Santa Missa, foi presidido pelo Pe. Nilton Pereira. A liturgia recordava a multiplicação dos pães (Jo 6,1-15) e foi um convite a cada missionário para multiplicar as graças de Maria na vida das famílias, se empenhando pela Campanha. Durante a celebração, todos rezaram juntos pela beatificação do Pe. José Kentenich, também agradecendo a Deus por sua vida e missão.

Ao final da celebração jubilar ainda houve preces, a ladainha e um momento de ação de graças com o Coral de Ipueiras. Na oração do ano jubilar também estava o envio para cada um ali presente, que pedia ao Bom Deus o mesmo ardor do Pe. Kentenich: Dá-nos de seu fogo! Dá-nos de seu espírito de Fundador! Faze que seu carisma esteja tão vivo em nós, que possamos plasmar o futuro da Igreja e da sociedade. Sua visão seja a nossa visão: que na força da Aliança de Amor surja um mundo novo, no qual possamos gerar uma cultura da Aliança em todos os lugares onde vivemos e atuamos.

 

Veja mais fotos:

 

Celebração Ano Kentenich na Diocese de Picos/PI - 29/07/2018

Fonte: schoenstatt.org.br

Ano Kentenich e os 50 anos da Humanae Vitae

 

Ir. M. Lucimar Stefanelo – Neste ano de 2018 temos especial razão para agradecer e comemorar, são 50 anos da Encíclica Humanae Vitae e 50 anos da volta ao Lar Eterno do Servo de Deus Pe. José Kentenich, fundador da Obra Internacional de Schoenstatt.

A Encíclica Humanae Vitae, publicada a 25 de julho de 1968, foi presenteada à Igreja e à humanidade pelo Beato Papa Paulo VI. É um documento de valor inestimável, que destaca a importância do Planejamento Natural da Família, da Lei Natural deixada por Deus em cada ser humano.

Todas as páginas do documento colocam o leitor diante de orientações que são um verdadeiro hino de louvor a Deus Pai, criador do homem, da mulher, do matrimônio, da lei divina, da paternidade e maternidade responsável, do planejamento natural da família, da ciência médica, enfim, um hino de louvor a toda a humanidade.

Um caminho de santidade

50 dias após o lançamento da Humanae Vitae, 15 de setembro de 1968, após celebrar a Santa Missa, o Pe. José Kentenich foi chamado ao Lar Eterno. Em toda sua vida, ele se dedicou permanentemente pela vivência do plano de Deus a respeito da criação humana. Zelou, em especial, pelo Matrimônio, pela família e pela vida.

Pe. Kentenich viveu com o ouvido no coração de Deus e a mão no pulso do tempo. Dessa forma, a Encíclica Casti Connubii (sobre o matrimônio), escrita pelo Papa Pio XI em 1930, foi para ele um indicador de caminho. Dela, com sua aguçada visão de futuro, apontou conscientemente para os perigos e males que permeavam a família e orientou-as para um caminho de autoeducação, indicando a continência voluntária como ferramenta importante na educação de esposos autênticos. Com a adoção dos métodos naturais, os esposos se educam para a força sacrifical em todos os campos da vida.

No ritmo da Divina Providência

Pe. Kentenich também ensinou que o amor, o respeito, o despojamento e a autoeducação são caminhos indicadores para a santidade. Ele dizia que o Método Natural Ogino-knaus, de 1930 (conhecido como “Tabelinha”), trouxe libertação e tranquilidade ao povo católico por mostrar que a Igreja apoia um planejamento familiar aberto ao plano de Deus.

Em 12 de setembro de 1968 (portanto, três dias antes de sua morte), Pe. Kentenich chamava a atenção das Irmãs de Maria para a recém-publicada Encíclica Humanae Vitae. Ele dizia a elas que valeria a pena estudar o documento, com tudo o que foi dito a respeito do Matrimônio, da família, da fecundação e da vida. Isso vale a cada membro do Movimento hoje, em suas diversas vocações, pois é importante para todos conhecer a posição da Igreja sobre o tema. Esse convite se dá especialmente às famílias, que são as protagonistas do documento.

