Celebramos hoje a Epifania do Senhor

 

No dia 6 de janeiro, a Igreja celebra o dia de Santos Reis, também conhecida como celebração da Epifania do Senhor. No Brasil, esta festa é celebrada no segundo domingo depois do Natal.

Na Epifania (palavra de origem grega que significa “manifestação” ou “aparição”),  celebramos a visita dos Magos provenientes do Oriente, que viajaram muito para prestar homenagens e adorar o Menino Jesus recém-nascido. Ofereceram presentes cheios de significados ao menino Deus: ouro, incenso e mirra. Este fato é narrado pelo evangelista Mateus, no Capítulo 2, versículos 1-12. Trata-se de uma história impressionante, com vários símbolos importantes para a nossa vida.

Eram reis?

São Mateus chama-os apenas de “Magos”. Porém, essa palavra tinha vários significados. Designava a origem geográfica de pessoas da Pérsia. Por isso deduzimos que os magos eram daquele país. Designava também pessoas da realeza. Por isso acredita-se que eles eram reis. Por fim, “mago” significava também o que chamaríamos hoje de “cientistas”, pois eles conheciam profundamente a matemática, a medicina, a astronomia – tanto que detectaram o aparecimento de uma nova estrela – a química e outras ciências já conhecidas na época. Tudo isso concorda com a tradição científica dos persas.

 

 

Seguindo uma estrela

O aparecimento de uma nova estrela no céu mudou a vida daqueles homens. O conhecimento científico permitiu que eles descobrissem o novo astro. Daí se deduz que eles eram conhecedores dos mapas celestes e bons viajantes. Naquele tempo, os viajantes do deserto viajavam à noite e guiavam-se pela posição das estrelas. Por isso, eles detectaram o aparecimento da nova estrela. Porém, não apenas detectaram. Eles conheciam as profecias messiânicas e compreenderam que tal estrela anunciava o nascimento do Rei dos reis, o soberano das nações, o Salvador. Por isso se uniram para preparar e empreender uma viagem em busca do Rei Salvador.

Surpresa em Israel

Seguindo a estrela, aqueles sábios viajantes chegaram a Israel. Como procuravam por um rei, soberano das nações recém-nascido, dirigiram-se à capital Jerusalém, pensando que o menino Deus seria descendente do então rei de Israel. A chegada desses homens na capital foi motivo de alarde e espanto, segundo o relato de São Mateus, pois o povo não sabia do nascimento do Messias, embora desejasse ardentemente este acontecimento. Mateus diz que Jerusalém entrou em polvorosa com a chegada dos magos.

 

 

O encontro com Herodes

Tal foi a importância da visita dos magos a Jerusalém, que foram recebidos pelo rei Herodes. Este, provavelmente, recebeu-os como chefes de Estado, com todas as honras. Ao saber, porém, o real motivo da visita, Herodes sente-se ameaçado. O Rei Salvador recém-nascido poderia roubar seu trono, pensou. Por isso, fingindo interesse, procurou saber sobre as profecias ouvindo os escribas e enviou os magos a Belém. E disse a eles que, depois de encontrarem o menino, voltassem para indicar o local onde ele estava, para que também Herodes pudesse ir adorá-lo. Herodes, na verdade, sanguinário que era, queria matar o menino. Herodes, com efeito, já tinha cometido vários assassinatos, inclusive de dois filhos seus, por causa de seu medo de perder o poder. Embora tenha construído grandes obras em Jerusalém, Herodes, que não era judeu, mas sim nabateu e odiado pelos judeus, era um homem doente pelo poder, capaz de qualquer coisa para se manter na realeza.

O encontro com o Menino Jesus

São Mateus diz que, tão logo os magos saíram de Jerusalém, avistaram novamente a estrela e encheram-se de alegria. Seguiram-na, e ela os levou ao local onde Jesus estava. Chegando, depararam-se com a maior das surpresas: o Rei, soberano das nações, o Filho de Deus, nascera numa família pobre, simples. Não nasceu em berço de ouro, mas numa manjedoura! Sua mãe, uma jovem simples e seu pai, adotivo, um carpinteiro. Mesmo assim, os reis reconheceram naquele menino o soberano das nações, o Príncipe da Paz, e ofereceram presentes a ele.

 

Presentes com significados profundos

Os magos, reconhecendo naquele Menino o Rei dos reis, ofereceram-lhe presentes. Por causa do número desses presentes, deduz-se que os magos eram três. Eles ofereceram ouro, incenso e mirra. O ouro significa a realeza daquele menino. O incenso simboliza sua divindade e a mirra simboliza sua humanidade e o sofrimento através do qual ele salvaria a humanidade. Depois de entregar os presentes, os magos adoraram o Menino Deus.

