Como se faz o Materttone, o panetone da Mãe e Rainha?

materttone

Com certeza, todos já conhecemos o ‘panetone da Mãe e Rainha’, o Materttone! Nos sabores frutas e gotas sabor chocolate, desde 2013 eles já fazem parte do Natal da Família de Schoenstatt.

Sabemos como é feito esa delícia?

Para produzir o Materttone, a Indústria Romanato, em Várzea Paulista/SP, inicia o processo na sala de pesagem, onde todos os ingredientes são separados, selecionados e pesados em balanças de precisão. Com tudo pronto em mãos – farinha, fermento, frutas, etc. – as partes são misturadas em grandes máquinas, que vão mexendo a massa e fermentando tudo. Assim começa a fase de batimento com a gordura, o açúcar e as frutas.

Depois de batida, a massa é colocada nas suas embalagens individuais, vai para a estufa e fica repousando ali por um período de crescimento. Em seguida, a mistura vai para o forno e os panetones de fruta são assados por 23 minutos e os de chocolate por 26 minutos. Quando eles já estão prontos, ficam ao lado do forno, esfriando por cerca de 3 horas.

Dedicação artesanal

Toda essa descrição ocorre em enormes quantidades. Cada carrinho, colocado em um dos dez fornos industriais, leva consigo 288 panetones. A rapidez do processo leva à produção de 100 unidades por minuto.

Um panetone (não necessariamente o Materttone, mas qualquer outro produto da empresa) fica pronto em cerca de 6 e 7 horas e a fábrica produz, em média, de 40 a 50 mil unidades por turno – são três turnos durante o dia.

Apesar dos números e medidas superlativos, cada Materttone tem uma parcela individual de atenção e carinho. Sua embalagem é toda artesanal, ele é colocado e montado manualmente em cada caixa e cada uma leva consigo uma oração de bênção da família. “A gente tem um carinho todo especial com o Materttone e colocamos bastante paixão em sua produção. Ele é bem artesanal, uma produção diferente, na qual procuramos fazer com o maior cuidado possível; tanto na produção como na embalagem, temos uma dedicação diferente”, conta o gerente de produção, Juliano Pedrussi.

Onde conseguir?

O Materttone está à venda nos Santuários de Schoenstatt do Brasil, também junto ao Santuário Tabor.

Ainda é tempo de saborear o Natal em família com o panetone da Mãe e Rainha e presentear os familiares e amigos com as graças do Santuário, espalhadas em cada pedacinho.

Fonte: schoenstatt.org.br

 

Não vos preocupeis – Amo aos que me amam

Karen Bueno – A poucas casas de distância, vejo a realidade dura de uma família vizinha: pais desempregados, filhos pequenos a se criar, um país inteiro em crise ao seu redor. Talvez isso aconteça também na sua rua, ou no seu bairro. Talvez essa seja a realidade da sua família. O coração simplesmente não consegue “passar batido” pela atual situação, é impossível não se colocar no lugar do outro. Também a situação de guerra que vivemo no mundo nos trazes tantas inquietações. Ao mesmo tempo, nessa hora, o olhar se guia quase que instintivamente para o filho mais novo da família: apesar de tudo, ele continua saltitando e se divertindo como se fosse um dia normal de férias escolares. Não se abala. O menino provavelmente compreende que a família enfrenta dificuldades, mas sabe que os pais vão “dar um jeito”. É isso o que os pais fazem.

No dia da Aliança de Amor, olhando para a imagem acima, essa mesma impressão se repete. Nela, os filhos de Schoenstatt são representados como crianças, levando seus corações ardentes para a Mãe. São pequeninos e indefesos, são filhos e, como filhos, sabem que o Pai e a Mãe vão “dar um jeito”. Mas, ao mesmo tempo, eles fazem a sua parte, não deixam a missão só para a Mãe de Deus. Olhamos nos detalhes da imagem que as crianças se ajudam mutuamente, se apoiam, elas foram em busca de luzes e de flores. Essa representação mostra exatamente a forma que o Fundador de Schoenstatt, Pe. José Kentenich, imaginou sua Família: Cada um empenhado em fazer tudo o que lhe cabe na missão, mas, todos pequenos e filiais diante da Mãe, diante de Deus Pai. Não podemos ver, mas ele certamente é um desses pequenos que oferece o coraçãozinho ali, ao lado dos outros – é ele quem chama e guia todos a esse encontro filial.

 

Em essência, viver a filialidade de maneira “heroica” é viver a Aliança de Amor da maneira mais perfeita e coerente possível: Nada sem vós, nada sem nós.

