A Mãe Peregrina nas turmas de catequese em Ivoti/RS

Marcelo e Stéfani Fröhlich – Em 4 de março, a Paróquia São Pedro Apóstolo de Ivoti, diocese de Novo Hamburgo/RS, realizou o primeiro encontro dos catequistas com as famílias dos catequisandos da Eucaristia e Crisma. Com uma novidade que alegra muito nossa Família de Schoenstatt: neste ano de 2023, a Mãe Peregrina iniciará sua peregrinação nas 11 turmas de catequese da Igreja Matriz São Pedro Apóstolo. Ou seja, mais de 150 famílias da comunidade acolherão a Mãe e lhe darão um lugar de honra em seus lares. Será uma grande oportunidade de graças e bênçãos neste lindo tempo de preparação destas crianças e jovens.

A abertura do encontro foi realizada pelo padre Jacó Wuaden, o qual destacou a importância das famílias na vivência dos sacramentos com os filhos, de modo especial a participação na Santa Missa. Em seguida, a assessora da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt na diocese de Novo Hamburgo, Irmã Marialice Almeida, apresentou o tema central do encontro: a ‘Campanha da Mãe Peregrina, uma pastoral moderna, iniciada por João Pozzobon, um missionário que se deixou cativar por Nossa Senhora’.

Logo após sua fala, Marcelo e Stéfani Fröhlich, integrantes do Instituto Secular de Famílias de Schoenstatt e pais de um dos catequisandos, reforçaram a importância da participação ativa das famílias em parceria com os catequistas neste tempo forte de preparação e fortalecimento da fé. Ressaltaram também a importância da presença da MTA na vida da família, como educadora e auxiliadora, confiando e consagrando seus filhos a Ela.

Ao final do encontro, os coordenadores da catequese, Fernando Hanauer e Wagner Luis Püton, passaram diversas informações às famílias, apresentaram os catequistas e fizeram a distribuição das turmas, promovendo o primeiro encontro dos pais com os catequistas de seus filhos.

Todos saíram do encontro sentindo-se renovados e motivados para compartilhar a mensagem de Jesus Cristo com suas famílias e, de modo especial, na expectativa de receber a Mãe em seus lares.

Jornada Estadual da Família de Schoenstatt de Santa Catarina

Ir M Vera Debald – A jornada estadual da Família de Schoenstatt, que é o encontro dos dirigentes e coordenadores da Campanha da Mãe peregrina de Schoenstatt de Santa Catarina, aconteceu em 12 de março, em Biguaçu/SC.

Um dia de graças e chuvas de bênçãos acompanharam este dia! A natureza celebrou junto este dia de especial para a família de Schoenstatt. De manhã cedo as caravanas chegaram de várias partes do estado. Foram recepcionados com um delicioso café, tendo em seguida acolhida das caravanas por diocese na Tenda de Maria pelo grupo de cantos de Balneário Camboriú, coordenado por João Leal e Ir. M. Renata Zanchin.

Neste espírito de alegria e convivência fraterna foi feita a oração inicial, e logo após Nilo e Inês Sinn, coordenadores da Campanha da Mãe Peregrina na diocese de Joinville, iniciaram a primeira palestra tratando sobre os grandes jubileus que o movimento está vivendo – 75 anos do Santuário Tabor e da carta de santa Maria e o tríduo dos 75 anos da campanha da Mãe peregrina.

A vivencia sobre o Santuário recordou a todos a conquista do Santuário em Biguaçu, que será o primeiro Santuário da Mãe e Rainha de Schoenstatt em Santa Catarina, e de que cada um de nós é um Santuário vivo de Maria e da Santíssima de Trindade. Foram apresentados os materiais do ano de estudo a nível nacional para que cada missionário o tenha em mãos a fim de que, pelo estudo do mesmo, todos compreendam e assumam mais conscientemente sua missão.

Após a adoração e a benção do santíssimo com a presença do Pe. Elisson Custódio Borges, assistente eclesiástico da Campanha da Mãe Peregrina na Diocese de Criciúma, tivemos a Santa Missa concelebrada pelo Padre Silviano Firmino Chaves, IMCIM, Padre Elisson e diáconos Nilson Dagostin e Diác. Hildo Manoel da Silva, ambos Missionários da Mãe Peregrina.  O encontro encerrou com um saboroso café da tarde com os quitutes do Santuário.

Gratidão pelo empenho de todos os coordenadores, dirigentes e voluntários, sem o qual este maravilhoso encontro não teria sido possível.

