Noviços dos Padres de Schoenstatt peregrinam ao Santuário Tabor

Noviços dos Padres de Schoenstatt peregrinam ao Santuário Tabor

Entre os dias 22 e 23 de agosto, o Santuário Tabor recebeu a visita de 17 noviços dos Padres de Schoenstatt, de oito países, acompanhados por dois Padres formadores. Em sua peregrinação, o grupo teve a oportunidade de conhecer mais profundamente a herança deixada pelo Padre José Kentenich ao Brasil e de percorrer os caminhos do Venerável Diácono João Luiz Pozzobon, conhecendo os lugares marcados por sua vida e missão.

Ao visitar a casa onde João Luiz Pozzobon viveu, os lugares por onde passou, as pessoas que fizeram parte de sua história, as capelas por ele construídas e especialmente, o Santuário Tabor, local em que recebera a grande emissão da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, os noviços puderam contemplar de maneira mais concreta a simplicidade e a grandeza de sua vocação.

O brasileiro Carlos Bezerra Jr., um dos noviços, partilha a experiência: “Em cada lugar visitado, fomos descobrindo um pouco mais daquele homem simples que, com uma fidelidade extraordinária, colocou sua vida a serviço da missão. Ao conhecer sua casa, os lugares por onde caminhou, as pessoas com quem conviveu, as capelas e o Santuário onde sua missão encontrou seu centro, fica ainda mais fácil compreender que sua grandeza não estava em realizar coisas extraordinárias, mas em ter levado a sério aquilo que Deus lhe confiou, de uma forma tão heroica e filial.”

Na foto, os três noviços brasileiros: Guilherme, Carlos e Flávio (da esquerda para a direita)

Para os noviços, que se encontram em um período de preparação para o sacerdócio, percorrer os caminhos trilhados por João Luiz Pozzobon tornou-se também uma oportunidade de olhar para a própria vocação. A experiência despertou uma pergunta que permanece como convite para o discernimento: quais são os caminhos que Deus nos chama a percorrer?

“A vida de Pozzobon me faz lembrar que uma missão não se realiza apenas com grandes decisões, mas sobretudo com pequenos passos dados todos os dias, com fidelidade, confiança e espírito de serviço, fazendo as pequenas coisas de uma forma magnânima”, continua Carlos.

Enviai, Senhor, operários à vossa messe

A peregrinação ao Santuário Tabor foi, assim, uma oportunidade de aprofundar a missão e a espiritualidade de Schoenstatt, tendo diante dos olhos o testemunho concreto de um homem que fez de sua vida uma resposta generosa ao chamado de Deus. Que esta experiência ajude os noviços a amadurecerem sua vocação e a prepararem-se, com renovada decisão e profundidade, para o sacerdócio a serviço de Schoenstatt e da Igreja.

Rezemos pelo Instituto dos Padres de Schoenstatt, pelas vocações à Comunidade, e especialmente pelos noviços:

Agustín Goyanes (Argentina), Andrés Pérez (Espanha), Armando Gimenez (Argentina), Carlos Bezerra Jr (Brasil), Daniel Gómez (México), Emilio Oliva (EUA), Emilio Woltman (México), Flávio Santos (Brasil), Gonzalo Navas (Espanha), Guilherme Ribeiro (Brasil), Horacio Lawes (Paraguai), José Otaegui (Chile), Juan Pablo Seré (Argentina), Mauricio Canales (EUA), Pablo Enciso (Paraguai), Roberto Urquizo (Ecuador) e Santiago Saénz (México).02

Rainha da Filialidade Heroica, aceita a coroa

Rainha da Filialidade Heroica, aceita a coroa

Ir. Maria da Graça Sales Henriques – Hoje fazemos memória da coroação da Mãe de Deus como Rainha da Filialidade Heroica, realizada por nosso Pai e Fundador, em 20 de agosto de 1949.

Na época, autoridades eclesiásticas cumpriam a sua função de submeter a Obra de Schoenstatt ao exame a que é sujeito todo o carisma inovador que se manifesta na Igreja. Nosso Pai e Fundador, consciente da sua responsabilidade pelo carisma recebido, procurava, por sua vez, defender e desdobrar na Igreja o dom da graça que Deus lhe confiara.