Um passo importante sobre o conteúdo da Humanae Vitae é o Método de Ovulação Billings, aprovado pela Organização Mundial da Saúde. Ele assegura que é possível vivenciar o planejamento de regulação natural da natalidade com maior eficácia, respeitando o plano de Deus para cada família. Clique para saber mais.

Protagonistas e profetas

O Beato Paulo VI diz, na Encíclica Humanae Vitae, que o homem não poderá encontrar a verdadeira felicidade senão no respeito pelas leis inscritas por Deus em sua natureza; também pede que o conteúdo do documento seja aplicado com inteligência e amor.

Ao celebrar 50 anos da Encíclica Humanae Vitae e 50 anos do falecimento do Pe. Kentenich, somos impulsionados a agradecer a esses homens, que ousada e heroicamente enfrentaram os desafios da época e encorajaram as famílias a vivenciarem e se manterem no curso natural da criação divina.

Eles ofereceram à Igreja um incomensurável presente, pela dedicação e respeito para com a família e a vida. Até os dias de hoje a Humanae Vitae continua atuante, orientando e reafirmando as verdades frente ao plano criador de Deus.

Texto completo da Encíclica

Porto Alegre inicia o Tríduo para 15 de setembro

Márcia Kazumi / Ir M Rosequiel Fávero – Em 15 de julho a Família de Schoenstatt de Porto Alegre/RS iniciou o tríduo em preparação à celebração dos 50 anos do falecimento do Padre Kentenich junto ao Santuário Maria Cor Ecclesiae, na capital gaúcha.

Após a Missa presidida pelo Padre Luiz Ricardo Xavier, da Paróquia Nossa Senhora da Medianeira , de Porto Alegre, foi dada continuidade à ‘Oficina do Pe. Kentenich’, que durante este ano dedicado ao Pai e Fundador tem reunido em cada dia 15 schoenstattianos que desejam aprender mais sobre ele. À oficina foi unido o primeiro dia do tríduo.

O tríduo, que une toda a Família de Schoenstatt brasileira, tem como tema: “Dilexit Ecclesiam – Ele amou a Igreja” e para o primeiro dia “Conhecer um Fundador”, com a proposta de levar a todos a conhecer um pouco mais sobre o Padre José Kenenich, a sua obra e seu carisma.

A celebração ocorreu no salão da Casa Tabor. Com o pedido ao Padre Kentenich: “Dá-nos de seu fogo! Dá-nos de seu espírito de Fundador! ” foi acesa uma tocha.
O texto do tríduo menciona que: “O Pe. Kentenich respondeu com sua vida aos apelos de Deus, viveu previamente o que nos ensina a viver. Ele foi e continua sendo um educador, um pai espiritual que deixou uma grande obra que dá frutos para a Igreja: santos da vida diária, impulsionados pela missão; pessoas que se deixam guiar pela Providência Divina, sob a proteção da Mãe de Deus.” E a liturgia do dia nos confirmou esta verdade ao dizer: “Em Cristo, ele nos escolheu, antes da fundação do mundo, para que sejamos santos e irrepreensíveis sob o seu olhar, no amor. ”

O tríduo foi finalizado com a apresentação do gráfico da Obra de Schoenstatt, com os Ramos e Comunidades que nasceram junto ao Santuário da Mãe e Rainha – fonte de graças e centro de toda a Obra.

A Oficina do Padre Kentenich foi mediada por Júlio Machado, do Instituto de Famílias de Schoenstatt, e por Peter Wolffenbüttel, que apresentou um paralelo entre a história da Alemanha nazista e os principais marcos de Schoenstatt neste mesmo período.

Peter é esposo de Maria Isabel, da Liga de Mães de Schoenstatt, e aceitou um convite de participar de um retiro junto ao Santuário Tabor, em Santa Maria/RS, que foi uma oportunidade para aproximá-lo da espiritualidade do Movimento de Schoenstatt. Ele testemunhou: “Eu realmente entendi a fundamental importância do Pai Fundador, sua profunda espiritualidade e sua tarefa como Pai da Família de Schoenstatt”. E a esposa, Maria Isabel, comemora: “Isso foi mesmo um presente do Pe. Kentenich!”

Em clima familiar, todos se despediram com um “até o próximo dia 15” para o segundo dia do tríduo.

