Dia da Aliança junto ao Santuário Tabor Porta do Céu

Muitos peregrinos da cidade de Frederico Westphalen e outras cidades do interior da diocese participaram da Missa da Aliança de fevereiro junto ao Santuário Tabor Porta do Céu. Pe Adilson Magri, vigário paroquial em Nonoai/RS, presidiu a Santa Missa com a liturgia animada pelos jovens de Jufem e Jumas.

Um dos pontos altos da celebração foi o depoimento dos homens de Frederico Westphalen que participaram da XI Romaria Nacional do Terço dos Homens em Aparecida/SP.

Pe Adilson também oficiou, no Santuário, o envio de um grupo de missionários da paróquia Nossa Senhora da Paz, que receberam as imagens peregrinas que visitarão as famílias de Seberi/RS.

“Jesus é nosso sinal” – Renovação da Aliança em Santo Ângelo

João Dias – Este foi o foco da homilia proferida pelo Pe Rosalvo Frey, pároco da Paróquia Anjo da Guarda – Catedral de Santo Ângelo, que presidiu na noite do dia 18 de fevereiro a Missa da Renovação da Aliança junto ao Santuário Tupancyrendá, em Santo Ângelo/RS.

A animação e liturgia estiveram a cargo dos jovens do JUMAS e JUFEM.

Pe Rosalvo destacou que “Jesus veio entre nós revelar o amor e a misericórdia de Deus. Sua vida, morte e ressurreição são provas de que Deus é nosso Pai de amor“.

Após a Missa aconteceu a renovação da Aliança em frente ao Santuário e a queima dos bilhetes do Capital de Graças junto ao Monumento dos Heróis.

Dia da Aliança em Porto Alegre/RS

Márcia Kazumi – No Dia da Aliança do mês de fevereiro, muitos peregrinos se reuniram junto ao Santuário Maria Cor Ecclesiae, em Porto Alegre para renovar o compromisso de amor com a Mãe de Deus.

A Santa Missa da tarde foi presidida pelo Pe. Maico Pezzi, da paróquia Nossa Senhora Aparecida, de Esteio/RS, com a liturgia sob a responsabilidade de Carmem Donati, da Liga de Mães de Schoenstatt. O salão da Casa Tabor estava lotado com peregrinos vindos de várias localidades.

A Santa Missa da noite foi presidida pelo Pe. João Strack, que atualmente está a serviço na paróquia Imaculado Coração de Maria, de Esteio/RS, e como capelão do Hospital Ernesto Dornelles, de Porto Alegre. A liturgia ficou sob a responsabilidade de Jorge Cunha, da Campanha da Mãe Peregrina, com a juventude de Schoenstatt nos cantos. Em ambas as Missas foram realizadas as procissões da Casa Tabor até o Santuário para renovar a Aliança de Amor junto à Mãe de Deus, com o pedido especial: que Ela nos eduque rumo à santidade.

Além dos peregrinos habituais e os que vieram a primeira vez às celebrações do Dia da Aliança junto ao Santuário de Schoenstatt em Porto Alegre, a Família de Schoenstatt local acolheu neste dia ‘velhos amigos’, como a Ir M Rosequiel Fávero, de passagem em Porto Alegre, pois logo partirá rumo à Garanhuns/PE para a sua nova missão. E o casal Maria Thereza e José Sanseverino, que trouxeram a lembrança de momentos de muitas conquistas do Movimento de Schoenstatt de Porto Alegre. O senhor Sanseverino, no alto de seus 93 anos, contou com alegria, que “apertou a mão do Pe. Kentenich em Santa Maria” e contribuiu para a construção do Santuário de Porto Alegre.