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Aconteceu a Jornada de coordenadores da Mãe Peregrina da arquidiocese de Santa Maria

Marlene Machado Mendes / Ir M Rosequiel Fávero – No sábado, 11 de março, aconteceu a jornada de início das atividades da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt (CMPS) da arquidiocese de Santa Maria, sob a coordenação da Assessora Diocesana Ir. M. Helena Dal Molin e da Coordenadora Diocesana Fátima Rosane Puhle.

Foram 84 coordenadores e missionários, oriundos de 31 paróquias de Santa Maria e arredores, que participaram deste acolhedor evento. O encontro se realizou em dois momentos: a apresentação dos temas e materiais de formação de 2023 e um momento de oração no Santuário Tabor.

Inicialmente, no Auditório do Centro Mariano, Ir M Helena apresentou os temas que norteiam as atividades da CMPS em 2023, motivados pelo jubileu dos 75 anos do Santuário Tabor e a preparação para os 75 anos da CMPS, a ser celebrado em 2025.

Na sua palestra, Ir M Helena recordou os principais momentos da vida e obra do Diácono João Luiz Pozzobon, de maneira especial sua vinculação ao Santuário Tabor. Ela indagou os coordenadores: “Qual a importância do Santuário Tabor para os coordenadores e missionários da CMPS? Foi neste Santuário que em 1950 a Mãe e Rainha foi enviada em missão.  Neste Santuário, foi o berço de santidade do iniciador da CMPS, João Luiz Pozzobon, e porque era muito importante para ele o Santuário? Ele peregrinava diariamente a pé e participava da Santa Missa no Santuário, se vinculava e queria vincular as pessoas a este lugar de graças. Plantou uma roseira junto ao Santuário como símbolo de sua vinculação, promovia romarias ao Santuário, promovia uma celebração eucarística no 1º dia de cada mês nas intenções das famílias que recebiam a visita da Mãe Peregrina, e que continua até hoje”.

Sua palestra estimular a que todos se perguntassem: “Estou vinculado ao Santuário?  Passo na frente e chego para rezar? Trago pessoas para o Santuário?  Marido, filhos e netos? E famílias que recebem a visita da Mãe Peregrina?  Podemos promover uma Romaria ao Santuário e trazer as famílias, missionários, amigos?”

Com a Mãe Peregrina, missionários da esperança!

Ir M Helena estimulou os coordenadores a olharem para outro jubileu que será celebrado em 2025: os 75 anos da CMPS. Apresentou o lema para este jubileu, fruto da pesquisa feita com coordenadores de todo o Brasil: COM A MÃE PEREGRINA, MISSIONÁRIOS DA ESPERANÇA.

Na sequência foi explicado todo material anual que será utilizado nos encontros com os missionários. Com o belo detalhe: ele foi fruto do trabalho em conjunto com os dois secretariados da CMPS do Brasil.

A CMPS é missão!  Somos chamados a reacender a chama da missão em nossas famílias, comunidades, paróquias….  Sabe-se que João Luiz Pozzobon pretendia evangelizar e salvar as famílias através da Mãe Peregrina de Schoenstatt, e o que os coordenadores e missionários pretendem com a CMPS atualmente? Qual o objetivo, a meta o projeto que será realizado neste ano de 2023? Com estes questionamentos todos foram estimulados no fortalecimento do ardor missionário na evangelização das famílias, das comunidades.

Oração no Santuário Tabor Jubilar

Após o almoço, os participantes foram convidados a participar da adoração em preparação para os 75 anos do Santuário Tabor. Como o grupo era muito grande e não cabiam todos no Santuário, foram divididos em dois grupos, se revezando na adoração a Jesus eucarístico no Santuário e a oração do terço junto da Mãe Peregrina Original.

‘Carregados’ de lindas vivências, reflexões e os belos materiais preparados para o ano de 2023, os coordenadores retornaram felizes às suas paróquias. Mas já com data certa para retornar: na festa dos 75 anos do Santuário Tabor, em abril deste ano.

Jornada de abertura das atividades da Campanha da Mãe Peregrina em Porto Alegre

Eliana Nunes e Ir. M. Marialice de Almeida Rodrigues – No sábado, 11 de março, junto ao Santuário Tabor Maria Cor Ecclesiae, sob a coordenação da Ir. M. Marialice Almeida e do casal coordenador diocesano, Carmen Salvador e Luíz Carlos Stein, ocorreu o início das atividades da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt da arquidiocese de Porto Alegre.