   

Mais fotos (Márcia Kazumi)

Quiz Kentenich: Um teste sobre a infância do Pai e Fundador

Pe. José Kentenich nasceu no dia 16 de novembro de 1885, na aldeia de Gymnich, próxima a Colônia, na Alemanha. Ele é filho da Sra. Catarina Kentenich e viveu uma infância feliz junto à sua família, com direito a travessuras e brincadeiras unido aos amigos e familiares. Essa história já é bem conhecida pelos schoenstattianos, por isso, no ‘Ano Kentenich’, preparamos uma série de perguntas para atualizar a memória ou mesmo conhecer novos fatos sobre a infância do Pai e Fundador.

As respostas serão publicadas em breve, na próxima terça-feira, dia 17 de julho, por isso, fique atento!

Para responder o ‘Quiz Kentenich’ é só escolher uma opção e clicar em ‘votar’. Boa sorte!

 

1. Qual o primeiro nome do Pe. José Kentenich?

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3. Qual a técnica de construção utilizada na casa da família Kentenich?

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3. Qual a técnica de construção utilizada na casa da família Kentenich?

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5. Pe. Kentenich viveu 5 anos no orfanato de Oberhausen (1894 a 1899). Qual era o nome desse orfanato e qual o santo padroeiro da instituição?

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5. Pe. Kentenich viveu 5 anos no orfanato de Oberhausen (1894 a 1899). Qual era o nome desse orfanato e qual o santo padroeiro da instituição?

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6. Ao consagrar o Pe. Kentenich no orfanato, sua mãe, Catarina, coloca sobre a imagem de Nossa Senhora sua correntinha, um bem precioso que tinha. Por que essa correntinha era tão importante para ela?

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7. Quando o Pe. Kentenich revela a sua mãe o desejo de ser sacerdote?

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As perguntas e respostas são baseadas no livro 
Os Anos Ocultos – Padre José Kentenich Infância e Juventude (1885-1910). Dorthea M. Schlickmann. Sociedade Mãe e Rainha, Santa Maria/RS, 2008.

Fonte: schoenstatt.org.br

Ano Kentenich: Orientações do Postulador

 

Estamos celebrando o Ano Pe. Kentenich e em muitos lugares do Brasil, especialmente neste segundo semestre, teremos os momentos celebrativos nas catedrais diocesanas (clique para conferir a agenda). Em certos lugares haverá missa, em outros uma vivência, por isso vale recordar as orientações para as diversas celebrações, conforme o que nos diz o Secretariado Internacional para a Causa de Beatificação. Quem nos escreve essas orientações é o postulador do processo, o Pe. Eduardo Aguirre. Acompanhe…

 

Orientações referentes à veneração particular e ao “não-culto” do Servo de Deus Padre José Kentenich

Devido às várias consultas recebidas, apresento mais uma vez aqui algumas orientações e normas básicas da Legislação da Igreja, a respeito do culto privado e a ausência de culto público a um Servo ou Serva de Deus.

Essas orientações já foram apresentadas em 1999 pelo então postulador, Pe. Ángel Strada. A observância dessas orientações, no espírito do “Dilexit ecclesiam” de nosso Pai e Fundador, constitui uma valiosa contribuição à sua causa de canonização. É preciso não esquecer que a aplicação de algumas dessas normas pode ser diversa, de acordo com os costumes eclesiais e culturais dos diferentes países.

Na veneração a um Servo de Deus, é necessário distinguir entre veneração particular e culto público.

 

1. A veneração particular baseia-se numa convicção pessoal; neste caso, na santidade da vida do Pai e Fundador e no seu poder de intercessão junto a Deus. Ela deve expressar-se fora dos lugares litúrgicos e sem as formas próprias das celebrações litúrgicas oficiais.
A Igreja não apenas tolera essa veneração, mas a considera um requisito indispensável para o processo de canonização. Precisamente um dos objetivos do mesmo é a constatação da “fama de santidade” na vida, na morte e depois da morte do Servo de Deus. Quanto mais difundida, quanto mais autêntica (isto é, não forçada ou manipulada), quanto mais persistente e crescente for a fama de santidade, tanto mais contribui para o reconhecimento pela Igreja da santidade do Padre Kentenich.

