Peregrina dos Enfermos: Ver, sentir compaixão e cuidar

 

“Iria aonde Ela me indicasse, seja para um apostolado concreto, seja para uma visita a um doente… Sempre procurei realizar essas coisas, naturalmente com a ajuda da graça, porque só com minhas forças não poderia ter realizado isso” (João Luiz Pozzobon)

Karen Bueno – A primeira vez que Maria Liracir Dias de Morais entrou num hospital, levando a imagem da Mãe Peregrina de Schoenstatt, ela deparou-se com a aflição de uma família: “No dia 21 de julho de 2015, eu visitei a pessoa mais enferma que eu já vi nos dias de minha vida. Era uma pessoa de idade avançada, tinha sofrido um acidente e passado por várias cirurgias, não se alimentava, estava quase morta. A esposa e as filhas tentaram levar a Eucaristia e a Unção dos Enfermos até ele, mas não deu certo. Quando cheguei, também chegaram as Irmãs em Juazeiro do Norte/CE e levaram a comunhão para ele. Foi uma alegria tão grande. Essa foi a minha primeira visita [com a Mãe Peregrina] e hoje ele está curado. Para mim foi um milagre. É uma restauração e uma renovação”.

Essa experiência abriu as portas para muitas outras vivências que hoje ela experimenta como missionária da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, na modalidade dedicada aos Enfermos. Maria Liracir mora em Mauriti/CE, cuja Paróquia Nossa Senhora da Conceição conta com 14 missionários da Mãe Peregrina dos Enfermos, atendendo a mais de 90 doentes. Uma das imagens também visita os pacientes do Hospital e Maternidade São José, onde muita gente recebe as graças da Mãe Peregrina por meio desse apostolado.

 

No hospital, a Mãe vai até as enfermarias

A assistente social Rozangela Maria de Oliveira Araruna trabalha no Hospital São José, em Mauriti. Espontaneamente ela levava uma imagem da Mãe e Rainha para visitar os pacientes e rezar com eles, até que conheceu a Campanha.

“E um certo dia resolvi levar a Mãe e Rainha para visitar as enfermarias. Eu levava, rezava um mistério do terço e aguardava os pacientes terminarem de rezar o terço comigo. E fiquei fazendo isso todos os dias. Num determinado tempo, recebi um convite do coordenador da Pastoral dos Enfermos para participar, porque ele estava sabendo que eu estava movimentando a imagem com os nossos usuários do hospital. Para mim foi prazeroso participar, porque era uma coisa que eu já vinha fazendo no meu dia a dia. É uma coisa que eu faço porque acredito no poder de Mãe e Rainha, acredito nos milagres que têm acontecido a cada dia. O nosso povo tem uma fé muito fervorosa, então nos ajuda muito”, ela conta.

 

Com a Mãe, a doença se torna um meio de santificação

O dentista José Andrade de Sousa Filho, atual coordenador da Campanha para os Enfermos na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, conta: “Fui convidado para ser o coordenador paroquial há três anos. Sou profissional de Saúde e o que me levou a fazer parte foi a possibilidade da junção do meu profissional com o serviço à Igreja; a partir de então, poderia usar essa ferramenta para confortar também o lado espiritual dos enfermos – ou seja, realizar um trabalho físico e espiritual”.

Ele continua: “De início achei um trabalho muito bonito e caridoso. Esse gesto tão simples e, ao mesmo tempo, tão importante para os enfermos me fez gostar cada vez mais desse serviço da Igreja. Nada mais gratificante do que levar a Mãe e Rainha e Jesus aos corações martirizados pela doença. Receber a visita da Mãe Peregrina é uma forma de conforto para eles. Como toda mãe, a visita da Mãe Peregrina ajuda os doentes a não se sentirem sós, abandonados… Como uma verdadeira Mãe, ela coloca seus filhos doentes no colo e dá o alento necessário para que eles se sintam capazes de enfrentar esse mal que os acometeu. À Mãe e Rainha são feitos pedidos, orações, recebem-se graças e, pela intercessão dela, surgem muitos relatos de verdadeiros milagres, de cura do corpo e da alma. Os idosos e enfermos que recebem a visita da Mãe e Rainha não veem a doença como um castigo, mas como um meio de santificação da alma”.

