Diariamente, uma ‘romaria virtual’ ao Santuário Tabor

Entre o grupo dos schoenstattianos no whatsapp já se exclamou várias vezes: este é o momento em que os meios de comunicação fazem a diferença! Não podendo participar da Santa Missa, as celebrações transmitidas ao vivo pela televisão e pela rádio estão sendo uma bênção para os católicos. Também as mídias sociais, como Facebook e o Whatsapp estão contribuindo para romper a solidão provocada pelo necessário isolamento social, e tem ajudado muito a superarmos juntos, sem medo e com fé a difícil situação que nosso mundo enfrenta.

Também o Santuário Tabor está mais presente nas mídias sociais. E a partir de hoje, 20 de março, transmitirá diariamente às 18h, pela sua página no Facebook uma oração mariana (o Anjo do Senhor, o terço…).

A oração transmitida hoje acompanhará o início das ’24 horas para o Senhor’, com 24 horas de adoração ao Santíssimo, que será realizada somente pelas Irmãs, em pequenos grupos. Amanhã, às 18h, será transmitida o encerramento das 24 horas para o Senhor.

Intenções de oração no altar do Santuário

Todos que quiserem, poderão escrever para as Irmãs Adoradoras (para enviar sua intenção clique aqui). As intenções serão colocadas sobre o altar do Santuário e todas as Irmãs, na sua hora de adoração, recordará pelos que pediram suas orações.

Façamos deste tempo de ‘quarentena’ uma oportunidade para crescer na espiritualidade e na vida de oração. Para isso, as transmissões online de orações, palestras, filmes podem ser muito produtivas. Mas também aquele livro sobre a espiritualidade de Schoenstatt guardado na estante, pode ser ‘uma boa pedida’. Muitos grupos de Schoenstatt também estão aproveitando os materiais de estudo de 2020 para fazer um momento de formação pessoal. Que tal, então, um encontro de grupo ‘virtual’ via Skype ou Whatsapp? Basta ser criativo e não perder a oportunidade de utilizar bem este tempo ‘não planejado’, mas que está aí diante de nós.

40ª Caminhada de Ação de Graças ao Santuário Tabor

Azânia Valmerate – No primeiro dia de maio de 2019 aconteceu a 40ª Caminhada de Ação de Graças ao Santuário Tabor, em honra a São José Operário, promovida pela Paróquia São José do Patrocínio em conjunto com a Campanha da Mãe Peregrina.

A procissão teve início às 14h na Paróquia São José do Patrocínio, fazendo um trajeto que atravessou a cidade e passando por algumas das principais ruas de Santa Maria como a Avenida Borges de Medeiros, Avenida Coronel Nideraurer, Avenida Nossa Senhora das Dores e Avenida João Luiz Pozzobon.

Esta peregrinação foi coordenada pelas Irmãs de Maria de Schoenstatt em conjunto com o Padre Ivo Catani, pároco da Paróquia São José do Patrocínio. Muitos participam dessa procissão que congrega pessoas de diversos carismas, por exemplo: integrantes do Apostolado da Oração e Terço dos Homens da Paróquia São José, Congregação das Irmãs da Divina Providência, Confrades da Confraria do Carmo, e do Movimento Apostólico de Schoenstatt.

As reflexões que acompanharam as duas horas de caminhada tocaram na situação atual das famílias, incentivando a oração pelos trabalhadores que estão no mercado e também para aqueles que estão em busca de colocação profissional. Durante este longo percurso o terço foi rezado nas intenções das famílias, peregrinos e trabalhadores.

Às 16h a procissão chegou na esplanada do Santuário Tabor e imediatamente começou a Celebração Eucarística em honra a São José Operário e a Mãe Três Vezes Admirável e Vencedora de Schoenstatt.

O presidente foi o Padre Ivo Catani, que lembrou o grande exemplo de São José como um pai perseverante, piedoso e comprometido não só com sua família. Na homilia ressaltou que nós, cristãos, devemos seguir este exemplo de determinação, coragem e esperança em todas as horas, principalmente nas dificuldades.