É, portanto, uma contribuição muito valiosa, para a causa da canonização, difundir a pessoa e a mensagem de nosso Pai e Fundador, propagar o seu exemplo de vida e deixar-se motivar por ele, bem como pedir sua intercessão junto a Deus e encorajar outras pessoas a fazerem o mesmo. A divulgação de suas biografias, de escritos e livros dele, de novenas e orações aprovadas pela Igreja pedindo a sua beatificação, a colocação de sua imagem ou estátua em lugares não litúrgicos etc. e, especialmente, o testemunho escrito de orações atendidas por seu intermédio são meios muito apropriados para propagar sua fama de santidade.

O mais importante e decisivo, naturalmente, é que cada um de nós, como Família de Schoenstatt em geral, pela própria aspiração à santidade, seja a “carta de recomendação” do Fundador e de seus filhos e filhas espirituais que realizaram em elevado grau a vocação universal à santidade.

 

2. O culto público, na definição do Código de Direito Canônico: “se realiza quando é exercido em nome da Igreja por pessoas legitimamente a isso destinadas e por atos aprovados pela autoridade da Igreja” (Cân. 834 § 2). Esse tipo de culto é estritamente reservado para aqueles que já foram beatificados ou canonizados pela Igreja: “Só é lícito venerar, mediante culto público, aqueles servos de Deus que foram inscritos pela autoridade da Igreja no catálogo dos Santos ou dos Beatos” (Cân. 1187). Quando tal registro ocorre, é então estabelecido um dia de comemoração litúrgica. Geralmente comemora-se o dia da morte, que é considerado o dia do nascimento para a vida eterna. Para a celebração da Eucaristia e da Liturgia das Horas existe uma oração ou um formulário próprio. Além disso, concedem-se indulgências e autoriza-se a veneração das relíquias, a representação com auréola etc.

Como ainda não há este reconhecimento oficial por parte da Igreja, é necessário evitar todas as formas de manifestação do culto público, bem como tudo o que possa ser interpretado como antecipação do pronunciamento da Igreja sobre a santidade de nosso Pai e Fundador.

Portanto devem-se evitar:

• Celebrações litúrgicas em sua homenagem (Eucaristia, Liturgia das Horas)

• Procissões com sua imagem ou paraliturgias em homenagem a ele

• Celebrações eucarísticas sobre o seu túmulo

• Colocar em seu túmulo símbolos ou objetos que vão além do habitual na veneração de pessoas queridas já falecidas; ou seja, que vão além de velas, flores, lembranças pessoais…

• A representação de sua imagem com os símbolos próprios dos beatos ou santos: auréola, resplendor, coroa etc.

• A dedicação a seu nome de igrejas e capelas

• A exposição de relíquias para veneração pública ou a colocação delas em lugares onde são expostas outras relíquias de santos ou beatos

• A colocação de sua imagem (estátua, foto…) no altar ou no recinto do presbitério de uma igreja ou capela

• Recorrer à sua intercessão nas orações litúrgicas, nas paraliturgias e nas fórmulas de bênçãos públicas (nada impede que se ofereçam santas Missas pedindo por sua beatificação ou que se faça este pedido na Oração dos fiéis).

• Nas publicações deve-se indicar que os termos “santo” ou “santidade” expressam apenas uma opinião particular e não há intenção alguma de se antecipar ao pronunciamento da Igreja.

Um dos requisitos do processo de canonização consiste na comprovação por parte do Bispo ou do seu delegado de que as normas da Igreja – especialmente junto ao túmulo e nos espaços onde viveu o Servo de Deus – foram observadas e que não houve nenhum culto indevido. A não observância destas normas constitui um sério obstáculo e até pode impedir a continuação do processo.

Schoenstatt, 28 de junho 2018

Pe. Eduardo Aguirre
Postulador

* Com base nas Orientações de janeiro de 1999, do Pe Ángel Strada, postulador nessa época

 

Outras considerações:

– Sobre as Celebrações litúrgicas em homenagem ao Pe. Kentenich, realizadas nas Catedrais, elas correspondem a uma celebração jubilar específica para este ano. Nelas é importante respeitar as orientações da Igreja e assim testemunhar o compromisso sério, perante a Igreja, com a Causa do Pe. Kentenich. Podemos homenageá-lo como uma grande personalidade que fez o bem para a humanidade e serviu a Igreja como sacerdote zeloso e fiel.

