Em 2025 a Campanha da Mãe Peregrina completará 75 anos desde um humilde início em 10 de setembro de 1950. O empenho apostólico do Servo de Deus Diácono João Luiz Pozzobon ao longo de 35 anos de peregrinação com a imagem da ‘Mãe Peregrina’ fez surgir este grande apostolado, hoje presente em mais de 100 países.

Como ‘berço da Campanha da Mãe Peregrina’, a Família de Schoenstatt junto ao Santuário Tabor se interessa por todas as notícias sobre este apostolado pelo mundo.

Hoje vamos conhecer algo do início e progresso da Campanha da Mãe Peregrina na África, mas precisamente em Uganda.

Encontro com Schoenstatt em 2011

“Sou o Pe. Joachim Mugalu, sacerdote da diocese de Lugazi, na Uganda. Eu ensino no Seminário San Mbaaga, Ggaba, Kampala. Em 2011/2012, fui autorizado a passar meu ano sabático na Arquidiocese de Freiburg. Isso foi na paróquia de Achern. Durante esse tempo, tive a sorte de conhecer o Movimento de Schoenstatt. Fui apresentado à espiritualidade de Schoenstatt, especialmente através da orientação amorosa do Pe. Lukas Wehrle e da Ir. M. Hanna-Lucia Hechinger. Assim estive várias vezes no Centro de Schoenstatt em Oberkirch. Em novembro de 2011 pude selar minha Aliança de Amor no santuário de lá”.

Antes de regressar a Uganda, o Pe. Lukas Wehrle presenteou o Pe. Mugalu com uma imagem peregrina no santuário de Schoenstatt. Com grande zelo apostólico, o Pe. Joachim começou a trabalhar para a Campanha da Mãe Peregrina na sua diocese natal. A sua preocupação e desejo era que o trabalho de fundação e fortalecimento fosse totalmente orientado para a origem da Campanha. Depois teve a oportunidade de voltar para a Alemanha e ir para Schoenstatt, e aproveitou as conversas e leituras dos escritos do Pe. José Kentenich que o ajudaram a compreender melhor o apostolado da Mãe Peregrina.

Ao retornar ao seu país, ele escreve: “Após meu retorno a Uganda, introduzi a espiritualidade de Schoenstatt na diocese de Lugazi. Atualmente Schoenstatt está em duas paróquias: Sseeta e Kasawo. Temos um total de 20 círculos da Mãe Peregrina, formados por 7 – 10 famílias ou indivíduos cada. Nos encontramos regularmente para aprender mais sobre o Padre José Kentenich ou sobre Schoenstatt, entre outras coisas. Ao final de cada encontro, ofertas espirituais pessoais são depositadas na talha como uma contribuição ao capital de graças e são queimadas”.

Um novo amanhecer na África

E continua seu relato: “O dia 10 de março de 2022 foi um grande dia para o jovem Movimento de Schoenstatt em Uganda: pela primeira vez as primeiras pessoas selaram a Aliança de Amor. Foi na paróquia de Santo Agostinho em Sseeta, diocese de Lugazi. Esperamos que o círculo desses membros continue a crescer.”  Com o tempo, foi crescendo o desejo de ter um ponto de encontro comum, onde missionários e missionados pudessem se reunir em oração. A ideia de erguer uma ermida criou raízes nos corações. “Esperamos que seja um bom passo para enraizar Schoenstatt em Uganda. Que Nossa Senhora abençoe este trabalho”, assim expressou seu desejo o Pe. Joachim Mugalu.

Enquanto isso, a ermida em Uganda está quase terminada. “Os membros do Movimento de Schoenstatt estão muito orgulhosos com esta conquista”, afirma o Pe. Joachim.

A Ir. M. Lisette, de Burundi, convidou o Pe. Joachim ao Burundi em dezembro de 2022 para o 25º aniversário da Campanha da Mãe Peregrina no país. Lá, como ele expressou mais tarde em uma conversa, ele experimentou “Schoenstatt vestido de africano”.

ermida em uganda

A experiência do Movimento de Schoenstatt vivo no Burundi dá-lhe motivação para enraizar ainda mais Schoenstatt na sua diocese. Agora o pequeno Movimento de Schoenstatt em Uganda aguarda a bênção da ermida.

 

Fonte: schoenstatt.com