Novena de Natal com São José – nono dia

“Prostrando-se diante dele, o adoraram” (Mt 2,11)

Logo mais é Natal! Jesus virá! “Nossa casa” está preparada? Com José e Maria, queremos dar os últimos retoques, sobretudo em nosso coração. Vamos olhar para a estrela e seguir o seu caminho, sem nos deixar influenciar por aquilo que não é essencial.

Festejaremos unidos a todos da família e ao mesmo tempo, cada um em sua casa. Assim foi também em Belém. Não havia ali parentes, mesa com ceia e nem tinha celulares e internet para compartilhar fotos ou realizar encontros virtuais. O que levou os pastores e os reis a encontrarem Jesus, com José e Maria, foi olhar para cima, mudar os planos e seguir a luz que veio do alto.

O Natal deste ano pode ser o mais verdadeiro que já celebramos até agora, se seguirmos o exemplo de São José, não colocando no centro o sacrifício que fazemos, mas, o amor que temos e que transborda em doação e entrega.

O Papa Francisco diz que é assim que “José exerceu a paternidade durante toda a sua vida. Não se nasce pai, torna-se tal… E não se torna pai, apenas porque se colocou no mundo um filho, mas porque se cuida responsavelmente dele… A lógica do amor é sempre uma lógica de liberdade e José soube amar de maneira extraordinariamente livre. Nunca se colocou a si mesmo no centro; soube descentralizar-se, colocar Maria e Jesus no centro da sua vida. A felicidade de José não se situa na lógica do sacrifício de si mesmo, mas na lógica do dom de si mesmo.”[1]

A alegria do amor que diz sim. Durante esses dias, meditamos como São José constantemente precisou mudar os seus planos e dar um sim aos planos de Deus. É isso que precisamos fazer, se queremos encontrar a Jesus, nesta Noite Santa, e inclinar-nos para adorá-lo. “Para encontrar Jesus, deve-se planejar um itinerário diferente, deve-se tomar outro caminho: o d’Ele, o caminho do amor humilde… Maria e José, os pastores, como os Magos, deixaram suas casas e tornaram-se peregrinos pelos caminhos de Deus. Com efeito, só encontra o mistério de Deus quem deixa os próprios apegos mundanos e se põe a caminho… não se colocam no centro, mas se prostram aos pés d’Ele, que é o centro… vão até o Senhor, não para receber, mas para dar.

Perguntemo-nos: no Natal, levamos algum presente a Jesus, pela sua festa, ou trocamos presentes apenas entre nós?”[2]

Jesus nasce hoje! Vamos até Belém e encontremos Maria, José e o Menino! Levemos a eles os nossos presentes! Então, se faz Natal em nossa casa, em nosso coração!

Na alegria de José e Maria, adoremos o Menino Jesus: Feliz Natal!

 

Texto: Ir. M. Nilza P. da Silva

Rezemos com Maria e com São José:

Vem Jesus, ó Rei divino,
ao meu pobre coração.
Eu te espero com saudade,
alegria e gratidão.

Se o mundo te rejeita,
com dureza e rigor,
Minha alma te acolhe,
com ternura e amor.

[1] Patris Corde, 7

[2] Papa Francisco, 6.1.2019

Fonte: schoenstatt.org.br

Um presépio online no encontro da União de Famílias do Rio Grande do Sul

Sandro e Marilise Santos – A pandemia e o distanciamento social deixaram a comunidade da União de Famílias de Schoenstatt ainda mais unida este ano, embora de forma virtual!

Um exemplo disso ocorreu no quarto domingo do Advento, quando as famílias da União do Rio Grande do Sul se reuniram online, para uma vivência conjunta de encerramento das atividades do ano.

Um vídeo com uma retrospectiva das atividades realizadas e correntes de vida surgidas ao longo do ano foi apresentado. Em seguida, a história do primeiro presépio, preparado por São Francisco de Assis, foi narrada e encenada pelas crianças, de zero a 12 anos, cada uma em sua casa. As mamães vestiram e prepararam as crianças com muito carinho, de acordo com o personagem que cada uma representou. E então, no momento certo, previamente combinado, as câmeras eram ligadas e as crianças, uma a uma, entraram em cena e foram as estrelas da noite, iluminando com sua alegria e espontaneidade o presépio em torno do Deus Menino.

Uma oração, a benção de nosso Pai e Fundador em latim e abraços virtuais, com votos de Feliz Natal, encerraram este momento especial de partilha entre as famílias da União RS.