 

 

Para todos a gente leva aquela palavra de conforto e de alegria

Maria Liracir visita atualmente, com regularidade, cerca de dez enfermos na Comunidade Pitombeira. “No dia 18 de julho de 2015 eu recebi a missão de visitar os enfermos com a imagem da Mãe Peregrina. O que me levou a trabalhar com o Apostolado dos Enfermos foi levar a oração aos doentes, visitá-los, saber como estão e levar uma palavra de conforto. É grande a alegria que eles têm ao nos receber”.

Para ela, o mais marcante é ver a fé e a alegria dos doentes que acolhem a Mãe: “Quando eu chego com aquela imagem, eles ficam tão felizes; no dia que eu retorno para buscá-la e levá-la para a próxima família, eles dizem: ‘Já vai levar a Mãe?’. Nós vamos a cada três ou quatro dias levar e buscar a imagem. Eles sempre pedem: ‘Deixa mais tempo’, e acabamos deixando, às vezes, por uma semana. Quando a gente retorna, fazemos orações, lemos o Evangelho, fazemos uma pregação e em seguida seguimos para a casa de outro enfermo. E assim sucessivamente, a gente nunca para. Num mês eu visito cerca de dez enfermos. Quando surge alguém que fez uma cirurgia, ou teve outro problema de saúde, a gente também vai, visita, leva a imagem, faz uma oração. Isso traz uma fé renovada e uma alegria. Por onde a gente passa, lemos a Palavra de Deus, rezamos a Oração dos Enfermos, a Oração da Mãe e Rainha e é uma grande alegria sermos recebidos por essas famílias e ver a alegria que eles têm em receber a visita da Mãe”.

Ver, sentir compaixão e cuidar é a proposta da Campanha da Fraternidade deste ano e é justamente o que ocorre na visita aos enfermos: “Muitos relatam seus problemas, desabafam, choram, outros sorriem e ficam contentes. E a gente tem que sentar, parar, ouvir. É muito gratificante ver a alegria desses idosos e dos doentes. A gente vê, muitas vezes, a carência: tem senhora morando sozinha em casa; tem senhor morando sozinho; tem filha cuidando de dois enfermos, de cadeirante… Para todos a gente leva aquela palavra de conforto e de alegria”, diz Maria Liracir.

Para saber mais sobre a Campanha da Mãe Peregrina para os Enfermos, acesse maeperegrina.org.br (regiões Sudeste, Norte, Centro Oeste e o estado do Paraná) ou santuariotabor.org.br (regiões Sul e Nordeste).

 

Fotos: Rozangela Maria de Oliveira Araruna, com autorização dos respectivos pacientes

Fonte: schoenstatt.org.br

Uma imagem histórica visita as Dioceses do Nordeste

 

As Dioceses de Parnaíba/PI e Tianguá/CE receberam uma visita especial neste final de semana. Algumas imagens históricas da Mãe e Rainha de Schoenstatt visitam as dioceses e centros de Schoenstatt ligados ao regional Sul e ao regional Nordeste do Brasil, que são assistidos pelas Irmãs de Maria da Província Tabor (com sede em Santa Maria/RS).

Por que são imagens históricas? Elas foram abençoadas e enviadas pelo Servo de Deus João Luiz Pozzobon. A assessora Ir. M. Cassiana Janisch explica: “O que quer dizer ‘Mãe Peregrina da época do João Pozzobon’? Quando se diz da época do João Pozzobon, significa que é uma Imagem Peregrina que foi enviada no tempo de vida do João Pozzobon. Esta Imagem foi devolvida para o Secretariado da Mãe Peregrina, em Santa Maria/RS, por ser do tempo em que João Pozzobon vivia entre nós”.

