76 anos da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt

76 anos da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt

Hoje, 10 de setembro, a Campanha da Mãe Peregrina completa 76 anos. Conhecemos sua história?

Em 1950, o Venerável Diácono João Luiz Pozzobon, dono de um pequeno comércio, pai de sete filhos e católico fervoroso, participa de um grupo de homens, no início do Movimento Apostólico de Schoenstatt, em Santa Maria/RS (1947). Recebe a formação schoenstattiana sob a orientação do Pe. Celestino Trevisan e assim pode não só conhecer a espiritualidade de Schoenstatt, mas vivê-la em profundidade. No dia 10 de setembro de 1950, é convidado pela Ir. M. Teresinha Gobbo, do Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt – que também dava formação schoenstattiana, especialmente aos ramos femininos e às famílias do Movimento – a levar a Imagem da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt para visitar as famílias. Ir. M. Teresinha entrega-lhe a Imagem, que foi abençoada no Santuário, com as palavras: “Esta Imagem ficará sob seu cuidado. Não é preciso que reze o terço todas as noites. Apenas deverá cuidar que peregrine de casa em casa”.

João Pozzobon aceita esse convite e decide, por livre iniciativa, rezar o terço e levar a imagem de casa em casa todos os dias, sem descanso. Assume a tarefa e exerce esse apostolado durante 35 anos, até a data de seu falecimento, em 27 de junho de 1985. Com a imagem da Mãe sobre os ombros, João percorre mais de 140.000 quilômetros. Em todos esses anos, não deixa um dia sequer de praticar esse apostolado.

As imagens menores, que hoje visitam as famílias

A partir de 1959, a presença de Maria multiplica-se por meio das pequenas Imagens da Mãe Peregrina, na forma atual, que visitam mensalmente as famílias. Atualmente, a Campanha da Mãe Peregrina atinge as paróquias e dioceses, as escolas e hospitais, os presídios e comércios. Sua estrutura diocesana permite uma inserção plena à realidade de cada paróquia e diocese. Ela se estende a todos os Estados do Brasil, em muitas dioceses, paróquias e cidades, contribuindo eficazmente na missão de evangelizar.

 

 

 

Ampliação Mundial da Campanha da Mãe Peregrina

A partir da visita do Diácono João Luiz Pozzobon, com sua “Peregrina Original”, em 1979, ao lugar de Fundação da Obra de Schoenstatt, na Alemanha e em Roma, a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt toma uma dimensão internacional.

Hoje, esse método de apostolado, com a Mãe Peregrina de Schoenstatt, propagou-se e é assumido por aproximadamente 100 países dos cinco continentes. É uma Campanha de nível internacional, em comunhão com bispos, párocos e leigos.

 

 

Apoiado e abençoado pelo Fundador de Schoenstatt

Referindo-se a essa Campanha, o Pe. José Kentenich, de quem o Sr. João se considerava um ‘aluninho’ – após abençoar essa iniciativa – assim a classifica:

“A Campanha demonstra como são verdadeiras as palavras de São Vicente Pallotti sobre Maria Santíssima: ‘Ela é a grande Missionária; Ela opera milagres de graças’. Trata-se de um autêntico método moderno de Pastoral”.

 

Diversas modalidades

A Campanha da Mãe Peregrina atende as seguintes modalidades no Brasil:

Mãe Peregrina das Famílias
Mãe Peregrina dos Enfermos
Mãe Peregrina dos Deficientes Visuais
Mãe Peregrina Infanto-Juvenil
Mãe Peregrina das Escolas
Mãe Peregrina da Catequese
Mãe Peregrina dos Presídios
Mãe Peregrina do Comércio
Mãe Peregrina da Juventude

 

Para mais informações, visite os sites:

Região Sudeste, Centro-Oeste e Paraná: maeperegrina.org.br

Região Sul e Nordeste: santuariotabor.org.br

Fonte: schoenstatt.org.br

Jornada Estadual renova ardor missionário da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt

Coordenadores de diversas dioceses e paróquias do Rio Grande do Sul participaram, junto ao Santuário Tabor em Santa Maria, da Jornada Estadual de Coordenadores da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt.