Novena de Natal com São José – oitavo dia

“Encontraram Maria, José e o menino”

De repente, os pastores veem um anjo que ilumina a escuridão da noite e lhes anuncia: “Não temais, eis que vos anuncio uma Boa Nova que será alegria para todo o povo: Hoje vos nasceu na Cidade de Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor… E subitamente ao anjo se juntou uma multidão do exército celeste, que louvava a Deus e dizia: ‘Glória a Deus no mais alto dos céus e na terra paz aos homens de boa vontade.’

Depois que os anjos os deixaram e voltaram para o céu, falaram os pastores uns com os outros: ‘Vamos até Belém e vejamos o que se realizou e o que o Senhor nos manifestou’ Ele foram com grande pressa e acharam Maria e José, e o menino deitado na manjedoura.” (Lc 2,10-16) Em Belém, José “foi testemunha da adoração dos pastores, que acorreram ao lugar onde Jesus nascera… Mais tarde, foi testemunha também da homenagem dos Magos, vindos do Oriente”[1], seguindo a luz de uma estrela.

José está ali, como esposo e pai. Sigamos os planos de Deus e mantenhamos a Sagrada Família unida, reconhecendo toda a dignidade e grandeza de São José. Disse o Pe. José Kentenich que “Maria reconhece a posição dirigente de São José, na ordem do ser da pequena família sagrada e, dócil e amorosamente, concedeu a seu Filho a posição que lhe competia, conforme o ser, em sua vida.”[2]

Como Jesus e Maria, confiemos que São José vela por nós, com ternura de pai, e quer ajudar a preparar o nosso coração e de nossa família para um Santo Natal. “O Filho do Todo-Poderoso vem ao mundo, assumindo uma condição de grande fragilidade, ele necessita de José para ser defendido, protegido, cuidado e criado. Deus confia neste homem, e o mesmo faz Maria que encontra em José aquele que não só Lhe quer salvar a vida, mas sempre a sustentará a Ela e ao Menino.”

José amou a Jesus. Ele “teve em relação a Jesus, todo aquele amor natural e toda aquela solicitude afetuosa que o coração de um pai possa experimentar. Com a autoridade paterna (que Deus lhe deu) sobre Jesus, Deus comunicou também a José o amor correspondente para com seu Filho”

Aplicar em minha vida:José cumpre fielmente o “nada sem nós” que Deus lhe confia na Obra da Redenção. Ao ler a Bíblia, vemos que por de suas ações ele tem a coragem de amar e provar por meio de ações concretas que realmente ama a Jesus e Maria.

“Rezar o Terço em família e entre namorados é uma das formas de se obter este dom (a indulgência). São José foi o esposo de Maria, pai de Jesus e guardião da família de Nazaré. Ali floresceu a sua vocação. A esse propósito, a Penitenciaria Apostólica convida as famílias cristãs a recriar ‘a mesma atmosfera de comunhão íntima, de amor e oração que se vivia na Sagrada Família’.”

 

Texto: Ir. M. Nilza P. da Silva

Rezemos com Maria e com São José:

Vem Jesus, ó Rei divino,
ao meu pobre coração.
Eu te espero com saudade,
alegria e gratidão.

Se o mundo te rejeita,
com dureza e rigor,
Minha alma te acolhe,
com ternura e amor.

[1] Redemptoris Custus, Papa João Paulo II

[2] Espiritualidade Mariana do instrumento

Foto: Cathopic.com

Fonte: schoenstatt.org.br

 

Vais comigo ao presépio? Quarta parte

[vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=AkvCMr9j3w4″ el_width=”90″ align=”center”]

Desde o início do Advento fomos convidados a acompanhar José e Maria ao presépio. As Irmãs de Maria de Schoenstatt que moram junto ao Santuário Tabor, em Santa Maria/RS, convidaram a quatro momentos de reflexão junto ao presépio erguido no jardim do Santuário e repetiram sempre de novo o convite, em nome de Maria e José: “Vais comigo ao presépio?” Hoje, podemos assistir à última destas reflexões.

Desde o primeiro vídeo todos foram convidados a enviar seus nomes e de seus familiares e amigos para serem escritos nas pedras colocadas no caminho que conduz ao presépio. Ainda tem lugar para mais nomes e pedras…

Ainda não mandou o seu nome? Tem um parente ou amigo que deseja mandar seu nome? Basta clicar AQUI, para acessar o formulário e enviar os nomes.