Mais fotos (Márcia Kazumi)

Dia da Aliança ‘à luz do luar’ em Santa Maria/RS

Ana Paula Dal Pozzolo – Na esplanada em frente ao Santuário Tabor, aproveitando a noite de temperatura agradável, a Família de Schoenstatt da Arquidiocese de Santa Maria/RS se encontrou para renovar a Aliança de Amor com a Mãe e Rainha neste segundo Dia da Aliança de 2019. Muitas pessoas da cidade de Santa Maria e peregrinos de cidades próximas participaram da celebração.

 

Segundo mês da Novena “Mãe Aceita a Coroa da Filialidade Heroica”

Minutos antes da celebração da Missa da Aliança, as Irmãs de Maria conduziram a oração do Terço e do segundo dia da Novena em preparação para o jubileu de 70 anos da coroação da Mãe e Rainha como Rainha da Filialidade Heroica, coroada pelas mãos do Padre José Kentenich, fundador do Movimento Apostólico de Schoenstatt, em 20 de agosto de 1949, neste mesmo Santuário.

Nesta segunda etapa da novena, a Mãe de Deus nos convida a vivermos a filialidade. É possível vivê-la de forma primitiva, de forma madura ou de forma heroica. Quando se vive a filialidade primitiva, o vínculo pessoal a Deus e a Nossa Senhora é superficial, de modo que se recorre a Eles nos momentos de aflição, pedindo auxílio e depois se vive a vida pensando em si mesmo. A filialidade madura ocorre quando já se consegue despertar o olhar para ver a ação de Deus em alguns aspectos da vida, ocorrendo algum distanciamento de Deus nas dificuldades do dia-a-dia.

“A Filialidade heroica vê Deus em cada acontecimento”, pois um coração absolutamente ligado ao divino, percebe a ação da divina providência e atribui tudo à Deus. “Damos o poder de nos moldar e permitimos que nossa alma seja moldada, como corresponde à bondade paternal de Deus” (Padre José Kentenich, da oração de coroação da Rainha da Filialidade Heroica).

O estímulo proposto para este mês, até o próximo dia 18, é de buscar viver intensamente a filialidade de forma heroica. Assim, coroar a Mãe de Deus como Rainha da Filialidade Heroica proporciona quebrar obstáculos para que a graça divina possa jorrar sem barreiras.

Missa da Aliança de Amor celebrada ao luar

Após esta preparação e oferta inicial, foi celebrada a Missa da Aliança, preparada pelo Instituto de Famílias, tendo como presidente o Pe Rodrigo Cabrera, do município de Silveira Martins e como concelebrante o Padre Clécio Almeida, vigário paroquial do Santuário Basílica da Medianeira.

A homilia apresentou a importância da fé. Crer sem ver, sem precisar de provas. Nas palavras do próprio Cristo aos fariseus, dizendo para aqueles que exigem ou esperam provas, confirmações, que nenhum sinal lhes será apresentado. Os fariseus, com seu anseio de entender, compreender o que se passava, queriam encontrar um profeta, ficaram cegos e não viram o Deus homem diante deles.  Jesus nega o sinal para mostrar que a fé dispensa comprovações simplesmente porque quem tem certeza não acredita mais.

Ao contrário, para aqueles que creem sem exigir provas, Deus apresenta o sinal “a mulher revestida de sol, tendo na fronte uma coroa com doze estrelas…” Aqueles que acreditam tem sua confiança recompensada com a indicação do caminho. A forma de nos aproximarmos de maneira mais segura e clara do nosso Deus: através da mulher revestida de sol, da “Santíssima Virgem Maria” que traz consigo, nos braços o seu filho Jesus. Ela é o caminho à santidade.

Ao final da celebração a imagem da peregrina auxiliar foi enviada para o município de Formigueiro, com o pedido de que os lares por ela visitados possam vivenciar a mesma alegria que Isabel sentiu quando sua prima, Maria foi visitá-la com Jesus no ventre.

Sob a luz radiante do luar foi renovada a Aliança de Amor com cânticos e acenos, e a taça de José Engling ardeu com muitas contribuições ao Capital de Graças da Rainha da Aliança, a Rainha da Filialidade heroica.

