Estamos vivendo o mês dedicado à nossa Mãe celestial. E no Movimento de Schoenstatt, quando falamos em mês de maio logo pensamos em quem? No herói da geração fundadora do Movimento de Schoenstatt, José Engling. Foi ele que, em maio de 1916, teve a inspiração de oferecer à Mãe de Deus um ramalhete espiritual, que ficou conhecido como ‘Flores de Maio’. Nesta mesma época, se definiam elementos e expressões fundamentais na espiritualidade de Schoenstatt, por exemplo, ‘Contribuições para o Capital de Graças’, em cujo processo José Engling desempenhou um papel fundamental.

Naquela época, como jovem seminarista, José Engling aprendeu a transformar as suas esperiências cotidianas como oprtunidade de oferecer suas flores espirituais à Mãe de Deus:  a rosa do amor, o lírio da pureza, a violeta da humildade…

Flores no meio de uma catástrofe

Esta experiência ele levou também para os campos de batalha da Primeira Guerra mundial onde suas ‘flores de maio’ foram colhidas em situações muito difíceis:

  • Quando precisava se atirar no chão durante um bombardeio e seu pensamento ‘voava’ ao Santuário para junto da Mãezinha, assim que nem escutava mais o barulho das bombas e granadas;
  • Quando, dentro da trincheira, rezava o seu terço, fazia as anotações de suas ofertas para a Mãe de Deus no seu diário espiritual;
  • Quando vendo a angústia de um pai de família que fora designado para uma missão muito perigosa, ele não hesitou em dizer: “Fica, camarada, eu vou no teu lugar”;
  • Quando ninguém queria se voluntariar para atravessar o campo de batalha para buscar comida para os colegas de tropa e ele era o único que se apresentava;
  • Quando, no meio de tantas tentações e situações que afastavam de Deus, ele se esforçava para levar os colegas para a Missa, o terço, a confissão.

Nossas flores num maio especial

A Família de Schoenstatt do Rio Grande do Sul e também Santa Catarina, neste maio, é chamada a imitar José Engling, colhendo e oferecendo flores muito especiais para a Mãe e Rainha: a flor da esperança e da confiança; a flor da fortaleza e da resiliência; a flor do amor, da solidariedade e da caridade; numa atitude de fé filial que confia no amor do Pai celestial para com seus filhos.

No final do mês, ao celebrarmos o jubileu de 75 anos do Terceiro Marco da História do Movimento de Schoenstatt, essas flores se tornarão as pedras preciosas que ornarão a coroa de nossa Mãe e Rainha.

 

Coleta de doações feita pela Família de Schoenstatt de Porto Alegre