
Ir M Rosequiel Fávero – Como acontece no dia 1º de cada mês, uma imagem peregrina da Mãe e Rainha ocupa um lugar especial junto do altar da Santa Missa na Capela Tabor, em Santa Maria/RS, neste 1º de fevereiro. Ela recordava que a Missa estava sendo celebrada nas intenções dos missionários da Mãe Peregrina e das famílias que lhe abrem as portas. Neste ano, porém, é ainda mais significativo pois em setembro celebraremos 75 anos do início da Campanha da Mãe Peregrina.
Início de um grande apostolado
Passados 66 anos desde fevereiro de 1959, cerca de 140 mil missionários, somente no Brasil, estão empenhados na missão de fazer a Mãe e Rainha chegar nas grandes cidades e nos povoados, nos condomínios de luxo e nas favelas, em famílias atuantes na comunidade paroquial e naquelas cujo único vínculo com a Igreja é a visita da Mãe Peregrina.
No mundo são 116 países e mais de 200 mil missionários, que tem no iniciador da Campanha da Mãe Peregrina, João Luiz Pozzobon, seu modelo e inspiração.
Amanhã, domingo, 02/02, uma procissão partirá da Casa Museu João Luiz Pozzobon, passará pelo Santuário Tabor e será encerrada na Igreja Nossa Senhora das Dores, com a Santa Missa. A ‘Concentração das Famílias e Imagens Peregrinas’, iniciada também por João Pozzobon, realizada sempre no primeiro domingo de fevereiro, não é tão concorrida como a ‘Romaria da Primavera’, realizada em setembro. O período de férias que esvazia nossas cidades também tem seus reflexos no evento. Não importa! A romaria, embora discreta, recordará que são pequenos acontecimentos que dão início a grandes obras. A Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt é exemplo disso!