Quer um exemplo? Santa Teresinha – a quem o Pe. Kentenich tanto admirava pela filialidade vivida – ofereceu-se ao Menino Jesus para ser seu “brinquedinho”. Ao falar com a superiora sobre seu “pequeno caminho” para a santidade, Teresinha diz: “Minha Madre, o caminho que desejo trilhar é o caminho da confiança e do total abandono” [1]. E, ao apresentar este caminho, ela nos convida a sermos crianças, ou seja, como as crianças esperam tudo de seus pais e nada podem por si mesmas, assim também devemos esperar tudo do Pai do céu. Ao mesmo tempo, Santa Teresinha é exemplo de luta para conquistar o que reconhece como desejo de Deus, ela ousou até mesmo apresentar-se diante do Papa para pedir o consentimento à sua entrada no Carmelo, com apenas 15 anos.

 

Olhe para a imagem mais uma vez…

Voltando a olhar para a imagem acima, podemos imaginar essas crianças partindo, após o reencontro com a Mãe neste dia 18, e retornando às suas atividades diárias. Algumas têm casa e filhos para cuidar, outras vão encontrar uma empresas ou um comércio falindo, outras ainda estarão sem emprego e tentando se reinventar. Mas, todas elas têm algo em comum no semblante: a atuação responsável em suas tarefas e, ao mesmo tempo, a tranquilidade e a confiança de que, se são fiéis à Aliança, a Mãe vai “dar um jeito”. Foi a Mãe mesmo que prometeu: “Não vos preocupeis… Eu amo aos que me amam” [2]. A troca de corações está feita – e troca de coração, nos diz o Pe. Kentenich, significa troca de confiança, de sacrifício e de fidelidade [3].

 

 

Referências:

[1] História de uma Alma, 12

[2] Documento de Fundação de Schoenstatt

[3] Kentenich, Pe. José. Que as rosas falem por nós

 

* A imagem destacada é obra da artista uruguaia (já falecida) Irma Ulmer, que fez vários desenhos simbólicos que expressam lindamente a espiritualidade de Schoenstatt.

Fonte: schoenstatt.org.br

Santuário Tabor no clima da 80ª Romaria Estadual de Nossa Senhora Medianeira

Acontece nesse final de semana em Santa Maria a 80ª Romaria Estadual de Nossa Senhora Medianeira, evento que traz ao ‘coração do Rio Grande’ centenas de milhares de pessoas.

Em preparação à drande romaria, é feita uma trezena, na qual a imagem de Nossa Senhora Medianeira visita, cada dia, uma paróquia da arquidiocese de Santa Maria.

A Mãe Medianeira visita o Santuário Tabor

Tradicionalmente, na segunda noite da trezena, a imagem de Nossa Senhora Medianeira é acolhida festivamente na paróquia Nossa Senhora das Dores, na qual está o Santuário Tabor. Centenas de pessoas participaram desta linda celebração. Na manhã seguinte, o lindo andor de Nossa Senhora Medianeira foi recebida ao toque do sino no Santuário Tabor, onde permaneceu até a metade da tarde.

Três dias de romaria

A programação da 80ª Romaria da Medianeira, que a cada ano recebe uma novidade, se estende de sexta a domingo no complexo do Santuário Basílica Nossa Semianeira de Todas as Graças, com celebrações, atividades culturais e quermesse.

Para acessar a programação complata CLIQUE AQUI.

Santa Tereza D’Ávila, inspiração para o dia do Dia do Professor?

Hoje a Igreja recorda a grande santa Santa Tereza D’Ávila, que só não é celebrada na liturgia porque é domingo. Também recordamos hoje no Brasil o Dia da Professor.

O que talvez nem todo mundo saiba é que estas duas memórias tem um relação. Para entendê-la preciamos pesquisar a história do Dia do Professor.

Origem do Dia da Professor

A resposta vem do Brasil Imperial. No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Teresa de Ávila), Pedro I, Imperador do Brasil baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava basicamente da descentralização do ensino, do salário dos professores, das matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até sobre como os professores deveriam ser contratados.

A primeira contribuição da Lei de 15 de outubro de 1827 foi a de determinar, no seu artigo 1º, que as Escolas de Primeiras Letras (hoje, ensino fundamental) deveriam ensinar, para os meninos, a leitura, a escrita, as quatro operações de cálculo e as noções mais gerais de geometria prática. Às meninas, sem qualquer embasamento pedagógico, estavam excluídas as noções de geometria. Aprenderiam, sim, as prendas (costurar, bordar, cozinhar etc) para a economia doméstica.

 

E o feriado do Dia do Professor?

