Dia da Aliança ‘doce’ em Santa Cruz do Sul/RS

Ir M Ângela Zam – O dia 18 é sempre especial junto aos Santuários da Mãe e Rainha, pois a Família de Schoenstatt se reúne para renovar a Aliança de Amor. Assim também é em Santa Cruz do Sul/RS. Como acontece quando o Dia da Aliança cai num final de semana, em 18 de agosto houve somente a Santa Missa da noite, presidida pelo pároco da catedral, Pe. Roni Osvaldo Fengler. No final, por ser Dia dos Religiosos, Pe. Roni agradeceu pelo trabalho das Irmãs de Maria na cidade e pediu palmas da plateia. A animação dos cantos esteve a cargo de Abilio Piovesan e a liturgia dos missionários da Mãe Peregrina da Catedral.

A Imagem Peregrina Auxiliar foi trazida pelos missionários da Catedral, depois de ter peregrinado nas famílias desde que foi levada por eles no último dia 18. Desta vez, foram os missionários da paróquia da Ressurreição (Santa Cruz do Sul) que levaram sua ‘preciosa visita’.

A Missa da Aliança de agosto teve ainda um aspecto especial em Santa Cruz do Sul, na verdade teve um ‘sabor doce’, pois a Liga de Famílias esteve especialmente engajada em vender cucas aos peregrinos que vieram renovar a Aliança de Amor junto ao Santuário Immaculata Dilexit Ecclesiam. E não só vender, pois fabricaram todas as deliciosas cucas. Desta forma, estão colaborando para a participação dos seus representantes no Congresso de Outubro deste ano.

Como no dia 18 aconteceu somente a Missa da noite, foi celebrada uma outra na tarde de segunda-feira, 20/08, junto ao Santuário. Quem presidiu, foi Pe. Rodrigo Hillesheim, que foi ordenado em junho e é vigário na cidade vizinha Venâncio Aires. Pe. Rodrigo aproveitou o ‘dia de folga do padre’ para visitar seus pais em Santa Cruz e quis celebrar junto ao Santuário, pois ele selou sua Aliança de Amor como seminarista.

Na sua homilia, Pe. Rodrigo recordou São Bernardo, celebrado neste dia, dizendo que Pe. Kentenich cita muitas vezes esse santo e que a frase da moldura luminosa do Santuário (Servus Mariae nunquam peribit) é atribuída a São Bernardo.

No final da Santa Missa parabenizou as Irmãs pelo Dia dos Religiosos e desafiou: qual a Família que irá doar um filho para ser Padre ou Irmã?

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Dia da Aliança em Santo Ângelo/RS

Em Santo Ângelo/RS, muitos peregrinos participaram a Missa de Renovação da Aliança, presidida pelo pároco da Paróquia Sagrada Família, Pe Inácio Dalla Nora. A liturgia esteve a cargo dos jovens de JUMAS e JUFEM.

Na sua homilia, Pe. Inácio apontou para o significado da Solenidade da Assunção de Maria e destacou a dignidade de Maria no plano salvífico de Deus, que Maria assunta ao céu é sinal de esperança: “Apesar de todo o mal que existe o bem vencerá. A esperança move nossa vida.”

No final da Santa Missa, antes da procissão ao Santuário, foi prestada uma homenagem ao Benedicto João Félix, da Liga de Homens, que faleceu poucos dias antes. Benedicto pertenceu ao primeiro grupo do Movimento de Schoenstatt em Santo Ângelo e até o final de sua vida dedicou-se por Schoenstatt e pelo Santuário.

Após a homenagem, feita pelo sr João Dias e pelo professor Edson Prestes, todos seguiram em procissão ao Santuário, para a renovação da Aliança. A celebração foi encerrada junto ao ‘Monumento dos Heróis’, com fogo na ‘Taça de José Engling’.

 

Homenagem ao Irmão na Aliança de Amor Benedicto João Felix:

BENDITO E FELIZ

“Bendito o ventre que te gerou” (Lc 11, 27) Feliz quem fez parte de tua vida!

João Evaldo Almeida Dias

Liga de Famílias / Schoenstatt – Santo Ângelo

“Bendito o ventre que te gerou” – exclamou a mulher em meio à multidão, exaltando Maria que gerou Jesus. Pelas maravilhas que o via realizar. Pela planta se conhece o fruto. Pela mãe se conhece o filho.

