Ir M Rosequiel Fávero – A Capela Tabor estava ainda no brilho da solenidade de Pentecostes na manhã deste 1º de junho e o Pe. Clécio Almeida presidiu a Santa Missa reservada para as Irmãs de Maria de Santa Maria/RS (somente com as Irmãs por causa da Covid-19), com palavras que emolduraram muito bem a memória de Maria, Mãe da Igreja, prevista para segunda-feira depois de Pentecostes: “Como vemos tão bem na cruz da unidade, Maria está junto de seu Filho, cooperando com Ele, mas por todos os seus filhos, como ‘Mãe da Igreja'”.

Diante do altar uma imagem peregrina da Mãe e Rainha ‘completava o quadro’. Sim, hoje é 1º de junho, e como acontece todos os meses, a Santa Missa foi celebrada nas intenções de todos os missionários e famílias que abrem as portas de seus lares para a Mãe Peregrina. Assim fazia o iniciador da Campanha da Mãe Peregrina, João Luiz Pozzobon, para significar que, cada dia 1º do mês a Mãe reiniciava sua peregrinação evangelizadora. E assim continuam fazendo as Irmãs responsáveis pelo secretariado da Campanha da Mãe Peregrina em Santa Maria/RS.

Mas, com a pandemia, a Mãe Peregrina não está ‘parada’? Sim, a sua imagem continua na casa do missionário mas, espiritualmente, ela continua visitando cada lar. Ela continua visitando as famílias nas orações dos missionários que, cada dia, rezam pela família que estaria recebendo a Mãe Peregrina. Ela continua visitando e abençoando cada família que, não obstante a pandemia, prepara o ‘cantinho’ para a Mãe e Rainha, reza e recebe ‘as graças da visita’, embora a imagem não saia da casa do missionário.

A Mãe Peregrina continua, pois – como dizia o Pe. Clécio na missa da manhã deste dia – “Ela é MÃE”, e mãe não abandona seus filhos, especialmente numa época como esta.

E assim, a Mãe Peregrina foi reenviada para mais um mês de ‘visitas espirituais’, cheias de bênçãos e graças para seus filhos.