A Ir. M. Cassiana visitou algumas dioceses neste final de semana, levando uma dessas imagens, e conta um pouco sobre essa experiência:

 

Diocese de Parnaíba/PI

 

Peregrina Histórica na Diocese de Parnaíba/PI

Fotos de Parnaíba

 

A primeira Diocese do Piauí a receber uma “peregrina histórica” foi a de Parnaíba. Nos dias 15 e 16 de fevereiro de 2020 realizou-se a Jornada dos Coordenadores Paroquiais da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt e do Terço dos Homens Mãe Rainha. O encontro aconteceu no Convento São Sebastião, na cidade de Parnaíba. Nesta jornada, além dos momentos de formação, diversão e vivências, os coordenadores estiveram em contato com a Mãe Peregrina abençoada por João Luiz Pozzobon.

Para Christian Sousa Serejo, “receber a visita da Mãe Peregrina Histórica, da época do João Pozzobon, foi emocionante e fez reacender em nossos corações a chama da missão vivenciada por esse homem de muita fé, compromisso e amor à Campanha da Mãe Peregrina”.

 

Diocese de Tianguá/CE

 

Peregrina Histórica na Diocese de Tianguá

Fotos da Diocese de Tianguá

 

No dia 16 de fevereiro aconteceu o IV Encontro da Região Norte, para missionários, coordenadores e famílias da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt da Diocese de Tianguá/CE. Realizou-se na Paróquia Santa Luzia, em Timonha/CE.

Os coordenadores diocesanos da Campanha, Fernando e Luzia Freire, testemunham: “Durante uma vivência realizada, tivemos a honra de segurar a Imagem Peregrina e ficamos muito tocados, emocionados, sentimos a presença real da Mãe e Rainha acolhendo centenas de peregrinos, de todas as idades, seus filhos, manifestando seu amor com gestos de carinho e muita fé ao tocarem a Mãe Peregrina. As lágrimas manifestavam o agradecimento pela visita dela nas casas e pelas inúmeras graças alcançadas ao pedirem sua intercessão”.

Para o casal Carlos Antônio e Cinéas Brito, coordenadores paroquiais da Campanha na comunidade de Santa Luzia, “receber a visita da Imagem Peregrina Histórica da época do João Pozzobon, literalmente, foi uma grande benção”. Eles comentam: “O diferencial da Jornada, este ano, foi compreendermos a missão e a entrega total de João Pozzobon ao levar a Mãe de Jesus às famílias. O lema ‘Entendi a missão e por ela minha entrega foi total’ reforça o exemplo e a dedicação com que cada missionário deve assumir sua tarefa. Além disso, compreendemos melhor toda a dinâmica do encontro depois de realizarmos os estudos referentes à temática do ano, momentos indispensáveis para conhecer melhor o Movimento, desde a fundação e história até os dias atuais”.

A visita da imagem faz parte das celebrações do Ano João Pozzobon. Para saber mais, clique aqui.

 

                            

Fonte: schoenstatt.org.br

Um trono renovado para a Mãe e Rainha em Dona Francisca/RS

Ir M Helena Dal Molin – A paróquia São José, em Dona Francisca/RS, da arquidiocese de Santa Maria, esteve em festa no sábado, 8 de fevereiro, quando foi reinaugurado o santuário paroquial.

Inaugurada em 1950, a capelinha da MTA em Dona Francisca foi uma das visitadas pelo padre José Kentenich em 1951, quando fez uma ‘peregrinação’ aos ‘pequenos santuários’ da Mãe e Rainha construídos nas paróquias assistidas pelos Padres Palotinos. Nas sete décadas desde a sua inauguração, o oratório da Mãe e Rainha foi palco das celebrações de renovação da Aliança de Amor e lugar predileto dos devotos da Mãe e Rainha. Todos os anos, muitos grupos de peregrinos do Brasil e também do exterior vem visita-lo, seguindo os passos do Padre José Kentenich na região.