Benedicto – bendito. Felix – Feliz o ventre que te gerou…

Benedicto João Félix. Ninguém de nós conheceu tua mãe. Mas, por você, podemos saber quão grandiosa foi essa mulher que te gerou e te educou na fé, no amor a ela e à nossa Mãe: a Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, que te adotou.

Bendito e feliz o ventre que te gerou…Dedicastes tua vida inteirinha ao que a Mãezinha do Céu quisesse e precisasse…

…e, assim foi! Quanta alegria tua mãe deve ter sentido no céu, ao ver tanto carinho e gratidão manifestados em teu último adeus. De quem foi se despedir de você e, de tantos outros e outras que não puderam ir…! Um misto de dor e gratidão tomou conta desses corações, órfãos desse pai adotivo: deste Tio Bene.

Bendito e feliz o ventre que te gerou… Quantas vezes dissestes que teu nome representava o que eras: Bendito e Feliz! Bendito o ventre que te gerou…Feliz quem fez parte de tua vida…

Não te veremos mais por aí…inquieto, preocupado com tudo e com todos. Como um garimpeiro dedicado, garimpando seus meninos para o JUMAS e contatando as meninas para a JUFEM. Na Missa do dia 18, os folhetos da renovação da Aliança não estarão em suas mãos para serem distribuídos. A acolhida a quem chega na Tenda, não será feita por você. O grito de guerra dos jovens, na queima dos capitais, na Taça dos Heróis, não será mais puxado por você, Tio Bene. Bendito e Feliz: assim te imaginamos agora: deitado no colo da Mãe Maria que, justamente no começo do dia de sua Assunção, estava de braços abertos, na porta do céu, para te acolher.

Bendito e feliz o ventre que te gerou…Não queríamos acreditar que seria assim: mas ficamos sem você aqui, Tio Bene. Órfãos de tua presença, teus sobrinhos e sobrinhas. Mas, não serás esquecido nunca: estarás por aqui, em cada prece, em cada cantiga, no som dos instrumentos, no silêncio da oração, no perfume das flores, no sorriso e doçura das crianças, no vigor e energia de nossos jovens, na responsabilidade dos homens e mulheres que seguirão teus ensinamentos, teu exemplo de vida e carinho pela Mãe…

…Agora, a festa está completa no céu: Você Tio Bene, tua mãe que te gerou e, a Nossa Mãe que te adotou. Estás como sempre fostes: Bendito e Feliz.

Santo Ângelo, 18 de agosto de 2018.

Dia da Aliança à luz da Solenidade da Assunção em Porto Alegre

Márcia Kazumi / Ir M Rosequiel Fávero – A família de Schoenstatt da arquidiocese de Porto Alegre reuniu-se junto ao Santuário Maria Cor Ecclesiae para renovar a Aliança de Amor com Maria, com acontecimentos que marcaram o Dia da Aliança de agosto.

Antes das duas Missas da Aliança um acontecimento ajudou a ter mais presente o Ano do Padre Kentenich:  o lançamento do livro ‘Anos Decisivos’, pela Ir Maria da Graça Sales Henriques. Esta preciosa obra literária sobre os inícios da Obra Internacional de Schoenstatt foi escrito pela Irmã Dra. M. Dorothea Schlickmann, em língua alemã, e traduzido para o português pela Irmã Maria da Graça. O livro apresenta uma sequência de estudos feitos pela autora sobre o nosso Pai e Fundador, do período desde a sua ordenação em 1910 até a Fundação de Schoenstatt, em 1914.

A Santa Missa das 16h foi presidida pelo Padre João Maria Callegaro, da Paróquia São João Batista – Porto Alegre, com a participação especial na liturgia de paroquianos, consagrados e missionários da Campanha da Mãe Peregrina da Paróquia São Sebastião Mártir (que neste ano completa 85 anos) e do Coral Maria Cor Ecclesiae, com a regência da maestrina Clarissa Peretti.

Às 19h, foi rezado o ‘Santo Terço no Santuário’ – iniciativa da Juventude Feminina de Schoenstatt (Jufem) de Porto Alegre – que convida a todos a participarem nos próximos encontros que acontecerão no Dia da Aliança, antes da Missa da noite. Em seguida, a imagem de Nossa Senhora Assunção, padroeira da paróquia a qual pertence o Santuário e que estava de festa no final de semana, foi acolhida solenemente no Santuário, trazida em procissão desde a igreja paroquial. A procissão luminosa era composta pela comunidade paroquial, catequistas, catequizandos e de seu pároco Frei Paulo Inácio Labres. A imagem de Nossa Senhora da Assunção foi saudada com alegria por todos os presentes.

