
Talvez muitas pessoas não saibam que na segunda após a Solenidade de Pentecostes, a Igreja celebra a memória de Maria, Mãe da Igreja. Foi em 2018 que o Papa Francisco promulgou o decreto Ecclesia Mater, determinando que, ainda na luz de Pentecostes, a Igreja se voltasse para Maria, celebrando-a como sua imagem e mãe.
Por que depois de Pentecostes? Porque muitos autores contemplam o nascimento da Igreja no momento da vinda do Espírito Santo, um momento onde Maria não só estava presente, mas podemos vê-la como o centro orante da jovem Igreja.
O mariólogo, Pe. Alexandre Awi Melo, do Instituto dos Padres de Schoenstatt e secretário no Dicastério para vida, leigos e família, recorda “que a motivação da instituição desta memória é favorecer o crescimento do sentido materno da Igreja e da genuína piedade mariana. Uma motivação muito significativa para o Movimento de Schoenstatt e que reforça a nossa missão mariana. Neste espírito, queira a celebração desta memória de “Maria Mãe da Igreja” adquirir um significado particular para nós schoenstattianos que herdamos do nosso Pai e Fundador o “dilexit Mariam” (amou Maria) e o “dilexit ecclesiam” (amou a Igreja). “Sob a proteção de Maria, Mãe da Igreja” imploremos o Espírito Santo a fim de realizar hoje nossa peculiar missão mariana, sendo neste mundo “hospital de campanha”, afetado pela pandemia e por tantos outros males, uma presença mariana e materna. Sejamos instrumentos de Maria, Mãe da Igreja e da humanidade, para acolher, amar e educar, com misericórdia e ternura, os homens e mulheres do nosso tempo, a fim de que Cristo nasça novamente hoje nas suas vidas e nos seus corações”.
Com informações de: schoenstatt.org.br