Por fim, a Missa foi encerrada com a bênção das carteiras de trabalho, instrumentos profissionais, chaves e objetos religiosos.

Mais fotos (Azânia Valmerate)

71 anos do Santuário Tabor

Juliana Gelatti Lovato – No aniversário de 71 anos do Santuário Tabor, em Santa Maria/RS, repetiu-se a cena original de 1948, que teve a presença do Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, unindo a igreja matriz de Nossa Senhora das Dores ao Santuário. A programação da festa iniciou-se às 9h30min, com a oração do terço, na matriz da paróquia. Após, a Missa lotou toda a igreja, sendo presidida pelo pároco, Pe. Moacir Piovesan, e pelo capelão do Santuário, Dom Elói Roggia.

A liturgia da Santa Missa, do 5º domingo da Quaresma, sobre misericórdia e perdão, motivou as reflexões de Dom Elói durante a homilia, na qual também relatou os testemunhos de devotos à Mãe e Rainha, que na simplicidade e confiança alcançam graças abundantes no Santuário.

“A oração mais importante é a que vem do coração, de forma espontânea. Podemos ir ao Santuário e colocar tudo o que sentimos para a Mãe de Deus e seu filho Jesus. E se não soubermos o que dizer, também não tem problema. Podemos ficar lá, apenas observando, deixando que eles falem conosco”– falou Dom Elói na homilia da Santa Missa.

Após a celebração, os fiéis partiram em procissão até o Santuário Tabor, caminhando junto da Cruz da Unidade e da Mãe Peregrina, percorrendo os passos feitos pelo Pe. José Kentenich e por Dom Antônio Reis, bispo de Santa Maria na época, para a bênção do Santuário e consagração da Paróquia Nossa Senhora das Dores à Mãe no Santuário.

Ana Paula Dal Pozzolo, da Liga de Famílias de Santa Maria/RS, testemunha: “A festa foi linda, a igreja esteve lotada, a procissão foi bem cantada, rezada e participada. A Mãe Peregrina esteve sob a condução de vários Ramos, irmãs, juvenistas, Pioneiros/Aliados, Famílias, peregrinos, Mães, Terço dos Homens, missionários da Campanha da Mae Peregrina… enfim: uma festa!”

Chegando ao Santuário, seguiu-se um momento de adoração ao Santíssimo Sacramento, que terminou com a bênção. Após, todos se reuniram para um almoço festivo no Centro Mariano, organizado pelo grupo de eventos da Família de Schoenstatt de Santa Maria e com a colaboração de inúmeros voluntários que muito se esforçaram para tudo dar certo.

Mais fotos (Ir Maria Francisca Alves, Ir M Lisane Gossler, Sandra Spiazzi e Dionete Munareto)

Quando a ‘Mãe Medianeira’ visita a ‘Mãe e Rainha’…

Ir M Rosequiel Fávero – Na noite de 02/11, dentro da Trezena Móvel em preparação para a 75ª Romaria ao Santuário de Nossa Senhora Medianeira, a imagem que percorre as paróquias de Santa Maria foi visitar o Santuário Tabor.

Todos os anos, a Trezena Móvel de Nossa Senhora Medianeira movimenta milhares de peregrinos, o que não foi diferente na noite de 02/11 quando foi festivamente acolhida na Paróquia Nossa Senhora das Dores, numa igreja matriz superlotada. Após a Santa Missa, o grupo de ‘Guardiões’ do Santuário Basílica Medianeira, com muita alegria conduziu a imagem de Nossa Senhora até o Santuário Tabor, distante somente 1 km da matriz. O sino do Santuário repicou festivo, acolhendo a comitiva, que logo em seguida conduziu a ‘Mãe Medianeira’ para a capela Tabor, onde na manhã seguinte seria celebrada a Eucaristia.

