Um sinal de esperança em Ubá/MG

Juliana Dorigo – As fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira deixaram marcas profundas em Ubá/MG. De acordo com as autoridades locais, em apenas três horas, foram registrados 170 milímetros de precipitação. O Rio Ubá subiu quase oito metros, invadiu casas, arrastou pontes, derrubou prédios e espalhou um rastro de dor pela cidade.

Sete vidas foram perdidas. Quatro pessoas seguem desaparecidas. Por onde a água passou, ficaram a lama, o silêncio pesado e o desafio de recomeçar. E foi justamente nesse cenário de devastação que um detalhe tocou o coração de muitos.

Na casa de Aparecida Guiducci, missionária da Mãe Peregrina dos Enfermos, a enchente entrou com força. A lama cobriu o chão, tomou os cômodos, alcançou móveis e lembranças. Mas, entre marcas de perda e destruição, a imagem da Mãe Peregrina permaneceu intacta. De pé.

A presença da Mãe tornou-se sinal de esperança para um povo ferido. Quando tudo parece desmoronar, Ela permanece. Quando as forças humanas se mostram limitadas, o amor materno recorda que não estamos sozinhos, mesmo em meio à dor.

Fonte: schoenstatt.org.br

“Mater Populi Fidelis”: a beleza da maternidade de Maria

 

Pe. Marcelo Cervi* – A Nota “Mater Populi Fidelis” acolhe décadas de reflexões e consultas sobre títulos marianos e oferece um discernimento sereno para iluminar a devoção do Povo de Deus a partir do próprio Evangelho. O eixo central da Nota é claro e profundamente consolador: Maria é Mãe do Povo fiel. Nela contemplamos o que a graça de Cristo pode operar na nossa humanidade e como Maria colaborou ativamente com a missão do Seu Filho.
Baseando-se na Bíblia e na Tradição, sobretudo no testemunho dos Padres da Igreja, a Nota insiste sobre a cooperação de Maria com a obra de Cristo. Desde o “sim” da Anunciação até o Calvário e Pentecostes, e, por fim, na vida da Igreja, Maria participa maternalmente da ação de Cristo: é a “Mulher” e a “Mãe” dada aos discípulos. Essa maternidade espiritual não concorre com Jesus; ao contrário, manifesta a eficácia única da sua mediação. Cristo é o único Redentor e Mediador; Maria, plenamente redimida por Ele, coopera de maneira subordinada e ativa, sobretudo pela intercessão e pela proximidade que dispõem os corações à graça que só Deus infunde.

O destaque para a maternidade de Maria

A esse propósito, a Nota cita o ensinamento magisterial de São Paulo VI na “Marialis cultus”, que permanece válido e iluminador: “na Virgem Maria, de fato, tudo é relativo a Cristo e dependente d’Ele: foi em vista d’Ele que Deus Pai, desde toda a eternidade, a escolheu Mãe toda santa e a plenificou com dons do Espírito a ninguém mais concedidos” (25). Isso é o que a Igreja sempre ensinou e que, agora, o Papa Leão XIV quis recordar à Igreja, por meio do Dicastério da Doutrina da Fé.

A Nota cita títulos marianos tradicionais que exprimem afeição filial e são facilmente compreendidos (Auxílio dos cristãos, Esperança dos pobres, Advogada, Mãe dos Fiéis, Mãe da Graça), mas convida a usar com prudência expressões como “Corredentora” e “Medianeira”, que devem sempre ser muito explicadas. Longe de diminuir Maria, isso a honra na sua verdade: Ela, serva do Senhor nos conduz a “fazer tudo o que Ele disser”, manifestando a centralidade de Cristo na sua vida e na vida do Povo santo de Deus.

A valorização da piedade popular

No plano pastoral, o documento valoriza a piedade popular: santuários, ícones, romarias e invocações onde os pobres “encontram a ternura e o amor de Deus no rosto de Maria”. A Igreja aprende com ela a gerar filhos para Deus: no anúncio da Palavra, nos sacramentos e na caridade concreta. Como em Caná, Maria intercede – “Não têm vinho” – e educa – “Fazei o que Ele vos disser” – ajudando-nos a abrir a vida à ação do Espírito.