A Santa Missa da noite teve como presidente o Padre João Carlos Strack, da Paróquia Sagrado Coração de Jesus – Porto Alegre, com a colaboração de Gabriel Robaina, da Juventude Masculina de Schoenstatt (Jumas) de Porto Alegre nos cantos.

Em ambas as celebrações se realizou a abertura do ano que antecede as celebrações do centenário do Congresso de Hoerde, quando houve a fundação da União Apostólica e o mundo leigo entrou definitivamente na vida que Deus havia previsto para Schoenstatt. No Ano do Laicato, a sua vivência ganha especial importância.

Após as Missas, uma pequena procissão foi realizada do salão da Casa Tabor até o Santuário para a renovação da Aliança de Amor onde, em sintonia com a Festa da Assunção de Maria, foi rezado pela beatificação do Pe. Kentenich com a oração internacional para os 50 anos de seu falecimento e também pelas vocações, de modo especial pela vida consagrada.

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Dia da Aliança em Frederico Westphalen/RS

Ir M Elisa Görck – Em Frederico Westphalen/RS, muitos peregrinos se encontraram junto ao Santuário Tabor Porta do Céu para renovar a Aliança de Amor.

A Missa da Aliança foi presidida pelo Pe. Guido Londero e a liturgia configurada pela Jufem, reforçada pelas violeiras do Ramo, reunidas para o seu encontro anual junto ao Santuário. O grupo de violeiras, chamado de ‘Cor in chamas’, reúne uma vez por ano jovens violeiras da Jufem diocesana para refletir sobre a sua nobre missão de animar as atividades do Ramo e também para aprender novas canções.

Na sua homilia, Pe. Guido refletiu sobre a solenidade da Assunção de Maria ao Céu, celebrada neste final de semana. Também foi recordado o domingo da vocação religiosa. Com alegria, no final da Santa Missa, foi cantado os parabéns para as Irmãs presentes.

A Renovação da Aliança foi feita na Tenda dos Peregrinos, mas todos foram incentivados a fazerem sua visita pessoal ao Santuário para colocarem junto da MTA as contribuições para o Capital de Graças do mês que passou e a prontidão em viver por mais 30 dias a Aliança de Amor.

Dia da Aliança com o ‘Sol do Tabor’

Ir M Rosequiel Fávero – O sol do Tabor surgiu radiante no Dia da Aliança de julho em Santa Maria e trouxe muitos peregrinos ao Santuário.

A Missa da tarde, presidida pelo Pe. Vandemir Meister, lotou a Capela Tabor. Na sua homilia, Pe. Vandemir fez uma ‘sabatina’ com os participantes: “Sabemos quais são as mensagens de Schoenstatt?” A partir desta pergunta e dos textos das lituras bíblicas do dia, iniciou uma ‘catequese schoenstattiana’. No final da Santa Missa, retomou a ‘catequese’: “Vamos repetir, para não esquecer a tríplice mensagem de Schoenstatt: mensagem da fé prática na Divina Providência; da Aliança de Amor e da consciência de missão”.

Pe. Argemiro Ferracioli presidiu a Missa da noite, que também lotou o auditório do Centro Mariano. Na liturgia foi recordado de forma especial os 76 anos da fundação da Obra de Famílias e dos Irmãos de Maria. Uma foto de Mário Hiriart levada na procissão de entrada recordou esta data festiva.

As duas Missas foram concluídas com a procissão ao Santuário e renovação da Aliança de Amor, um momento sempre esperado a cada dia 18.

   

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Dia da Aliança e aniversário do Santuário em Porto Alegre

O Dia da Aliança de julho, no Ano do Laicato e no Ano do Padre Kentenich, teve um sabor mais festivo para a Família de Schoenstatt de Porto Alegre: os 32 anos do Santuário Maria Cor Ecclesiae (inaugurado em 20 de julho, mas sempre celebrado no Dia da Aliança do mesmo mês). Foi recordado também a ordenação sacerdotal do Pe. Kentenich, ocorrido em 08 de julho de 1910.