Fugindo de Herodes

Depois da visita, os magos foram avisados em sonhos para não voltarem a Herodes. Reconhecendo nisso uma mensagem divina, eles obedeceram e voltaram por outro caminho. Ao descobrir que tinha sido enganado, Herodes, furioso, manda matar todos os meninos com menos de dois anos nascidos em Belém. Ele queria ter a certeza de que o Messias, visto por ele como rival, fosse morto.

Fuga para o Egito

José foi avisado também em sonho e partiu para o Egito, fugindo com a Sagrada Família da ira de Herodes. Assim, os meninos de Belém com menos de dois anos deram suas vidas para que Jesus sobrevivesse. Eles passaram a ser conhecidos como Santos Inocentes, o que, de fato, são.

 

A Sagrada Família permaneceu no Egito até a morte de Herodes. Então, voltaram para Israel e foram viver em Nazaré, longe da capital Jerusalém.

Veneração

A tradição cristã conservou a veneração aos três os reis magos. Segundo a tradição, confirmada por São Beda, seus nomes eram Melquior, Gaspar e Baltazar. Até 474, os cristãos guardavam seus restos mortais em Constantinopla. Depois, foram levados para a grande catedral de Milão, Itália. Mais tarde, em 1164, foram trasladados para a bela cidade de Colônia, Alemanha. Lá, foi construída a esplendorosa Catedral dos Reis Magos, que guarda os restos mortais dos três reis santos até os dias de hoje.

 

Fonte: Canção Nova

Celebrar o Natal em comunidade, como o Diácono João Pozzobon fazia

 

O último fim de semana do Advento foi marcado por celebrações de Natal em duas comunidades de Santa Maria, a exemplo do que fazia o Diácono João Luiz Pozzobon em seu apostolado.

No sábado, dia 20 de dezembro, membros da Reitoria Nossa Senhora das Graças e do Movimento Apostólico de Schoenstatt levaram atividades recreativas, educativas e de espiritualidade para as crianças e famílias que vivem na Estação dos Ventos, uma comunidade pobre que está localizada próximo à casa onde viveu João Pozzobon com sua família em Santa Maria.

 

 

No local, não há capelas católicas, e os moradores se sentem distantes da Igreja. Por isso, há alguns meses a Pastoral João Pozzobon vem desenvolvendo atividades apostólicas ali. No dia 20 de dezembro, foi celebrada a Santa Missa ao ar livre, em um campo que costuma reunir a comunidade, seguida por atividades e brincadeiras para as crianças.

 

 

A ação aconteceu no contexto do aniversário da Capelinha Azul, lugar marcado pela vida e missão do Venerável Diácono João Luiz Pozzobon, que sempre uniu o cuidado material ao anúncio da fé, levando a Mãe de Deus ao povo e ajudando as famílias a viverem o Natal com seu verdadeiro sentido: o nascimento de Cristo Jesus.

 

Seguindo o exemplo de Pozzobon

Em um Advento da década de 1950, João Pozzobon visitou uma comunidade semelhante, cujos habitantes, além da pobreza material, careciam de acolhimento espiritual. Movido por compaixão, ele reuniu moradores e outros apoiadores e construiu a primeira de suas capelinhas, a Capela de Capim. Reformada anos mais tarde, tornou-se a Capela Azul, centro de catequese, escola e reunião comunitária da Vila Nobre da Caridade e sua vizinhança.

O aniversário da Capela Azul foi celebrado no domingo, 21, com a comunidade do bairro. A Santa Missa foi celebrada no pavilhão construído próximo à capela, devido ao tempo chuvoso.

 

 

Fonte: diaconojoaoluizpozzobon.com.br

O Menino Jesus nasceu. Viva o Natal do Senhor!

 

Hoje celebramos a grande solenidade do Natal do Senhor. Grande mistério: Deus se faz um de nós, na figura de uma criança pequenina.

Etimologia do termo Natal

O nome “Natal” está repleto de sugestões reais e fantásticas, de fé e devoção, tanto artísticas quanto filosóficas e teológicas. Nome simples e complexo, comum e erudito, divino e humano e, ao mesmo tempo, é um nome cheio de mistérios. Sua etimologia remonta ao adjetivo latino natalis, com o significado de natal, no sentido de “algo relativo ao nascimento”, que, por sua vez, deriva do particípio perfeito natus, do verbo nasci “nascer”.