Disso se desprendem alguns critérios bastante claros:

a) Sempre colocar Cristo no centro: toda linguagem mariana deve fortalecer a união imediata do fiel com Jesus;
b) Enfatizar a “gratuidade da graça”: Deus, embora não “precisasse” de Maria; quis associá-la maternalmente ao seu projeto;
c) Recordar a função dispositiva: Maria em ordem à Graça, pede por nós e nos prepara para acolhê-la.

Em síntese, a Nota “Mater Populi Fidelis” confirma a mariologia católica ensinada há séculos: bíblica, eclesial, cristocêntrica e popular. Reacende nos corações o amor à Mãe de Jesus que Ele, na Cruz, entregou à humanidade como Mãe do Povo de Deus, encoraja a pedir a sua intercessão materna e protege a harmonia da fé, pois quanto mais verdadeira for a nossa devoção a Maria, mais brilhará Jesus Cristo, único Salvador. Por isso, a Igreja pode rezar com confiança: Mãe do Povo fiel, rogai por nós.

 

*Pe. Marcelo Cervi é da Diocese de Jaboticabal SP e pertence ao Instituto Secular dos Sacerdotes Diocesanos de Schoenstatt

Bartolo Longo: o santo que inspirou o Pe. Kentenich

 

Ir. M. Nilza P. da Silva – No último domingo, 19 de outubro, na Praça de São Pedro, no Vaticano, o Papa Leão XIV presidiu a cerimônia de canonização de Bartolo Longo, o santo que Deus usou para inspirar o Pe. José Kentenich para a Aliança de Amor, a fundação da Obra Internacional de Schoenstatt.

Bartolomeu Longo (1841-1926) foi um advogado italiano que, em sua juventude, abandonou o catolicismo e tornou-se um líder espírita e anticlerical. Após se reconverter à fé católica, dedicou sua vida à reza do Rosário. Em 1876, fundou o Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Pompeia, na cidade de Pompéia/Itália, e se tornou um apóstolo da devoção mariana. Ele foi beatificado em 1980 e agora seu nome entra no Canon Romano, é reconhecido como santo.

 

Santuário de Nossa Senhora de Pompéia

Sua influência em Schoenstatt

Em julho de 1914, quando Bartolo Longo ainda vivia, tinha então, 73 anos, sem que ele soubesse, Deus o usou para o surgimento de mais um Santuário, o da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt. Pe. Kentenich nos conta:

“Em agosto de 1914 iniciou a Primeira Guerra Mundial. Para nós, a guerra foi rica em manifestações da vontade de Deus, rica em revelações dos seus misteriosos planos… No início, houve dois acontecimentos que não tiveram que ver diretamente com a guerra, mas a sua mensagem claríssima ajudou-nos a compreender e a responder aos sinais que a guerra nos dava. Trata-se de dois textos aparentemente nada especiais.

O primeiro era um breve artigo  publicado no jornal Allgemeine Rundschau, escrito pelo Pe. Cyprian Fröhlich, que relata a história da fundação do famoso lugar de peregrinação no vale de Pompeia, na Itália. Ali, junto às ruínas da antiga cidade pagã, Bartolo Longo fundou duas grandes instituições para meninas órfãs e filhos de presidiários, assim como um lugar de peregrinação.

O autor do artigo perguntava: ‘Como surgiu tudo isto? É simplesmente um milagre. Mesmo que Nossa Senhora de Pompeia não tivesse realizado ali grandes milagres, o maior milagre é que um advogado desconhecido pode fundar, na Itália moderna, depois de 1871, um lugar de peregrinação sobre as ruínas de uma cidade pagã’.”

 

Leia aqui o artigo que Pe. Kentenich leu

Capa da Revista que Pe. Kentenich leu

Interpretação do Pe. Kentenich

Ele continua: “Quando a fé na Divina Providência se torna uma segunda natureza para nós, vemos em todo o lado pequenos mensageiros e mensagens de Deus… Em sentido figurativo, a cena da Anunciação repete-se incontáveis vezes e espera-se que reflitamos, como fazia Nossa Senhora no seu quarto de Nazaré. Ela interrogava-se sobre o significado daquela saudação e perguntava: ‘Como é isso possível?’. Em seguida, deu um ‘sim’ de todo o seu coração…

Nesse caso (na sua leitura do artigo), aconteceu o mesmo. Logo surgiu em mim a pergunta: Não poderia estar no plano de Deus motivar Nossa Senhora para se estabelecer assim como em Pompeia? Estabelecer-se aqui, na Capelinha de São Miguel… até então, um depósito de velhas ferramentas de jardim, não tanto para realizar milagres no mundo natural, mas, antes, para realizar milagres na ordem sobrenatural: milagres de transformação, de encontro, com muita fecundidade, com um lar espiritual.