 

Novena de Natal com São José – sétimo dia

“Envolvendo-o em faixas, reclinou-o numa manjedoura”

Normalmente, o presépio nos apresenta São José com uma lanterna na mão, sinal da chama de sua fé, que nunca se deixou abalar. Despojado de todos os bens materiais, da justa honra que um esposo e pai gostaria de ter, por conseguir oferecer o melhor para sua família, na pobre gruta, José ainda brilha. A luz de seu abandono na fé preenche a gruta e tranquiliza Maria, eles vivenciam que a Providência Divina não abandona os que colocam o Reino de Deus em primeiro lugar. “Estando eles ali… ela deu à luz seu filho primogênito. Envolvendo-o em faixas, reclinou-o numa manjedoura.”[1]

Amparada pelo amor e a companhia de José, “Maria é aquela que sabe transformar um curral de animais na casa de Jesus, com uns pobres paninhos e uma montanha de ternura. Ela é a serva humilde do Pai, que transborda de alegria no louvor.”[2]

O pequeno recém-nascido, Menino “Jesus viu a ternura de Deus em José”[3]

“Nele se pode vislumbrar o homem novo, que olha para o futuro com confiança e coragem, não segue o seu próprio projeto, mas se entrega totalmente à infinita misericórdia Daquele que torna realidade as profecias e abre o tempo da salvação”[4]. “São José assumiu sua paternidade à sombra de Deus Pai. Jesus homem aprendeu a dizer ‘papai’ a Deus Pai, aprendeu do testemunho de José”[5], disse o Papa Francisco.

E ele continua: “Às vezes também a nossa vida parece à mercê dos poderes fortes, mas o Evangelho nos diz que Deus consegue sempre salvar aquilo que conta, desde que usemos a mesma coragem criativa do carpinteiro de Nazaré, o qual sabe transformar um problema numa oportunidade, antepondo sempre a sua confiança na Providência. Se, em determinadas situações, parece que Deus não nos ajuda, isso não significa que nos tenha abandonado, mas que confia em nós com aquilo que podemos projetar, inventar, encontrar.”[6] “A ternura é a melhor forma para tocar o que há de frágil em nós… Só a ternura nos salvará… Por isso, é importante encontrar a Misericórdia de Deus, especialmente no sacramento da Reconciliação, fazendo uma experiência de verdade e ternura.”[7]

Aplicar em minha vida:O milagre de Belém se atualiza em nossa vida, quando o coração se decide pelo que é maior, sem fazer exigências e se abrindo para acolher a Deus que nos abraça por meio da realidade.

“São José, verdadeiro homem de fé, nos exorta a reencontrar a relação filial com o Pai, a renovar a fidelidade à oração, a ouvir e corresponder com profundo discernimento à vontade de Deus. Por isso, recebe a indulgência desse ano de São José, “quem meditar ‘por pelo menos 30 minutos a oração do Pai-Nosso’, ou participar de um retiro espiritual, mesmo por um dia ‘que inclui uma meditação sobre São José’”[8]

 

Texto: Ir. M. Nilza P. da Silva

Rezemos com Maria e com São José:

Vem Jesus, ó Rei divino,
ao meu pobre coração.
Eu te espero com saudade,
alegria e gratidão.

Se o mundo te rejeita,
com dureza e rigor,
Minha alma te acolhe,
com ternura e amor.

 

– Dia 1 – E o nome da virgem era Maria

– Dia 2 – Não tenhas medo

– Dia 3 – O sim de José uniu-se ao sim de Maria

– Dia 4 – José recebeu Maria como sua esposa

– Dia 5 – Com sua esposa, Maria, que estava grávida

– Dia 6 – Não havia lugar para eles na hospedaria

 

Referências

[1] Lucas 2, 4-7

[2] Evangelii Gaudium, 286

[3] Patris Corde, 2

[4] Papa Bento XVI, 20.12.2010

[5] Papa Francisco, 18.12.2017

[6] Patris Corde, 5

[7] Patris Corde, 2

[8] https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2020-12/ano-sao-jose-indulgencia-plenaria-penitenciaria-apostolica.html

Foto: Carlos Daniel, via cathopic.com

Novena de Natal com São José – sexto dia

“Não havia lugar para eles na hospedaria” (Lc 2,7)