A Missa da Aliança foi celebrada às 16h e às 20h. A Santa Missa da tarde foi presidida pelo Padre Juliano Kenne Pires, pároco na paróquia Imaculado Coração de Maria, de Porto Alegre, com o seminarista Rodrigo Rubi animando os cantos.

Entre as duas Missas foi rezado o ‘Santo Terço no Santuário’, uma iniciativa da Juventude Feminina de Schoenstatt (Jufem) para a família schoenstattiana. Onde as meninas convidam a todos para vir rezar no Santuário Maria Cor Ecclesiae às 19h, em cada Dia da Aliança. Foi possível também saborear deliciosos lanches (como convém à toda festa de aniversário).

À noite, o presidente da celebração foi o Padre Maico Pezzi, pároco na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, de Esteio/RS, com a liturgia sob a responsabilidade da comunidade schoenstattiana da Paróquia Menino Deus e o Coral Maria Cor Ecclesiae nos cantos.

Em ambas celebrações, os peregrinos foram convidados a rezar uma dezena do terço pelas vocações antes da Missa e após, uma pequena procissão foi realizada do Salão da Casa Tabor até o Santuário para a renovação da Aliança de Amor, com o pedido à Mãe e Rainha: “ajuda-nos a seguir os passos de nosso Fundador e a transformar nossa vida diária num diálogo profundo com Cristo”, e, “como leigos e leigas, a graça de viver santamente nossa vocação e missão”. Finalizando com o pedido pela beatificação do Padre Kentenich rezando a oração para os 50 anos de seu falecimento e a queima dos ‘bilhetinhos do Capital de Graças’ – pedidos e ofertas espirituais que foram oferecidas à Mãe Três Vezes Admirável, na ânfora do Santuário, desde o último dia 18.

   

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Dia da Aliança em Frederico Westphalen: os ‘mais pequenos’ consagrados à MTA

Débora Dalegrave / Ir M Rosequiel Fávero – Neste 18 de julho, o Santuário Tabor Porta do Céu, em Frederico Westphalen/RS, viveu momentos cheios de carinho e significado, além da renovação da Aliança de Amor realizada, especialmente neste Ano do Padre Kentenich, junto a estátua do Pai e Fundador.

Peregrinos de Vicente Dutra passaram a Imagem Peregrina Auxiliar Diocesana, que nas últimas semanas peregrinou nas comunidades da paróquia Nossa Senhora dos Navegantes, para os coordenadores diocesanos, Pedro e Aline Porporati Machado. Neste segundo semestre, após passar pelas paróquias da diocese, a Peregrina Auxiliar vai peregrinar pelas escolas da região até a festa de aniversário do Santuário, que será realizada em outubro.

Um segundo momento especial foi a consagração dos bebês Isabella Dalegrave Titon e Thomas Krasnievicz Dominski à Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt. Isabella e Thomas foram levados ao Santuário pelos seus pais e padrinhos.

A consagração foi conduzida por Ir. M. Elisa Görck e Padre Tiago Wollmann (que havia presidido a Missa da Aliança), que abençoou as crianças e os pais. Como sinal deste ato sublime os bebês receberam uma medalha da Mãe e Rainha para que, trazendo-a consigo, lembrem-se sempre que pertencem à Maria e que como filhos devem ouvir suas palavras e ‘fazer tudo o que Jesus disser’.

Consagrar os filhos é um ato de amor entre pais e filhos, na confiança de que a Mãe de Deus pode ajuda-los na formação das crianças. Criar vínculos e inserir nas crianças a religiosidade é um ato de amor dos pais, como descreve o Papa Francisco, em Amoris Laetitia (172): “recém-nascidas, as crianças começam a receber em dom, juntamente com o alimento e os cuidados, a confirmação das qualidades espirituais do amor. Os gestos de amor passam através do dom do seu nome pessoal, da partilha da linguagem, das intenções dos olhares, das iluminações dos sorrisos. Assim, aprendem que a beleza do vínculo entre os seres humanos mostra a nossa alma, procura a nossa liberdade, aceita a diversidade do outro, reconhece-o e respeita-o como interlocutor. (…) E isto é amor, que contém uma centelha do amor de Deus”.