Cento e vinte anos depois do decreto, em 1947, um professor paulista teve a ideia de transformar a data em feriado e iniciou a tradição de homenagear os professores no dia 15 de outubro, em referência ao decreto de D. Pedro I. A ideia surgiu porque o período letivo do segundo semestre escolar era muito longo, ia de 1 de junho a 15 de dezembro, com apenas dez dias de férias em todo o período. Cansados, literalmente, um pequeno grupo de quatro educadores, liderados por Samuel Becker, teve a ideia de organizar um dia de folga, para amenizar a estafa. O dia também serviria como uma data para se analisar os rumos do restante do ano letivo.

Foi então que o professor Becker sugeriu que esse encontro acontecesse no dia 15 de outubro. A sugestão foi aceita e a comemoração teve presença maciça de professores e alunos, que levavam doces de casa, para uma pequena confraternização.
O discurso do professor Becker, além de ratificar a idéia de se manter na data um encontro anual, ficou famoso pela frase “Professor é profissão. Educador é missão”. A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963.

 

“Educadores são pessoas que amam e jamais desistem do seu amor!”

 

Com esta frase, nosso Fundador, Padre José Kentenich descrevia um educador. Pessoas que enfrentam todas as dificuldades para realizar o seu ideal. E que tem sua grande alegria ao ver o crescimento de seus educandos.

Neste Dia do Professor, recomendemos à nossa querida Mãe e Rainha todos aqueles que se dedicam a esta nobre missão. Ela, a grande Mãe e Educadora, há de acompanhar e abençoar todos os educadores do mundo.

 

Com informações de Secretaria de Educação de São Paulo

Fotos de: cathopic.com e pixabay.com

18 de agosto: 40 anos do folheto ‘Dia da Aliança’

 

Neste Dia da Aliança de agosto, há exatamente 40 anos, nascia uma iniciativa que chegou para ficar: o folheto mensal ‘Dia da Aliança’. São 4 décadas ajudando paróquias e comunidades a configurar as celebrações de renovação da Aliança de Amor a cada dia 18.

Começou com uma impressão simples, em preto e branco, datilografado (alguém de nós ainda lembra das ‘máquinas de escrever manuais’?)… Hoje, ele vem em cores, com fotos de paróquias de diversas paróquias do Brasil, e com belíssimas reflexões, além – é claro – da oração de renovação da Aliança.

Sua comunidade ou paróquia não assina o folheto mensal Dia da Aliança? Então CLIQUE AQUI para obter informações.

Feliz Dia da Aliança!

Seminaristas da arquidiocese de Porto Alegre visitam o Santuário Tabor

De 26 a 28 de julho, 5 jovens seminaristas da arquidiocese de Porto Alegre estiveram visitando o Santuário Tabor. Eles fazem parte do grupo do Propedêutico que reune 8 jovens da arquidiocese de Porto Alegre e 2 da diocese de Osório.

Os jovens Victório Rossetti. Guilherme Citadini, Carlos Gabriel Santos, Gabriel Brozlaren e Cauã Pires visitaram o Santuário e o seu entorno, a Casa Museu João Luiz Pozzobon, a catedral e outros pontos da cidade.

Foram acolhidos pela Ir M Márcia Alves, que lhes explicou sobre a história do Santuário Tabor jubilar, das visitas do Padre José Kentenich a Santa Maria e sobre o Servo de Deus João Luiz Pozzobon. Eles tiveram a grande alegria de encontrar-se com um grupo do Instituto dos Sacerdotes Diocesanos de Schoenstatt, que – nos mesmos dias – realizavam um encontro em Santa Maria. Puderam rezar com eles e tirar muitas dúvidas sobre as comunidades sacerdotais na Obra de Schoenstatt.

 

 

Eles mesmos podem testemunhar o que significou esta peregrinação a Santa Maria.

Cauã Duarte Medeiros Pires
“Estar no Santuário foi uma pausa restauradora para aprofundar a devoção mariana e o amor a Cristo.”

Gabriel Brozlaren
“Ir ao Santuário e conhecer a história da Mãe Três Vezes admirável foi uma oportunidade de aprofundamento na fé, na espiritualidade mariana e principalmente um encontro com Cristo. Sem dúvidas o Santuário me acompanhará sempre.”

Victório Rossetti
“Estar no Santuário foi um momento especial para aprender da Mãe a amar cada vez mais seu Filho, nosso Senhor.”

Guilherme Citadini Ferreira 
“Vi em Schoenstatt um apostolado inteiramente Mariano, onde o amor de Maria reina no íntimo do coração de todos! História, vivência e um local fenomenal para uma espiritualidade toda própria, onde Cristo fala por mediação de Nossa Senhora”.

Carlos Gabriel dos Santos
“Dentro do pequeno e singelo santuário senti uma prévia do que é estar ao lado de Maria, como a mãe que aquece seus filhos com um abraço, assim também eu me senti abraçado pela Mãe do Salvador.”