O jovem casal, José e Maria, finalmente chega a Belém. Podemos imaginar o alívio que isso traz para eles: “Conseguimos! Deus nos amparou e Maria dará à luz em um lugar seguro.” Então, Maria deve ter ficado aguardando, para não ter que andar muito, e José vai à procura de uma boa hospedaria. A primeira está lotada, a segunda não é tão boa, mas, também já não tem mais vaga, assim, José vai descendo o padrão de qualidade nas suas escolhas…. Até não ter mais nada a escolher. “A vontade de Deus, a sua história e o seu projeto passam também através da angústia de José”, escreve o Papa Francisco. “Assim ele ensina-nos que ter fé em Deus inclui também acreditar que Ele pode intervir inclusive por meio dos nossos medos, das nossas fragilidades, da nossa fraqueza. E ensina-nos que, no meio das tempestades da vida, não devemos ter medo de deixar a Deus o timão da nossa barca. Por vezes, queremos controlar tudo, mas o olhar d’Ele vê sempre mais longe.”[1]

Coloquemo-nos nas ruas de Belém e, com José, vamos dizer para Maria que, o único lugar disponível é um curral, fincado num buraco, onde estão também alguns animais. Se nós nos desmoronamos só de imaginar isso, José o fez do melhor modo possível e Maria acolheu do mesmo modo, um facilitando a vida do outro, e ambos se dirigem para lá, com uma “coragem criativa”, diz o Papa e “esta vem ao de cima… Com efeito, perante uma dificuldade, pode-se estacar e abandonar o campo, ou tentar vencê-la de algum modo. Às vezes, são precisamente as dificuldades que fazem sair de cada um de nós recursos que nem pensávamos ter…

José é o homem por meio de quem Deus cuida dos primórdios da história da redenção. Ele é o verdadeiro “milagre”, pelo qual Deus salva o Menino e sua mãe. O Céu intervém, confiando na coragem criativa deste homem que, tendo chegado a Belém e não encontrando alojamento, onde Maria possa dar à luz, arranja um estábulo e prepara-o de modo a tornar-se o lugar mais acolhedor possível para o Filho de Deus, que vem ao mundo.”[2]

Aplicar em minha vida:José é venerado como aquele guardião, que cuida dos bens financeiros, talvez porque ele conheceu tão bem o que é não ter nada e, ao mesmo tempo, descobrir tesouros no pouco que Deus lhe oferece. José aceita com simplicidade o “pior lugar”, como o maior presente de Deus.

A indulgência deste ano especial pode ser obtida realizando “uma obra de misericórdia corporal ou espiritual”, seguindo o exemplo de São José… que “nos exorta a redescobrir o valor do silêncio, da prudência e da lealdade no cumprimento de nossos deveres”.[3]

 

Texto: Ir. M. Nilza P. da Silva

Rezemos com Maria e com São José:

Vem Jesus, ó Rei divino,
ao meu pobre coração.
Eu te espero com saudade,
alegria e gratidão.

Se o mundo te rejeita,
com dureza e rigor,
Minha alma te acolhe,
com ternura e amor.

– Dia 1 – E o nome da virgem era Maria

– Dia 2 – Não tenhas medo

– Dia 3 – O sim de José uniu-se ao sim de Maria

– Dia 4 – José recebeu Maria como sua esposa

– Dia 5 – Com sua esposa, Maria, que estava grávida

 

[1] Patris Corde, 2

[2] Patris Corde, 5

[3] https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2020-12/ano-sao-jose-indulgencia-plenaria-penitenciaria-apostolica.html

 

Foto: Valter Cirillo em Pixabay

Fonte: schoenstatt.org.br

Novena de Natal com São José – quinto dia

                              

“Com sua esposa, Maria, que estava grávida” (Lc 2,5)

São meses de muita alegria, nessa jovem família, que se prepara para o nascimento do Filho, que é de Deus e de José ao mesmo tempo. Com certeza, José e Maria rezam diariamente e, quando vão para a sinagoga, onde ouvem ressoar, durante a oração dos Salmos, que o Deus de Israel é um Deus de ternura, que é bom para com todos e “a sua ternura repassa todas as suas obras”[1].

Essa ternura divina preenche seus corações e tece o melhor enxoval para acolher o pequeno Jesus. Sim, no ventre materno, o pequenino já é chamado pelo nome, pelo pai e pela mãe, pois o anjo disse a José: “Ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus”[2]

Deus muda seus planos mais uma vez. De repente, “apareceu um decreto de César Augusto, ordenando o recenseamento de toda a terra… Todos iam alistar-se, cada um na sua cidade”[3]. E agora? O que fazer? Podemos imaginar a aflição do jovem casal, quantas vezes rezaram e conversaram sobre como cumprir a lei e, ao mesmo tempo, ter segurança na hora do nascimento de Jesus. Quando decidem ir, abandonam-se à Providência Divina e vão com alegria, caminham bendizendo ao Senhor e procurando os sinais de sua presença. “Ele cuidará de tudo!”, assim dizem um para o outro.