Nossa Senhora Medianeira de Todas as Graças é a padroeira do Rio Grande do Sul e cerca de 300 mil peregrinos participam da procissão e celebrações no segundo domingo de novembro. Com alegria, as Irmãs de Maria que vivem junto ao Santuário Tabor recebem muitos destes peregrinos antes e depois da romaria, muitos dos quais recebem a Mãe Peregrina de Schoenstatt em seus lares. Com esta mesma alegria receberam a Mãe Medianeira e rezaram junto de sua imagem.

Algo novo junto ao Santuário Tabor

Ir. M. Rosequiel Fávero – Quem visita o Santuário Tabor, em Santa Maria/RS, grava na memória, como num ‘cartão postal’, a imagem que vemos acima: o trono da Mãe e Rainha no alto do terreno, entre a Casa das Irmãs de Maria e a Casa de Retiros. Quantos grupos já ‘eternizaram’ a peregrinação ou a jornada em que participaram com uma foto nas escadarias do Santuário Tabor, com este cartão postal de fundo!

Entretanto, uma notícia tem inquietado alguns corações: o imponente (e antigo) prédio da Casa de Retiros será alugado para uma conhecida franquia de hotéis na cidade (Hotéis Don Rafael). Um fato que vem também despertando indagações: A quem pertence a Casa de Retiros? Como ficarão os eventos no entorno do Santuário?

A propriedade da Casa de Retiros

Muitas pessoas imaginam, porque a Casa de Retiros compõe um conjunto tão harmônico com o Santuário e a casa das Irmãs de Maria, que tudo seja uma única propriedade. Alguns até pensam que seja das Irmãs de Maria. O que não corresponde à verdade dos fatos.

Desde a sua construção (finalizada em 1950), a Casa de Retiros pertence aos Padres Palotinos. Os mesmos que foram proprietários do Santuário Original, em Schoenstatt/Alemanha, até 2013.

Nos registros da história da província Palotina Nossa Senhora Conquistadora (com sede em Santa Maria), desde o ano de 1933, se tem notícia da ideia de construir um centro para retiros. Na década de 40 o Pe. Máximo Trevisan visitou Schoenstatt, vendo o sucesso dos retiros pregados pelo Pe. Kentenich. Ele trouxe para Santa Maria a ideia de construir no ‘coração do Rio Grande do Sul’ um ‘Segundo Schoenstatt’, do qual fariam parte três elementos: a capelinha dedicada a Nossa Senhora, uma casa de retiros e as Irmãs de Maria. Ele conquistou seu irmão, também Palotino, Pe. Celestino Trevisan, para esta ideia. Na época, Pe. Celestino já despontava como grande pregador de retiros populares.

Sabendo que as Irmãs de Maria já estavam no Brasil, no Paraná (chegaram ao Brasil em 1935), insistiu até que elas viessem para Santa Maria, onde construíram uma Casa de Noviciado, que se tornou mais tarde a casa central da primeira província das Irmãs de Maria de Schoenstatt no Brasil. No mesmo ano da sua inauguração, 1945, foi feita a bênção da pedra fundamental da Casa de Retiros, logo ao lado da Casa das Irmãs.

Quando nosso Pai e Fundador chegou à nossa Pátria em 1947, a construção da Casa de Retiros já estava bem adiantada. Portanto, a construção da Casa de Retiros não foi ideia do Pe. Kentenich e também não foi um pedido dele. Entretanto, é um local marcado por sua presença pelos inúmeros retiros ali pregados, para sacerdotes diocesanos e Palotinos, e palestras à Família de Schoenstatt, especialmente em sua última visita ao Brasil, em 1952, já a caminho para seu exílio em Milwaukee/Estados Unidos.