A data do natal

O culto oriental ao Sol foi perpetrado na época romana, desaguando no culto ao deus Mithras. Também é representado como uma criança que mata um touro sagrado, daí o termo tauroctonia, ou seja, o culto reservado a Mithras. A origem histórica do Natal não é totalmente certa e segura. Existem muitas e variadas hipóteses para explicá-lo. Talvez, a data de 25 de dezembro, como dia de celebração do nascimento de Cristo, tenha sido fixada para substituir uma festa pagã dedicada ao nascimento do Sol (Mithras). O Dies Natalis Solis Invicti, que o imperador Aureliano havia oficializado em 274, precisamente em 25 de dezembro.

 

O Nascimento do Menino Jesus

As primeiras referências, portanto, à festividade do Natal cristão datam da primeira metade do século IV, quando a primeira menção histórica à celebração da Natividade de Cristo se encontra no ano 336, conforme especifica o Chronographes, o mais antigo Calendário cristão que chegou até hoje, escrito em 354 pelo calígrafo do Papa Dâmaso, o estudioso romano Furius Dionysius Philocalus. Certamente, algumas referências escriturísticas devem ter influenciado a escolha do dia 25 de dezembro, como, por exemplo, o texto do profeta Malaquias, que chama o Cristo, que nasceria daquela que deve dar à luz em Belém, com o nome do “Sol da Justiça” (3, 20). Assim, temos a identificação da data de 25 de dezembro como o dia do nascimento do Menino Jesus.

A Solenidade do Natal é a única festa que podia ser celebrada com quatro Missas próprias: véspera, noite, amanhecer e dia. Os textos dessa solenidade são os mesmos para os três Anos Litúrgicos. Trata-se de uma escolha que visa aprofundar e valorizar, quase em câmara lenta, o Acontecimento que mudou o curso da história: Deus se fez homem!

 

 

Como pensar o Natal hoje? 

O sentido do Natal : o Natal de Nosso Senhor Jesus recorda-nos que Deus está presente em todas as situações. Pensamos que Ele está ausente ou nas quais achamos que Ele não pode estar. A nossa fé estimula-nos a viver o tempo natalino com maior serenidade e esperança! Deus está aqui, tão presente que, talvez ou com certeza, nos convida a rever nossos costumes; convida-nos a lembrar que, assim como Ele veio para nos salvar, também nós, através d’Ele, só podemos nos salvar se caminharmos juntos, se aprendermos a cuidar uns dos outros. Somos convidados a ser uma “manjedoura”, onde os outros possam se alimentar do pão da amizade, do amor, da misericórdia, da esperança.

Um convite: o Senhor oferece-se a nós para que possamos dar seu testemunho com a nossa vida. Como cristãos, somos convidados a assumir a esperança desta humanidade desnorteada e solitária, a sermos sentinelas da nova manhã, para que as trevas deste tempo sejam rompidas pela Luz, que vem do Senhor Jesus.

 

Fotos: Cathopic

Fonte: Canção Nova

“Teu Santuário é nosso Belém”

É Natal! Jesus assume em tudo nossa natureza humana, exceto no pecado, para nos salvar e reconciliar com o Pai. A Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, desce à nossa humanidade para revelar-nos o Pai: “outrora, Deus falou aos nossos pais pelos profetas; nestes dias, que são os últimos, ele nos falou por meio do Filho”, nos recorda a carta aos hebreus (1,2)

Na Noite Santa, o Santuário torna-se Belém para os nossos tempos. Maria, dá à luz a Cristo nas almas que a ela se confiam. Na imagem de graças da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, Maria traz nos braços o Filho Salvador evidenciando a sua cooperação na recondução do mundo, em Cristo, ao Pai.

A grande Portadora de Cristo

Deus concedeu à pequena Serva de Nazaré, ser a portadora da Salvação para todo o mundo, como a Genitora de Cristo, sua Companheira e Auxiliar em toda a Obra da Salvação. Tornar Cristo presente em nossa terra é a grande obra que esperamos pela atuação de Maria no Santuário de Schoenstatt, e em nossos corações. Esta é a grande tarefa para qual ela chama e capacita também a nós.

Rezamos com o Padre José Kentenich:

“Mãe, dá-me teu Filho pequenino!
Não o deites deste berço duro e frio, mas no berço do meu coração.
Mãe, presenteia-nos hoje teu Filho.
E nós te prometemos hoje que em nosso coração
ele encontrará um caloroso abrigo.”

Feliz e santo Natal, com as graças do Santuário, nosso Belém!

Irmãs de Maria: uma saudação de Natal em nove idiomas!