Ela é a grande missionária

Pallotti tinha imaginado desse modo a atividade de Nossa Senhora, quando disse: ‘Ela é a grande missionária; ela fará milagres’.  Portanto, Nossa Senhora é a grande educadora do povo, a fundadora e líder de um movimento apostólico de renovação e educação e, nessa tarefa, poderia utilizar Schoenstatt e todos os filhos de Schoenstatt como seus instrumentos…

 

 

Segundo aquilo que entendíamos ser o novo plano de Deus, Nossa Senhora devia passar a ser o ponto central, como colaboradora permanente do Senhor na obra de salvação, assim como nossa educadora. Como condição para desenvolver a sua atividade em Schoenstatt, Ela exigiu e inspirou o trabalho de autoeducação, começado e coroado com sua sábia atuação pedagógica.

Séria autoeducação e apostolado

Essa ideia foi apresentada aos jovens, a 18 de outubro de 1914, na capela que, entretanto, tinha sido devidamente reformada. As palavras ditas naquele dia são hoje conhecidas como Documento de Fundação. O dia 18 de outubro é considerado o dia da fundação e o dia 18 de cada mês é celebrado neste sentido em todos os lugares do mundo onde Schoenstatt criou raízes…

 

 

 

No Documento de Fundação fala-se sobre os milagres da graça e os tesouros que Nossa Senhora quer distribuir aqui. O que diz tem a forma de uma Aliança de Amor:

‘Ego me diligentes diligo… Provai primeiro que me amais realmente, que levais a sério o vosso propósito… Então estabelecer-me-ei de bom grado entre vós e distribuirei abundantes dons e graças… então, daqui atrairei a mim os corações juvenis, e passarei a educá-los como instrumentos aptos nas minhas mãos’.

A nossa séria auto santificação e o apostolado deveriam ser as provas da autenticidade do nosso amor.

‘Exijo esta santificação de vós. Ela é a armadura com que deveis revestir-vos, a espada com a qual deveis lutar pelos vossos desejos. Trazei-me diligentemente contribuições para o Capital de Graças: conquistai muitos méritos pelo fiel e fidelíssimo cumprimento do dever e de uma zelosa vida de oração e colocai-os à minha disposição’

Os jovens assumiram esse plano com entusiasmo. Gradualmente, esse entusiasmo penetrou a sua vida espiritual, até à raiz das suas almas, e se tornou a grande força que tirou Schoenstatt da escuridão para a luz, atraindo para a sua esfera de influência círculos cada vez mais amplos de pessoas.”[1]

 

O exemplo de Bartolo Longo no Documento de Fundação

Pe. Kentenich indica que podemos encontrar a relação com Bartolo Longo na sua conferência em 18 de outubro de 1914, o Documento de Fundação, quando ele diz aos jovens:

“Quantas vezes, na história mundial, as coisas pequenas e insignificantes foram fonte de coisas grandes e das coisas maiores? Por que não poderia acontecer o mesmo no nosso caso?”

 

Numa conferência para as Irmãs de Maria, aqui no Brasil, em 18 de agosto de 1949, o Pai e Fundador também comenta sobre essa inspiração em Bartolo Longo: “Sempre deixei que o bom Deus me mostrasse pela situação o que eu devia fazer concretamente… Ainda sabem como cheguei à (ideia) da Capelinha? Um dia, folhei uma revista… foi uma condução singular… A Fé na Providencia tornou-se para mim uma verdadeira cosmovisão… a marca original de nossa Família é acreditar que Deus nos fala por meio das circunstâncias… sem ousadia na fé não é possível. É um tipo de fé muito rara no mundo.

Naquelas alturas, milhares de pessoas leram a revista sobre o lugar de peregrinação de Pompéia. Mas, quando chegou nas minhas mãos, pensei se não seria possível fazer o mesmo ali. Deus fala por meio das circunstancias…”[2]

Agradecemos a Deus que usou São Bartolo Longo para inspirar ao Pe. Kentenich e a ele que soube ler os desejos de Deus, pelo exemplo desse santo sacerdote italiano, que ainda vivia. Ambos intercedam a Deus para que também nós aprendamos a encontrar e interpretar as mensagens de Deus, que inspiremos outros e nos deixemos inspirar por eles, como causas segundas, pelas quais Deus revela seus planos.