  

Casa de Retiros: expressão da relação entre Schoenstatt e Palotinos em Santa Maria

Por muitos anos, a Casa de Retiros abrigou congressos e Jornadas da Família de Schoenstatt, especialmente até a construção do Centro Mariano (cuja primeira parte foi inaugurada em 1985, mas ele foi concluído somente em 1998) e continuou, até hoje, servindo aos peregrinos do Santuário Tabor e ao Movimento de Schoenstatt.

O pátio ‘compartilhado’ (sem cercas) que une a frente das duas casas (Casa Provincial das Irmãs de Maria e Casa de Retiros) e o Santuário é expressão da convivência e trabalho fraternos entre a Família de Schoenstatt e a Palotina. “Situação única no mundo”, explica o Diretor Regional do Movimento. Pe. Clodoaldo Kamimura. “Na verdade, não conseguimos imaginar principalmente a Pastoral do Santuário Tabor sem a colaboração do Padres Palotinos, a quem somos imensamente gratas”, completa a Ir M Lillian Goerck, Superiora Provincial das Irmãs de Maria.

Missas da Aliança, diante do Santuário, com as pessoas ocupando também o pátio da Casa de Retiros, celebrações de jubileus, o estacionamento liberado… Tudo sempre contou com a generosidade dos ‘bons vizinhos’ Palotinos.

E agora, como será?

Para dar um primeiro passo a uma boa relação com os ‘novos vizinhos’, representantes da Família de Schoenstatt de Santa Maria se encontraram com o Sr. José Rafael D’Império, proprietário da rede de hotéis que administrará a partir de 1º de julho a Casa de Retiros, que acedeu com prazer ao convite para o encontro.

Um diálogo tranquilo e aberto, onde ambas as partes puderam partilhar suas histórias e expectativas para esta nova etapa com a Casa de Retiros, abriu caminhos para continuar a ‘boa vizinhança’. Iniciando pela boa notícia de que a capela, onde nosso Pai e Fundador deu tantas palestras, será preservada e que, à princípio, não existem planos para mudanças significativas no pátio compartilhado com o Santuário Tabor.

A Mãe Três Vezes Admirável, Senhora e Rainha do Santuário Tabor, com certeza abençoa essa disposição e cuidará que a nova etapa que inicia para a Casa de Retiros, mantendo-se em unidade com o Santuário, seja tão abençoada quanto as sete décadas passadas.

Grupo de oração do Santuário Tabor: vinte anos de fidelidade

Sandra Forgiarini/Ir M Rosequiel Fávero – A segunda-feira após a celebração dos 70 anos do Santuário Tabor trouxe mais um aniversário, de menores proporções, mas também de profundo significado: 20 anos do grupo de oração que se reúne semanalmente para a adoração eucarística e mensalmente para as 1000 Ave-Marias no Santuário.

Como surgiu o grupo de oração? Responde Sandra Forgiarini, da Liga de Mães de Schoenstatt: “A Vigília de 50 dias e noites de adoração para preparar o Jubileu de Ouro do Santuário Tabor (20/02 a 10/04 de 1998) inspirou um pequeno grupo a perseverar com Maria na oração. Assim, seguindo as correntes do Santuário – mariana e eucarística – e unidas à Irmãs Adoradoras, perseverantes na adoração semanal, elevamos a alma até Deus Trino através da oração e oferecemos tudo ao Capital de Graças”.

E quem participa do grupo? “Nós temos integrantes da Liga de Mães, missionários da Mãe Peregrina, ‘Guardas Nobres do Santuário’ e peregrinos que, alguns regularmente, participam dos momentos de oração que promovemos no Santuário Tabor. E é para nós uma profunda alegria celebrar os 20 anos de perseverança e fidelidade na Oração das 1000 Ave-Marias e da Adoração às segundas feiras”, explica Maria Eliaides Taschetto, também da Liga de Mães de Schoenstatt e que ajuda a liderar o grupo nestas duas décadas de história.

Um momento de adoração no Santuário Tabor e uma singela confraternização com algumas Irmãs de Maria serviram como ‘celebração festiva’ do grupo. E “que venha mais uma década de fidelidade”!