Participaram 54 coordenadores e missionários, representantes de 13 paróquias, nesta gratificante tarde de integração. O início da Jornada se deu no Santuário com a oração de abertura, seguindo-se para o salão da Casa Tabor onde os coordenadores vivenciaram um momento de Tabor ao som de cantos e reflexão de textos sobre os símbolos do interior do Santuário.

O momento contribuiu também na espiritualidade dos dois grandes jubileus: os 75 anos do Santuário Tabor, Santa Maria/RS, e a abertura do triênio de 75 anos da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt.  A preparação espiritual para o Jubileu dos 75 anos da Campanha da Mãe Peregrina será um grande desafio, pois os missionários desejam dar continuidade à conquista espiritual de um símbolo para a coroa da Mãe Peregrina Auxiliar, que será coroada na Romaria da Primavera 2023.

Informações e incentivos sobre diversas atividades entusiasmaram os devotos de forma a fortalecer o compromisso na evangelização nas Paróquias levando a Mãe para as famílias com maior ardor.

Anelita Polese, participante da Jornada, testemunhou: “foi muito bom o encontro com a espiritualidade inicial a vivência me marcou bastante. E a explanação apresentada pela Ir. Marialice também foi bem explicada. Fomos em um número de 9 missionárias da paróquia Santa Luzia”.

Uma missionária disse: “Vim visitar a Mãe; há muito tempo não vinha aqui, mas em espirito a visitava muitas vezes. O meu grupo não parou e todas as famílias querem recebê-la. Hoje entendi com o exemplo que foi dado do João Pozzobon que devemos trazer os grupos ao Santuário porque aqui tudo surgiu. Foi muito bom vir hoje aqui. Já fiz Aliança de Amor…”

No final da tarde as atividades se encerraram com alegre confraternização!

Mais fotos (Márcia Kazumi e Celeide Deluca)

Acolhida da Mãe Peregrina Auxiliar em Atlanta/EUA

Ir M Rosequiel Fávero – Todos os meses a comunidade católica Brasileira da Arquidiocese de Atlanta/EUA, se reune para renovar a Aliança de Amor com a Mãe e Rainha de Schoenstatt. Neste mês de fevereiro a celebração foi especial, com a acolhida da Imagem Peregrina Auxiliar que ainda em janeiro havia sido enviada a partir do Santuário Tabor.

No domingo, 19, foi realizado um retiro de quaresma, com  presença da Mãe Peregrina Auxiliar e com a exposição do Santíssimo Sacramento. Após o retiro, foi realizada a celebração da renovação da Aliança.

Pe. Vanderley Oliveira, capelão da comunidade brasileira, junto com a comunidade, acolheu com muito carinho, a Mãe Peregrina Auxiliar. E afirmou: “Ela chegou aqui, ela veio visitar o nosso povo brasileiro aqui da nossa comunidade. Uma grande graça para todos nós. Sua chegada foi um momento de muita alegria e de esperança renovada.

A Peregrina Auxiliar tem uma missão a ser realizada e se ela veio para o nosso meio, é porque somos convidados a ajudá-la nessa missão. E assim como ela fez por onde passou, aqui também ela vai operar milagres”.

Que a MTA abra muitos corações para Jesus na comunidade brasileira da Arquidiocese de Atlanta!

 

Mais fotos (Gustavo Hasselmann)

 

Projeto ‘Missionários da MTA’ em Ivoti/RS

Marcelo e Stéfani Fröhlich / Ir. Marialice de Almeida Rodrigues – No Dia da Aliança de fevereiro, o casal Marcelo e Stéfani Fröhlich, do Instituto Secular das Famílias de Schoenstatt, e a assessora da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt,  Ir. M. Marialice Almeida se reuniram em Ivoti, diocese de Novo Hamburgo/RS, com casais da Pastoral Familiar e representantes da catequese para expor o “projeto missionários da MTA (Mãe Três Vezes Admirável)”. Eles relatam:

“Apresentamos o que Schoenstatt tem de maior bem: A Mãe de Deus! Acreditamos que somente Ela, como portadora de Cristo, levada conscientemente para os lares, fará ressurgir novos homens e consequentemente uma nova sociedade que tanto almejamos.