Mais fotos (Azânia Valmerate)

A Aliança de Amor e a promessa de uma nova terra

Ana Paula Trindade de Moraes Diniz – Por meio de Schoenstatt, Deus nos encontra, nos escolhe e nos forma, com o propósito de instaurar uma nova terra mariana. De norte a sul do país, cada brasileiro é desafiado, pela Aliança de Amor, a fazer da nação esta nova terra. Ao refletir sobre a história, recordamos que Deus sempre desafia seu povo eleito a batalhar por um novo chão. Desde o momento da criação, o Senhor coloca seus filhos em movimento, “em saída”, para edificar o novo mundo.

A bíblia nos relata, no horizonte do Antigo Testamento, a aliança de Deus com o povo eleito (Ex 19,58), marcada por numerosas e importantes promessas. E, cada vez que Deus sela ou renova a Aliança, a TERRA é um elemento importante, uma promessa de transformação, pela qual vale a pena sonhar e lutar:

– Aliança na Criação, com Adão e Eva
Promessa: “Sede fecundos, multiplicai- vos, enchei a terra e submetei-a” (Gn 1,28-30)

– Aliança com Noé
Promessa: “Não haverá mais dilúvio sobre a terra…” (Gn 9,11)

– Aliança com Abraão
Promessas: Descendência numerosa (Gn, 15.5); o nascimento do Messias de sua descendência (Gn 22.17); posse da terra prometida (Gn I7,8)

– Aliança com Moisés
O povo é libertado e caminha para a terra prometida

Na história de Aliança, a terra prometida (Canaã) é o símbolo da promessa de Deus ao seu povo. Deus se revela, elege os seus, livra o seu povo das mãos do opressor (Egito) e estabelece então uma aliança, firmando os seus mandamentos e exigindo do povo a fidelidade ao cumprimento da promessa (Dt 30, 16-18).

Somos herdeiros e construtores dessa nova terra

Hoje, como schoenstattianos em saída, somos desafiados a atualizar essa promessa bíblica e fazer do Brasil uma nova terra mariana. Como? Restaurando o cenário atual no campo cultural, social e político, que é de grande insegurança e desordem.

Para isso, Schoenstatt apresenta um meio de viver orgânico, pelo qual o homem ressignifica a história, a partir do caminho de Aliança de Amor com a Mãe de Deus.

 

Uma nova terra MARIANA

Maria Mãe de Deus (Theotokos)está nos planos divinos, para o resgate da humanidade, desde os primórdios. O Senhor a coloca em seu plano de salvação. Maria nos traz Jesus, o Filho de Deus, para resgate da humanidade. Ela conduz para o seu Filho e nos leva até ele pelo caminho de aliança, selada pelo Pe. Kentenich.

Como Família de Schoenstatt, queremos dar traços marianos à nova terra. Entre outras características, ser mariano é educar-se à imagem de Jesus. Maria sempre aponta para Cristo, nos educa e nos forma segundo a imagem de seu filho: “Jesus precisa se tornar vivo em nós como o transfigurado. A Mãe de Deus deve se glorificar, glorificando Jesus, e depois também glorificando Jesus em nós, para que ele possa crescer e irradiar, sempre mais, em nós, como o transfigurado” (Pe. José Kentenich, 3 de setembro de 1947, Santa Maria/RS, 2ª conferência).

 

Uma NOVA terra

Por meio de Schoenstatt, Maria quer nos ajudar a sermos homens novos que, educados pela Mãe de Deus, respondem às bruscas mudanças do tempo, com ousadia na fé e coragem para transformar os “exílios atuais” em um tempo de esperança e confiança na Providência Divina. Atravessar os “dilúvios” deste tempo exige filialidade heroica e destemida para reconstruir a nação, sem retroagir. Ou seja, construir uma nova terra mariana.