Inspirados pelo lema da Família de Schoenstatt brasileira: “Em diálogo com a vida, herói hoje”, os participantes foram convidados a aprofundar a consciência missionária, especialmente pelos momentos formativos conduzidos pelo Padre Antônio Bracht, Diretor Regional do Movimento de Schoenstatt e pela Ir. M. Eliane Cunha, assessora do Movimento na Arquidiocese de Porto Alegre e nas dioceses de Novo Hamburgo e Osório. No segundo dia de encontro, foram tratadas questões concretas do trabalho com a Campanha, como o livro de formações do ano 2026, o novo material disponibilizado para a infanto-juvenil e o aprofundamento nos três pilares da Campanha: oração, formação e missão.

Testemunhos daqueles que fazem da Campanha da Mãe Peregrina a sua missão de vida

Coordenadores da Arquidiocese de Santa Maria

Para Maria Elvira Souza, de Santa Maria, o encontro foi um momento importante de aprendizado, iluminado pela vida de João Luiz Pozzobon:

“A Jornada de coordenadores foi um momento de reflexão, escuta e aprendizado sobre o nosso trabalho frente a uma missão que é de todos, pois é a Mãe que nos convida a participar da obra do Senhor com humildade, alegria e fidelidade, assim como fez o Venerável Diácono João Luiz Pozzobon.”

Marcelo Augusto Fröhlich, coordenador diocesano em Diocese de Novo Hamburgo, ressalta a importância da jornada:

“Ir até Santa Maria e fortalecer o vínculo com o Santuário é como ‘beber da fonte’. A troca de experiências — seja na oração, nas partilhas ou nos trabalhos em grupo — torna-se uma oportunidade de cultivar vínculos com os demais coordenadores e compartilhar aquilo que realizamos em nossa diocese, onde ainda estamos iniciando o apostolado da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt. Em unidade com a Campanha em todo o estado, buscamos também estabelecer novas metas para a missão.”

Coordenadores da Arquidiocese de Porto Alegre e dioceses de Novo Hamburgo e Osório

A experiência de unidade e de família também marcou a jornada. Segundo Juliano da Silva Reis, coordenador paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Glória, em Santa Maria, o encontro fortalece os vínculos entre os missionários:

“Reunidos como família, temos a oportunidade de partilhar experiências, rezar juntos e refletir sobre os caminhos da Campanha em nossas dioceses e paróquias. Os encontros renovam o ardor missionário e recordam que levar a Mãe e Rainha às famílias é uma verdadeira obra de evangelização.”

Cada Jornada é uma ocasião para aprofundar-se mais na história e espiritualidade que sustém o grande apostolado da Campanha da Mãe Peregrina. A coordenadora do Vicariato da Região Sul da Arquidiocese de Porto Alegre, Maria da Graça Fernandes Fraga, destacou:

“Participar do encontro em Santa Maria significa visitar um pedacinho do céu, a morada da nossa Mãe. Voltamos para nossas cidades abastecidos com um manancial de graças e uma grande riqueza espiritual e de conhecimento sobre a história da Campanha.”

Os coordenadores retornaram às suas dioceses e paróquias com novos projetos e renovado ardor missionário. Como destacou Janícia Lucia Vogt, da Diocese de Santa Cruz do Sul:

“Os encontros são sempre um impulso para a missão. Tenho cada vez mais a convicção de que a Mãe escolhe seus instrumentos; mesmo pequenos, ela nos educa na escola da santidade de todos os dias. A Mãe é a grande missionária. É ela quem leva Cristo a tantas famílias.”