 

Urna com o corpo de São Bartolo Longo no Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Pompeia

 

 

[1] Locher, Pe. Peter, Niehaus, Pe. Jonathan…, Schoenstatt Reader V1: Encontrar o Pai, Ed Lucerna, 2008

[2] Kentenich. Pe. José. Retiro da Filialidade Heróica – Santa Maria/RS

 

Fonte: Schoenstatt Brasil

Hoje inicia a primavera!

 

Hoje, 22 de setembro de 2025, inicia-se a primavera no Brasil. Ela considerada por alguns a estação mais bela do ano, principalmente pela abundância de flores e frutos.

 

Vamos conhecer algo mais sobre a Primavera?

A palavra primavera deriva do latim, primo vere, que significa primeiro verão. Verão significa tempo primaveril. Assim, primavera corresponde ao período que antecede o verão.

Devido à inclinação da Terra em relação ao seu plano orbital, os raios solares incidem distintamente nos dois hemisférios. Assim, em um dado momento, um hemisfério estará mais iluminado do que o outro e, portanto, as estações do ano não ocorrerão simultaneamente nos dois lados.

A primavera é considerada a estação do ano mais agradável para alguns, devido a suas temperaturas amenas e ao aumento da umidade do ar que lhe são característicos. A floração, ou desabrochamento das flores, modifica a paisagem, tornando-a mais alegre e contemplativa.

Os animais também apresentam comportamentos específicos nessa estação. Muitos tendem a sair do seu período de hibernação. Há mudança também no comportamento de animais polinizadores, como os beija-flores e as abelhas. Devido ao florescimento de algumas espécies, esses animais aumentam a sua atividade, interferindo significativamente no ciclo reprodutivo dos vegetais.

 

Uma ‘primavera espiritual’

A estação da primavera pode também inspirar nossa vida espiritual. Isso acontecia com o Servo de Deus João Luiz Pozzobon, que promovia todos os anor, desde 1952, a ‘Romaria da Primavera’, onde as pessoas traziam flores ao Santuário da Mãe e Rainha em Santa Maria e eram abençoadas as sementes. Ainda hoje estes belos gestos acontecem.

 

Oferta das flores durante a Romaria da Primavera 2022

 

A primavera ‘rompe’ com o frio do inverno e nos traz calor e maior claridade. Nós também podemos viver momentos de ‘inverno espiritual’ que podem penetrar em nossos lares, nossas famílias, no coração.

Maria, nossa ‘Rainha da Primavera’, pode ajudar-nos a afugetar este inverno. Isso ela faz nos trazendo seu Filho Jesus, o ‘Sol’ que ilumina a nossa vida.

Abramo-nos ao Sol de Cristo e vivamos um santa primavera com Jesus e Maria!

 

Foto destacada em cathopic.com

Com informações de Brasil Escola

 

 

Santa Missa na capelinha Azul neste domingo

Com certeza muitos de nós já ouviram falar ou leram algo sobre as capelinhas construídas pelo Servo de Deus João Luiz Pozzobon na periferia de Santa Maria: as capelinhas Azul, Branca e Rosa. A primeira dela (e mais conhecida) é a capelinha Azul, construída onde depois surgiria a ‘Vila Nobre da Caridade’, obra social impulsionada e mantida pelo Servo Deus, atendendo famílias carentes. Muitos grupos de peregrinos que vão a Santa Maria visitam a Vila Nobre da Caridade e rezam na capelinha Azul.

Inaugurada no Natal de 1952 ela também era chamada de ‘capelinha de capim’, pois a primeira edificação era de madeira com telhado de capim.

A partir deste domingo, 23/02, serão recomeçadas as funções religiosas na capelinha Azul, com uma Missa às 17h. Em algumas oportunidades – que serão anunciadas – haverá também a oração do terço em comunidade. Todos são convidados a participar. Informações: 55 99194 9032.

 

 

Faleceu Pe. Everton Pasche, um ‘aliado’ da Mãe e Rainha

 

Ir M Simone Tabolka – Hoje, 26 de dezembro, quando a Igreja recorda o seu primeiro màrtir, Santo Estevão, faleceu padre Éverton Pairé Pasche, da arquidiocese de Santa Maria, na idade de 33 anos.
Vítima de uma infecção generalizada, Deus Pai chamou a si seu “Servo bom e fiel”, assim como anunciava seu lema de ordenação, Que sua vida doada a serviço da Igreja seja penhor por santas vocações sacerdotais.