– O quadro dele não pode permanecer no presbitério, que é o espaço ao redor do altar (por vezes, nas igrejas, tem até uns degraus para o altar). Fora desse espaço, pode-se colocar uma foto dele.

Fonte: schoenstatt.org.br

Regional Nordeste aprofunda a Pedagogia Kentenichiana

 

Ir. M. Eliane Cunha / Karen Bueno – Pela primeira vez os membros do Movimento Apostólico do Regional Nordeste se unem para estudar e aprofundar, em conjunto, a pedagogia do Pe. José Kentenich. A Família de Schoenstatt de Maceió/AL aceitou o desafio de organizar e sediar o 1º Seminário sobre a Pedagogia Kentenichiana realizado no Nordeste. Esse encontro aconteceu nos dias 6 a 8 de julho, no Colégio Santa Úrsula, na capital do Alagoas. Participaram em torno de 60 pessoas, de quase todos os estados da região Nordeste, que se abriram para conhecer e partilhar mais acerca dessa linha pedagógica.

A abertura do Seminário deu-se na sexta-feira a noite, marcada pela palestra do diretor regional do Movimento, Pe. Pedro Cabello. Ele apresentou o Pe. José Kentenich como educador e sua concepção, a partir da pedagogia de Schoenstatt, sobre o perfil de um educador.

Estrelas que norteiam

Na manhã de sábado, dia 7 de julho, a assessora do Movimento em Salvador/BA, Ir. Mirian Rozana Fuck falou sobre a Concepção Pedagógica do Pe. José Kentenich, apresentando o sistema pedagógico do Movimento com suas bases filosóficas.

O casal Júlio César e Jane Beatriz Machado, do Instituto de Famílias de Schoenstatt, residente em Porto Alegre/RS, introduziu a proposta das “Estrelas Condutoras” da Pedagogia de Schoenstatt. O Pe. José Kentenich apoia sua proposta educativa em cinco pilares, que são chamados de estrelas condutoras: ideal, movimento, vinculação, aliança e confiança (clique para saber mais). Para fechar essa primeira fase, realizou-se um trabalho em grupo para colher as conclusões sobre os temas abordados.

No intervalo houve uma apresentação de violão, realizada por adolescentes que fazem parte do ‘Projeto Mãe Rainha’ – esse projeto realiza atividades com crianças carentes no contraturno escolar.

As cinco estrelas condutoras de Schoenstatt foram aprofundadas nas oficinas que se deram após o intervalo. A Pedagogia da Aliança foi tratada por Júlio e Jane Machado; a Pedagogia do Ideal por Ir. Mirian Fuck; a Pedagogia da Vinculação pelo Pe. Pedro Cabello; a Pedagogia da Confiança por Ir. M. Claudete Rauen, assessora do Movimento em Olinda/PE; e a Pedagogia do Movimento por Ir. M. Eliane Cunha, assessora do Movimento em Garanhuns/PE.

A dinâmica das oficinas era pensada para que todos os participantes passassem em cada uma delas, o que foi considerado positivo, já que permitiu um contato mais próximo a cada tema. Todos os trabalhos do dia culminaram com a Santa Missa, às 18 horas, presidida pelo Pe. Pedro. Após o jantar, houve também uma apresentação cultural, do grupo folclórico “Fandango do Pontal da Barra”, que apresentou os ‘folguedos’ próprios da região, encerando o segundo dia de trabalhos.

Um tema multidisciplinar

O dia 8 de julho, que é também a data da ordenação sacerdotal do Pai e Fundador, iniciou com a Santa Missa e seguiu com a palestra da Ir. M. Neiva Pavlak, assessora do Movimento em Fortaleza/CE. Ela falou sobre a Pedagogia do Pe. Kentenich e a Bioética. O tema trouxe fundamento e respostas para questões atuais sobre a defesa da vida humana. No meio da manhã também aconteceu uma mesa redonda para perguntas sobre o tema, antecedendo a Santa Missa de encerramento, às 11 horas.