A restauração foi completa: foi feito pintura interna e externa, melhorada a iluminação, restaurado altar e bancos, trocada a estampa da Mãe e Rainha, refeito o entorno (calçamento, bancos, queimador de velas, ajardinamento). “Ficou lindo”, expressou-se uma participante.

No caminho do santuário até a igreja matriz (ele fica nos fundos da igreja), bandeirinhas azuis e brancas davam a todos alegria e expectativa para chegar junto da Mãe.

A celebração começou às 18h30min junto ao santuário, onde um grande número de pessoas se reuniu junto com o pároco, Pe.  Luiz Carlos da Costa Leite.  Os missionários da Mãe Peregrina, com suas camisas azuis e a imagem da Mãe e Rainha nos braços, deram um tom de alegria à celebração.

Pe. Luiz fez a acolhida de todos, agradecendo em especial a presença das Irmãs de Maria e de Elson Biacchi e sua família (da União de Famílias de Schoenstatt), que teve a tarefa de restaurar o altar da MTA. Agradeceu o empenho da coordenação da Mãe Peregrina, dos missionários e do povo da paróquia que colaborou com doações para realizar esta obra. Logo após a leitura do histórico do Oratório e a bênção do mesmo, todos seguiram em procissão até a igreja matriz cantando a ladainha ‘Admirável, clamamos a ti’.

A igreja acolheu um grande número de pessoas para a Missa festiva, presidida pelo pároco. Na sua homilia, Pe. Luiz ressaltou a importância da visita da Mãe Peregrina nas famílias e motivou os missionários a continuarem na missão. “Cuidem bem da Mãe”, pediu aos missionários e às famílias.

Esta Santa Missa também foi a sua despedida da comunidade paroquial, pois ele se prepara para uma nova missão na paróquia Nossa Senhora dos Navegantes, em Salto do Jacui/RS.

Depois de uma celebração tão alegre e festiva, a comunidade celebrou também com um delicioso jantar, onde os paroquianos também puderam expressar sua gratidão ao Pe. Luiz pelo seu trabalho nos últimos três anos à frente da paróquia. Também pelo seu apoio à Campanha da Mãe Peregrina, que teve sua maior expressão na restauração do santuário paroquial.

Mais fotos (Ir M Márcia Alves)

 

Seis décadas dos ‘burrinhos de Maria’

Ir M Rosequiel Fávero – O primeiro domingo de fevereiro sempre é especial junto ao Santuário Tabor, porque a Mãe e Rainha acolhe seus filhos e peregrinos que participam da ‘Concentração das Imagens Peregrinas e das Famílias’. Peregrinação iniciada por João Luiz Pozzobon, recordando o envio da primeira imagem peregrina das famílias, em 1º de fevereiro de 1959.

Já cedo, um pequeno grupo de peregrinos iniciou a procissão junto da ermida da Mãe Três Vezes Admirável no ‘Pé de Plátano’, junto a RS 509, fazendo um percurso de 5 quilômetros até o Santuário, passando pela Casa Museu João Luiz Pozzobon. Muitos missionários, com suas imagens peregrinas, foram se unindo à peregrinação ou aguardaram junto ao Santuário, onde foi feita uma breve acolhida, recordando o acontecimento que originou a romaria.

Já com mais de 200 peregrinos, a Santa Missa foi realizada na capela Tabor e presidida pelo bispo emérito da prelazia de Borba/AM, Dom Elói Roggia. Recordando a festa que se celebrava, da Apresentação do Senhor, Dom Elói acolheu a todos, especialmente os missionários da Mãe Peregrina, que renovaram seu compromisso no final da Santa Missa.