 

 

Pe Éverton vivia sua Aliança de Amor com a Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável, selada em sua juventude. Quando, ainda este ano, celebrou a Eucaristia na Aliança de Amor de um grupo de jovens da universidade de Santa Maria, no Santuário Tabor, testemunhou a importância da Aliança em sua vida e vocação. Aplicando as promessas e exigências da Aliança, encorajou e motivou os jovens a oferecer tudo como contribuição ao Capital de Graças.

Que nossa querida Mãe, possa abrir-lhe a porta do Céu e consolar os familiares, amigos e irmãos no sacerdócio.

O velório acontecerá a partir das 11h na cripta da Basílica da Medianeira e a Santa Missa será às 16h, seguido de sepultamento no cemitério Santa Rita.

Dai-lhe, Senhor, o descanso eterno e a luz perpétua o ilumine. Descanse em paz. Amém.

 

Fotos: Heloisa Seikoski

Schoenstatt participa no ‘Holywins 2024’ em Santa Cruz do Sul

 

Segundo as palavras da coordenadora diocesana da Campanha da Mãe Peregrina, Janícia Vogt, o ‘Holywins 2024’ em Santa Cruz do Sul foi “foi uma experiência maravilhosa. uma caminhada de muita paz, emoção e carinho onde cada um demonstrou a sua fé.”

O que é  ‘Holywins’?

Motivado pelo lema ‘a santidade vence’, é um momento de fé que celebra a vida dos santos e a vocação de todos nós à santidade. É voltado especialmente às crianças e adolescentes que podem se vestir de santos, participar de atividades recreativas, de interação e de oração. E com as crianças, vêm as famílias e toda a comunidade.

 

 

Esta foi a segunda edição do evento em Santa Cruz do Sul, que teve neste ano, como patrono, o beato Carlo Acutis, que em breve será canonizado.

O pároco da Catedral São João Batista, Pe. Rodrigo Hillesheim, relata: “O evento iniciou com a missa, onde a espiritualidade foi o centro, reunindo fiéis um clima de união e devoção. Em seguida, o desfile temático iluminou as ruas centrais da cidade, com o brilho da fé e da alegria, conduzindo todos para momentos de reflexão e atenção na vida do jovem Carlo Acutis. Muias pessoas participaram do desfile: crianças e jovens vestidos de santos, pastorais e movimentos das paróquias da cidade”.

 

Schoenstatt presente

A Família de Schoenstatt esteve presente e a Campanha da Mãe Peregrina participou do desfile junto com os ‘santos’ e outras pastorais e movimentos.

Janícia conta: “foi nosso pároco Pe Rodrigo, que convidou a Campanha da Mãe Peregrina para formar uma ala da caminhada com as imagens da Mãe e Rainha e nossa bandeira. Nós, missionários, levando a imagem da Mãe foi uma alegria, uma benção, junto com as crianças. Parecia que os santos do céu estavam caminhando conosco!”

 

 

Fotos: Luis Felipe Santos/Pascom Catedral São João Batista

O Advento se aproxima: chegaram os Materttones

 

Desde 2013, na preparação imediata para o Centenário da Aliança, que a Família de Schoenstatt tem a alegria de oferecer a muitas pessoas o MATERTTONE. Além de ser um delicioso panetone, é uma porposta evangelizadora.

Como evangelizar com um panetone?

A sua embalagem é inteiramente dedicada ao Natal de Jesus, sem Papai Noel. Dentro dela, junto com o delicioso doce de Natal, há um cartão da Mãe e Rainha, com uma lida oração de bênção da família. Assim, quem presenteia um Materttone, mesmo que não fale de Jesus, estará indicando ao verdadeiro sentido do Natal.

Uma embalagem que se torna um presépio

Como é característico dele, a caixa do Materttone se transforma num presépio; veja como fazer isso no vídeo abaixo:

 

 

E para onde vai o lucro com as vendas do Materttone?

Uma parte fica para os Santuários e Centros de Schoenstatt que o comercializam. Outra parte fica para o Movimento de Schoenstatt do Brasil, cujos valores ajudam a tornar possível a participação de delegações brasileras em eventos internacionais de dirigentes e também para colaborar (com todos os países onde existe o Movimento) no sustento do Santuário Original, em Schoenstatt.

 

Onde encontramos o Materttone?

