Dia da Aliança em Porto Alegre

Márcia Kazumi – Neste Dia da Aliança, 18 de abril, a Família de Schoenstatt de Porto Alegre se reuniu para renovar a Aliança de Amor, junto ao Santuário Maria Cor Ecclesiae, com as duas tradicionais Santas Missas à tarde e à noite.

A Santa Missa da tarde foi presidida pelo Padre Juliano Kenne, pároco na paróquia Imaculado Coração de Maria. Elisa Rothe, da Jufem, animou os cantos.

À noite, a Santa Missa foi presidida pelo Padre João Carlos Strack, da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, com a participação especial do Coral Maria Cor Ecclesiae nos cantos, sob a regência da maestrina Clarissa Peretti.

Em ambas as Santas Missa, os fiéis saíram em procissão da Casa Tabor ao Santuário para renovar a Aliança de Amor de 18 de outubro de 1914.

Após a queima dos bilhetinhos que simbolizam as contribuições para o Capital de Graças, muitos ainda se demoraram junto à estátua de nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich. Numerosas fotos, em cada Dia da Aliança, registram estes momentos, tão significativos, especialmente neste ano a ele dedicado.

Fotos (Márcia Kazumi) da Página do Santuário de Porto Alegre no Facebook

Nosso Santuário: local de diálogo com a Mãe e com Deus

João Dias – A Missa da Aliança de abril no Santuário de Schoenstatt de Santo Ângelo/RS teve a Tenda dos Peregrinos lotada.

A celebração foi presidida pelo Pe. Euclides Benedetti, pároco da Paróquia Santo Antônio, do Bairro Pippi, de Santo Ângelo. A liturgia esteve a cargo da Campanha da Mãe Peregrina da Paróquia Santo Antônio e a animação pelo Terço dos Homens da paróquia Sagrada Família.

Na sua homilia, Pe. Euclides destacou que “…assim como Jesus buscava momentos e lugares para se recolher e falar com Deus, nós temos este local (Santuário) onde podemos nos aproximar para dialogar com Deus e a Mãe Peregrina…”

Esta é uma realidade constante deste Santuário que, principalmente nos finais de semana, tem uma grande afluência de peregrinos que buscam na acolhida de Maria um encontro profundo com Deus.

Fotos: Thaiana Dias, Wilson Wilges e Maria Nadir Grziwinski

Dia da Aliança junto ao Santuário Tabor jubilar

Ir M Rosequiel Fávero – Ainda na luz das celebrações dos 70 anos do Santuário Tabor, a Família de Schoenstatt de Santa Maria se reuniu em 18 de abril para renovar a Aliança.

Na Santa Missa da tarde, na Capela Tabor lotada, presidida pelo Pe. Vandemir Meister, a Liga de Mães de Schoenstatt acolheu lideranças de diferentes dioceses que estavam reunidas para refletir sobre a preparação para celebrar no próximo ano 70 anos do início do Ramo no Regional Sul. A celebração se encerrou com a peregrinação ao Santuário e a renovação da Aliança de Amor.

À noite, centenas de peregrinos se reuniram em torno ao Santuário, numa celebração campal, presidida pelo Pe. Clodoaldo Kamimura. A liturgia foi coordenada pela Liga de Famílias, que realçou a grande mensagem da Carta de Santa Maria, enviada por nosso Pai e Fundador há 70 anos, em 15 de abril.

O clima muito agradável foi uma expressão da acolhida da Mãe Três Vezes Admirável, a partir de seu Santuário, para com seus muitos filhos que se reuniram junta a ela nesta noite de outono.

Na sua homilia, Pe. Clodoaldo mostrou a relação entre o fato relatado na leitura, o martírio de Santo Estevão, e as circunstâncias históricas que trouxeram as Irmãs de Maria ao Brasil e, consequentemente, fizeram com que tivéssemos o Santuário Tabor. “Como o martírio de Santo Estevão e a perseguição aos cristãos fez com que eles se espalhassem por diversas terras, levando a mensagem do Evangelho, foi a ascensão do Nazismo na Alemanha e a perseguição à Igreja que incentivou o Pe. Kentenich a enviar as Irmãs de Maria ao Brasil. E com elas, veio Schoenstatt para a nossa Pátria”.

