Em meio à pandemia, Schoenstatt recorda 35 anos de morte de João Pozzobon

Como em cada ano, numa Santa Missa realizada na Capela Tabor, em Santa Maria/RS, foi recordada a morte do Servo de Deus João Luiz Pozzobon, ocorrida em 27 de junho de 1985.

Desta vez, contudo, a pandemia que atinge o mundo inteiro ditou uma nova ‘modalidade’ de participação: a virtual. Como aconteceu com o tríduo que antecedeu à celebração, o número de participantes presenciais foi reduzido. Desta vez, às Irmãs de Maria, que já participam da Missa diária às 7h. Mas pelas redes sociais, foram centenas de participantes.

Como aconteceu há 35 anos, os textos da Missa foram da Festa do Tabor (foi desejo de João Pozzobon que na sua Missa de exéquias se tomasse esta liturgia). A réplica da Peregrina Original (que esteve na audiência com o Papa Francisco, em Roma, em outubro de 2014) foi acolhida solenemente no início da Santa Missa representando a todos os que participavam espiritualmente da celebração.

Pe. Juliano Dutra, dos Padres Palotinos, presidiu a Eucaristia. Na sua homilia, aplicou a cena do Tabor a João Pozzobon e seu apostolado: como ele se deixou impregnar pela vivência do Tabor e, com a Campanha da Mãe Peregrina, buscou multiplicá-la nas famílias que acolhem a Mãe e Rainha. “Para que a luz o Tabor faça morada nestes lares”, afirmou. “Tabor é um lugar, mas também uma atitude de vida. Porque quem faz experiência da luz não pode reproduzir as trevas (…) e também é o lugar do ensino, da catequese (…). Mas precisamos descer (…) e o Tabor vai com a gente, simbolicamente, carregando a Mãe”.

Vale a pena conferir no vídeo abaixo, do canal do Santuário Tabor no Youtube, a íntegra da homilia.

No final da celebração, apesar de não ter sido possível – a primeira vez em 35 anos – realizar a caminhada da Casa Museu João Pozzobon até o Santuário Tabor, os organizadores se alegraram que através das mídias sociais muitas pessoas puderam participar. Como alguém se manifestou “É Deus novamente abrindo ‘novas portas’ para nós”.

[vc_video link=”https://youtu.be/fedBb8P78hU” align=”center”]

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‘Catequese em Saída’ junto ao Santuário de Santo Ângelo

Marciane Souza de Vargas – O Santuário da Mãe Rainha de Santo Ângelo, recebeu com a graça de Deus no sábado, 07 de dezembro, a visita da catequese da Paróquia Sagrada Família, abraçando a ideia do Pároco Padre Inácio Dalla Nora, que motivou a CATEQUESE EM SAÍDA a pedido do Papa Francisco, através de encontros catequéticos fora da Paróquia.

Foram sessenta e cinco participantes que com imensa felicidade, participaram de momentos de oração, cantos, conheceram a história do Santuário, participaram de brincadeiras e lancharam a sombra da Ermida do Santuário.

Nossa Senhora recebeu em sua casa, os futuros evangelizadores, as crianças e adolescentes, que tiveram, uma agradável manhã na presença do Espírito Santo de Deus, que no coração fértil de cada um que lá esteve. Que desta semente possa brotar o amor e a busca por conhecer cada vez mais Nosso Amado Jesus Cristo. Que Ele permaneça vivo dentro de nós e que sejamos instrumentos dEle, para que possamos espalhar a palavra do Senhor as pessoas, começando pelas crianças e que sejam transmitidas por onde andarmos e que Maria, e Nossa Senhora, que nos foi dada como Mãe por Jesus, possa abrir os caminhos, e que seu amor de Mãe possa nos acolher em seu colo sempre que precisarmos.
Tudo por Jesus, nada sem Maria

Mais fotos (catequistas)

” junto ao Santuário de Santo Ângelo

Marciane Souza de Vargas – O Santuário da Mãe Rainha de Santo Ângelo, recebeu com a graça de Deus no sábado, 07 de dezembro, a visita da catequese da Paróquia Sagrada Família, abraçando a ideia do Pároco Padre Inácio Dalla Nora, que motivou a CATEQUESE EM SAÍDA a pedido do Papa Francisco, através de encontros catequéticos fora da Paróquia.