Ao final, a equipe organizadora, na pessoa de Gislaine Monteiro, da Liga de Famílias de Schoenstatt, fez os agradecimentos e entrega dos certificados. Gislaine, em entrevista, salienta: “Eu particularmente vejo que a Pedagogia do Pe. José Kentenich é um tema multidisciplinar e precisa sim ser mais aprofundada e discutida, poderíamos, até mesmo, fazer uma analogia entre outras concepções e teorias”.

Ela também diz que “o Seminário foi muito importante, pois as palestras foram de alto nível. Foi um sucesso e todos os participantes saíram satisfeitos e pediram, em suas avaliações, para que planejássemos um segundo Seminário”.

No ano jubilar dos 50 anos de morte do Pe. José Kentenich, a Família de Schoenstatt quer dar, com esse Seminário, um presente ao Pai e Fundador. Mais do que isso, quer mostrar ao mundo que as palavras do Pai e sua pedagogia são sempre atuais e podem ajudar a muitas pessoas, em diversas realidades.

Leia menos…

 

Confira mais fotos:

 

Seminário de Pedagogia do Pe. Kentenich - Regional Nordeste - 6 a 8/07/2018

 

Fotos: Ir. M. Eliane Cunha / Cícero Toledo / Família de Schoenstatt de Salvador/BA

fonte: schoenstatt.org.br

Mensagem da Presidência Internacional de Schoenstatt

 

MENSAGEM À FAMÍLIA DE SCHOENSTATT POR OCASIÃO DO 50º ANIVERSÁRIO DO REGRESSO DO PADRE JOSÉ KENTENICH AO LAR ETERNO

 

Querida Família de Schoenstatt!

Em 15 de setembro de 2018 comemoraremos o 50º aniversário da volta de nosso Pai e Fundador, Padre José Kentenich, ao lar eterno. Em preparação a este acontecimento, proclamamos um “Ano Kentenich”, durante o qual queremos testemunhar, de diversas formas, sua pessoa e seu carisma.

Vivenciamos a celebração do grande Jubileu em 2014 como uma hora de graças e de renovação e, a partir dessa promessa, mais uma vez, nós nos declaramos e nos comprometemos com um “Schoenstatt em saída” (Congresso de Pentecostes 2015).

No mesmo espírito, em 15 de setembro deste ano, perguntamo-nos: que nos diz o Pai e Fundador, 50 anos após sua volta ao lar eterno? E o que lhe dizemos nós, sua Família de Schoenstatt?

1. Que nos diz nosso Pai e Fundador, nesta hora?

Jesus, em seu Sermão de despedida, deu aos seus discípulos três sentenças, que deviam acompanhá-los ao longo de seu caminho: “Permanecei em mim, como eu em vós” (Jo 15,4). “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 15,12). “Eu vos escolhi e vos designei para irdes e produzirdes fruto e para que o vosso fruto permaneça” (Jo 15,16).

Nosso Fundador é para nós, como Família, um reflexo de Cristo. Podemos imaginar que ele nos fala de maneira semelhante.

“Permanecei em mim, como eu em vós” (Jo 15,4) – Fidelidade criadora ao Fundador

Deus nos chamou, em nosso Fundador e com ele. Acreditamos nele, em seu carisma e em sua missão. Acreditamos que, na Aliança de Amor com Maria, Deus nos concede participar de seu espírito de Fundador. Se “permanecermos nele” e unidos a ele na Aliança, ele “permanece em nós”, e seu carisma será criador e fecundo na Igreja e para a Igreja.

“Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 15,12) – Cor unum in Patre

Padre Kentenich tanto acentuava a autonomia das diversas comunidades de sua Obra, quanto exigia e apoiava a unidade e a solidariedade de todas as Comunidades e Ramos da grande Família federativa. Ele via o plano de Deus para sua Família espiritual como comunhão de corações: “Parece ser este o plano de Deus – preservar no espaço e no âmbito de nossa Família esta fusão de corações, como base para os 50 anos vindouros… não somente para os próximos, mas para todos os tempos que virão” (PK, 25.12.1967). O Cor unum in Patre – um coração no Pai – deve mostrar-se, hoje, numa solidariedade concreta entre as várias Comunidades e Famílias de Schoenstatt nacionais em todo o mundo e nas diversas culturas. Precisamos uns dos outros. Esta solidariedade deve ser expressão e semente de uma fecunda cultura da Aliança.