Levar a Mãe para casa é um gesto simples! Recorda-nos as palavras de Jesus a João debaixo da cruz: ‘Eis tua Mãe! Jesus entregou Maria como mãe a um jovem e ele acolheu tão bem o que nós chamamos hoje de testamento de Jesus, que o evangelista narra este acontecimento dizendo: ‘João levou-A para sua casa’!

Recordamos também o Fundador, Pe. Kentenich, portador deste carisma mariano para o mundo. Passou pelo Brasil 10 vezes, inaugurou o 1º Santuário em Santa Maria/RS, onde com um coração de profeta pronunciou as palavras que deram origem à Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt quando disse:

“Levem a imagem de Nossa Senhora e deem-lhes um lugar de honra nos vossos lares. Assim eles se converterão em pequenos santuários nos quais a imagem de graças mostrará o poder das suas graças, criando uma santa terra familiar e formando santos membros na família”.

Deus escolheu João Pozzobon, um pai de 7 filhos, que conseguiu harmonizar a pastoral da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt com seus deveres de pai na sua família. E assim ajudar Deus a salvar a família.

Vivemos o primeiro ano do triênio de 75 anos quando iniciou esta pastoral tão fecunda em nossas paróquias – 1950 – 2025. A Paróquia de São Pedro Apóstolo de Ivoti insere-se neste jubileu de graças para iniciar este projeto simples de evangelização e o ano vocacional nacional, com o lema: Corações ardentes e pés a caminho!

Agradecemos ao Diácono Stanislau que nos precedeu no tempo ao construir uma ermida da Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt no pátio da Igreja paroquial. Agradecemos aos coordenadores e especialmente ao Pároco Pe. Jacó Wuaden que nos concedeu a oportunidade de vivenciarmos este momento e ao Pe. Paulo Bervian que esteve conosco neste encontro.”

Peregrinando nos passos de João Pozzobon

Numa manhã muito agradável, atípica ao verão de Santa Maria, um grupo animado de peregrinos fez 7 km de caminhada desde a ermida da MTA da localidade ‘Pé de Plátano’ até o Santuário Tabor. Era domingo, 5 de fevereiro, na 64ª edição da romaria que marca o envio das primeiras imagens peregrinas da Mãe e Rainha de Schoenstatt.

Foi no ano de 1959 que, a pedido de algumas famílias, João Pozzobon teve a ideia de organizar grupos de 30 famílias com um responsável pela imagem peregrina. Assim a Mãe visitaria os lares uma vez por mês. Em 1º de fevereiro foi feito o envio do primeiro missionário. Foi o próprio João Pozzobon que instituiu esta romaria, para marcar esta data. A cultura ‘das férias’ que esvazia as cidades gaúchas em janeiro e fevereiro também afetou a participação neste evento. No entanto, a Campanha da Mãe Peregrina da arquidiocese de Santa Maria mantém viva a tradição.

Dia de renovar o compromisso como missionário da Mãe Peregrina

Desde alguns anos a Campanha da Mãe Peregrina da arquidiocese de Santa Maria tem usado esta romaria para fazer a renovação do compromisso dos mssionários, pois justamente a data recorda o envio do primeiro missionário.

Os peregrinos foram acolhidos diante do Santuário e em seguida se dirigiram para a Capela Tabor, para a Santa Missa. Pe. Juliano Dutra, do Padres Palotinos, presidiu a celebração.

Na sua homilia, Pe. Juliano aplicou muito bem a mensagem do evangelho, ‘ser sal e luz’, à tarefa dos missionários da Mãe Peregrina. Vale a pena conferir a homilia.

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Novamente enviados, missionários e coordenadores da Campanha da Mãe Peregrina agora se preparam para a grande festa dos 75 anos do Santuário Tabor, em abril deste ano.

Mais fotos (Sandra Antunes, Denise Moro, Ana Maria Berleze e Ir M Rosequiel Fávero)

Como a Mãe Peregrina chegou até Santa Dulce dos pobres?

Ir. M. Nilza P. Silva / Karen Bueno – Há quem se pergunte como o quadro da Mãe e Rainha de Schoenstatt e a sua imagem Peregrina foram parar no quarto de Santa Dulce dos Pobres, em Salvador/Bahia. Quem pode melhor responder e explicar essa pergunta, é aquele que levou essas imagens até lá.

Pe. Antônio Maria Borges nos conta: “Eu ia, com a Mãe Peregrina, muitas vezes visitá-la”.