Foram sessenta e cinco participantes que com imensa felicidade, participaram de momentos de oração, cantos, conheceram a história do Santuário, participaram de brincadeiras e lancharam a sombra da Ermida do Santuário.

Nossa Senhora recebeu em sua casa, os futuros evangelizadores, as crianças e adolescentes, que tiveram, uma agradável manhã na presença do Espírito Santo de Deus, que no coração fértil de cada um que lá esteve. Que desta semente possa brotar o amor e a busca por conhecer cada vez mais Nosso Amado Jesus Cristo. Que Ele permaneça vivo dentro de nós e que sejamos instrumentos dEle, para que possamos espalhar a palavra do Senhor as pessoas, começando pelas crianças e que sejam transmitidas por onde andarmos e que Maria, e Nossa Senhora, que nos foi dada como Mãe por Jesus, possa abrir os caminhos, e que seu amor de Mãe possa nos acolher em seu colo sempre que precisarmos.
Tudo por Jesus, nada sem Maria

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A mulher ETERNA

Sra. Maria Lúcia de Oliveira – “O homem contemporâneo está fazendo, hoje em dia, uma tentativa ateia de colocar em cena uma revolução na ordem do ser. Nossa meta não é a revolução da ordem do ser, mas a fidelidade à ordem do ser” [1]

“A revolução no plano do ser jamais triunfará. Justamente porque é uma revolução contra o eterno no ser humano. E esse elemento eterno é tão eterno como Deus mesmo, porque é reflexo de Deus” [2]

“Se queremos criar o homem do futuro, devemos contribuir na solução da crise dos sexos. Não é correto que hoje a mulher aspire a ter a mesma maneira de ser que o homem. Pode existir igualdade no valor, mas não na maneira de ser. (…)
O ser masculino e o ser feminino estão orientados, com toda intenção, a uma biunidade no ser, mediante uma mútua complementação” [3]

 

Estas palavras do Pe. José Kentenich, colocadas acima, são de uma atualidade sem precedentes e o revelam como um verdadeiro profeta.

Neste ano do centenário da presença das mulheres em Schoenstatt, busquemos ‘escutar’ mais o que nosso Pai e Fundador, o Pe. José Kentenich, elaborou, falou, escreveu sobre o ser feminino. Citamos alguns exemplos:

 

“Metafisicamente, filosoficamente falando, qual é a essência da mulher? É um serviço silencioso, forte, permanecendo submersa em Deus. Naturalmente por trás está toda uma dogmática, a dogmática da elevação do ser não somente do homem, mas do cristão em geral, e especialmente da mulher. (…)

Um ‘servir’ permanecendo submersa em Deus, traspassada completamente por Deus, possuída por Deus. Uma expressão clássica da dogmática que se usava com muita frequência antigamente, mas hoje caiu no esquecimento e por isso o novo século apresenta uma nova essência do ser humano: a vida psíquica subconsciente. Por outro lado, isso opaca mais e mais a essência superior do ser, a participação na natureza divina. (…)

O eterno na mulher eleva, atrai especialmente ao homem para o alto. Segundo o desejo de Deus, o homem e a mulher estão vinculados entre si. O homem e a mulher estão numa relação mútua como fios magnéticos, que constantemente se atraem entre si. Atrai para o alto. E como a mulher eleva o homem? Quando encarna, quando vive a ‘mulher eterna’, quando o diabólico no homem é vencido pelo divino na mulher”. [4]

 

Esta elevação do ser é a participação na natureza divina, é a mulher eterna, expressada em ser “toda alma, toda entrega, toda pureza”.