“José subiu da Galileia, da cidade de Nazaré, à Judeia, à Cidade de Davi, chamada Belém, porque era da casa e família de Davi, para se alistar com a sua esposa, Maria, que estava grávida”[4].

Com essa narração, “São Lucas tem o cuidado de assinalar que os pais de Jesus observavam todas as prescrições da Lei. Em todas as circunstâncias da sua vida, José soube pronunciar o seu ‘fiat’, como Maria na Anunciação… Na sua função de chefe de família, José ensinou desde cedo Jesus a fazer a vontade do Pai.”

Aplicar em minha vida:José nos ensina que também a história da nossa salvação e de nossa família se realiza, em meio a esperanças e sofrimentos, em experiências profundas de nossas fraquezas e limites, que nosso sim a Deus inclui obedecer às regras e as leis civis.

– Quais são os planos que você precisou mudar nos últimos dias? Como você pode fazer desse Natal uma profunda e alegre vivência do nascimento de Jesus, dentro das restrições impostas com os cuidados para não ampliar a contaminação com a Covid-19?

Texto: Ir. M. Nilza P. da Silva

 

Rezemos com Maria e com São José:

Vem Jesus, ó Rei divino,
ao meu pobre coração.
Eu te espero com saudade,
alegria e gratidão.
Se o mundo te rejeita,
com dureza e rigor,
Minha alma te acolhe,
com ternura e amor.

 

– Dia 1 – E o nome da virgem era Maria

– Dia 2 – Não tenhas medo

– Dia 3 – O sim de José uniu-se ao sim de Maria

– Dia 4 – José recebeu Maria como sua esposa

 

[1] Salmo 145,9

[2] Mt 1,21

[3] Lc 2,1-3

[4] Lc 2, 4-5

Foto: cathopic.com

Fonte: schoenstatt.org.br

Novena de Natal com São José – 4º dia

“José recebeu Maria como sua esposa” (Mt 1, 24)

O humilde José agigantou-se! Seu sonho de família fora resgatado, a alegria preenche seu coração e de sentido a sua vida. Agora, com um imenso amor mesclado com a responsabilidade, ele oferece para Maria um lar e todo o suporte para, juntos, realizarem o plano de Deus. “Despertando do sono, José fez como lhe ordenara o anjo do Senhor e recebeu Maria como sua esposa” (Mt 1,24).

O Papa Francisco diz: “José acolhe Maria… Ele apresenta-se como figura de homem respeitoso, delicado que, mesmo não dispondo de todas as informações, se decide pela honra, dignidade e vida de Maria… José não é um homem resignado passivamente. O seu protagonismo é corajoso e forte. O acolhimento é um modo pelo qual se manifesta, na nossa vida, o dom da fortaleza que nos vem do Espírito Santo. Só o Senhor nos pode dar força para acolher a vida como ela é, aceitando até mesmo as suas contradições, imprevistos e desilusões. [1]

Feliz ele que acreditou. Se Isabel disse da Mãe do Redentor: “Feliz daquela que acreditou”, esta bem-aventurança pode ser referida também a José, porque, de modo análogo, ele respondeu afirmativamente à Palavra de Deus, quando esta lhe foi transmitida, naquele momento decisivo. José é um jovem feliz, de coração purificado e de um amor heroico, que confia no Senhor e faz tudo como o anjo lhe ordenou.

Aquele que Maria gerou pela força do Espírito Santo, José gerou pela fé disponível e pela renúncia de si mesmo. Eles começam a montar o primeiro presépio da história: casa, móveis, berço, roupinhas… José prepara a casa para sua família. Tudo deve ser bem bonito para Maria! Será que ela vai gostar dessa mesa? E desse armário? José não poderia ter feito com mais amor o berço para aquele que já chama de “meu filho”. José louva ao Senhor pela sua família e seus dias são repletos de amor e de ternura.

 

Aplicar em minha vida:Neste Ano de São José, o Papa Francisco escreve que “quem olhar para o ‘artesão de Nazaré’ com confiança para encontrar um trabalho e para que ele seja digno para todos, poderá obter a indulgência plenária, estendida também a quem “confiar seu trabalho cotidianamente à proteção de São José”[2].