Mais fotos da Missa da tarde

Mais fotos da Missa da noite

Fotos: Ir Jéssica Maria Gassen

Hoje é dia da Aliança, dia de peregrinação!

 

Faz 70 anos, o Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, dava uma palestra para a Juventude Feminina de Schoenstatt, em Santa Maria/RS (18 de abril de 1948). Ele explica às meninas que todo dia 18 é dia de visitar o Santuário, seja física ou espiritualmente. Vejamos o que ele conta para elas e que diz hoje novamente a nós. Essa palestra aconteceu poucos dias após a inauguração do primeiro Santuário Filial do Brasil:

Hoje é dia 18. Sabem qual é o significado do dia 18 para nossa Família? No dia 18 de outubro de 1914, a Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt selou uma Aliança de Amor com a Família de Schoenstatt. Em toda a parte onde há filhos de Schoenstatt, tornou-se costume renovar todos os meses esta Aliança de Amor.

Costumamos chamar o dia 18 de dia de peregrinação. Talvez saibam que onde se venera Nossa Senhora de Fátima, o dia 13 de cada mês também é um dia de peregrinação. Visto que o dia 18 foi instituído entre nós como dia de peregrinação, podem imaginar que em todas as partes do mundo onde há filhos de Schoenstatt hoje se fazem peregrinações ao Santuário da Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt.

Desde domingo passado, 11 de abril, também temos aqui [em Santa Maria/RS] um Santuário da MTA. Por isso vale a pena esforçar-nos por fazermos uma peregrinação a este Santuário no dia 18 de cada mês. Podemos fazê-lo de duas maneiras: espiritualmente, ou seja, esforçando-nos durante o dia, talvez a determinadas horas, por tocar muitas vezes com fé o chão deste Santuário. Cada ato de fé em que a Mãe de Deus está presente e atua de modo particular aqui no Santuário pode ser considerado uma peregrinação espiritual neste sentido.
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Dar e receber: uma troca mútua

Quer se trate de uma peregrinação espiritual ou verdadeira, perguntemo-nos hoje: Que dádivas de romaria trazemos e que graças de romaria podemos esperar? Precisam gravar bem profundamente a originalidade de nosso lugar de peregrinações: aqui, a Mãe de Deus não quer apenas conceder graças, também quer receber. É um dar e receber recíproco, que supõe uma recíproca Aliança de Amor. As duas partes trazem algo e as duas recebem algo. Por isso já lhes disse certa vez: quando chegamos aqui com o coração e as mãos abertos e dizemos: “Mãe, mostra que és minha Mãe”, ela responde: “Filha, filho, mostra que és meu filho, minha filha”. Assim compreendem que eu diga: o dia de peregrinação não nos traz apenas dons e graças de romaria, mas também espera de nós dádivas de romaria.

Permitam que lhes diga primeiro as graças de romaria que nos são concedidas neste dia de peregrinação. Em primeiro lugar, a graça do abrigo espiritual; em segundo lugar, a graça da transformação interior; e, em terceiro lugar, a graça da fecundidade apostólica.
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A primeira graça

A Mãe de Deus quer conceder-nos, como primeira graça, o abrigo espiritual em seu coração para que, através dela, encontremos a Deus. Ela conhece nosso coração humano. Também sabe que a necessidade de lar do nosso coração só encontra resposta quando nos arraigamos no coração da Mãe de Deus e do Deus Trino. Por isso cuida, sobretudo enquanto somos jovens, que encontremos corações humanos nos quais possamos estabelecer nossa tenda e dos quais possamos dizer: aqui é o meu lar!
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Que exige a Mãe de Deus, como presente de retribuição por essa graça? Espera que tomemos em mãos nosso coração e o ofereçamos a ela. Contemplem a imagem. Não lhes chama a atenção a íntima e profunda relação de amor entre Jesus e a Mãe de Deus? Não notam com que profunda ternura o Filho está unido à Mãe? Vejam como uma cabecinha se aninha na outra. Também já se deram conta de como o manto não envolve apenas a Mãe, mas igualmente o Filho? O Filho está revestido apenas com o manto da Mãe. Olhando mais de perto, verão que o coração do Filho está exatamente onde pulsa o coração da Mãe. Esta relação de amor terna e delicada é um exemplo para nós. A Mãe deseja que nós também alcancemos uma semelhante relação de amor com ela. É quase como se a Mãe de Deus me bradasse: “Filha(o), dá-me o teu coração, assim como Jesus me dá o seu coração!”
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Vejam como se amam