Jubileu de Setenta Anos do Santuário Tabor – Primeiro Santuário de Schoenstatt no Brasil

Adelmo e Ana Paula Dall Pozzolo – “Jubileu atrai jubileu”. Essa afirmação se comprova com frequência. Neste domingo, 15 de abril, o Movimento Apostólico de Schoenstatt em Santa Maria, no coração do Rio Grande do Sul, festejou o jubileu de 70 anos da inauguração do Santuário Tabor, o primeiro Santuário da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt no Brasil.

A presença do fundador do Movimento, Padre José Kentenich, enriqueceu a festa de fundação em 1948. Neste ano muitos fiéis e peregrinos puderam acompanhar as celebrações de aniversário. Iniciada com a oração do terço dirigido por coordenadores da Campanha da Mãe Peregrina da Arquidiocese de Santa Maria, seguiu-se a Santa Missa na Igreja Nossa Senhora das Dores, na qual a comunidade pode agradecer a presença da Mãe de Deus durante estes setenta anos no Santuário.

Foi possível testemunhar pelas palavras do presidente da celebração, o pároco Pe. Moacir Piovesan, e do pregador, Dom Elói Roggia, bispo emérito de Borba/AM, a força da promessa selada com Maria e o poder de seu atuar constante na vida daqueles que vivenciam as promessas da aliança filial com a Mãe de Deus e nossa mãe. O Padre Clodoaldo Kamimura citou a capacidade de propagar graças que este Santuário possui, graças e bênçãos profundamente marianas.

Após a benção final os fiéis repetiram a procissão realizada como rito inaugural em 1948, carregando a imagem da Mãe Peregrina nos ombros à frente, conduzindo as centenas de devotos que entoaram cantos e orações rumo ao Santuário Tabor. Nos jardins por onde passou o fundador em frente ao Santuário, a banda da Brigada Militar abrilhantou as homenagens à Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt e ao Santuário Tabor.

   

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Foi entregue um arranjo de setenta rosas vermelhas, dedicado à querida MTA em agradecimento por todas as graças e bênçãos propagadas deste lugar de graças em cada um dos anos que totalizaram este jubileu. Foram chamados as pessoas que participaram da celebração de inauguração em 1948. Como ‘Nova Geração do Tabor’, as crianças que participam do Movimento de Schoenstatt em Santa Maria fizeram uma delicada apresentação dedicando honras à Mãezinha do Céu. Após o encerramento das homenagens com a leitura de um lindo texto de agradecimento, os peregrinos juntamente com os integrantes dos diversos ramos deste movimento apostólico partilharam o delicioso almoço no Centro Mariano.

Seguindo a programação jubilar, a comunidade pode assistir a uma agradável e instrutiva vivência que reuniu o Santuário, a videira e a Carta de Santa Maria. No auditório do Centro Mariano, junto com muitas Irmãs de Maria, noviços, juvenistas e postulantes, padres, romeiros e peregrinos do Uruguai, México, Argentina, Chile e de vários lugares do Brasil, prestigiaram a vivência. Uma encenação preparada para contar a história da inauguração do Santuário e dos feitos do Pai e Fundador neste primeiro ano de existência da “Capelinha” nesta cidade. O plantio da videira pelas mãos do Padre José Kentenich cujos ramos estão firmemente agarrados às paredes e assim permaneceram nestes setenta anos. Estas mesmas mãos redigiram a Carta de Santa Maria, que hoje é o Documento de Fundação da Obra de Famílias, e que três anos após a inauguração do Santuário tornou-se o documento de Fundação dos Santuários-Lares e o fundamento da Campanha da Mãe e Peregrina.

A benção Eucarística de encerramento ocorreu na Capela Tabor e encerrou as festividades neste dia de homenagem e de gratidão. Um lindo e ensolarado dia para vivenciarmos as magnificências de Maria, para estarmos em família e partilharmos nossas alegrias e a satisfação de repetirmos as palavras do Pai e Fundador quando disse: “A Mãe terá o perfeito cuidado”. Fortalecendo e renovando a nossa oferta pessoal na Aliança de Amor para a nossa Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt.