“Eu vos escolhi e vos designei para irdes e produzirdes fruto e para que o vosso fruto permaneça” (Jo 15,16).” – Schoenstatt em saída

Padre Kentenich, certamente, vê com alegria a forte corrente missionária que hoje inspira a Família de Schoenstatt. De acordo com as palavras do Santo Padre, o Papa Francisco, queremos ser “Schoenstatt em saída”, um Schoenstatt missionário, que repleto de alegria, deseja levar o Evangelho à Igreja e ao mundo de hoje, na forma específica da mensagem de Schoenstatt. A Aliança se torna missão, a Aliança se torna cultura, em todos os âmbitos da vida: juventude, família, educação, Igreja; em todos os âmbitos da sociedade e da cultura (cf.: Memorandum Congresso de Pentecostes 2015). “Na força da Aliança de Amor surja um mundo novo, no qual possamos gerar uma cultura da Aliança em todos os lugares onde vivemos e atuamos” (Oração para o Ano Kentenich).

“Necessitamos da graça do alto e a receberemos se acreditarmos em nossa Aliança de Amor. Podem ter certeza de que à nossa Aliança de Amor está associado um múltiplo carisma” (PK 25.11.1965). A inscrição “Dilexit Ecclesiam” – Ele amou a Igreja –, que nosso Fundador escolheu para ser gravada em sua sepultura, permanece para nós uma herança que nos orienta e os compromete.

2. O que nós, sua Família de Schoenstatt, dizemos a nosso Pai e Fundador, hoje?

Em primeiro lugar, expressamos nossa gratidão pela dádiva que Deus nos concedeu no Padre Kentenich. A ele devemos Schoenstatt e tudo o que Schoenstatt significa para nós: a fonte de graças do Santuário, lar e família espiritual, espiritualidade e orientação, sentido e missão. Padre Kentenich é para nós modelo, pai, fundador e profeta. Agradecemos de todo o coração! Assim como dizemos à Mãe de Deus, dizemos também a ele: “Que seria de nós sem ti”?!

Confiamos-lhe nossas preocupações e nossos pedidos. Reconhecemos que somos fracos e limitados, especialmente diante da grande missão que ele nos confiou. Pedimos-lhe seu espírito profético, como Eliseu o pediu ao seu mestre: “Que me seja dada uma dupla porção do teu espírito” (2 Rs 2,9). Por isso, neste ano, rogamos a Deus: “Dá-nos de seu fogo! Dá-nos de seu espírito de Fundador! Faze que seu carisma esteja tão vivo em nós, que possamos plasmar o futuro da Igreja e da sociedade” (Oração para o Ano Kentenich). Em vista de nossa missão, pedimos a Deus também a unidade de toda a Família e que Maria atraia muitos “corações juvenis”, totalmente comprometidos com sua missão.

Acima de tudo, porém, queremos prometer a nosso Pai e Fundador nossa disponibilidade e fidelidade: fidelidade a ele e ao seu carisma, fidelidade à sua Obra e à sua Família, fidelidade à sua missão para a Igreja e o tempo atual.
Neste espírito, renovamos a Aliança com ele e pedimos à Mãe de Deus que conduza o empenho por sua beatificação e canonização, de forma que seu carisma se torne uma bênção para a Igreja, a partir de todos os Santuários de Schoenstatt, especialmente, a partir do Santuário Matri Ecclesiae, em Belmonte.

Querida Família de Schoenstatt,

agora, 50 anos após a morte do Fundador, decide-se o que dele permanece vivo em sua fundação, passando para a história. Agora são direcionados os trilhos para o futuro de sua Família. O que nele teve início precisa atingir a plenitude em nós, como Família. O Padre Kentenich poderia aplicar a nós as palavras de São Paulo:“Nossa carta sois vós, carta escrita em nossos corações, reconhecida e lida por todos os homens. Evidentemente, sois uma carta de Cristo, entregue ao nosso ministério, escrita não com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo…” (2 Cor 3,1-3).