Queremos fazer nossa peregrinação de hoje com grande fé em Schoenstatt, em que a Mãe de Deus habita e atua aqui e nos oferece o seu coração e o coração do Deus Trino. Queremos, igualmente, oferecer-lhe nosso coração como presente de retribuição. Sabemos que moramos no coração da Mãe de Deus e que nele pulsa para nós o coração de Jesus.
[…]

Como forma a Mãe de Deus o meu coração? Ela o forma segundo o coração de Jesus, fazendo-o manso e humilde. Como filhos de Schoenstatt, temos um hino, o Hino do Instrumento, do qual uma estrofe diz: “Torna-nos semelhantes à tua imagem, como tu, passemos pela vida fortes e dignos, simples e bondosos, espalhando amor, paz e alegria. Em nós percorre o nosso tempo, prepara-o para Cristo”. Sabem agora como a Mãe de Deus forma e configura nosso coração, quando hoje nos conceder a graça do abrigo espiritual?
[…]

Durante a Santa Missa, vamos colocar nosso coração sobre a patena. Quando eu erguer a patena no ofertório, nosso coração também será elevado ao coração da Mãe de Deus e assim ao coração do Deus Trino. Se fizermos isso dia por dia, virá o tempo em que se poderá dizer de nós: vejam como se amam!

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Fonte:
Pe. José Kentenich. Eu saúdo os Lírios! – Palestras para a Juventude Feminina de Schoenstatt no Brasil, 1947 a 1949. Coleção Jufem Brasil, vol I. Secretariado da Jufem Regional Sul, 2014, 1ª edição.

www.schoenstatt.org.br

Dia da Aliança e abertura das atividades em Santo Ângelo

Ir M Rosequiel Fávero – Um final de semana recorde de calor no Rio Grande do Sul marcou as celebrações do Dia da Aliança nos Centros de Schoenstatt gaúchos. Também foi assim na capital das Missões, Santo Ângelo, onde a Juventude Feminina de Schoenstatt já chegou no início da tarde de sábado, para um acampamento para jovens iniciantes.

Desde o início da manhã, muitos peregrinos fizeram sua caminhada ao Santuário, trazendo muitas flores à MTA, uma marca da devoção popular no Santuário Missioneiro de Schoenstatt Tupãcyrendá.

Pela tarde, representantes das Ligas de Famílias, dos Homens e das Mães, coordenadores da Campanha da Mãe Peregrina da forania de Santo Ângelo e um grande número de jovens da Jufem e Jumas, refletiram sobre o lema do Movimento de Schoenstatt no triênio que inicia, ‘Unidos ao Pai e Profeta, por uma Nova Terra Mariana’. Destaque paara vivência/teatro apresentado pela Juventude de Schoenstatt.

No final do dia centenas de peregrinos se uniram aos encontristas para a Missa da Aliança, presidida pelo pároco da paróquia Sagrada Família, Pe. Inácio Dalla Nora. A liturgia foi conduzida pela Liga de Famílias, que teve o grupo do Terço dos Homens Mãe e Rainha da paróquia Sagrada Família na animação dos cantos.

Já com o clima mais ameno da noite, os schoenstattianos peregrinaram ao Santuário para a renovação da Aliança, encerrando a celebração junto ao Monumento dos Heróis para a queima dos bilhetes que simbolizam as contribuições para o Capital de graças ao longo do mês, desde o último Dia da Aliança.

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Fotos: Ir M Rosequiel Fávero

 

Dia da Aliança em Fortaleza com a presença do bispo auxiliar Dom Rosalvo Cordeiro

Ir M. Neiva Pavlak – Pela segunda vez neste ano pudemos celebrar o Dia da Aliança num domingo. Isto faz com que mais pessoas possam acorrer à casa da Mãe e Rainha, já que a Santa Missa sempre se realiza às 16 horas, o que dificulta a participação para os que trabalham, quando cai em dia útil da semana. E, também pela segunda vez, nosso Bispo Auxiliar Dom Rosalvo Cordeiro de Lima nos alegrou com sua presença, celebrando a partilhando a Palavra de Deus. Ele conseguiu unir muito bem os três motivos principais da liturgia: o Evangelho do quinto domingo da Quaresma, que ressalta a doação total de Jesus pela nossa salvação: “Se o grão de trigo não cair na terra e não morrer fica só, mas se morrer produz ricos frutos.” Mostrou a Mãe de Deus, a Mãe e Rainha como a Mulher sempre obediente ao Pai e inteiramente doada à missão do seu Filho. E, São José, cuja festa a Igreja celebra amanhã, que, como homem justo e obediente “teve que seguir Maria, pois estava comprometido com Ela.”