Embora prejudicada pela evasão das cidades no período das férias, a ‘Concentração das Imagens Peregrinas e das Famílias’ é realizada fielmente todos os anos, pois “o significado da peregrinação é muito importante, pois recorda todos os missionários e missionárias da Mãe e Rainha que, nestas seis décadas aceitaram ser ‘burrinhos de Maria’ como João Pozzobon, sem os quais este maravilhoso apostolado não seria possível”, afirmou Ir M Márcia dos Santos Alves, responsável pelo Secretariado da Campanha da Mãe Peregrina em Santa Maria/RS.

Mais fotos (Carlos Iop e Ir M Rosequiel Fávero)

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Ir M Rosequiel Fávero – O primeiro domingo de fevereiro sempre é especial junto ao Santuário Tabor, porque a Mãe e Rainha acolhe seus filhos e peregrinos que participam da ‘Concentração das Imagens Peregrinas e das Famílias’. Peregrinação iniciada por João Luiz Pozzobon, recordando o envio da primeira imagem peregrina das famílias, em 1º de fevereiro de 1959.

Já cedo, um pequeno grupo de peregrinos iniciou a procissão junto da ermida da Mãe Três Vezes Admirável no ‘Pé de Plátano’, junto a RS 509, fazendo um percurso de 5 quilômetros até o Santuário, passando pela Casa Museu João Luiz Pozzobon. Muitos missionários, com suas imagens peregrinas, foram se unindo à peregrinação ou aguardaram junto ao Santuário, onde foi feita uma breve acolhida, recordando o acontecimento que originou a romaria.

Já com mais de 200 peregrinos, a Santa Missa foi realizada na capela Tabor e presidida pelo bispo emérito da prelazia de Borba/AM, Dom Elói Roggia. Recordando a festa que se celebrava, da Apresentação do Senhor, Dom Elói acolheu a todos, especialmente os missionários da Mãe Peregrina, que renovaram seu compromisso no final da Santa Missa.

Embora prejudicada pela evasão das cidades no período das férias, a ‘Concentração das Imagens Peregrinas e das Famílias’ é realizada fielmente todos os anos, pois “o significado da peregrinação é muito importante, pois recorda todos os missionários e missionárias da Mãe e Rainha que, nestas seis décadas aceitaram ser ‘burrinhos de Maria’ como João Pozzobon, sem os quais este maravilhoso apostolado não seria possível”, afirmou Ir M Márcia dos Santos Alves, responsável pelo Secretariado da Campanha da Mãe Peregrina em Santa Maria/RS.

Mais fotos (Carlos Iop e Ir M Rosequiel Fávero)

Uma viagem ao encontro da Mãe Peregrina Auxiliar

 

Juliana Dorigo – Imagine estar onde tudo começou: descobrir os primeiros passos, as impressões, os olhares que marcaram o início da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt… Foi assim que a Diocese de Barretos/SP partiu, rumo a Santa Maria/RS, para ir ao encontro e buscar sua Imagem Auxiliar da Mãe Três Vezes Admirável, em 24 de janeiro. Um encontro com as origens da Campanha e com a vida do Servo de Deus João Pozzobon.

Ao chegar em Santa Maria/RS, o grupo de 15 pessoas seguiu para o Santuário Tabor. Ali se encontraram pela primeira vez com a imagem auxiliar, que foi abençoada pelo bispo emérito da Prelazia de Borba/AM, Dom Elói Roggia. “Foi um momento em que nós fomos ao céu de tanta emoção. Choramos, não sabíamos o que pensar naquele momento, estávamos vivendo algo impressionante”, comenta o casal Márcia Aparecida dos Santos e Donizete Quintiliano, coordenadores diocesanos da Campanha.

Vida e missão

O grupo também pode conhecer um pouco mais sobre a vida e missão do Servo de Deus João Pozzobon, o local em que ele nasceu e a casa onde morou com a família. Visitaram o túmulo em que se encontram seus restos mortais; visitaram o local onde ele foi batizado, em São João do Polêsine, além da casa museu dedicada a ele.