Agradecemos a todos os que estiveram presente, agradecemos a todos que participaram da organização e contribuíram para a realização das comemorações deste Jubileu. Agradecimento especial à Paróquia Nossa Senhora das Dores pelo caloroso acolhimento de nossas famílias, nosso carinho e gratidão às Irmãs de Maria, as simpáticas e acolhedoras guardiãs do Santuário, e o fraterno abraço aos Padres de Schoenstatt e demais sacerdotes que participaram das celebrações.

VIVA O SANTUÁRIO! VIVA A MÃE PEREGRINA! VIVA A NOSSA RAINHA!

Nos cum prole pia! Benedicat Virgo Maria!

Com Teu divino filho! Abençoa-nos, ó Virgem Maria!

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A Família reunida celebra o Santuário Tabor

“Como Família aqui nos reunimos, para uma história de amor celebrar”. Estas palavras que iniciam o canto que a Ir M Eliane Cunha fez para o jubileu de 50 anos do Santuário Tabor, em 1998, ecoaram novamente na Capela Tabor na noite de 11 de abril, para a celebração dos 70 anos do Santuário. O local ficou lotado com representantes de todas as comunidades e apostolados do Movimento de Schoenstatt de Santa Maria. Uma grande Família unida para louvar a Deus pelas sete décadas de atuação da Mãe e Rainha de Schoenstatt no coração do Rio Grande.

Antes da Missa, com símbolos, textos, peças musicais e cantos (antigos e novos – para unir as gerações), foi feita uma reflexão sobre a história e importância do Santuário Tabor. Um símbolo se destacou sobre os outros: o cetro ofertado por nosso Pai e Fundador à Mãe de Deus, quando a coroou como Rainha da Filialidade Heroica. Este cetro fica, normalmente, em Atibaia/SP e foi trazido pelas Irmãs da Central Nacional.

A celebração eucarística foi presidida pelo Pe. Ivan Simicic, Diretor da Central Nacional dos Assessores do Movimento de Schoenstatt no Brasil, que se encontrava em Santa Maria, juntamente com mais oito Padres de Schoenstatt e diversas Irmãs de Maria, para a reunião anual da Central. Os cantos estiveram a cargo do Coral das Irmãs de Maria.

Após a Santa Missa, com bandeiras e símbolos, todos foram em procissão ao Santuário, entoando ‘Me aproximo do teu Santuário’, também este canto feito para o jubileu de 50 anos do Santuário Tabor. Cantando, foram feitas várias ‘voltas em torno do Santuário’: uma Família unida ao Pai e Profeta, que abraça o Santuário, nosso grande tesouro. De mãos dadas foi renovada a Aliança de Amor com a Mãe e Rainha.

Após a bênção solene não poderia faltar o ‘Parabéns’ para o Santuário e um grande ‘bolo’ com o número 70, do qual saíram centenas de bolachas em forma de Santuário, que foram presenteadas a todos os presentes.

A alegria familiar tomou conta do ambiente e, assim, diante do Santuário, a família celebrou, cantou, bateu palmas, pois a alegria foi grande.

No domingo, 15 de abril, a Missa festiva será na igreja matriz Nossa Senhora das Dores e, como há 70 anos, partirá de lá a procissão após a Missa, rumo ao Santuário, onde será renovado o compromisso de amor com a Mãe Três Vezes Admirável.

Informações sobre as atividades em 15 de abril: (55) 3221 6114

   

Fotos Ir M Rosequiel Fávero

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Vem participar da festa do Santuário Tabor!

Hoje, 11 de abril, completam-se 70 anos desde a inauguração do Santuário Tabor, feita na presença de nosso Pai e Fundador.

Passadas sete décadas, temos muito o que agradecer a Deus pelas maravilhas que Ele operou neste lugar de graças.