Em 2020, em plena pandemia, as Irmãs de Maria de Schoenstatt prepararam uma saudação de Natal especial: um coro virtual internacional das Irmãs de Maria de Schoenstatt de 20 países, canta Noite Feliz em nove idiomas.

A produção consistiu em cerca de 200 gravações individuais. Tudo registrado e produzido pelas próprias Irmãs de Maria.

Após cinco anos, esta linda mensagem ainda vale a pena ser ouvida, curtida e compartilhada, com os desejos de um abençoado Natal!

Também recordando que em outubro de 2026 serão 100 anos da fundação do Instituto das Irmãs de Maria.

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Com Maria, José e Jesus a caminho de Belém

Estamos às portas do Natal. Já temos a árvore enfeitada e o presépio montado. Faltam os últimos preparativos e tudo estará pronto.

Será que o coração está preparado (lembramos de fazer uma boa confissão…)? Nossa família está preparada para receber Jesus? Esperamos a Sagrada Família que vem bater à nossa porta com respeito mútuo, acolhida, alegria? Lembramos daquelas famílias mais pobres, que também elas tem direito a celebrar o Natal com dignidade? Sua necessidade despertou a solidariedade em nós e se transformou atos de caridade (nossos, é claro)?

Não vamos deixar José, Maria e o Menino passarem por nossa porta sem acolhida. Abramos as portas dos nossos lares e corações para eles.

A canção ‘Quando os homens dormem’ pode nos ajudar nesta reflexão às portas do Natal. É uma composição alemã, traduzida e adaptada para o português. Sua letra é quase que um poema na preparação para o Natal. Nesta véspera da Noite Santa, a melodia convida a acolher o Menino Jesus no Santuário Coração, para que ali verdadeiramente seja Natal:

Quando os homens dormem, vai a Mãe de Deus, em procura de abrigo para o Filho seu.
Sua mão, suave, bate em cada lar e pergunta se pode com o Filho entrar.

Mas as portas se fecham e ninguém tem lugar, para a Mãe e seu Filho em sua casa abrigar.
Vai nascer numa gruta, lá na escuridão. Tu não podes dar-lhe o teu coração?

Junta muitas palhinhas, na alegria e na dor, construindo um presépio bem quentinho de amor.
Tua bondade e pureza se transformam em luz, que iluminam o caminho ao Menino Jesus.

E nas trevas da noite, quando a Mãe de Deus vai em busca de abrigo para o Filho seu,
Deita seu filhinho em teu coração, pois ao Deus Menino és um berço então.

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Fonte: schoenstatt.org.br

Fotos: cathopic.com

Celebrações de Natal junto ao Santuário Tabor

O Natal está chegando e o Deus Menino já está batendo na nossa porta! Para quem deseja participar das celebrações junto ao Santuário Tabor, aqui estão os horários:

Santa Missa da Véspera de Natal –  24/12  20h

Santa Missa solene de Natal – 25/12  9h e 20h

 

* As celebrações serão na Capela Tabor

As celebrações NÃO SERÃO TRANSMITIDAS.

Para a Missa de 24/12, quem deseja conseguir um lugar dentro da Capela Tabor precisa chegar antes das 19h45min. Haverá um telão para acompanhar a celebração na galeria da capela.

Santuário Tabor na luz do Natal

 

A celebração solene do Natal na noite de 24 de dezembro, na Capela Tabor, foi bem participada, com muitas famílias e seus filhos pequenos. A Santa Missa foi presidida pelo Pe. Leônidas Cardoso, capelão militar da Base Aérea de Santa Maria. O coral das Irmas de Maria abrilhantou a celebração com lindos cantos.

 

 

Um dos pontos altos da celebração foi a procissão de crianças no momento do cântico do Glória, trazendo a imagem do Menino Jesus para o presépio, que foi acolhida com muita alegria pelo presidente da celebração e pelos presentes.

 

 

No final da Santa Missa todos foram convidados para peregrinarem até o Santuário para, nesta noite santa, consagrarem-se à Mãe de Deus.

A celebração foi encerrada num alegre clima famíliar junto ao Santuário, em que ao som de cantos natalinos, todos puderam cumprimentar-se de se desejarem mutuamente muitas graças de Natal.

 

 

Mais fotos (Ir M Rosequiel Fávero)

Som e Arte: música, arte e fé

As apresentações natalinas do Centro de Formação Musical Som e Arte foram, como já é ‘de costume’, momentos de alegria e espiritualidade, com uma grande vivência de família.