Muitas crianças são consagradas à Mãe e Rainha nos Santuários de Schoenstatt. Algumas são levadas ao Santuário por pais e padrinhos logo após o batizado. Muitas outras junto com grupos de peregrinos, são ‘apresentados’ à Mãe Três Vezes Admirável por pais, avós, padrinhos… Também professores peregrinam aos Santuários de Schoenstatt com seus alunos, confiando à Mãe de Deus cada um daqueles que lhe são confiados. Com certeza, a Mãe e Rainha acolhe cada uma destas crianças em seu coração imaculado.

   

Dia da Aliança na ‘Capital das Missões’

Ir M Rosequiel Fávero – Numa noite muito agradável (nem parecia julho!), centenas de peregrinos lotaram as dependências do Centro de Schoenstatt em Santo Ângelo, para a celebração da Missa da Aliança.

Pe. Clodoaldo Kamimura, Diretor Regional dos assessores do Movimento de Schoenstatt do Regional Sul presidiu a Eucaristia. Antes da Santa Missa, ele conduziu uma hora de reflexão com os dois grupos da Liga de Mães de Schoenstatt da ‘capital missioneira’ sobre o aprofundamento da Aliança de Amor na altura da Carta Branca.

Na sua homilia, Pe. Clodoaldo, recordou que não somos ‘qualquer coisa’ nas mãos de Deus, mas seus instrumentos para a realização de uma grande missão. “Pela Aliança de Amor, pelas mãos de Maria, nos colocamos mais uma vez como instrumentos a sua disposição”.

Após a Santa Missa, em procissão, todos seguiram para o Santuário, onde foi feita a oração de renovação da Aliança de Amor com a Mãe e Rainha de Schoenstatt. A última etapa da peregrinação foi junto ao Monumento dos Heróis, onde foram queimados os bilhetinhos, símbolo das contribuições para o Capital de Graças dos peregrinos e devotos da Mãe e Rainha que vêm ao Santuário.

   

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No dia 18, unidos ao Pai e Fundador, renovamos a Aliança

 

Os corações, em todo o mundo, se unem para novamente se consagrar à Maria

O que representa, em sua vida, o dia 18 de cada mês? Para a Família de Schoenstatt, essa é uma data especial de renovar o compromisso com a Mãe. O Pe. José Kentenich nos explica: “Hoje é dia 18. Sabem qual é o significado do dia 18 para nossa Família? No dia 18 de outubro de 1914, a Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt selou uma Aliança de Amor com a Família de Schoenstatt. Em toda a parte onde há filhos de Schoenstatt, tornou-se costume renovar todos os meses esta Aliança de Amor. Costumamos chamar o dia 18 de ‘dia de peregrinação’”. [1]

 

O que levamos nas mãos?

O Pai e Fundador chama a atenção sobre os presentes que levamos para a Mãe a cada mês: “Vejam como é bela a palavra do Documento de Fundação: ‘Eu amo os que me amam’ – mostrai primeiro que me amais e eu vos mostrarei que vos amo. […] Mesmo que durante o mês tenhamos esquecido essas grandes tarefas, queremos recordá-las no dia 18 de cada mês e nunca chegar de mãos vazias”. [2]

A Aliança é uma troca mútua de bens e interesses, de presentes e de compromisso. A Mãe dá muito de si por nós e espera nossa parte. Essas são as contribuições ao Capital de Graças e é por isso que nos Santuários e em muitas paróquias os ‘papeizinhos’ que representam essas contribuições são queimados.

 

O Pai renova a Aliança conosco

 

 

Pe. Kentenich sempre reforça a importância dos dias 18 na vida da Família de Schoenstatt. Ele nos diz:

“Pessoalmente, habituei-me a consagrar o dia 18 de cada mês, para renovar a Aliança de Amor, em união com toda a Família… seja a Família que agora está aqui ou no além, seja na Igreja que está aqui, na Igreja padecente ou na Igreja triunfante. Permitam-me, neste momento, considerar Schoenstatt como a Igreja, a Igreja no pequeno. No dia 18, sempre procuro aprofundar em mim a consciência de uma comunidade de amor com todo o mundo de Schoenstatt, e assim aprofundo de novo a responsabilidade por todos” (Pe. José Kentenich, 1950)

Em 2018, quando recordamos 50 anos de sua morte, ele continua a renovar a Aliança junto com os filhos e sua palavra continua viva: e assim aprofundo de novo a responsabilidade por todos!