Que a partir desta Jornada Estadual, a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt possa dar ainda mais frutos junto às famílias, comunidades, paróquias e dioceses, conduzindo muitas almas ao entro de Cristo e Maria, sendo um fiel testemunho da vida de virtudes heroicas de João Luiz Pozzobon

Um sinal de esperança em Ubá/MG

Juliana Dorigo – As fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira deixaram marcas profundas em Ubá/MG. De acordo com as autoridades locais, em apenas três horas, foram registrados 170 milímetros de precipitação. O Rio Ubá subiu quase oito metros, invadiu casas, arrastou pontes, derrubou prédios e espalhou um rastro de dor pela cidade.

Sete vidas foram perdidas. Quatro pessoas seguem desaparecidas. Por onde a água passou, ficaram a lama, o silêncio pesado e o desafio de recomeçar. E foi justamente nesse cenário de devastação que um detalhe tocou o coração de muitos.

Na casa de Aparecida Guiducci, missionária da Mãe Peregrina dos Enfermos, a enchente entrou com força. A lama cobriu o chão, tomou os cômodos, alcançou móveis e lembranças. Mas, entre marcas de perda e destruição, a imagem da Mãe Peregrina permaneceu intacta. De pé.

A presença da Mãe tornou-se sinal de esperança para um povo ferido. Quando tudo parece desmoronar, Ela permanece. Quando as forças humanas se mostram limitadas, o amor materno recorda que não estamos sozinhos, mesmo em meio à dor.

Fonte: schoenstatt.org.br

Amanhã: primeira romaria de 2026 ao Santuário Tabor

Amanhã, 1 de fevereiro, acontecerá a ‘Concentração das famílias e das Imagens Peregrinas’, romaria iniciada pelo Servo de Deus Diácono João Luiz Pozzobon.

Esta peregrinação recorda o envio da primeira imagem peregrina das famílias, que visita um grupo de 30 residências todos os meses, realizada em 1º de fevereiro de 1959.

Programação

7h30min – partida da ermida da Mãe Três Vezes Admirável na localidade ‘Pé do Plátano’ (romaria motorizada até a Casa Museu João Luiz Pozzobon)

8h– partida da peregrinação (à pé) da Casa Museu João Luiz Pozzobon

9h – Santa Missa na Capela Tabor com renovação do compromisso dos missionários da Mãe Peregrina

IMPORTANTE: os missionários e missionárias tragan sua Imgem Peregrina.

Haverá transmissão ao vivo da Santa Missa pelo canal do Santuário Tabor no Youtube

 

Começa um novo ano e a Mãe Peregrina parte de novo em missão

 

 

No início do primeiro mês de 2026, a Mãe Peregrina foi novamente reenviada em missão. Num costume que remonta aos tempos de João Pozzobon, que dedicava a intenção da missa do primeiro dia de cada mês às famílias que recebem a visita da Mãe Peregrina, ela esteve em evidência, junto ao presépio, na Santa Missa de 1º de janeiro, na Capela Tabor.

Um gesto simples que expressa que a ‘Campanha’ recomeça cada mês ao reiniciar o roteiro e visitas das famílias. Reinicia ‘renovada’ com as graças do Santuário.

“Ela é a grande missionária. Ela fará Milagres” (São Vicente Pallotti)

 

II Romaria Infantojuvenil da Mãe Peregrina reúne famílias, crianças e jovens em Porto Alegre

 

Márcia Kazumi – No domingo, 9 de novembro, o Santuário de Schoenstatt de Porto Alegre foi ponto de encontro de fé, devoção e alegria, reunindo famílias, crianças e jovens que caminharam com a Mãe de Deus na II Romaria Infantojuvenil da Mãe Peregrina de Schoenstatt.