“Cada momento vivido ali, cada passo, seguindo João Pozzobon, foi muito marcante. Estar lá, tocando as coisas, vendo tudo aquilo que ele viveu, foi muito marcante. Quando chegamos à casa, onde hoje é um museu, vimos como aquele homem é santo, a sua humildade, a simplicidade dele e o trabalho que ele fez. É inexplicável a maneira como ele conduziu a Campanha da Mãe Peregrina. Uma pessoa tão simples, construiu algo tão grande. É graça da Mãe de Deus”, comentam os coordenadores diocesanos.

Na presença da Mãe

O grupo voltou para Barretos/SP, entregando a imagem auxiliar ao bispo diocesano, Dom Milton Kenan, que ficará com ela até seu envio oficial: “A Imagem auxiliar da Mãe Três Vezes Admirável, vinda do Santuário Tabor de Santa Maria/RS, foi trazida para minha casa, onde ficará até a Missa de envio. Na presença da Mãe, coloco as intenções de todos vocês”, diz ele.

Missa de envio

A Missa de envio da imagem acontecerá no próximo dia 18 de fevereiro, dia da Aliança de Amor, no Santuário Nossa Senhora do Rosário, em Barretos/SP.

 

Mais fotos

 

Imagem Auxiliar Barretos/SP

 

Fonte: maeperegrina.org.br

Um encontro especial com o Papa

 

Karen Bueno – O Papa Francisco recebeu, no dia 2 de dezembro de 2019, um grupo de jovens empresários franceses. Eles participavam de um encontro, em Roma, sobre a vocação dos empresários cristãos à luz da Doutrina Social da Igreja.Entre o grupo estava o casal Laetitia e Pym Morat – ela selou a Aliança de Amor pela Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt e ele “sempre leva consigo uma imagem de um pequeno santuário no bolso do terno, junto ao seu coração”. Também estava o bispo de Fréjius-Tolone, Dom Dominique Rey.

Há 4 anos, em 2015, Dom Dominique veio ao Brasil com um grupo da pessoas da sua Diocese para visitar o Santuário de Schoenstatt de Atibaia/SP. Na ocasião eles receberam uma imagem da Mãe Peregrina de Schoenstatt para a evangelização da França, enviada do Santuário. Por isso, neste recente encontro com o Papa, o Santo Padre também recebeu a visita da MTA! E a abençoou! (clique para ver as fotos).

“Sim, esta é a imagem da MTA que nos foi dada em 18 de outubro de 2015 em Atibaia, para a evangelização da França e dos franceses; que foi coroada Rainha das Famílias naquele dia”, diz a coordenadora Virginie de Preval, da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt em Versalhes, França.

 

 

Virginie conta que, nos últimos anos, “200 grupos da Campanha da Mãe Peregrina foram formados na França. Hoje 2 mil famílias, algumas escolas e hospitais recebem a imagem, continuando a caminhada de João Pozzobon”. E comenta: “Temos a graça de ter uma grande Imagem Peregrina, que nos foi oferecida pelo Brasil para a evangelização na França. E é verdade, Ela esteve presente na época do drama do incêndio na Catedral de Notre Dame, em Paris, nas ruas”.

A imagem, destinada à evangelização da França – “para nos ajudar a encontrar essa dimensão missionária”, diz a coordenadora – agora conta com a bênção do Santo Padre e um novo impulso para os missionários, coordenadores e famílias.

Fonte: schoenstatt.org.br

Em missão com a Mãe Peregrina no Vicariato de Canoas/RS

Ir M Rosequiel Fávero – De 12 de outubro a 14 de novembro a Família de Schoenstatt do Vicariato de Canoas, Arquidiocese de Porto Alegre/RS, viveu semanas de missão e muita alegria, com a visita da Mãe Peregrina Auxiliar Diocesana.

