Continuamos hoje a recordar a história do rosário, neste mês a ele dedicado.

A partir de 1470, apareceram os dominicanos como os grandes propagadores desta forma simples de oração a cada uma das Ave Marias correspondia um pensamento bíblico.

Por volta de 1500, teve origem a xilogravura. Como o analfabetismo continuava a imperar, usava-se reproduzir em madeira cenas evangélicas para meditação, Usavam-se 15 cenas bíblicas correspondentes a cada dezena de Ave-Marias.

Durante os séculos XVI e XVII generalizou-se o costume de explicitar apenas os 15 pensamentos relativos a cada dezena.

Por volta de 1700, São Luiz de Montfort consagrou a forma de ler um pensamento mais longo, narrando a cena bíblica e sugerindo atitudes práticas a cada dezena de Ave-Marias. Convencionou-se chamar cada um destes pensamentos de ‘mistério’. É a forma mais conhecida hoje, o rosário com 15 mistérios.

Ao celebrar 24 anos de pontificado, no dia 16/10/2002, o Papa São João Paulo II assinou a carta apostólica Rosarium Virginis Luz, em que acrescenta ao rosário, os cinco Mistérios da luz, inspirados na vida pública de Jesus. Desde então, os Mistérios foram divididos em quatro partes, cada qual com 5 meditações: nascimento e infância de Jesus (mistérios da alegria), vida pública e pregação (mistérios luminosos), paixão e morte (mistérios dolorosos), ressurreição e ascensão (mistérios gloriosos).

Foto: Cathopic.com

Fonte: Na Escola de Maria, Nossa Senhora no Magistério da Igreja, p. 113.