A história prova que ao longo dos séculos a integração de novas formas de vida cristã na vida da Igreja nunca é fácil nem isenta de tensões e incompreensões, falhas e faltas humanas que podem dar lugar até a injustiças. À luz da fé na divina Providência, reconhecemos, porém,  que através das limitações humanas, Deus confirma a autenticidade do carisma. Para usar uma expressão do Cardeal Ratzinger, este se encontra em um campo de tensões entre a obediência devida, por um lado, às autoridades da Igreja e, de outro lado, ao carisma recebido.

É este o cenário de fundo da coroação da Mãe de Deus em 20 de agosto de 1949 como Rainha da Filialidade Heroica, no Santuário Tabor. Reconhecendo a fecundidade da sua atuação no Santuário, como resposta à fidelidade ao carisma, nosso Pai e Fundador reza, ao coroá-la:

“Novamente nos confessamos por teu reinado …
Na verdade, revelaste tuas glórias como a grande Rainha Tabor!
(…) Assim, pedimos-te que aceites a coroa como expressão de profunda gratidão.
Este é um ato de gratidão pelo teu poder, pelo grande poder de tuas glórias”!

De igual forma, confia à Mãe de Deus a responsabilidade pelos problemas que surgiram “no espaço e no âmbito da Igreja”, no contexto da luta pelo reconhecimento do carisma que Deus lhe confiou. Expressando que seu único desejo e intento é o serviço à missão da Igreja, formula a súplica filial: “Pedimos-te que não cesses de suplicar a Jesus, ao Pai e ao Espírito Sato, enquanto não conseguires realizar o grande fim, para o qual nos conduziste à Igreja e nos introduziste na Igreja, para que, na Igreja e pela Igreja, realizemos as tarefas que, assim cremos, tu mesma depositaste sobre nossos fracos ombros.”

Filialidade Heroica: herança e missão

Sintetiza esse “grande fim”, a tarefa depositada sobre os “fracos ombros” no pedido: “Cuida que todos os filhos de Schoenstatt, … recebam e conservem, até o fim dos tempos, a graça da filialidade heroica e, com ela, a garantia do elemento essencial de nossa espiritualidade.”

O Padre Kentenich estava profundamente consciente que Deus lhe confiara, através de Maria, a missão de conduzir muitos corações a se entregarem filialmente a Deus, Pai de amor e de misericórdia.  A “filialidade heroica” que considerava elemento essencial da espiritualidade de Schoenstatt, é a resposta a todos os problemas e desafios da nossa época que separa inteiramente de Deus a vida concreta, a história da humanidade e a vida individual. Reconhecer Deus, Pai de bondade, por trás de todos os acontecimentos e desafios e se entregar a ele em confiança filial; não deixar jamais de acreditar que tudo vem do seu amor e que Ele só quer o nosso bem; perseverar na entrega filial e confiante a sua condução é a graça da filialidade heroica que a Mãe de Deus concede no Santuário como resposta ao grande pedido de nosso Pai e Fundador, ao coroá-la como Rainha da Filialidade Heroica em 20 de agosto de 1949.

A filialidade heroica, dom de Deus e missão é a grande resposta que somos chamados a dar, em Maria, à angústia, insegurança e desenraizamento que hoje marcam a experiência existencial de tantas pessoas.

Uma história que une Schoenstatt e Pallotti

Uma história que une Schoenstatt e Pallotti

Reinauguração da Capela Mãe Rainha celebra os 140 anos da chegada dos Palotinos ao Brasil e renova uma história de fé e Aliança de Amor.

Larissa Rodrigues – A celebração dos 140 anos da chegada dos Padres e Irmãos Palotinos ao Brasil ganhou um significado especial no dia 1º de agosto. No Seminário Palotino de Vale Vêneto, distrito de São João do Polêsine/RS, foi reinaugurada a Capela Mãe Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt, construída em 1964 por padres, seminaristas e benfeitores e que, desde então, se tornou um importante espaço de oração, formação espiritual e vivência da Aliança de Amor.

Foto: TV Leal

A cerimônia reuniu religiosos palotinos, membros da Família de Schoenstatt, moradores da região e visitantes que participaram da 41ª Semana Cultural Italiana de Vale Vêneto. Mais do que apresentar um espaço restaurado, a celebração recordou a história construída em torno da Capela ao longo de mais de seis décadas e renovou sua missão de acolher todos aqueles que buscam, junto à Mãe e Rainha, um caminho de encontro com Cristo.