A Mãe e Rainha foi buscada no seu Santuário Maria Cor Ecclesiae, na capital gaúcha, no dia da festa de Nossa Senhora Aparecida. Nas quatro semanas que ficou no Vicariato, visitou as paróquias nas cidades de Canoas, Esteio, Nova Santa Rita e Sapucaia do Sul. Esteve presente em inúmeras celebrações – inclusive num casamento. Foi levada nos braços dos seus missionários a lares de idosos, escolas, famílias, com um destaque especial para os três dias passados no Hospital Nossa Senhora das Graças, às visitas a PECAN (Presídio Estadual de Canoas) e à Comunidade Terapêutica Mãe Admirável, em Sapucaia do Sul/RS.

Dariane Secco Schein, do Instituto de Famílias de Schoenstatt, que acompanhou a caminhada da Mãe Peregrina Auxiliar junto com a coordenadora da Campanha da Mãe Peregrina no vicariato, Leda Maria Alves de Lima, e alguns missionários, conta que “a Mãe foi sempre muito bem recebida. No Hospital Nossa Senhora das Graças, onde estivemos em três oportunidades, não somente os enfermos, mas médicos e enfermeiros receberam a Mãe e Rainha com muito carinho e, às vezes, também com lágrimas”.

No presídio (PECAN), a hora de visitas foi curta, pois todos queriam receber a ‘visita ilustre’. “Foi lindo: já quando chegamos, um dos detentos do semiaberto tomou a Mãe e Rainha nos braços e levou-a às celas. Não a soltou o tempo inteiro”, conta Dariane. “Se lembrarmos que lá estão uma centena de detentos… quanto a Mãe não terá ouvido destes seus filhos! ”

No Colégio Espírito Santo, dirigido pelas Irmãs Missionárias do Espírito Santo, o grupo de missionários com a Mãe e Rainha foi recebido pela diretora, Irmã Maria Sônia Muller, pais, professoras e alunos. Na interação com os alunos de diferentes faixas etárias, os missionários perceberam que a Mãe e Rainha era já conhecida deles. Muito provavelmente pelas centenas de imagens peregrinas que visitam as famílias no Vicariato. “Um momento especial foi a visita da Mãe Peregrina às crianças do berçário, quando houve uma linda ‘troca de olhares’ dos pequeninos com a Mãe, tendo como fundo a canção “Mãezinha do Céu”, completa Dariane.

Em 15 de novembro, uma comitiva da Família de Schoenstatt devolveu, com o coração agradecido e ‘já com saudades’, a Mãe Peregrina Auxiliar Diocesana no Santuário de Schoenstatt de Porto Alegre. E já planejam, com alegria, sua próxima visita.

Mais fotos (Família de Schoenstatt de Canoas)

Para ler o roteiro feito pela Mãe Peregrina Auxiliar no Vicariato de Canoas.

Família de Schoenstatt no Santuário Nacional de Aparecida

 

Juliana Dorigo – A Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt do Regional Sudeste e membros do Movimento Apostólico realizaram sua romaria anual ao Santuário Nacional de Aparecida. Em 9 de novembro de 2019 os schoenstattianos foram à casa da Mãe e Padroeira para agradecer as graças recebidas.

“Para mim é uma alegria participar da romaria junto com as famílias há mais de 10 anos, é muito gratificante pertencer ao Movimento de Schoenstatt. Sempre que puder participarei da romaria”, comenta Vera Lucia da Silva.

Com a bandeira do Movimento Apostólico de Schoenstatt e a imagem da Mãe Peregrina, a procissão de entrada dava início à Santa Missa, que foi presidida pelo Pe. Arcanjo Valdivino dos Santos, missionário redentorista.

 

 

Em sua homilia, falou da importância de rezar em família: “Através da oração simples do terço, vamos para as casas das famílias procurando trazer o sinal do amor de Deus, para que assim, unidos na mesma fé, da mesma alegria, o Evangelho vai sendo vivificado, mas é a oração simples na escola de Maria que vai nos fazendo compreender o mistério do amor de Deus, do seu filho Jesus. Toda oração é válida na medida em que nos ajuda a viver a comunhão com o Senhor, não uma Igreja particular(…), mas uma Igreja e se dinamiza, que se faz comunhão. Não é isso que o Senhor espera de cada um de nós?”