Sempre inspirados por nosso Pai e Fundador, com ousadia e fé, com a mão no pulso do tempo e o ouvido no coração de Deus, prossigamos mergulhados no profundo mistério de Deus. Todos os dias, ele se revela, por Maria, e nos convida a trilhar o caminho da Aliança de Amor, a ser sal e luz, para transformar os corações, a sociedade e o mundo.

Fonte: schoenstatt.org.br

A Mãe Peregrina parte do Santuário no primeiro Dia da Aliança em Santo Ângelo

João Dias / Ir M Rosequiel Fávero – “O Batismo de Jesus é a revelação do amor de Deus“, este foi o tema central que norteou a Missa de Renovação da Aliança no Santuário Tupãcyrendá neste dia 18 de janeiro. Foi presidida pelo Pe Viro Rauber a animação esteve a cargo dos jovens de JUMAS e JUFEM. Já a liturgia foi assumida por integrantes da Campanha da Mãe Peregrina da Paróquia Três Mártires de Entre-Ijuís que durante este mês recebem a visita da imagem Peregrina Auxiliar Diocesana.

Em sua homilia Pe Viro destacou que: “…o Batismo de Jesus deve lembrar a cada um de nós que o nosso batismo nos compromete com o projeto de Deus…”

Ao final da Celebração houve a oração da renovação da Aliança foi junto a Tenda dos Peregrinos devido à instabilidade do tempo. Posteriormente, a queima do capital de graças foi junto à taça dos heróis com alguns membros do Movimento de Schoenstatt.

Também no final da Missa foi o envio da Mãe Peregrina Auxiliar Diocesana. Na última Jornada Diocesana da Família de Schoenstatt, no final de outubro de 2018, os coordenadores paroquiais da Mãe Peregrina decidiram que a Imagem Auxiliar Diocesana, que desde a muito tempo esteve sob a responsabilidade do Professor Benedicto Felix (falecido em 2018), peregrinaria em todas as paróquias da diocese onde tem a Campanha da Mãe Peregrina, iniciando pelas paróquias da forania de Santo Ângelo.

Um grupo da Campanha da Mãe Peregrina e devotos da Mãe e Rainha da Paróquia Três Mártires, de Entre-Ijuís, se fizeram presentes e recebem a Mãe Peregrina e a missão de ser um pouco ‘João Pozzobon’ durante 4 semanas, até passarem a Mãe para a vizinha paróquia de São Miguel das Missões.

Mais fotos (Alana Ibarros e Anderson Ferreira)

Primeiro Dia da Aliança de 2019 em Frederico Westphalen

Ir M Rosequiel Fávero – A celebração da Renovação da Aliança de Amor junto ao Santuário Tabor Porta do Céu reuniu muitos integrantes da Família de Schoenstatt local e de cidades vizinhas no primeiro Dia da Aliança de 2019.

Para alegria dos schoenstattianos, havia muitos ‘rostos jovens’ junto ao altar. A Santa Missa foi presidida pelo sacerdote recém ordenado, Pe. Ezequiel Persch, que atua como vigário paroquial em Igrejinha/RS, diocese de Novo Hamburgo, que contou ainda com a presença dos diáconos Matias Kiper e Rafael Liberalesso (diocese de Frederico Westphalen), como também dos seminaristas Ezequiel Reis, Émerson Romitti e Péricles Filipiaki (este último da diocese de Novo Hamburgo).

O seminarista Ezequiel Reis testemunha: “Rendemos graças a Deus, pelas mãos de sua Mãe Maria Santíssima, por podermos ter estado junto ao Santuário Tabor Porta do Céu, em Frederico Westphalen, na primeira Missa da Aliança do ano de 2019.

Com grande alegria, unidos à família de Schoenstatt, foi celebrada a Santa Missa, e logo após renovada a nossa vinculação (à MTA) à sombra do Santuário. Pe. Ezequiel está conhecendo nossa diocese neste período de descanso. Ao receber o convite para presidir junto ao Santuário, prontamente acolheu o pedido. Foi uma noite abençoada, com significativa participação dos schoenstattianos e da comunidade em geral.