Com amor e entusiasmo, os peregrinos levaram as duas Imagens da Mãe Peregrina Auxiliar, que representam a Campanha da Mãe Peregrina da Arquidiocese de Porto Alegre e da Diocese de Novo Hamburgo, além das Imagens Infantojuvenis. Vindos de diversas paróquias da Arquidiocese de Porto Alegre e da Diocese de Novo Hamburgo, os fiéis transformaram as ruas em um verdadeiro caminho de oração e louvor. A procissão saiu do Santuário, na Rua Carajá, e percorreu a Rua Chavantes, a Praça João Bergmann e as ruas Pereira Passos e Guaiacuru, retornando ao ponto de partida — o Santuário Tabor Maria Coração da Igreja.

 

 

Durante o percurso, o Terço foi rezado com profunda devoção, intercalado por cânticos conduzidos pela Ir. M. Eliane Cunha e por momentos de bênção. Nas praças, o Pe. Adilson Corrêa da Fonseca, pároco da Paróquia Menino Jesus de Praga, de Porto Alegre, acolheu e abençoou os frequentadores, que receberam com emoção a presença terna da Mãe e Rainha e de seu Filho Jesus.

O clima de fé e comunhão marcou todo o trajeto, transformando o dia em uma verdadeira experiência de graça e esperança. Os fiéis puderam renovar sua confiança filial, caminhando com alegria ao lado da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt.

A missionária da Campanha da Mãe Peregrina, Leocádia Clara, partilhou sua experiência: “Foi muito emocionante poder participar da II Romaria Infantojuvenil em Porto Alegre e ver o quanto é importante para a formação catequética das crianças que lá estavam. Caminhar com a Mãe desperta um sentimento filial que aquelas crianças jamais esquecerão.”

 

 

O ponto alto da Romaria foi a Santa Missa, presidida pelo Pe. Bruno Eskopinski e concelebrada pelo Pe. Adilson Corrêa da Fonseca. Em sua homilia, Pe. Bruno refletiu sobre o Evangelho do dia, que celebra a Dedicação da Basílica do Latrão, recordando o caminho de fé e o zelo constante que cada cristão é chamado a ter por Deus. Destacou que cada pessoa é também um verdadeiro templo de Deus, habitado por Sua presença viva.

Ao encerrar, o sacerdote dirigiu-se especialmente aos jovens, recordando um momento de sua infância em que ouviu, pela primeira vez, o sentido profundo da Aliança de Amor com Maria, segundo as palavras do Pe. José Kentenich. Ele partilhou: “A Aliança de Amor é uma troca de corações. Quando entregamos a Maria o nosso coração, Ela nos dá em troca o Seu — um coração perfeito, puro e imaculado. O meu, às vezes, é como uma capelinha quebrada, precisando de restauro. Mas Ela o acolhe e o transforma”. Com fé, Pe. Bruno concluiu sua reflexão dizendo: “Queremos pedir hoje, na Santa Missa da Romaria Infantojuvenil da Mãe Peregrina de Schoenstatt, a graça de sermos, como diz São Paulo, templos vivos, santuários do Altíssimo, morada de Deus. Maria é o caminho mais rápido e mais seguro para chegar a Jesus — e Ela fará esse grande milagre acontecer em nossas vidas.”

Testemunhos dos jovens

“A romaria foi uma experiência muito especial para mim. Senti-me muito feliz em poder participar e fazer parte dessa família de Schoenstatt. O Santuário é um lugar maravilhoso, que transmite uma paz interior enorme e sempre me faz sentir acolhida. Além disso, fiz novas amizades que tornaram o momento ainda mais especial.”
— Milena Welter, 15 anos, Paróquia São Pedro Apóstolo – Ivoti/RS

“A II Romaria Infantojuvenil foi um momento muito especial, em que senti que nos aproximamos ainda mais de Jesus por meio da Mãe e Rainha.” — Beatriz Branco Germany, 16 anos, Paróquia Menino Jesus de Praga – Porto Alegre/RS