Non erigitur vir nisi per feminam! O homem não é redimido se não for através da mulher!

Esta frase de São Bernardo recebe uma nova característica do Pe. Kentenich, que agrega:
O homem não é redimido se não for através da mulher redimida.

A Mãe de Deus é a mulher pré-redimida e plenamente redimida que, em íntima união a Cristo, é sua companheira e colaboradora em toda a obra da redenção. Assim, podemos afirmar que sem Ela é impossível a redenção. Tanto o ser feminino quanto o ser masculino devem encarnar o feminino em sua forma de ser, ou seja, o imensamente filial. “A filialidade é a raíz de um marcado serviço, a filialidade é também a raiz de uma virilidade sólida, ou de uma sólida paternidade” [5].

A mulher tem que ser redimida. Eu tenho que ser redimida interiormente pela graça divina. E chego a ser redimida se me entrego a Deus Pai com uma filialidade extraordinariamente profunda, terna, íntima….

Entregar-me a Deus Pai, estar submersa em Deus, permanecer em Deus. Para conseguir isso podemos, entre outras coisas, utilizar um meio eficaz: o silêncio. A Mãe de Deus também utilizou muito este recurso, já que “guardava tudo no silêncio do seu coração”.

“É muito, muito importante descobrir o que é o silêncio. Silêncio não é apenas não falar. Silêncio é algo mais profundo. Porque o maior barulho está dentro de nós mesmos. (…) O silêncio faz o homem ser mais parecido com Deus, porque Deus disse que ele é silêncio. Ele fala no silêncio. Nós o encontramos no silêncio e se você permanecer em Deus você se torna silêncio. (…)
O silêncio é realmente o momento onde eu me construo como um ser humano que se relaciona com Deus. E sem Deus, e sem silencio, nós estamos perdidos…” (Cardeal Robert Sarah).

“A humanidade feminina tem uma missão, uma missão para a redenção do homem e uma missão para a redenção da cultura de hoje. Disto concluo: na medida que desenvolvam em vocês o eterno, terão realizado o maior apostolado que poderiam realizar como mulheres” [6].

 

* Contribuição do Instituto Nossa Senhora de Schoenstatt

Foto: Stefan Wise, via cathopic.com

 

Referências:

[1]  KENTENICH, Pe. José. Desafíos de nuestro tiempo

[2]  KENTENICH, Pe. José. Jornada Pedagógica para a juventude, 1931

[3] KENTENICH, Pe. José. Jornada Pedagógica, 1934

[4] KENTENICH, Pe. José. Conferência durante o retiro para as Senhoras de Schoenstatt, 22.08.1966

[5]  KENTENICH, Pe. José. Conferência durante o retiro para as Senhoras de Schoenstatt, 22.08.1966

[6] KENTENICH, Pe. José. Jornada Pedagógica para a Juventude, 1931

Fonte: schoenstatt.org.br

Santuários de Schoenstatt no mistério da Trindade

Santuário Sião de La Trinidad, Santiago/Chile

 

Solenidade da Santíssima Trindade

Pe. Francisco José Lemes – Celebramos a Solenidade da Santíssima Trindade, o mistério de um só Deus em Três Pessoas; pessoas estas que invocamos nos inícios de nossas orações particulares e comunitárias. Uma comunidade de Amor, que nos convida a viver em comunhão, respeitando as diferenças, mas unidos no amor que une a Trindade. Iluminados pela Vida Trinitária tudo seria mais harmonioso em todos os aspectos da vida humana.

Os Santuários de Schoenstatt, na sua simbologia, nos levam ao mistério trinitário e o fazemos com nossa Mãe e Rainha, Templo Vivo da Santíssima Trindade. Nossos Santuários de Schoenstatt refletem isso quando neles adentramos. Acima do Trono de nossa Mãe e Rainha vemos uma peça sacra em forma triangular que nos remete ao símbolo da Trindade; essa peça nos conduz ao Pai, que nos olha misericordiosamente! Um olhar acolhedor na casa daquela que ele escolheu como sua morada e quer que, por meio dela, sejamos também nós morada da Trindade.