Pe. Ezequiel reforçou a necessidade de pedirmos com humildade a Deus que nos ouça, e de irmos ao seu encontro com esperança, como o paralítico de Cafarnaun [Mc 2, 1-12], que mesmo impossibilitado, confiou; e que Deus, vendo também nossa fé, e por nossa “insistência filial”, conforme seu amor, também nos atenderá. É preciso buscar refúgio somente em Deus, que pode nos dar o verdadeiro e duradouro consolo, aquilo que mais precisamos”.

A celebração foi encerrada diante do Santuário com a renovação da Aliança de Amor e a bênção final. A Mãe e Rainha certamente se alegrou com a presença de todos, especialmente dos jovens que se decidiram a consagrar suas vidas pelo Reino de seu Filho.

Mais fotos (Pedro Porporati e Ezequiel Reis Borba)

Dia da Aliança em Porto Alegre: “O amor de Cristo nos impulsiona”!

Márcia Kazumi – Neste primeiro Dia da Aliança de 2019 celebrado junto ao Santuário Maria Cor Ecclesiae, contou com as duas tradicionais Santas Missas à tarde e à noite.

A Santa Missa da tarde foi presidida pelo Pe. Fernando Pietranera, da Paróquia Imaculado Coração de Maria, de Esteio/RS, com liturgia sob a responsabilidade da Família de Schoenstatt e a participação da maestrina Clarissa Peretti nos cantos.

A Santa Missa da noite foi presidida pelo Pe. Lucas Matheus Mendes, da União dos Sacerdotes Diocesanos de Schoenstatt e pároco da Paróquia Nossa Senhora das Dores, de Porto Alegre, com liturgia também sob a responsabilidade da Família de Schoenstatt e a participação do seminarista Rodrigo Rubi nos cantos.

Pe. Lucas concluiu a sua homilia convidando a todos: “Que a Aliança que nós renovamos hoje nos impulsione a vivermos o lema das Uniões (de Schoenstatt) ‘Caritas Christi urget nos’ – amor de Cristo nos impele. O amor de Cristo e a fidelidade à Aliança deve impelir-nos a irmos ao encontro daqueles que precisam conhecer Jesus. ” Recordou ainda a recomendação feita pelo Pe. Kentenich em 1919: “Acordai e despertai-vos mutuamente! ” Uma importante recomendação para a Família de Schoenstatt que se prepara para os 100 anos do Congresso de Hoerde (e da fundação da União Apostólica de Schoenstatt) em 20 de agosto deste ano.

Após as duas Santas Missa os peregrinos seguiram em procissão do salão da Casa Tabor até o Santuário para renovar a Aliança de Amor junto à Mãe de Deus com a queima dos ‘bilhetinhos’ do Capital de Graças

Mais fotos (Márcia Kazumi)

Em Santa Maria/RS: Dia da Aliança à luz dos 70 anos da Rainha da Filialidade Heroica

Ir M Rosequiel Fávero – O auditório do Centro Mariano ficou completamente lotado na noite de 18 de janeiro, primeiro Dia da Aliança de 2019. Junto ao trono preparado para a Mãe Peregrina estavam fotos da coroa e cetro da Rainha da Filialidade Heroica, recordando que estamos iniciando o ano em que celebraremos 70 anos desta coroação pelas mãos de nosso Pai e Fundador, Padre José Kentenich. Também a oração da novena ‘Aceita a Coroa da Filialidade Heroica’ antes da Santa Missa recordava este fato.

Os responsáveis pela liturgia, as integrantes da Liga dos Doentes, levaram na procissão de entrada uma das imagens peregrinas ocasionais que acompanha o apostolado com os doentes nos hospitais, famílias e residenciais geriátricos em Santa Maria.