Na homilia, o provincial dos Palotinos, Pe. Jadir Zaro, destacou que a coincidência entre a reinauguração da Capela e o jubileu dos 140 anos da presença palotina não é apenas simbólica, mas um convite para olhar o passado com gratidão e o futuro com esperança. “Esta rica história de 140 anos não é um mero fato do passado a ser arquivado; ela é uma realidade viva que pulsa em cada tijolo deste Seminário”, afirmou. Para ele, preservar esse patrimônio significa valorizar “esses tesouros que foram sendo cultivados e preservados” e oferecer às novas gerações um espaço onde a fé continue sendo cultivada.

Um lugar de graças

A presença da Mãe Rainha em Vale Vêneto começou ainda no fim da década de 1940, quando foi erguido um pequeno oratório junto ao seminário. Em 1951, durante sua visita ao Rio Grande do Sul, o fundador do Movimento Apostólico de Schoenstatt, Pe. José Kentenich, conheceu aquele espaço de oração. Com o passar dos anos, porém, o crescimento do número de seminaristas tornou o oratório pequeno para acolher a intensa vida espiritual que se desenvolvia junto à Mãe de Deus.

Em 1963 nasceu o projeto de construir uma nova Capela. Sem recursos financeiros, padres, seminaristas, famílias e benfeitores uniram esforços para transformar o sonho em realidade. Organizaram rifas, apresentações teatrais e diversas campanhas para arrecadar recursos, enquanto muitas pessoas colaboraram com materiais, mão de obra e doações. A mobilização foi tão grande que praticamente toda a comunidade participou da construção.

Quem viveu aquele período guarda até hoje lembranças muito vivas. Pedro Roggia, seminarista na época da construção, participou da celebração de reinauguração e recordou a dedicação de todos que ajudaram a erguer a Capela. “Sempre é bom recordar e reviver aquilo que nós começamos há 64 anos. Depois da conclusão da Capela, muitas pessoas, em grupo e também individualmente, fizeram sua consagração à Mãe e Rainha”, afirmou. Ao recordar aqueles dias, ele resume em poucas palavras o espírito da comunidade: “O entusiasmo, o incentivo e a disposição de todo mundo. O empenho em construir esta casa da Mãe, que era nossa casa, nosso abrigo espiritual.”

O esforço coletivo deu origem à Capela, inaugurada em 18 de outubro de 1964, durante as comemorações dos 50 anos da fundação da Obra Internacional de Schoenstatt. A partir daquele momento, o local passou a integrar a vida cotidiana do Seminário Palotino. Ali eram celebradas as missas dos cursos, realizavam-se momentos de oração e muitos seminaristas selavam sua Aliança de Amor com a Mãe e Rainha, fortalecendo a espiritualidade que mais tarde levariam para diferentes regiões do Brasil.

Renovar a missão

Ao recordar essa história, o Pe. Jadir destacou que a Capela guarda a memória de incontáveis experiências vividas junto à Mãe de Deus. “Quem de nós, durante os seus momentos de espiritualidade, de oração e de questionamento vocacional, não chegou diante da Mãe Rainha e pediu o seu auxílio e a sua intercessão para continuar a caminhada?”, questionou. Para ele, a restauração do espaço ultrapassa a conservação do patrimônio material. “As pessoas que vierem aqui não vejam simplesmente paredes, mas percebam também essa presença tão significativa de Maria, que pode auxiliar na sua vida, na sua vocação e na sua missão.”

A reinauguração foi marcada pelo rito de bênção da Capela, conduzido pelo provincial, e por uma oração preparada especialmente para a ocasião. Nela, a comunidade agradeceu pelas graças recebidas ao longo da história daquele lugar e confiou novamente a Capela à proteção da Mãe Três Vezes Admirável. Inspirados na espiritualidade da Aliança de Amor, os participantes rezaram: “Como em 1964, toma novamente posse deste lugar. Faz que todos os que aqui vêm para rezar experimentem abrigo em teu coração de Mãe, sejam por ti educados na fé e na esperança e daqui partam como apóstolos de teu Filho Jesus.”