“Participar da romaria e da Santa Missa à sombra do Santuário foi um momento de agradecer, renovar a fé e entregar o que ainda virá. Estar no Santuário de Schoenstatt é como se colocar no colo de Maria: é doar um pouco do tempo, estar em família e com Cristo na missa.” — Vagner Finger, 21 anos, Paróquia São Pedro Apóstolo – Ivoti/RS

 

Mais fotos (Márcia Kazumi)

Malas prontas… A expectativa para o Congresso da Campanha da Mãe Peregrina

Karen Bueno – De vários cantos do mundo, missionários e assessores estão viajando para participar do Congresso Internacional da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt. 700 representantes, de 25 países, estarão reunidos em Santa Maria, no sul do Brasil, nos próximos dias.

O encontro, que acontece de 10 a 14 de setembro, terá momentos de formação, espiritualidade, debate e muita partilha internacional, no lugar onde a Campanha começou. Estarão presentes representantes de: Alemanha, Espanha, Portugal, Polônia, Croácia, Eslováquia, Itália, Luxemburgo, Estados Unidos, México, Guatemala, Peru, Bolívia, Colômbia, Chile, Equador, Argentina, Paraguai, Uruguai, Brasil, Porto Rico, República Dominicana, Burundi, Índia e Filipinas.

 

Da Croácia: Jamais imaginávamos participar

O casal Anita e Dino Crnjak, que representará a Croácia, encara esse Congresso como uma oportunidade muito especial, segundo eles contam:

“Até recentemente, o Brasil era uma viagem inimaginável e impossível para nós como família. Partimos como apóstolos da Rainha do Futuro e sabemos: ‘Nada é impossível para a Mãe!’ Estamos extremamente orgulhosos de participar deste grande Jubileu, tanto pessoalmente em família, quanto como representantes da Família de Schoenstatt croata. Nós temos fé, acreditamos firmemente que a MTA, com seus apóstolos, conquistará o mundo e a Igreja ainda mais através deste Jubileu. O MUNDO PRECISA DA MTA! Ela é missionária e fará milagres, e seu milagre é podermos estar na fonte onde João Luiz Pozzobon começou a servir como apóstolo e missionário!”

 

Na Eslováquia: Sua imagem é pequena, mas ela é grandiosa

A representante da Eslováquia, Mária Púčková, conta porque faz questão de estar presente no Congresso:

“A Mãe de Deus, nossa querida MTA, faz milagres em meu vilarejo e em meu país. Sua imagem é pequena, mas a Mãe é grandiosa – ela age, cura e nos ajuda todos os dias. Gostaria, neste Congresso, de colher as graças para compartilhar com os demais e agradecer. Confiamos nela e em seu Filho, o bom Deus, nosso Pai.”

 

Espanha: Compartilhar experiências com outros países

Eulalia Solé, da Espanha, detalha qual é sua expectativa para os dias de encontro:

“Em primeiro lugar, gostaria de dizer que estou muito entusiasmada e agradecida por poder participar deste encontro. Espero que, pela partilha de experiências com outras pessoas de outros países que participam ativamente na Campanha da Mãe Peregrina, do encontro com os locais onde o apostolado teve início e com o Sr. João Pozzobon, o primeiro missionário, todos possamos sair enriquecidos para continuar a desenvolvê-la nos nossos diferentes países, com forças renovadas.

Espero também que todos possamos receber as graças deste jubileu como um novo envio, a partir do Santuário Tabor, para que a Mãe Peregrina possa percorrer o mundo inteiro e que cada vez mais pessoas possam encontrá-la e encontrar Jesus. Que seja um grande impulso para todos!”

 

República Dominicana: A Campanha cresceu nos últimos anos

O Sr. Pedro Abreu, da República Dominicana, conta que a Campanha se expandiu pelas regiões do país nos últimos anos e sua expectativa para o Congresso:

“Faço parte da delegação de 22 peregrinos da esperança da República Dominicana. Atualmente, temos cerca de 4 mil imagens Peregrinas na região norte do país e outras 3 mil na cidade de Santo Domingo. Recebemos uma imagem Peregrina Auxiliar por ocasião dos 50 anos da Campanha e a estamos utilizando na região sul do país. Após este Congresso, receberemos outra Peregrina Auxiliar, por ocasião dos 75 anos, que será utilizada na região norte do país.