A imagem da Mãe Peregrina

Pe. Antônio Maria e Ir. Dulce foram amigos durante muitos anos. Certa vez, ele compôs um canto para ela e visitou-a para cantar, como ele mesmo recorda: “Levei uma imagem da Mãe Peregrina, para dizer que não era só eu, mas que era Nossa Senhora que ia visitá-la. Essa Peregrina, que eu levei, estava destinada a 30 famílias, veio de Santa Maria/RS e era emprestadada. Aí, sentei, ‘botei’ a Peregrina na mesinha da Irmã Dulce, ela sentou-se e eu comecei a cantar. Ela acariciava muito aquela Peregrina. No final, quando eu acabei de cantar, ela me disse: ‘O senhor não cantou para mim não, o senhor cantou para Nossa Senhora. Porque todas as vezes que me fazem uma homenagem, eu a transfiro logo para ela’”.

Essa imagem da Mãe Peregrina, o Pe. Antônio Maria guardou para si, justamente para lembrar daquele encontro. Depois, conversando com o Secretariado responsável pela Campanha da Mãe Peregrina, enviou outra imagem para a Irmã Dulce, a que ainda hoje está lá, em seu quarto: “Dei (a imagem) para a Ir. Dulce e ela guardou na mesinha dela”.

O quadro na parede

O quadro da Mãe e Rainha foi entronizado no quarto de Ir. Dulce, quando ela já estava bastante debilitada em sua saúde. Pe. Antônio Maria recorda os detalhes desse dia:

“Durante a doença de Ir. Dulce, ela ficou na UTI, que era no próprio quarto dela. Eu visitei-a muitas vezes, celebrei missas, e aí eu tive a ideia, com a Dulcinha – que era irmã de Ir. Dulce (também já falecida hoje) – de colocar o quadro da Mãe Três Vezes Admirável na parede, de frente para a Ir. Dulce, para que ela pudesse vê-la. A cama dela estava [posicionada] de tal maneira que ela, olhando para aquela parede, ia ver Nossa Senhora sempre.

E aí fiz uma cerimônia, depois de uma missa, e colocamos essa imagem na parede. Mas, antes, apresentamos o quadro da Mãe Três Vezes Admirável e me lembro que foi um momento muito emocionante para todos nós que estávamos ali (eu e a Dulcinha). Embora estivesse na UTI, Ir. Dulce estava consciente. Ela só não falava, porque estava com traqueostomia (ela não podia falar ou até comungar na hóstia. Eu dava o Sangue de Jesus, num conta gotas, para ela). E aí ela [Ir. Dulce] pegou esse quadro, ficou olhando com os olhos bem abertos. Dulcinha dizia: ‘Olha a tua Mãe, minha irmã! Olha a tua Mãe’. Ela olhava e olhava… Quando fomos tirar o quadro das mãos dela, ela não deixava e agarrava com toda força. Foi preciso que a Dulcinha forçasse um pouco, que tirasse os dedinhos de Ir. Dulce do quadro.

Esse quadro foi colocado, então, na parede e ficou para sempre ali. Está lá, até hoje. É a nossa Mãe que, com toda certeza, foi uma grande intercessora de Ir. Dulce e a fez santa, porque é Mãe e Educadora”.

 

 

Em áudio, o Pe. Antônio Maria Borges conta sobre essas imagens da Mãe e Rainha e seu encontro com a Santa Dulce dos Pobres. Ouça:

 

Peregrinas Auxilares: do Santuário Tabor para o mundo

Na manhã de segunda, 30 de janeiro, aconteceu mais um envio de uma imagem peregrina auxiliar. Desta vez para a comunidade brasileira da arquidiocese de Atlanta, nos Estados Unidos. Dagoberto Mata, que juntamente com sua esposa Thaiany, coordenam este apostolado, veio a Santa Maria buscar a ‘preciosidade’.

Um inspiração divina

Mas quando surgiu a ideia do envio das imagens auxiliares? No final da década de 70, o Servo de Deus João Luiz Pozzobon, conheceu o Sr Ubaldo Pimentel, que se tornou o seu fiel ajudante na missão com a Mãe Peregrina. A ele João Pozzobon entregou a primeira Mãe Peregrina Auxiliar. No início dos 80 veio um pedido para uma nova imagem. Ele então mandou fazer 5 imagens auxilares e as enviou para os Santuários de Schoenstatt que, na época, existiam no Brasil.

João Pozzobon estabeleceu que todas as Mãe Peregrinas Auxiliares fossem enviadas a partir do Santuário Tabor, como vínculo com o Santuário onde a Campanha da Mãe Peregrina teve sua origem.

