
Numa manhã muito agradável, atípica ao verão de Santa Maria, um grupo animado de peregrinos fez 7 km de caminhada desde a ermida da MTA da localidade ‘Pé de Plátano’ até o Santuário Tabor. Era domingo, 5 de fevereiro, na 64ª edição da romaria que marca o envio das primeiras imagens peregrinas da Mãe e Rainha de Schoenstatt.
Foi no ano de 1959 que, a pedido de algumas famílias, João Pozzobon teve a ideia de organizar grupos de 30 famílias com um responsável pela imagem peregrina. Assim a Mãe visitaria os lares uma vez por mês. Em 1º de fevereiro foi feito o envio do primeiro missionário. Foi o próprio João Pozzobon que instituiu esta romaria, para marcar esta data. A cultura ‘das férias’ que esvazia as cidades gaúchas em janeiro e fevereiro também afetou a participação neste evento. No entanto, a Campanha da Mãe Peregrina da arquidiocese de Santa Maria mantém viva a tradição.
Dia de renovar o compromisso como missionário da Mãe Peregrina
Desde alguns anos a Campanha da Mãe Peregrina da arquidiocese de Santa Maria tem usado esta romaria para fazer a renovação do compromisso dos mssionários, pois justamente a data recorda o envio do primeiro missionário.
Os peregrinos foram acolhidos diante do Santuário e em seguida se dirigiram para a Capela Tabor, para a Santa Missa. Pe. Juliano Dutra, do Padres Palotinos, presidiu a celebração.
Na sua homilia, Pe. Juliano aplicou muito bem a mensagem do evangelho, ‘ser sal e luz’, à tarefa dos missionários da Mãe Peregrina. Vale a pena conferir a homilia.
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Novamente enviados, missionários e coordenadores da Campanha da Mãe Peregrina agora se preparam para a grande festa dos 75 anos do Santuário Tabor, em abril deste ano.
Mais fotos (Sandra Antunes, Denise Moro, Ana Maria Berleze e Ir M Rosequiel Fávero)