Na pequena abóboda do Santuário esta a representação sacra do Divino Espírito Santo com sete pedras vermelhas simbolizando seus sete dons. Maria envolta pela “sombra do Espírito” gera a Vida que é Cristo. Dócil ao Espírito diz o seu “sim” e o céu vem morar entre nós. Nossos Santuários de Schoenstatt são coberto pela “sombra do Espírito”, ao adentrá-los somos como Maria, geradores da Vida que é Cristo.

O Divino Filho se faz presente em seus três momentos: no colo da Mãe – no mistério da Encarnação; na Cruz da Unidade – no mistério da Redenção pela morte de Cruz; no sacrário – Vivo e Ressuscitado é Pão Vivo que nos alimenta e fortalece na nossa caminhada como discípulos missionários.

Então… podemos dizer que nossos Santuários de Schoenstatt são escolas trinitárias, nos quais Aquela, a “cheia de graça”, é nossa educadora e nos faz templos da Santíssima Trindade. Celebremos esta Solenidade com alegria. Dos diversos Santuários Filiais e Santuários Lares, nos deixemos formar por Maria. Quem melhor que ela nos modelará e nos fará templos dignos para morada da Trindade? Quem melhor que ela, mergulhada neste mistério Trinitário, nos introduzirá neste mistério e nos ajudará em nossas comunidades paroquiais, religiosas, presbitérios, vida social e política a refletir esse amor que une a Trindade e já aqui na terra poderemos saborear os “novos céus e nova terra?

Rezemos como nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich:

“O universo, com alegria, dê glória ao Pai,
No Espírito Santo, em seu esplendor,
Louve-o por Cristo e com Maria,
Agora e na eternidade. Amém!

 

Foto: Santuário Sião de La Trinidad, Santiago/Chile, foto de Colegio Mayor Pe. José Kentenich

Há 100 anos o Documento de Fundação era publicado

Manuscrito original do Documento de Fundação, escrito pelo Pe. José Kentenich

 

Pela primeira vez todos poderiam lê-lo

Karen Bueno – Há 100 anos não havia site, rede social “online” ou mesmo internet. Celular? Tablet? Nem precisa responder… O mais moderno com que se podia contar eram os meios de comunicação impressa: jornais, revistas, panfletos e até mesmo o telégrafo. Pode parecer prosaico e antiquado, mas eram meios muito importantes e “revolucionários” para a época.

Dentre esses meios está a Revista MTA (Mater Ter Admirabilis), a primeira publicação impressa periódica do Movimento Apostólico de Schoenstatt. Já sabemos de sua importância histórica no início da Obra de Schoenstatt (leia mais) e também da riqueza que suas páginas carregam. Pois é justamente nela que o Documento de Fundação do Movimento se torna público diante do mundo.

O Pe. José Kentenich – editor da revista – publicou o Documento de Fundação pela primeira vez na edição nº IV da MTA (p. 59-61) em 15 de junho de 1919, há 100 anos. A partir daí o mundo pode descobrir com profundidade aquilo que houve em Schoenstatt no dia 18 de outubro de 1914. As palavras que tocaram o coração dos meninos e os fizeram entregar tudo pela missão estariam registradas e anunciadas publicamente a todos.

O que é o Documento de Fundação?

O Movimento Apostólico de Schoenstatt foi fundado em 18 de outubro de 1914, na antiga capelinha de São Miguel, no vale de Schoenstatt, que fica na cidade de Vallendar/Alemanha. Nessa data, o Pe. José Kentenich se reúne com seus jovens alunos e, logo após as férias, dirige uma conferência na qual revela sua “ideia predileta”: Convidar Nossa Senhora a se estabelecer na capelinha, transformando-a num Santuário de graças. E isso só seria possível se todos eles vivessem com ardor uma vida de santidade.