Nossa expectativa para este jubileu é de poder compartilhar e ouvir de outros peregrinos da esperança de outros países suas experiências e testemunhos. Também visualizar nossa missão para o futuro de nosso trabalho como missionários da Peregrina.”

Porto Alegre: a Mãe Peregrina a caminho entre os crismandos

 

Na noite de 20 de agosto, a Paróquia Menino Jesus de Praga, arquidiocese de Porto Alegre, acolheu com alegria a primeira capelinha com a imagem da Mãe Peregrina Infantojuvenil de Schoenstatt, enviada aos catequizandos do Crisma. A celebração foi marcada pela bênção do pároco, Pe. Adilson Corrêa da Fonseca, e pela presença da Ir. M. Eliane Cunha e das Catequistas da comunidade.

O envio acontece em um ano de significado especial para a Igreja: o Ano Santo da Redenção e a celebração dos 75 anos da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, iniciada pelo Venerável João Pozzobon, diácono que neste ano recebeu do Papa Leão XIV o título de “Venerável”.

 

 

A iniciativa busca fortalecer a fé entre os jovens crismandos, que receberão a Mãe Peregrina semanalmente em suas casas. Dessa forma, cada um deles terá a oportunidade de levar consigo Jesus Cristo – a verdadeira Luz que ilumina o mundo – por meio da presença da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt.

Qual a relação do dogma da Assunção de Maria e a Campanha da Mãe Peregrina

Estamos nos preparando para elebrar os 75 anos do início da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt em menos de um mês. E hoje, em qause todo o mundo se celebra a solenidade da Assunção de Maria ao céu. No Brasil será celebrada no domingo, 17.

Mas quando olhamos para a história deste grande apostolado, vemos que o seu início tem relação com a proclamação do Dogma da Assunção de Maria.

Onde está esta relação?

A Campanha da Mãe Peregrina surgiu precisamente de um empenho espiritual e missionário em preparação à proclamação do dogma da Assunção.

No mês de setembro de 1950, surgiu no Movimento a ideia de fazer peregrinar três grandes imagens da Mãe e Rainha em forma de capelinha durante o mês de outubro. Uma dessas fora entregue, pela Irmã M. Teresinha Gobbo, ao Servo de Deus João Pozzobon. Este a recebeu com muito amor e devoção e, após passar o mês de outubro visitando as famílias e rezando o Terço, sentiu-se chamado a continuar este apostolado junto às famílias, tendo em vista o desejo das mesmas em recebê-la. Portanto, celebraremos os 75 anos da Campanha da Mãe Peregrina e também da proclamação do dogma da Assunção de Maria ao céu.

Que a festa da Assunção de Maria seja um novo estímulo para que vivamos, como Maria, com o olhar voltado ao nosso Deus, que é a plenitude da nossa felicidade; que Ela nos visite todos os dias e nos prepare para a volta ao nosso lugar originário: Deus Pai.

 

A Mãe Peregrina de Schoenstatt na Colômbia: Uma história de milagres

Em Santa Maria, junto ao nosso querido Santuário Tabor, nos preparamos para celebrar com peregrinos de 23 países os 75 anos da Campanha da Mãe Peregrina e estamos atentos a todas as notícias sobre este inscrível apostolado. Assim, recebemos com muita alegria o relato dos prodígios operados pela Mãe e Rainha na Colômbia, país que será representado por 23 peregrinos nas celebrações jubilares, em setembro. Abaixo o emocionante relato do Pe. Pablo Gajardo, Diretor Nacional do Movimento de Schoenstatt naquele país.