 

Um dia de alegria

Para o Pe. Kentenich, o dia 18 é um dia de alegria. Uma jovem do Movimento de Schoenstatt conta sobre um encontro que teve com o Pai e Fundador:

“Eu gostaria de fazer a consagração de membro no Dia da Aliança (18 de outubro). Porém, não foi possível pedir o aval da dirigente diocesana e por isso não fui admitida. Para mim, foi como se a Mãe de Deus não quisesse aceitar a minha entrega e por isso fiquei muito triste. Na manhã de 18 de outubro encontrei o Pe. Kentenich no caminho para a Casa de Retiros. Ele veio ao meu encontro e perguntou: ‘Que aconteceu? Um dia tão bonito e um rosto tão triste!’ Entre lágrimas, contei-lhe o que me oprimia. Ele escutou-me com atenção e depois me disse que eu tinha, assim, um belo presente para oferecer à Mãe de Deus, que lhe entregasse o sacrifício. ‘Agora veja’, ele disse, ‘como o sol já brilha de manhã cedo, como ele se alegra conosco no nosso grande dia de festa. A senhora também deve se alegrar. Um dia tudo vai dar certo’. Eu despedi-me com o bom propósito de esconder a tristeza do meu rosto. À noite encontrei-o de novo. Ele logo me reconheceu e disse: ‘Gosto muito mais de vê-la assim!’ e estendeu-me carinhosamente a mão. Naquele dia 18 de outubro gravou-se em mim uma imagem de Pai que eu até então desconhecera. Foi-me dado vivenciar um pai bondoso e intuí que ele era um reflexo do Pai Eterno”. [3]

 

 

[1] e [2] – Eu saúdo os Lírios – Palestras do Pai e Fundador para a Juventude Feminina de Schoenstatt no Brasil Tabor. Coleção Jufem Brasil, vol 1

[3] – Padre José Kentenich – Como nós o conhecemos. Ir. M . Anette Nailis. Sociedade Mãe e Rainha, Santa Maria/RS. 3ª edição revisada, 2011

Fonte: schoenstatt.org.br

20 Km a pé para renovar a Aliança de Amor

Ir. M. Rosequiel Fávero – Já por muitos anos, a Mãe e Rainha tem uma alegria especial no Dia da Aliança de junho no Santuário Tabor: receber os peregrinos da comunidade de Água Boa (da zona rural de Santa Maria), que fazem a pé os pouco mais de 20 Km da sua capela até o Santuário. “Todos os anos viemos para agradecer as graças alcançadas e trazemos muitas intenções“, explica uma das peregrinas.

No início de maio, todos os anos, a imagem da Mãe e Rainha sai da sua capela em Água Boa, visitando várias comunidades do interior, regressando no domingo após o 18 de maio, com uma grande festa. (Para ler sobre a festa deste ano clicar aqui.) Assim, no Dia da Aliança de junho, os filhos retribuem a visita da Mãe, vindo a pé até o Santuário Tabor. Os primeiros já saem de casa às 6h enfrentando muitas vezes geada, frio ou chuva, pois já é inverno. Outros peregrinos vão juntando-se a eles. Pelas 14h chegam ao Santuário e participam da Missa da Aliança das 15h 30 min.

A devoção à Mãe Três Vezes Admirável está enraizada na área rural de Santa Maria, marcada pelos passos do Servo de Deus João Luiz Pozzobon. Todos os anos, ele visitava as famílias, com quem rezava o terço nas casas, nas comunidades e nas escolas. Em alguns locais destas comunidades encontramos também as ermidas erguidas por ele. A localidade de Água Boa não tinha capela, somente uma antiga escola rural para as suas celebrações. Tendo que escolher um padroeiro para a sua comunidade não tiveram dúvidas em eleger a Mãe e Rainha como sua querida padroeira. Junto à antiga escola foi construído um grande salão que abriga a comunidade para as celebrações religiosas e eventos sociais. Um nicho, carinhosamente ornamentado, abriga uma grande ‘Peregrina’, que ali é venerada e que, anualmente, peregrina nas demais comunidades do interior.

A peregrinação anual no Dia da Aliança, mesmo que feita por poucas pessoas (neste ano foram 14) testemunha não só a devoção à Mãe Três Vezes Admirável da comunidade, mas a vinculação ao seu Santuário, fonte de graças  para tantas famílias que, embora a distância, sabem das bênçãos que recebem de Deus através da intercessão de Maria neste lugar santo.