O conteúdo dessa conferência é chamado de DOCUMENTO DE FUNDAÇÃO DE SCHOENSTATT.

Algumas versões

Geralmente, ao estudarmos o Documento de Fundação, encontramos no final do texto algumas modificações que ele foi ganhando. Existe a versão original de 1914 e mais duas (de 1915 e 1919) que trazem pequenas modificações, todas escritas pelo Pe. Kentenich e consideradas como oficiais; mas a versão publicada na Revista, essa de 1919, é a mais utilizada, inclusive pelo próprio Fundador.

E por que há mais de uma versão? Conforme novas turmas de estudantes iam se juntando à Congregação Mariana, o conteúdo da conferência era aplicado novamente pelo Fundador. Ao repetir a conferência, ele percebia a necessidade de adaptar alguns detalhes e expressões que achava necessário revisar. Por exemplo: na versão original está escrito “guerra europeia”, o que é substituído por “guerra mundial” em 1915. Também a expressão “Capital de Graças” entrou mais tarde no Documento, já que esse termo foi formulado em 1915 – os meninos já contribuíam com o Capital de Graças desde a fundação, porém ainda não tinham dado esse nome a ele (leia mais).

O que o Pe. Kentenich nos diz?

“É esta a grande mensagem do Primeiro Documento de Fundação: a Mãe de Deus e o Deus Trino amam-nos ternamente”.
(Conferência para a Juventude Feminina em Santa Maria/RS, 18 de janeiro de 1949)

“Cada povo […] deve tomar o Documento de Fundação de acordo com sua receptividade própria. É como se cada palavra fosse dita para si. A Mãe e Rainha Três Vezes Admirável quer formar e educar aqueles que se entregam e consagram a ela, de tal análise, na vanguarda do mundo quanto à perfeição religioso-moral”
(Da conferência ao Ramo dos homens, 3 de setembro de 1951)

 

Referências

KÄSTNER, Ferdinand. Sob a proteção de Maria – Pesquisas e documentos do início da história de Schoenstatt 1912-1914. Sociedade Mãe e Rainha, 1ª edição.

KENTENICH, Pe. José. Eu saúdo os Lírios, Palestras do Pai e Fundador para a Juventude Feminina de Schoenstatt no Brasil. Col Jufem Brasil, vol 1. 1ª edição.

NIEHAUS, Pe. Jonathan. Heróis de Fogo, A Fundação de Schoenstatt. Segunda Edição portuguesa.

Vamos ao Santuário Original? Uma porta se abre

 

Clique

Vamos ao Santuário Original? Agora?

Você pode “entrar”, olhar nos olhos dela, fazer suas orações, conversar com a Mãe… Agora mesmo!

Isso é possível, via internet, graças a uma câmera que recentemente foi instalada e transmite imagens ao vivo do Santuário Original.

A proposta é aproximar cada vez mais as pessoas do coração da Obra de Schoenstatt, especialmente aquelas que estão distantes, já que o Movimento Apostólico se espalha por diversas nações.

O reitor do Santuário, Pe. Antônio Bracht, escreve: “Ao falar da vida que se dá em torno ao Santuário Original estamos falando de uma vasta rede de comunidades, projetos e iniciativas. Nosso Pai usa, neste contexto, a expressão ‘parte de uma onda mariana de cultura e renovação’. Essa é uma descrição oportuna para a forma como nossos Santuários atuam, num mundo interconectado, numa vasta rede sem fios e cheio de radiação. Essa onda leva e traz vida. Emissor da onda é nosso santuário original – falando novamente com as palavras do Fundador – ‘fonte de graças, de vida, de renovação e de direção’”.

A instalação da câmera fez parte de um trabalho amplo de reforma do Santuário e instalação de uma infraestrutura para a comunicação. Leia mais detalhes na notícia.

A partir de agora, nos dias de saudade, ou quando bate um grande desejo de visitar a Mãe no lar original, graças às atuais vias de conexão online é possível visitá-la a qualquer momento. Também dá para acompanhar as diversas atividades que acontecem durante o dia, como missas, terços, vivências, etc.