Ao encerrar a celebração, Pe. Jadir recordou que preservar lugares como a Capela de Vale Vêneto significa manter viva uma herança espiritual construída por muitas mãos ao longo das últimas décadas. “Nós somos depositários dessa riqueza. Cabe a nós preservá-la e transmiti-la para aqueles que virão depois de nós”, afirmou.

A reinauguração da Capela Mãe Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt abre, assim, um novo capítulo de sua história. Erguida pelo esforço de padres e seminaristas pallottinos e benfeitores, ela continua a cumprir a missão para a qual foi construída: ser um lugar de oração, de formação na fé e de encontro com Maria, onde as novas gerações possam renovar sua Aliança de Amor e partir como discípulos missionários de Cristo.

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Com informações de Santuário Tabor, TV Leal e Diário SM

Fonte: schoenstatt.org.br

3ª Festa do Tabor – seis dias oração e celebração no Santuário Tabor

3ª Festa do Tabor – seis dias oração e celebração no Santuário Tabor

Entre os dias 1º e 6 de agosto de 2026, o Santuário Tabor, em Santa Maria (RS), promove a 3ª Festa do Tabor. Inspirada pelo tema “Levantai-vos e não tenhais medo!” (Mt 17,7), a programação prepara a celebração da Solenidade da Transfiguração do Senhor e convida famílias, peregrinos e toda a comunidade a se aprofundarem na missão do Santuário de Schoenstatt como um novo Tabor. À semelhança dos discípulos no monte da Transfiguração, todos são convidados a fazer a experiência da transformação pela presença de Cristo e de Maria, que os leva a exclamar: “Senhor, é bom estarmos aqui!” (cf. Mt 17,4).

A abertura da festa acontece no sábado, 1º de agosto, às 18h, com a Santa Missa presidida pelo Padre Ailton Joaquim de Oliveira (SAC), pároco da Paróquia Nossa Senhora das Dores. Neste primeiro dia, dedicado ao tema “A Acolhida do Tabor”, haverá também a bênção da saúde, a inauguração do bicicletário com a bênção das bicicletas, venda de lanches na tenda de alimentação e apresentação musical de Fernando Ávila.

No domingo, 2 de agosto, a programação continua às 10h30, com a Santa Missa presidida pelo Padre Rodrigo Cabrera, do Instituto dos Sacerdotes Diocesanos de Schoenstatt e pároco da Paróquia Santa Catarina, com a participação do regente Lucas Siduoski e o coral da Escola Mater Educatrix. Com o tema “O Encontro no Tabor”, o dia contará ainda com a bênção das famílias e um almoço festivo na Reitoria Nossa Senhora das Graças, em benefício da Causa de Beatificação do Venerável Diácono João Luiz Pozzobon.

Faça sua reserva de almoço.

A segunda-feira, 3 de agosto, será dedicada ao tema “A Fé do Tabor”. Às 18h15, o Terço dos Homens Mãe e Rainha conduzirá a oração do Terço e às 19h, haverá a Santa Missa, presidida pelo Padre Marco Junior Cruz dos Santos, da Arquidiocese de Santa Maria, contará com a participação da Escola de Educação Infantil Abelhinhas e será seguida pela bênção das mães gestantes.

Na terça-feira, 4 de agosto, o tema será “A Esperança do Tabor”. A Santa Missa, às 19h, será presidida pelo Padre Vitor Hugo Possetti (ISch) e será marcada pela bênção das chaves das casas e a venda de pastéis.

A programação da quarta-feira, 5 de agosto, será dedicada à “Família do Tabor”. As confissões terão início às 18h, seguidas da Santa Missa, às 19h, novamente presidida pelo Padre Vitor Hugo. Este 5º dia contará com a participação da Escola Jardim de Maria e da Orquestra Infanto juvenil Som e Arte.

As festividades serão concluídas na quinta-feira, 6 de agosto, com a celebração da Solenidade da Transfiguração do Senhor. A Santa Missa, às 19h, será presidida pelo Padre Antônio Bracht (ISch), Diretor Regional do Movimento Apostólico de Schoenstatt. As festividades serão concluídas com a procissão luminosa até o Santuário, seguida de um momento de confraternização, com música ao vivo, venda de pastéis e bolo.