“Sou diretor do Movimento de Schoenstatt na Colômbia há um ano e meio e sonho ter uma equipe jornalística profissional, câmeras e todo o equipamento de gravação para registrar algo realmente incrível. Algo que, pelo menos para mim, causou um impacto profundo: a presença viva e atuante de Maria na Colômbia.

 

 

Desde os 13 anos conheci Schoenstatt no Chile e uma das coisas que sempre me cativou é que, para nossa espiritualidade, a fé não se baseia primeiramente em fatos sobrenaturais espetaculares. Sim, acreditamos firmemente que Maria está realmente presente em cada Santuário, mas não porque houve uma aparição nele, ou porque aconteceu algum milagre cinematográfico, mas porque, com fé, pedimos e entregamos ofertas ao Capital de Graças para que isso aconteça. Acreditamos nessa presença porque confiamos na promessa de seu Filho de nos acompanhar até o fim dos tempos (Mt 28,20). A partir do Santuário, acreditamos nesse Deus fiel que age no cotidiano, no simples, no pequeno e no oculto.

Jesus mesmo nos disse: “Felizes os que creram sem terem visto” (Jo 20,29). E minha fé sempre se baseou nesse Deus da vida, nesse Pai bom, que tudo faz por amor, que nos entregou seu Filho como redentor do mundo. E acredito nesse Filho que, da cruz, nos entregou também sua Mãe para que a recebêssemos em nossa casa, em nossos corações. Por isso Maria habita em nossos Santuários, porque a acolhemos. Porque selamos uma Aliança de Amor com ela, oferecendo-lhe nossa entrega para que, a partir daí, ela possa viver e agir como intercessora, como Mãe, como Rainha.

 

“Quanto mais natural, mais sobrenatural”

Sempre me chamou a atenção essa expressão do Pe. José Kentenich: “Quanto mais natural, mais sobrenatural”. Nunca me atraiu o “milagroso”. Até ouvi uma vez – não sei se é verdade – que perguntaram ao Pai e Fundador se ele esperava uma manifestação sobrenatural de Maria no Santuário, e ele respondeu: “Se isso acontecesse, estaríamos muito mal”.

Assim eu cresci: com uma fé simples, mas profunda. E também com um espírito missionário, levando as glórias de Maria – que não são outras senão as de seu Filho – a muitos lugares por meio da Aliança de Amor. Como disseram certa vez os jovens de Schoenstatt: “Schoenstatt não faz missões, Schoenstatt é missão”. E assim vivemos em tantas missões com jovens, famílias, a Campanha da Mãe Peregrina e múltiplos apostolados. A Mãe transformou a vida de milhares de pessoas: casais, famílias, jovens, enfermos, idosos…

 

 

E, ao chegar à Colômbia, encontrei esta grande surpresa. Encontrei uma Mãe missionária, que caminha livre, percorrendo cada canto do país, escolhendo e formando seus próprios instrumentos: homens e mulheres simples, com corações disponíveis, que ela mesma encontrou no caminho.

 

Com esforço e alegria, estamos conquistando o primeiro Santuário

Na Colômbia, o Movimento existe há anos, embora sem uma estrutura muito consolidada, entre outras coisas, porque as comunidades consagradas de Schoenstatt, como os Padres de Schoenstatt e as Irmãs de Maria, ainda não conseguimos nos estabelecer permanentemente ali, creio eu. Temos que acompanhá-los de longe: do Equador e da Costa Rica. No entanto, como na Visitação à sua prima Santa Isabel (Lc 1,39-40), Maria não espera, não calcula, não planeja. Ela sai apressada do Santuário ao encontro de seus filhos.

Neste país do café e das flores, a Mãe Maria encontrou dois lares: um em Pereira e outro em Arménia. Ela conseguiu atuar a partir daí. E agora, com muito esforço e alegria, estamos conquistando seu primeiro Santuário na capital, nas colinas de Suba, Bogotá. Todos estão cordialmente convidados a se unir a esta campanha.