Desde então, pelos registros do secretariado da Campanha da Mãe Peregrina de Santa Maria, já foram enviadas mais de 200 imagens peregrinas auxiliares para todos os continentes. No Brasil, a maioria das Imagens Peregrinas Auxiliares estão sob a responsabilidade da coordenação diocesana. Em alguns países, sempre ligadas à Campanha, estão sob a responsabilidade de um líder que leva a MTA a escolas, presídios, paróquias…

Em Porto Alegre/RS, temos o exemplo do Sr Giuseppe Marramarco, que consumiu sua vida levando a Mãe Peregrina Auxiliar aos presídios. Que lembrar a sua hisória? CLIQUE AQUI.

 

 

25 anos da Campanha da Mãe Peregrina em Burundi/África

A Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt nasceu junto de nosso querido Santuário Tabor, em 1950. E, daqui, se expandiu para o mundo inteiro. Por isso o relato da celebração dos 25 anos deste apostolado no coração da África, em Burundi, nos enche de alegria. Que no conta sobre a festa que reuniu cerca de 10 mil pessoas é a Ir M Claudine Niyuhire.

Em Burundi, na África Central, a Campanha da Mãe Peregrina começou em 1986, coordenada pelas Irmãs de Maria de Schoenstatt e os Padres de Schoenstatt. Em 1994, infelizmente, as visitas da Mãe Peregrina tiveram que ser suspensas, por causa da guerra em nosso país. As visitas reiniciaram em 1997, há 25 anos, a partir do Santuário de Schoenstatt, do Monte Sion Gikungu, quando o Núncio Apostólico, Dom Emile Tscherrig, um suíço, abençoou e enviou novamente todas as imagens peregrinas.

Vigília Noturna de Oração

Grande foi a alegria, para os habitantes de Burundi e do Congo, quando, em dezembro de 2022, receberam Maria e Jesus em casa, pela visita da Mãe Peregrina, enviada do Santuário mariano do Monte Sion Gikungu. Havia cerca de 10.000 pessoas na celebração do 25º aniversário deste apostolado. Às 18 horas, Pe. Longin Ntiranybagira presidiu a santa Missa em ação de graças com todos os participantes. A vigília começou com uma adoração noturna, na qual havia muita música, orações e dança. Pe. Longin deu uma palestra e muitos missionários da Campanha da Mãe Peregrina testemunharam as suas experiências e os milagres que Maria realizou em suas casas.

Isso também é um milagre

Ir. M. Lisette Seitzer escreve: “Havia mais de 10.000 pessoas no dia do aniversário. Isso também já foi um milagre. Falei com o senhor responsável pela adoração noturna. Sua esposa lhe perguntou: ‘Você tem coragem de ser o responsável pela adoração, a noite inteira, com esse número tão grande de pessoas?’ Ele respondeu simplesmente: ‘Pela graça de Deus – Sim’. E testemunhou depois que as pessoas participaram muito bem: Quando era oração, elas rezavam, se era palestra, eles ouviam e na hora da dança, eles dançavam. Não houve problema algum durante toda a noite. Os participantes também cobriram todos os gastos da celebração do aniversário.”

Vestes festivas para o dia

No dia seguinte, os participantes formavam uma longa procissão, no santuário mariano de Mont Sion e na grande Igreja dos Peregrinos. A Santa Missa Jubilar pelos 25 anos da Mãe Peregrina em Burundi, foi presidida pelo Vigário Geral da Arquidiocese de Bujumbura, Mons. Anatole Ruberinyange. Em preparação para o grande aniversário, foi vendido tecido estampado com a imagem da Mãe Peregrina e muitos participantes usaram, com orgulho e alegria, seus trajes feitos com este tecido, em solidariedade de uns para com os outros!

Certificado de Fidelidade para 25 Apóstolos

Após a celebração eucarística, as imagens da Mãe Peregrina foram novamente abençoadas e enviadas a partir do Santuário de Schoenstatt. Numa oração, todos manifestaram sua disponibilidade para continuar a trabalhar apostolicamente, com a Mãe Peregrina. No momento da refeição festiva, no Centro Rainha da Confiança, 25 apóstolos receberam “Certificados de Fidelidade”, por terem se distacado em seu apostolado, durante os 25 anos da Campanha da Mãe Peregrina.

Fotos: Ir. M. Lisette Seitzer

Fonte: s-ms.org (Site oficial das Irmãs de Maria de Schoenstatt)