Participe das atividades junto ao Santuário e faça sua experiência de Tabor!

Renovação da Aliança no Santuário Tabor

Renovação da Aliança no Santuário Tabor

O dia 18 de cada mês é uma data especial para toda a Família de Schoenstatt. Em diferentes partes do mundo, os schoenstattianos se unem, espiritual ou fisicamente, aos Santuários de Schoenstatt para renovar a Aliança de Amor com a Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável e oferecer suas contribuições ao Capital de Graças, como expressão concreta do cultivo de uma vida em aliança com Maria.

No último dia 18 de julho, centenas de peregrinos reuniram-se no Santuário Tabor para participar da Santa Missa e da renovação da Aliança de Amor.

A celebração foi presidida pelo Padre Rodrigo Cabrera, do Instituto dos Sacerdotes Diocesanos de Schoenstatt e concelebrada pelo Padre Anderson Pelizari, pároco da Paróquia Santa Inês, de Três Passos – Diocese de Frederico Westphalen, com a assistência litúrgica do Diácono Permanente João Manuel. A preparação da liturgia esteve a cargo dos Guardas Nobres do Santuário Tabor.

Inspirando-se na liturgia do 16º Domingo do Tempo Comum, Padre Rodrigo destacou, em sua homilia, a necessidade de discernir a má semente que, muitas vezes, procura infiltrar-se em nossa vida e comprometer a fecundidade da boa semente do Evangelho. Recordando a parábola do joio e do trigo, ressaltou que Cristo nos ensina que no momento oportuno da colheita é possível discernir o joio e do trigo, a Verdade da mentira, e deste modo é necessário decidir com veemência ‘arrancar’ de nossa vida tudo o que vem do maligno.

Ao término da Santa Missa, todos seguiram em procissão ao Santuário Tabor para a renovação da Aliança e a queima do Capital de Graças na Taça de José Engling, confiando à Mãe de Deus seus esforços, sacrifícios e orações.

Na ocasião, também foi realizado o envio da imagem da Mãe Peregrina Auxiliar para a Paróquia Santa Catarina, onde o Padre Rodrigo Cabrera exerce seu ministério como pároco. Acompanhado por alguns paroquianos, ele recebeu a imagem, levando consigo a presença da Mãe e Rainha para fortalecer a missão evangelizadora na comunidade paroquial.

Um tesouro escondido no campo

Um tesouro escondido no campo

A liturgia deste 17º domingo do tempo comum convida-nos a refletir quais são nossas prioridades e valores sobre os quais fundamentamos nossa vida. Jesus, através do evangelista São Mateus, apresenta-nos três parábolas, que sob este aspecto complementam-se mutuamente.

Nas duas primeiras parábolas, o Senhor diz: “O Reino dos Céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo. O Reino dos Céus também é como um comprador que procura pérolas preciosas. Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola.”

Papa Francisco, a 20 de julho de 2020, comenta esta passagem na oração do angelus: “Jesus, que é o tesouro escondido e a pérola de grande valor, só pode suscitar alegria, toda a alegria do mundo: a alegria de descobrir um sentido para a própria vida, a alegria de senti-la comprometida com a aventura da santidade”. Suas palavras ressoam ainda hoje e nos convidam a (re)descobrir a beleza e a alegria de pertencer, ajudar a construir e ser sinal vivo do Reino de Deus, o que plenifica de sentido nossa existência.

Graça divina e disponibilidade humana

Como os discípulos, somos interpelados a perceber que “tanto o homem quanto o comprador das duas parábolas vendem tudo aquilo que possuem, abandonando assim suas seguranças materiais. Disso se entende que a construção do Reino exige não somente a graça de Deus, mas também a disponibilidade ativa do homem.”  Não somos objetos passivos, mas colaboradores ativos do Reino, o que exige de nós o radicalismo para decidir-nos por aquilo que corresponde a esta vocação e agirmos de forma consequente, sendo capazes de abandonar seguranças e pretensões humanas.