Vamos hoje olhar para São José e oferecer o nosso trabalho sob sua proteção? Assim, ele nos ajudará a estar sempre com Maria e preparar com eles, o nascimento do Menino Jesus.

 

Texto: Ir. M. Nilza P. da Silva

Rezemos com Maria e com São José:

Vem Jesus, ó Rei divino,
ao meu pobre coração.
Eu te espero com saudade,
alegria e gratidão.
Se o mundo te rejeita,
com dureza e rigor,
Minha alma te acolhe,
com ternura e amor.

 

– Dia 1 – E o nome da virgem era Maria

– Dia 2 – Não tenhas medo

– Dia 3 – O sim de José uniu-se ao sim de Maria

 

[1] Patris Corde, 4

[2] https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2020-12/ano-sao-jose-indulgencia-plenaria-penitenciaria-apostolica.html

Foto: cathopic.com

Fonte: schoenstatt.org.br

Novena de Natal com São José – 3º dia

José não é consultado por Deus, se deseja ou não, ser pai adotivo de Jesus. Deus age de modo diferente com as pessoas, Ele o faz de acordo com a estrutura de cada um e a missão que lhe confia. Quando “Deus lhe confia a responsabilidade de um pai terreno em relação ao Filho de Maria” [1], ela já está no quarto mês da gestação.

No entanto, José não discute com Deus, não pergunta “como?” e nem “por quê?”. A fé e o desprendimento de si o faz independente de razões humanas e o fortalece para a obediência. Ele tem um coração ardente e Deus sabe, como disse nosso Pai e Fundador, que José é “um homem que conhecia e aspirava a uma só coisa: submeter se ao plano de Deus, cumprir a sua vontade”[2].

“Ele aceitou de Deus o que Maria já tinha aceitado na anunciação. ‘Despertando-se do sono, José fez como lhe ordenara o anjo do Senhor e recebeu a sua esposa’[3] Ele recebeu-a com todo o mistério da sua maternidade.”[4]

Pela Aliança de Amor, o sim de nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, também se une ao sim de José e de Maria e contribui para gerar uma grande Família. Ele diz: “Adquirindo clareza sobre a vontade de Deus, sempre enfrentamos tudo, sem vacilar, e sem tomar em consideração a nossa fragilidade. Também entre nós, tudo se fez por meio de um começo pobre e pequenino. Frágeis foram os instrumentos – pequeno grupo, meninos dispersos pela guerra.”[5]

Aplicar em minha vida:Como José, sou capaz de renunciar o meu desejo, para o bem do outro?
Minha vida de Aliança é incluir-me também no sim de José e de Maria. Peçamos a coragem de enfrentar as dificuldades de olhos abertos e sem medo.

 

Texto: Ir. M. Nilza P. da Silva

 

Rezemos com Maria e com São José:

Vem Jesus, ó Rei divino,
ao meu pobre coração.
Eu te espero com saudade,
alegria e gratidão.

Se o mundo te rejeita,
com dureza e rigor,
Minha alma te acolhe,
com ternura e amor.

 

[1] Redemptoris Custus, Papa João Paulo II

[2] Cfr.: O Fundador nos Fala I

[3] Mateus 1, 24

[4] Redemptoris Custus, Papa João Paulo II

[5] Do livro: Chamado por Deus…

Foto: Francisco Xavier, via cathopic.com

Fonte: schoenstatt.org.br

“Vais comigo ao presépio?” Terceira parte

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Hoje, quando em muitos locais se inicia a novena para o Natal, foi lançada a segunda parte da série de Advento ‘Vais comigo ao presépio?’, uma realização das Irmãs de Maria de Schoenstatt que videm junto ao Santuário Tabor.

No vídeo de hoje, as Irmãs nos propõe revisitar uma antiga tradição na Igreja, a ‘procura de albergue’, onde se recorda os momentos de angústia de José e Maria pelas ruas de Belém, à procura de um abrigo para o nascimento do Salvador.

Além das Irmãs, que apresentam uma versão cantada da procura de albergue (tradição do século XIX), as crianças Joaquim Corso Cabral e Maísa Jobim D´Avila, da Escola de Educação Infantil Jardim de Maria, colaboraram com ‘magnífica interpretação’.

O quarto vídeo da série será postado na próxima semana, quase às vésperas do Natal