Quando os Schoenstatianos pediram ao Santo Papa João Paulo II a canonização do Padre Kentenich, ele lhes respondeu: “Canonizai-o vós mesmos!”. O objetivo do nosso pedido e do nosso esforço é a realização de um novo Milagre da Noite Santa: se a Família aspirar seriamente à santidade, nosso Fundador será canonizado. Seu fiel discípulo da primeira geração fundadora, José Engling – que neste ano completa cem anos da sua volta à casa do eterno Pai –, com outros homens e mulheres, é a garantia de que isto é possível. O primeiro milagre que imploramos é o milagre da santidade da Família de Schoenstatt.

Este só pode ser obra do Espírito Santo. Nesta fé e nesta confiança de nosso Pai e Fundador, caminhamos unidos rumo ao futuro. “Recebereis uma força, a do Espírito Santo que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas… até os confins da terra” (At 1,8).

Em nome da Presidência Internacional da Obra de Schoenstatt,

Pe. Juan Pablo Catoggio

Carta em PDF 

 

 

Presidência Geral da Obra de Schoenstatt

Fonte: schoenstatt.org.br

Ano Kentenich celebrado em Aparecida

 

Ir. M. Nilza P. da Silva – No dia 7 de julho, a Família de Schoenstatt do Regional Sudeste e vários grupos de outros regionais se encontram na casa da Mãe Aparecida, Santuário Nacional, para celebrar o Ano Kentenich, agradecendo a Deus pela vida, carisma e missão confiados ao nosso Fundador, Pe. José Kentenich.

A Família de Schoenstatt dá cor ao Santuário

Aos poucos, todo o espaço do maior Santuário Mariano do mundo vai se colorindo e se percebe claramente que Schoenstatt está presente: camisetas e bandeiras com símbolos do Movimento, muitas imagens da Mãe Peregrina e rostos alegres chegam de todos os lados e vão se agrupando em todas as alas ao redor do altar. O arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, que falava ao microfone, ao perceber isso, faz uma saudação especial à Família de Schoenstatt e diz a todos os presentes que nesse dia fomos ali para agradecer pela vida do Pe. José Kentenich.

A Santa Missa começa pontualmente às 9 horas: a bandeira do Movimente Apostólico de Schoenstatt e o selo do Ano Kentenich abrem a procissão de entrada, na qual se encontram Dom Pedro Luiz Stringhini, representantes do Movimento e dezenas de sacerdotes. No altar, Dom Stringhini, que estava acompanhado de peregrinos de sua diocese, saúda a Família de Schoenstatt e ele mesmo começa a cantar o Hino da Mãe Peregrina, acompanhado por todos os presentes. Em sua homilia, ele remete à liturgia do dia e diz que “Jesus é o vinho novo, ele traz a Nova Aliança, que traz a misericórdia do Pai para todos nós. O Espírito Santo nos dá um coração novo: humano, sensível e puro… Cada um de nós aqui presente é uma pedra viva da Igreja, chamados a evangelizar. O Santuário acolhe hoje, o Movimento Apostólico de Schoenstatt, o vemos presente nas tantas imagens da Mãe Peregrina (pede que todos as levantem)… Cada um do Movimento é missionário da Mãe e Educadora, a Mãe e Rainha de Schoenstatt.”

A atmosfera da celebração é de muita alegria e devoção

Nas preces dos fieis, os mais de 30 mil presentes na santa missa rezaram pela beatificação do Pe. José Kentenich. As imagens da transmissão da Santa Missa visivelmente dão destaques para a presença da Família de Schoenstatt e, na consagração à Nossa Senhora Aparecida, o bispo motiva a cantar a oração da consagração, composição de Fátima Gabrielli, da União de Mães de Schoenstatt. No final, em gratidão pela vida do Padre José Kentenich, ressoa por todo o Santuário o Hino Jubilar do Centenário da Aliança de Amor, o grupo de cantos é acompanhado por todos os presentes. (Veja ao final da página, o link para rever a santa missa)

 

Veja mais fotos:

 

Missa em Aparecida - Ano Pe. Kentenich - 07/07/2018

 

 

Veja como foi a Santa Missa

 

Fonte: schoenstatt.org.br