Junto aos Santuários e Centros de Schoenstatt do Brasil. Também na cantina junto ao Santuário Tabor é possível adquirir o Materttone. Então, não vamos perder tempo! ‘Bora’ fazer apostolado com o Materttone!

 

Vídeo: schoenstatt.org.br

Dia Nacional do Rosário e de oração pela paz

 

Hoje, dia que a Igreja faz memória à festa de Nossa Senhora do Rosário, no Brasil temos o Dia Nacional do Rosário. A Lei 14.745/23 que estabelece o Dia Nacional do Rosário da Virgem Maria foi promulgada em 5 de dezembro de 2023. Este é o primeiro Dia do Rosário depois da promulgação da Lei.

Dom Orani Tempesta, Arcebispo do Rio de Janiero, se manifestou, desejando “que esta oportunidade de comemorar incentive tantas pessoas a rezarem o terço nas várias intenções, pela paz no mundo, pela paz em nossa cidade, pela vida das pessoas, pela caminhada nossa enquanto Igreja, contemplando os mistérios da nossa fé nessa oração meditativa que é o Rosário de Nossa Senhora. Que este momento seja celebrativo, inicie toda uma tradição do Dia Nacional do Rosário e, ao mesmo tempo, incentive as pessoas a rezar sempre o Rosário na sua casa, na sua comunidade”, declarou o cardeal.

 

Programa do Dia do Rosário junto ao Santuário

Dia do Rosário junto ao Santuário Tabor será marcado por uma ação conjunta com a paróquia Nossa Senhora das Dores. Às 18h haverá a Santa Missa, na Capela Tabor, com a tradicional bênção da saúde das segundas-feiras. Após a celebração haverá a oração do rosário, que será encerrada n Santuário Tabor, com a consagração à Nossa Senhora.

 

Papa: dia de jejum e oração pela paz

O Papa Francisco pediu também que este dia dedicado à Nossa Senhora do Rosário seja também um dia oração e jejum pedindo pela paz.

Na tarde deste domingo, 06/10, o Papa peregrinou à Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, para rezar diante da conhecida imagem mariana ‘Salus Popili Romani’.

O momento de oração do terço em súplica a Nossa Senhora para interceder a Deus pelo dom da paz no mundo foi o primeiro de dois dias envolvidos na mesma intenção, já que nesta segunda-feira, 7 de outubro, data que marca um ano do ataque terrorista do Hamas contra Israel que desencadeou a guerra no Oriente Médio, o Pontífice convocou um Dia de Oração e Jejum. As duas iniciativas são realizadas nesta “hora dramática de nossa história, enquanto os ventos da guerra e os fogos da violência continuam a devastar povos e nações inteiras”, antecipava o Papa na missa de abertura da assembleia sinodal na última quarta-feira (02/10).

Ao final da recitação do Santo Rosário na basílica vaticana para invocar a paz, o Papa Francisco fez uma oração especial a Nossa Senhora suplicando: “acolhei o nosso grito!”, pediu Francisco, além de “nos socorrer nestes tempos subjugados pela injustiça e devastados pelas guerras, enxugai as lágrimas dos rostos sofredores de quem chora a morte dos seus entes queridos, dos filhos, despertai-nos do torpor que obscureceu o nosso caminho e tirai do nosso coração as armas da violência, para que se realize sem demora a profecia de Isaías: «transformarão as suas espadas em relhas de arados, e as suas lanças, em foices. Uma nação não levantará a espada contra outra, e não se adestrarão mais para a guerra» (Is 2, 4)”.

 

Oração à Mãe e Rainha pela Pátria

Rezemos à MTA pelo nosso Brasil Tabor…

Querida Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt,
diante da grandeza das aflições que oprimem nosso povo e nossa pátria, sentimos profundamente a nossa pequenez filial. Confiando, porém, inabalavelmente em tua sabedoria, tua bondade e teu poder, colocamos em tuas mãos maternais o destino da nossa pátria.

O Brasil é consagrado ao teu imaculado coração. Por isso, neste tempo angustiante, mostra-te como o grande sinal no céu de nossa pátria e ergue aqui um monumento de teu amor e poder.
Revela tua magnificência como Rainha e Esmagadora da serpente infernal.

Recebe a coroa e o cetro. Nós te proclamamos e coroamos solenemente como Rainha e Presidente de nosso povo e de nossa pátria. Amém.

Fonte: schoenstatt.org.br