Pe. Clodoaldo Kamimura recordou na sua homilia o evangelho do dia, que narra a cura de um paralitico. “Jesus curou e perdoou os pecados. E hoje ele usa instrumentos que curam (médicos, terapeutas, psicólogos) e que perdoam pecados (os sacerdotes). Este evangelho neste Dia da Aliança nos recorda que Deus quer fazer de todos nós seus instrumentos. A Mãe e Rainha atua em seus Santuários já há mais de um século porque encontrou jovens que se colocaram a seu serviço como seus instrumentos. Ela chama também a nós para sermos, pela Aliança de Amor, instrumentos de paz, de solidariedade, de respeito e de amor em nosso tempo”.

A chuva que vem castigando o sul do Brasil não permitiu que fosse realizada a procissão ao Santuário e a renovação da Aliança de Amor foi realizada no auditório do Centro Mariano.

No final, Diácono João Manoel e Pe. Clodoaldo abençoaram todos os que trouxeram uma imagem da Mãe e Rainha para a celebração.

Mais fotos (Ir M Rosequiel Fávero)

Vídeo do momento da ‘romaria espiritual’ ao Santuário;

 

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Uma Aliança que desperta o dinamismo missionário

Ir. Adriane Maria Andrade Barbosa – Como Família de Schoenstatt mundial, encerramos recentemente o Ano Pe. Kentenich e fomos assim motivados a assumir seu carisma e missão, essa rica herança que nosso Pai e Fundador deixou à sua Família e a cada um de seus filhos, também a mim e a você.

Muitos membros da Família de Schoenstatt das diversas Comunidades e Ramos, neste ano jubilar, foram criativos para demonstrar seu amor à Obra por meio do empenho sincero em divulgar a pessoa de nosso Pai e Fundador. Se vivermos de sua proximidade, sua Aliança se tornará vida em nós, poderemos celebrar esse dia 18 de outubro de maneira especial.

A Aliança é o coração do Movimento

“A Aliança de Amor é o coração do Movimento, sua fonte da vitalidade espiritual e fecundidade. A Aliança de Amor é o nosso carisma! Tudo se concentra no Santuário. Aí a Mãe de Deus atua como educadora daquela ‘nova personalidade’ de que a Igreja tão urgentemente necessita. Aí Maria, a Mãe e Rainha Três Vezes Admirável, estabeleceu seu ‘ateliê’ de educadora; aí ela acolhe e transforma seus filhos e, a partir daí, ela os envia como apóstolos ao mundo’.

Pela Aliança de Amor com Maria somos por ela educados de maneira que possamos rezar: ‘Torna-nos semelhantes à tua imagem… em nós, percorre o nosso tempo, prepara-o para Cristo.’

A celebração do dia de fundação oferece a cada um de nós, uma ocasião para recordar com gratidão as estações de nossa longa história, mantendo viva a memória da origem. É na origem que se manifesta a essência mais profunda, a plena beleza do carisma do qual o Movimento surgiu, e que se renova continuamente.

Um Aliança missionária

Temos, pois, motivo para agradecer à Providência divina que, pela Aliança de Amor, doou a toda a Igreja, o Santuário. Quem teria pensado que, naquele 18 de outubro de 1914, surgiria um Movimento tão extraordinário! Schoenstatt traz para a Igreja um significativo dinamismo missionário. Quantas iniciativas de evangelização […] quantos podem testemunhar que no Santuário, sua vida mudou! Quantos jovens encontraram em Schoenstatt a alegria da fé e a beleza do cristianismo! Quanto potencial missionário foi despertado e colocado a serviço da Igreja, a partir da Aliança de Amor.”[1]

Neste ano da Filialidade heroica podemos oferecer esse dinamismo missionário à toda a Igreja do Brasil e mais além.

[1] Cf. Cardeal Stanisław Ryłko. Aos 18 de outubro de 2013 abertura do Jubileu.

Fonte: schoenstatt.org.br