A história da canção ‘Noite Feliz’

Na noite de 3 de dezembro, no auditório do Centro Mariano, aconteceu o recital de final de ano da Som e Arte. Entre execuções musicais e teatro, foi contada a história da canção natalina Noite Feliz. Ir Paula Maria Graminho, diretora do Som e Arte, conta: “O recital de dezembro é o grande momento de tornar presente que não se trata apenas de música, mas de levar através da arte, da música, a grande mensagem da Salvação que Jesus nos traz. É sempre um momento forte de criar laços, de aprendizagem e partilha. Nossos alunos são sempre muito solidários uns com os outros, todos querem crescer, não há competição“.

 

Nas quase duas horas de espetáculo participaram 72 alunos e 5 pais (que colaboraram no eleenco). “Foram meses de preparação. Algumas peças foram preparadas desde o início do ano”, completa Ir Paula Maria.

O Centro de Formação Som e Arte funciona junto ao Santuário Tabor e atende cerca de 100 alunos, desde bebês até a ‘melhor idade’. Além da Ir Paula Maria, são professores a Ir M Olindina Margoti, Guilherme Legramante e Raquel Souza.

 

Para quem quiser curtir toda a apresentação de Natal do Som e Arte: CLICAR AQUI

Levando o Natal até o schopping

Unindo forças com as Irmãs de Maria, alguns integrantes do Som e Arte fizeram uma apresentação especial num dos maiores shopping de Santa Maria, o Praça Nova, levando a mensagem do Natal às muitas pessoas que estavam no local.

 

Um vídeo da apresentação nas redes sociais rendeu muitos elogios e comentários: “Foi linda a apresentação! Tive a benção de assistir presencialmente. Parabéns a todos que participaram!”.

 

 

Vamos conferir uns minutos da apresentação?

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Fotos: Inerson Rocha e Isabel Klein

”

Natal de todos os povos. Com este título, a Família de Schoenstatt da Diocese de Frederico Westphalen/RS, apresentou um Musical de Natal nas programações do “Frederico em Luz” – evento organizado pela prefeitura do município.

A ideia foi apresentar o Santuário de Schoenstatt como o “Belém dos novos tempos”, o lugar onde a Mãe de Deus, sob o título de Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, acolhe seus filhos em todos os continentes e também nesta região.

O Musical contou com a participação de crianças, jovens e adultos do Movimento que representaram o Natal tradicional e a acolhida dos povos no “Santuário-Belém”. Oito nações foram representadas e, ao chegarem junto ao “Santuário-presépio” levando seus presentes, era cantado um hino natalino naquele idioma. Alemanha, Portugal, Itália, França, Brasil, Inglaterra, Polônia e Espanha se prostraram junto ao Menino Deus levando seus presentes e louvor.

A música foi cantada e tocada ao vivo pelo grupo de alunos da Ir. M. Eliane Cunha, Assessora do Movimento, e a coreografia foi criada e conduzida pela professora de balé, da Liga Apostólica Feminina, Thays Londero. A organização dos personagens ficou a cargo de Ariel Stival, presidente do Conselho Diocesano da Família e integrante da Liga de Homens.

 

Alguns ecos do evento:

“Emocionante ter participado desse belo espetáculo, NATAL DE TODOS OS POVOS! Ontem ainda ouvi comentários do público que apreciaram. Foi muito importante O ESPETÁCULO para o NATAL.” (Roselene Piovesan)

“Muito obrigada à MTA por nos desafiar a aceitar o convite. E também muito obrigada à ir. Eliane, à Thays e ao Ariel que estiveram à frente e também a todos os envolvidos que a gente nem sabe quantos”. (Jaqueline Marchesan)

“Obrigada Irmã e Ariel pelo convite, foi lindo e acredito que a MTA ficou muito orgulhosa da homenagem, porque é sobre isso: levar o amor e união os povos para o bem comum” (Prof. Thays Londero)

“Obrigada de coração a todos os organizadores… e a todos os que se apresentaram… de uma forma ou outra ajudaram neste lindo musical… estão todos de Parabéns…. gratidão!” (Eliane Matter)

“Um espetáculo de Schoenstatt!  Orgulho em fazer parte dessa família. Parabéns Irmã Eliane e todos os que se dedicaram por esse lindo momento. Encantador!” (Fernando Panno)

Nossa gratidão por podermos levar a mensagem do verdadeiro sentido do Natal, unida a realidade da presença de nossa querida MTA que nos apresenta em todos os momentos seu Menino Jesus nos Santuários de Schoenstatt.

Mais fotos (Maria Eduarda Fortes)