O painel com a foto da Capela do Pai em Schoenstatt, colocado na frente da assembléia, impressionou as pessoas e algumas até ajoelharam diante do sarcófago em profunda oração.  Outra novidade foi um pequeno estrado, doado por uma pessoa generosa, que deixou o altar mais elevado, de modo que os que estão mais nos fundos, possam ver o celebrante.

Após a Missa, como é costume aqui, muitos cercam o Bispo pedindo a sua bênção, orações e, também para tirar fotos. Dom Rosalvo é muito acolhedor e sempre tem muita paciência e disponibilidade, até que todos estejam satisfeitos. Só então vai tomar o seu merecido lanche e algum líquido gelado, pois o calor está acima do normal. No próximo dia 18 de abril Dom Rosalvo estará, com os outros Bispos do Brasil, na Assembléia em Aparecida. Ele pediu nossas orações para todos os Bispos.

A Liga de Mães se desdobrou no atendimento aos “peregrinos”: Um grupo atendeu na tenda dos lanches, que elas mesmas trazem para ser vendido em benefício da casa; e outro na venda de artigos da Mãe e Rainha. Um senhor da Liga de Famílias, muito atento, cuidou da recepção, e é preciso ter muito cuidado, pois vivemos numa das capitais mais violentas do país. Os homens recolocam as coisas em seus devidos lugares. E assim, cada um, a seu modo, colabora com a Casa da Mãe e Rainha.

Dia da Aliança em Santo Ângelo

Ir M Rosequiel Fávero – Centenas de peregrinos aproveitaram uma amena noite de domingo na capital das Missões para participar da Missa da Aliança junto ao Santuário Missioneiro de Schoenstatt Tupãcyrendá. A Tenda dos Peregrinos ficou completamente lotada.

O presidente da celebração foi o pároco da catedral angelopolitana, Pe. Rosalvo Frey, que acolheu os participantes com sua costumeira simpatia. Para a alegria da Família de Schoenstatt de Santo Ângelo, concelebrou Frei Alceu Filipin, cuja mãe era uma ativa integrante da Liga das Mães de Schoenstatt e seus irmãos também pertencem ao Movimento. Em visita aos familiares, como sempre faz,  Frei Alceu marcou presença na Missa da Aliança.

Após a Santa Missa todos seguiram em procissão até o Santuário para renovar a Aliança de Amor e, como já é tradição em Santo Ângelo, concluíram a celebração após a segunda procissão, junto ao Monumento dos Heróis e da taça de José Engling, com a queima dos bilhetes do Capital de Graças.

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Fotos: Ir M Rosequiel Fávero

 

Renovação da Aliança de Amor em Porto Alegre

Márcia Kazumi – Neste domingo, 18 de fevereiro, unidos a toda a Família internacional de Schoenstatt, celebramos o Dia da Aliança de Amor junto ao Santuário Maria Cor Ecclesiae com as duas tradicionais Santas Missas.
A Santa Missa da tarde foi presidida pelo Padre Luciano Massullo, da Paróquia São Pedro. A Jufem e o Jumas se responsabilizaram pela Liturgia. Foi uma belíssima celebração com o salão da Casa Tabor lotado.
A Santa Missa da noite foi presidida pelo Padre Roque Machado, da Paróquia São Nicolau, de General Câmara/RS, com a Família Ribas, de Gravataí/RS, nos cantos.
Uma pequena procissão foi realizada da Casa Tabor ao Santuário após ambas as missas para a renovação da Aliança de Amor, onde diante da Mãe e Rainha, no Santuário, também pedimos pela beatificação do Padre Kentenich, neste ano dedicado a ele.

As celebrações foram finalizadas com a queima dos bilhetinhos do Capital de Graças na Pira Engling.
Foi um dia muito especial de renovação da Aliança de Amor e reencontro da Família Schoenstattiana.

Fotos: Márcia Kazumi

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