 

Arcebispo de Porto Alegre eleito presidente do CELAM

Dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre, foi eleito neste 17 de maio novo presidente do Conselho Episcopal Latino-americano e Caribenho para o quadriênio 2023-2027. Há 15 dias ele já tinha sido eleito presidente da CNBB.

E setembro de 2021, Dom Jaime esteve com a Família de Schoenstatt para a 5ª Romaria da Primavera ao Santuário Tabor Maria Cor Ecclesiae. Na oportunidade, ele coroou a Imagem Peregrina Auxiliar da arquidiocese de Porto Alegre.

Neste momento importante para Dom Jaime e a Igreja da América Latina e do Caribe, os schoenstattianos certamente rezam, no Santuário, pedindo as luzes do Espírito Santo para a nova missão recebida.

Fotos: Márcia Kazumi

Inaugurado ‘Espaço Diácono João Luiz Pozzobon’, em Brasília/DF

Uma delegação de diáconos e esposas, dos participantes da 12ª Assembleia Geral Eletiva da CND (Comissão Nacional de Diáconos), na Casa de Retiros “Dom Luciano Mendes de Almeida”, acompanhou ontem, 30 de abril, a Presidência da CND/BRASIL  em visita ao Espaço CND, quando foi inaugurado o mesmo, com oração e bênção por Dom João Francisco Salm, bispo referencial dos Diáconos do Brasil e descerramento da fita inaugural.

Este espaço recebeu o nome do iniciador da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, o Servo de Deus João Luiz Pozzobon. Em 2023, Francisco Salvador Pontes Filho, presidente da CND até 1º de abril de 2023, e o presidente da Comissão Regional, Diácono Flávio Antônio, estiveram seguindo os passos de João Pozzobon em Santa Maria, quando surgiu a ideia de colocar o nome do diácono gaúcho no espaço em Brasília, na época em processo de configuração. Em novembro reuniram-se junto ao Santuário Tabor 29 diáconos e 17 esposas para a Assembleia Geral não eletiva da Comissão Regional  dos Diáconos do Regional Sul 3 (Quer relembrar este fato? CLIQUE AQUI).

Após, a delegação pode conhecer o Espaço, que passa a ser a sede da CND em Brasilia.Foram entronizadas as imagens de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, e de São Lourenço, Padroeiro dos Diáconos. E também uma foto do Servo de Deus Diácono João Pozzobon.

Fonte: cnbb.org.br e Facebook CND

” cantado em 31 de dezembro

Tradicionalmente, nas vésperas de fim de ano, mais precisamente no dia 31 de dezembro, o Papa entoa o hino Te Deum laudamus (Nós te louvamos, Deus), um canto cristão antigo que tradicionalmente é cantado como forma de agradecimento pelo ano que passou. Ele é cantado hoje em muitos mosteiros e igrejas pelo mundo.

O Te Deum é um hino de ação de graças e não é cantado somente em 31 de dezembro. Por exemplo, é cantado quando acontece a eleição de um Pontífice ou durante a conclusão de algum Concílio convocado pela Igreja.

“Nós te louvamos, Deus, te proclamamos Senhor. Eterno Pai, toda a terra te adora. A Ti cantam os anjos e todas as potências do céu: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus do Universo”, diz um dos trechos do Te Deum.

Autoria

O canto é de autoria desconhecida, mas é por vezes atribuído a São Cipriano, do século VIII, e também a Santo Agostinho, o qual o teria composto no dia de seu batismo, após sua conversão que aconteceu em Milão, Itália, no ano 386.

Atualmente, os especialistas atestam que a redação oficial do texto tenha sido feita por Nicetas Choniates, historiador bizantino de 1155.

Ouça hino Te Deum laudamos

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Fotos: Vatican News e Jorge Royam/Wikipedia

Fonte: Canção Nova

Dia 15, sábado, a TV Evangelizar exibe documentário sobre Schoenstatt

No próximo sábado, dia 15 de outubro, às 19h15min,

a TV Evangelizar exibirá um Documentário sobre o Movimento Apostólico de Schoenstatt, no Brasil.

A gravação se realizou em alguns Santuários, entrevistando vários membros do Movimento, de diferentes Ramos e Comunidades, narrando o que é Schoenstatt, como chegou ao Brasil, qual é nossa originalidade nacional como Movimento, quem é nosso Fundador, etc. Uma parte do documentário foi gravado junto ao Santuário Tabor e na Casa Museu João Luiz Pozzobon, em Santa Maria.

Compartilhe esse convite com seus amigos e assista com sua família:

Você pode assistir pela TV ou pelo link: https://www.padrereginaldomanzotti.org.br/rec/tv-evangelizar/

Nota: No vídeo consta que será às 20 horas, mas, a TV vai antecipar o de Schoenstatt, para 19h15min, porque é mais longo do que os demais.

Fonte: schoenstatt.org.br