As transmissões serão diárias, das 6 às 21 horas, segundo o horário alemão (ver horário atual)

 

Para visitar acesse o site do Santuário Original

Pe. Franz Reinisch a caminho de Roma

 

Concluída a fase diocesana do Processo de Beatificação

Depois de mais de seis anos de pesquisas, estudos e trabalhos, a fase diocesana do Processo de Beatificação do Pe. Franz Reinisch será concluída na Diocese de Trier. A partir de agora o processo será encaminhado a Roma, iniciando uma nova etapa.

No dia 28 de junho a Família de Schoenstatt se reúne na Igreja de Nossa Senhora (Liebfrauenkirche), ao lado da Catedral Diocesana de Trier, na Alemanha, para celebrar a conclusão dessa primeira fase do processo.

 

Pe. Franz Reinisch

Nascido na Áustria, em 1° de fevereiro de 1903, Reinisch se tornou uma das grandes personalidades a inspirar a Família de Schoenstatt pela vivência da Aliança de Amor. Por seu ideal pessoal, desejava “Viver e morrer como ardoroso Apóstolo de Schoenstatt”.

Durante o período da Segunda Guerra Mundial, foi perseguido pela polícia nazista, que via nele um inimigo a ser silenciado. Mesmo ameaçado, ele traduz os discursos do Papa, publicados nos jornais italianos, e distribui cópias mimeografadas entre o povo. Também viajava sem cessar pelo país, visitando clandestinamente vários grupos, que mandava reunir previamente, levando-lhes mensagens de valor e perseverança.

No dia 1º de março de 1941 chegou ao Pe. Franz Reinisch uma convocação militar, exigindo que ele se alistasse no exército de Hitler. Mas, aceitar essa imposição iria totalmente contra suas convicções: “Prestar juramento à bandeira nacional-socialista é prestar juramento a Hitler. É prestar juramento a um criminoso”, dizia ele.

Por sua recusa ao exército nazista, sucedem vários meses de processo e tramitações judiciais até o julgamento e a sentença definitiva. Pe. Franz Reinisch foi decapitado em Branderburg/Berlim, Alemanha, no dia 21 de agosto de 1942, sendo considerado um ‘Mártir da Consciência’, pois não aceitou jurar a bandeira nazista – a única bandeira que lhe pertencia era a de Cristo.

Seus restos mortais foram levados, em 17 de outubro de 1946, para junto do Santuário Original de Schoenstatt. O Processo de Beatificação foi aberto oficialmente em 28 de maio de 2013, na Diocese de Trier, tendo o Pe. Heribert Niederschlag (SAC) como postulador e o Pe. Adalbert Kordas (OFM) como vice-postulador, junto a outros membros da Comissão Histórica.

 

Seus restos mortais estão no Monumento dos Heróis, atrás do Santuário Original, em Schoenstatt

 

Com informações de franz-reinisch.org e bistum-trier.de

Diocese de Iguatu/CE por uma nova terra mariana

 

Com a Mãe Peregrina, cultivando um mundo novo

Maria Vládia Mary Pinheiro / Karen Bueno – A Diocese de Iguatu/CE se reúne com alegria e animação para seu XI Encontro Diocesano da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt. Os coordenadores e missionários se concentraram no Centro Diocesano da cidade, no dia 6 de junho de 2019, desde cedo. 275 pessoas participaram, representando as várias regiões e paroquias onde a Campanha está presente.

A acolhida das comunidades iniciou às 7 horas, com uma procissão levando as imagens da Mãe Peregrina. A coordenadora Maria Cleudenia Vieira de Oliveira acolheu os missionários e os conduziu na oração de abertura.