A terceira parábola, conduz-nos um passo a mais, à semelhança da parábola do joio e do trigo, refletida no último domingo. Agora, Jesus usa a imagem da rede, que lançada ao mar apanha peixes bons e maus. Finalizada a pesca, os pescadores, sentados à beira da praia, separam os peixes. Deus não tem pressa, ele não deseja condenar à morte, mas que todos tenham vida em abundância e cheguem ao conhecimento da verdade.

Recorrendo a uma linguagem humana, poderíamos dizer que Deus ‘espera’ nossa conversão; concede-nos graças e forças para decidir-nos pelo seu Reino, deixando tudo, com alegria, afim de confessarmos como o salmista: “É esta a parte que escolhi por minha herança: observar vossas palavras, ó Senhor! A lei de vossa boca, para mim, vale mais do que milhões em ouro e prata.”

Imagem de capa: IStock

Retiro com a Venerável Irmã M. Emilie Engel, no Santuário Tabor

Retiro com a Venerável Irmã M. Emilie Engel, no Santuário Tabor

Amanhã, 26 de julho, acontecerá junto ao Santuário Tabor, o III Retiro de Oração com a Venerável Irmã M. Emilie Engel. A proposta contempla uma tarde de espiritualidade, oração e silêncio, impulsionada pelo testemunho de vida de Irmã M. Emilie Engel, Irmã de Maria de Schoenstatt que está em processo de beatificação e cujas virtudes heroicas foram proclamadas em 2012, pelo então Papa Bento XVI.

A programação inicia às 14h30 min com o credenciamento. Às 15h, haverá a oração do Terço da divina Misericórdia e bênção do Santíssimo Sacramento. Posteriormente, segue-se o retiro com dois momentos de formação, que nesta terceira edição serão conduzidos pelo Padre Luiz Fernando Santana Xavier, Capelão da Base Aérea Militar de Santa Maria e a Ir. M. Denise Mendes Ternes (IMS).

O ‘fio condutor’ que guiará as reflexões deste retiro será a fé e confiança na Divina Providência. Ressaltando estas virtudes que se salientavam na personalidade de Ir. M. Emilie, Padre José Kentenich certa vez afirmou: “Ela é uma filha da Providência dos pés à cabeça”.

A conclusão se dará com a Santa Missa, às 18h, na Capela Tabor, para qual toda a comunidade é convidada a participar.

Para a participação é sugerido um investimento de R$35,00.

Um final de semana de peregrinações junto ao Santuário Tabor

Iniciaram as peregrinações deste ano de 2026 ao Santuário Tabor, percorrendo os passos de nosso Pai e Fundador, Padre José Kentenich, e aprofundando-se na vida e obra do Venerável Diácono João Luiz Pozzobon!

Um grupo de famílias, missonários e jovens do Movimento de Schoenstatt vindos de Londrina/PR, aproveitaram todo o feriado de carnaval para uma profunda imersão nas raízes da história de Schoenstatt no Brasil, não apenas visitando os lugares marcados pelo Padre Kentenich e João Pozzobon, mas vivenciando as graças do lugar de origem da Campanha da Mãe Peregrina, braço apostólico da Obra de Schoensattt que hoje se extende a mais de 100 países.

No domingo de manhã, o Santuário Tabor também acolheu uma peregrinação de Posadas, Argentina. Um grupo muito fervoroso e atento, que saiu repleto de gratidão por ter conhecido o Santuário e experimentado a acolhida junto ao Tabor da Mãe de Deus.

Se você também quer agendar a sua peregrinação ao Santuário Tabor, não perca tempo e entre em contato conosco:

Pelo email: santuariotabor.informa@gmail.com

Pelo WhatsApp: (55) 9 8100-2712

Janeiro: horário das Santas Missas junto ao Santuário Tabor

Neste primeiro mês de 2026, os horários das Missas junto ao Santuário Tabor são os seguintes:

  • Diariamente às 7h na Capela Tabor
  • Sábados às 18h na Capela Tabor
  • Terça-feira à Sexta-feira às 18h no Santuário
  • 18 de janeiro (Dia da Aliança) haverá Missa às 7h na Capela Tabor e às 20h junto ao Santuário (se chover, no auditório do Centro Mariano).
  • Confissões: somente às quartas-feiras, às 17h, junto à Capela Tabor.

Atenção: Intenções para as Santa Missas podem ser pedidas na lojinha do Santuário ou pelo whatsapp  55 984339249.