 

Mas, tem algo diferente na Colômbia

Mas o que mais me comove na Colômbia é ver como Ela se tornou presente em sinais concretos, com milagres verdadeiramente impressionantes, sobretudo de cura física. Aquilo que talvez não pregamos nem enfatizamos, mas que não temos dúvida de que acontece. Em diferentes regiões, os missionários da Campanha da Mãe Peregrina dão testemunho de como a Mãe intercedeu por eles e por muitas pessoas. Vê-los e ouvi-los me leva às lágrimas. Penso, por exemplo, no que vi em Rionegro, Medellín, Cali, Chia e, claro, em Bogotá.

 

 

Não sei bem como explicar o que sinto, as palavras não são suficientes. Por isso, sonho que algum dia possamos registrar tudo isso em um documentário. Sempre dissemos em Schoenstatt que “Ela é a grande missionária e que ela fará milagres”. Mas eu nunca antes tinha sido testemunha direta de tantos milagres tão evidentes, tão comoventes, dignos de um filme.

E o mais bonito é que as pessoas, que foram abençoadas pelas mãos de Maria, partiram, como Ela, sem cálculo, sem estratégia, sem buscar reconhecimento, para compartilhar sua experiência e levar a Mãe a mais cantos da Colômbia.

 

A Mãe Peregrina chega até Miguel Uribe, candidato baleado durante um atentado

Um exemplo disso é o caso de Laura Villamil. Sem conhecer a Mãe e Rainha de Schoenstatt, ela recebeu sua imagem peregrina na clínica, quando enfrentava uma situação crítica: 90% do seu corpo havia sofrido queimaduras. A Mãe chegou até ela por meio de outra mulher, que também havia vivido um milagre: seu filho – a quem conheço e abençoei – foi milagrosamente curado após a visita da Mãe Peregrina em um momento de grande angústia.

Essa mãe, sem conhecer Laura, entrou em contato com ela e quis levar a imagem ao hospital. Laura se recuperou e compreendeu, no fundo do seu coração, que essa graça veio pela intercessão de Nossa Senhora.

Com o coração cheio de gratidão, é Laura quem hoje faz o mesmo. No dia 7 de junho, ao saber do atentado contra o senador Miguel Uribe, ela se sentiu movida a agir. Este fato tão dramático não só atentou injustamente contra a vida de um ser humano, mas também contra o tecido de uma sociedade que já sofreu muito com a violência. E Laura, apressada como Maria, foi à Fundação Santa Fé para levar até Miguel a imagem da Mãe Peregrina, para pedir sua intercessão, para que colabore em sua cura.

Mas, além desse milagre pontual – que, aliás, pedimos à Mãe Peregrina de Schoenstatt –, estou convencido de que Maria quer curar uma Colômbia ferida. Ela quer mostrar-se como Mãe deste seu povo. Ela não permitirá que o mal tenha a última palavra. Ela mesma está construindo sua casa em Bogotá, porque é de lá que quer compartilhar suas graças: acolher-nos, transformar-nos e enviar-nos como apóstolos.

 

 

Hoje, muitos se unem pela recuperação de Miguel Uribe. Ainda não compreendemos bem o que está nos planos de Deus, mas do que não tenho dúvidas é que a Mãe não se deixa vencer em generosidade. E esta batalha, como Rainha e Mãe, ela a travará junto com seu Filho Jesus, para que a Colômbia seja testemunho vivo do amor de Deus, de uma grande fé e de uma paz verdadeira, aquela que Cristo prometeu.

A Mãe Peregrina de Schoenstatt tem aparecido em muitos noticiários colombianos e redes sociais nos últimos dias, não porque tenha sido programado ou algo do tipo, mas simplesmente porque Ela escolheu seus instrumentos e se lançou rapidamente para visitar e curar seus filhos. Ela nos surpreende a todos!

 

Fonte: schoenstatt.com