A parte de formação foi aplicada pela assessora, Ir. M. Cassiana Jänisch, falando sobre o novo início do Espírito Santo. Dentre o conteúdo ela convida os missionários a cultivarem, com a Mãe Peregrina, uma nova terra mariana: Sempre que a Mãe Peregrina chega à nossa casa, ela se torna um lugar sagrado, pois abriga o ‘Santuário Peregrino’, diz a Ir. M. Cassiana.

A formação incluiu dicas e orientações práticas, assim como subsídios para a santidade na vida diária. Um dos meios indicados é a vinculação harmoniosa, afetuosa e constante com Deus, com os homens e com as coisas, como mostra o Pe. José Kentenich.

O Hino da Mãe Peregrina animou os missionários, assim como o impulso para o Mês Missionário Extraordinário, convocado pelo Papa Francisco. Diante da situação da pátria, Ir. M. Cassiana mostrou que a luta pela santidade é um caminho de renovação para o país; falou sobre o amar, dizendo que o amor é visto nas pequenas atitudes (sociais, seguras, comuns, razoáveis), também no trabalho e no amor a Deus Pai, por meio da Mãe Peregrina.

O grupo de missionários da cidade de Piquet Carneiro/CE apresentou uma peça mostrando que com o novo início no Espírito Santo, nasce uma terra mariana. Compreende a cena do cenáculo com o envio dos apóstolos. Em seguida, Pe. Roberto Alencar Costa refletiu sobre o evangelho da visitação, lembrando que cada missionário é um ‘visitador’: “Feliz o missionário que segue o exemplo de Maria de visitar”. A Santa Missa de encerramento e envio dos missionários foi presidida pelo Pe. Iranildo Melo dos Reis. No ardor apostólico, os missionários partiram empolgados para construírem, com a Mãe Peregrina, um mundo novo pela Aliança de Amor.

 

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Encontro da Mãe Peregrina Diocese de Iguatu/CE

Santuário Tabor receberá o Encontro Nacional da Jufem

 

De norte a sul, jovens unidas por um mesmo ideal

Karen Bueno – A Juventude Feminina de Schoenstatt (Jufem) anuncia: vem aí seu 19º Encontro Nacional do ramo, que será nos dias 10, 11 e 12 de outubro de 2020, em Santa Maria/RS.

O anúncio foi feito pela Comissão Central que prepara esse encontro, reunida pessoalmente pela primeira vez neste final de semana, 8 e 9 de junho de 2019, no Santuário de Atibaia/SP. Assessoras e jovens dos quatro regionais do Brasil – Sul, Sudeste, Paraná e Nordeste – viveram dias de Cenáculo, na Solenidade de Pentecostes, preparando o próximo encontro.

A assessora do Sudeste, Ir. Eliza Maria Silva, explica: “Nessa reunião nós delineamos a linha de trabalho do Encontro Nacional, o lema – que será divulgado no dia 18 de junho – as comissões e diversas subequipes do Encontro”.

Fazem parte da comissão central do Encontro Nacional a Ir. Gloria Maria Melo e Suellen Figueiredo (Regional Nordeste), Ir. M. Eliane Cunha e Fernanda Vidal (Regional Sul), Ir. M. Jacinta Donati e Heloisa Benato (Regional Paraná), Ir. Eliza Maria Silva e Nathalia Madeira (Regional Sudeste).

Para as gaúchas e anfitriãs do próximo Encontro, esse será um momento de grande alegria: “Estamos muito felizes, como Jufem Santa Maria, de recebermos a Jufem Brasil na nossa casa em outubro de 2020. Gostaríamos de contar com a presença de todas. Estamos nos preparando para recebê-las com o maior carinho”, diz Fernanda Vidal. Também a assessora, Ir. M. Eliane, comenta: “Com a bela experiência de ‘Cor Unum in Patre’ na primeira reunião presencial da Comissão para o 19º Encontro Nacional da Jufem, em 2020, temos certeza que será um momento de muitas graças e fortalecimento de nossa Jufem Brasil, à sombra do Santuário Tabor, nos passos do Pai e do Sr. João Pozzobon. Preparemos nossos corações”.