O Sacerdote também exaltou a importância de ser discípulos missionários de Cristo, pela intercessão de Maria: “Ao rezarmos em família estarmos unidos na mesma força do Evangelho (…) Vamos pedir à Mãe querida, Nossa Senhora, que esteja sempre nos acompanhando e intercedendo a Deus por nós, fazendo-nos verdadeiros discípulos missionários do seu filho Jesus. Ela também nos ajude a ser esse templo vivo do Senhor em nossas comunidades na missão da qual nós fomos chamados e, assim, a alegria do Reino vai sendo vivida, vai sendo conhecida. Que Nossa Senhora Aparecida interceda por nós hoje e sempre amém!”

As Irmãs de Maria, Ir. M. Márcia Carmo da Silva, Ir. Elvira Maria Lawand e Ir. M. Diná Batista de Souza, acompanharam os romeiros junto com o capelão do Santuário de Atibaia/SP, Pe. Francisco José Lemes Gonçalves.

 

Mais fotos

 

Romaria Aparecida 2019

 

Fonte: maeperegrina.org.br

A Mãe Peregrina visita um garimpo em Ametista do Sul/RS

Ir M Rosequiel Fávero – Todos os anos a Imagem Peregrina Auxiliar percorre as paróquias da diocese de Frederico Westphalen/RS, levando bênçãos e graças às famílias, escolas, hospitais e locais de trabalho. Neste ano, a Mãe e Rainha ‘inovou’, visitando seus filhos também ‘em baixo da terra’. Como é isso?

No encerramento da festa dos 16 anos do Santuário Tabor Porta do Céu, em 20 de outubro, missionários e coordenadores da Mãe Peregrina da paróquia São Gabriel, de Ametista do Sul/RS, levaram a Mãe Peregrina Auxiliar para a sua visita anual ao município.

A cidade de Ametista do Sul é conhecida como a capital mundial da pedra ametista, que deu o nome ao município em 1992, quando da sua emancipação. Por que são muitos os garimpos na cidade.

Neste ano, como testemunham o casal coordenador da Campanha da Mãe Peregrina na paróquia São Gabriel, Elite e Gilmar Bertuoli, foram “muitas bênçãos recebidas e muitos lugares visitados pela nossa Mãe peregrina. Foi realmente uma peregrinação em famílias, órgãos públicos, escolas…. Todos foram de muita emoção, mas quero destacar aqui uma visita especial em um garimpo em atividade”. Sim, pelos braços de seus missionários, em 24 de outubro, a Mãe Peregrina Auxiliar desceu uma das minas ativas na cidade, para expressar que está sempre presente junto a estes seus filhos neste trabalho tão desgastante.

À ideia de levar a Mãe Peregrina ao seu garimpo, o proprietário, Sr Valcir Norbak, ficou feliz e agradecido. “Pois além da sua fé, ele sabe da fé de seus garimpeiros”, relata Elite. “Foi pronto ao atender ao nosso comunicado, inclusive foi buscar a imagem. Com carinho, arrumaram o local onde a Mãezinha ficaria. Pela manhã a surpresa foi dos garimpeiros. São pessoas religiosas, pois sempre antes de dar início aos trabalhos dentro da furna, cada um faz sua oração pedindo proteção. Neste dia reuniram-se todos para uma oração em conjunto e depois cada um fez seu pedido individual. Foi emocionante pois acredito que algo assim nunca tenha acontecido antes num garimpo (a visita da Mãe Peregrina) ”.

A Mãe Peregrina seguiu sua visita evangelizadora na Paróquia São Gabriel e no dia 2 de novembro foi levada nos braços de seus filhos e devotos para a paróquia Nossa Senhora dos Navegantes, em Rodeio Bonito/RS.

Mais fotos da Mãe Peregrina Auxiliar em Ametista do Sul