Às 20h acontecerá a celebração festiva na Capela Tabor e depois diante do Santuário.

No domingo, 15 de abril, acontecerá a Santa Missa às 10h na paróquia Nossa Senhora das Dores e logo após a procissão ao Santuário (como aconteceu em 11 de abril de 1948).

Haverá um almoço festivo no Centro Mariano (cartões já esgotados!). Às 14h a Família de Schoenstatt estará novamente reunida para uma vivência no auditório do Centro Mariano.

A festa será encerrada com a Bênção Eucarística às 15h na Capela Tabor.

Informações: (55) 3221 6114 – Face: Santuário Tabor 

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Santuário Tabor: 70 anos formando filhos heroicos

 

Karen Bueno – “Ela (a Mãe de Deus) nos diz… Sem vocês, não posso realizar a minha obra”. Essa frase é uma mensagem fundamental do Pe. José Kentenich no dia da inauguração do Santuário Tabor, de Santa Maria/RS, em 11 de abril de 1948.

E a resposta que se despertou em muitos corações foi um “eis-me aqui!”

Ao longo de 70 anos, o Santuário Tabor tornou-se escola de filhos heroicos do Tabor. O Diác. João Luiz Pozzobon o visitava diariamente e levava os trabalhos e frutos de sua Campanha: “Pude compreender que eu, também, tinha que fazer despertar o heroísmo. Não só o cumprimento do dever – todos temos a obrigação de fazê-lo – mas o heroísmo, esse heroísmo total, de entrega”.

Ir. M. Emanuele Seyfried tornou-se responsável pelos peregrinos pouco tempo após a consagração do Santuário Tabor: “Com a inauguração do Santuário começou uma nova fase da história […].Agora o Senhor Padre (Pe. José Kentenich) dizia: a Mãe está aqui, Schoenstatt é aqui, ela ergueu aqui o seu trono, seu Tabor, e quer irradiar suas magnificências para todo o Brasil a partir daqui. Portanto, a partir da inauguração entrou em nossa vida a convicção que a Mãe quer fazer o principal, que ela opera milagres”.

Muitos outros nos nomes foram se somando à galeria de vidas entregues a este Santuário:
Pe. Celestino Trevisan, Pe. Máximo Trevisan, Ir. M. Custódia Lovércio, Ir. M. Teresinha Gobbo, Juarez Martins Hoppe, Paulo Tochetto, Lucia Rensi… Leigos e consagrados que hoje são um exemplo pela fidelidade à Aliança de Amor e inspiram as novas gerações.

Juventude do Tabor

Valorizando a história e apoiando-se nela, as novas gerações também desejam – como diz João Pozzobon – esse heroísmo total, de entrega. Maria Clara Lovato, da Juventude Feminina, conta: “O Santuário Tabor é um lar onde posso criar raízes pra que a árvore da santidade vá aos poucos crescendo na minha vida. Essas raízes são os vínculos com as pessoas que conheci pelo Movimento, a relação com a Mãe de Deus, que é meu abrigo e modelo e toda a pedagogia do nosso Pai, que se encontra sempre no Santuário a nossa espera. Sem essas raízes, ou quando fico um tempo sem ir ao Santuário, sinto que é muito fácil me deixar levar pelos ventos do mundo, da comodidade e do egoísmo, além da secura espiritual pela falta de ‘água’ para esta árvore, que seriam as bênçãos”.

Ela continua: “Para mim o Santuário é a raiz e o ponto de partida, de onde os grandes ideais e heróis nascem, são gerados, inspirados e enviados a transformar o mundo. Resumindo, é um alicerce, uma raiz que, ao mesmo tempo em que sustenta e nutre, faz penetrar no mais íntimo do ser e sempre de novo me faz refletir, através do contato com a Mãe de Deus, sobre o que Deus espera e deseja para mim”.

 

Fonte: schoenstatt.org.br