Uma reflexão 73 anos após o primeiro Dia da Aliança junto ao Santuário Tabor

Ir M Márcia Alves – Vivemos mais um Dia da Aliança. É tão natural fazermos nossa peregrinação (física ou espiritual) a um Santuário de Schoenstatt, que nem nos questionamos sobre isso.

Em torno das comemorações do aniversário do Santuário Tabor, neste ano, no diálogo com um grupo de schoenstattianos, ao relembrarmos a história do primeiro Santuário de Schoenstatt em nossa Pátria, nos deparamos com a realidade das romarias no dia 18. Pois já na semana seguinte à inauguração do Santuário Tabor, já aconteceu a primeira peregrinação e renovação da Aliança de Amor com ‘o povo’. Deste diálogo, surgiu esta reflexão.

 

“Gostaria de transformar este lugar, num lugar de romarias”

Em 1914, no dia 18 de outubro quando nosso Pai e Fundador selou a Aliança de Amor com a Mãe de Deus. Na conferência que fez aos jovens seminaristas já lançou seu objetivo:

“Não seria possível que a Capelinha de nossa Congregação se tornasse nosso Tabor, no qual se manifestem as magnificências de Maria? Sem dúvida, maior ação apostólica não podemos realizar, herança mais preciosa não podemos legar aos nossos sucessores do que mover nossa Senhora e Rainha a estabelecer aqui, de modo especial, o seu trono, distribuir seus tesouros e realizar milagres da graça. Pressentis o que viso: gostaria de transformar este lugar, num lugar de romarias e de graças para nossa casa, para toda a Província alemã e, talvez, para mais além.”

E as “romarias” começaram! Primeiro “individualmente”, quando os jovens iam ao Santuário para rezar. Mas também já em 1914, começaram as romarias de pequenos grupos de seminaristas, que se reuniam no Santuário para ouvir o Fundador ou para fazer suas orações.

Com o desenvolvimento do Movimento de Schoenstatt, cresceram também as romarias ao Santuário… Como o Padre Kentenich profetizou, o Santuário tornou-se um lugar de romarias e de graças, primeiramente para os moradores do seminário do Padres Pallottinos e depois para toda a Província Alemã! E nós, que não somos alemães, nos incluímos no “para mais além!”

 

Sim, o Santuário é um lugar de romarias e de graças para todos nós!

Em meados dos anos 30, com a ascensão de Hitler ao poder, Padre Kentenich viu a necessidade de fazer a Mãe e Rainha conhecida pelo povo, para fazer uma ‘contracorrente’ ao que o nazismo pregava. Incentivou que fossem feitas romarias populares ao Santuário. A partir daí, se desenvolveu um movimento popular de romarias primeiro ao Santuário Original e, mais tarde, aos Santuários filiais de Schoenstatt. Desta forma, como em diversos Santuários marianos acontece este grande movimento de romarias, também em todos os santuários de Schoenstatt recebemos grupos de romarias.

Porem há uma romaria especifica ‘schoenstattiana’, que acontece cada mês no Santuário da Mãe e Rainha: a romaria do dia 18. Em muitos lugares falamos da Missa da Aliança, pois a Aliança de Amor na maioria dos Santuários e também nas inúmeras paróquias é renovada junto a celebração da Santa Missa.

 

Como e onde começou a “romaria do dia 18”? Quem foi o grande incentivador dela?

Essas perguntas tocam bem profundamente a nossa história de Schoenstatt no Brasil.

Em 1948 o Padre José Kentenich veio da África do Sul especialmente para participar da inauguração do Santuário Tabor, que aconteceu no domingo, dia 11 de abril de 1948, com a abertura do Congresso Eucarístico na Diocese de Santa Maria.

O bispo de Santa Maria de então, D. Antônio Reis, fez a inauguração do Santuário como ‘Capelinha da Adoração Perpétua na Diocese de Santa Maria’. Na mesma noite, Padre Kentenich, com integrantes do Movimento, realizou o convite à Mãe de Deus para estabelecer-se no Santuário Tabor! Nesta oportunidade, dentre outros disse:

“Assim como a Mãe de Deus em 1914, se deixou mover pelas orações e sacrifícios dos jovens a se estabelecer no pequeno Santuário para criar um Movimento de renovação, deve se estabelecer também aqui, como fez em Schoenstatt.”

E, reforçando a fé no ‘Mistério de Schoenstatt’, também disse: “A Mãe de Deus deve agora desdobrar todas as suas forças a partir daqui, como em Schoenstatt. O bispo dirá: Voltamo-nos para a Eucaristia! Outros dizem: Voltamo-nos para a Mãe de Deus! E nós dizemos: Voltamo-nos para a Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt!”

Que graça nós tivemos, de ser o próprio Fundador a selar esta Aliança de Amor, bem assim como o fez no Santuário Original! Não podemos nos cansar de agradecer!

Depois da celebração do dia 11 à noite, Padre Kentenich, incentivou as Irmãs a tornarem Schoenstatt conhecido. Mas como fazer isso? Aqui vemos como, ele era coerente com tudo o que havia falado e procurava meios para colocar em prática o Documento de Fundação. “Gostaria de transformar este lugar, num lugar de romarias”

Insistiu então que deveriam promover uma romaria no dia 18, que era no domingo seguinte. E que uma das Irmãs, Irmã M. Emanuele Seyfried, deveria fazer uma palestra para o povo. Foi uma grande aflição para ela, pois não se sentia ainda tão segura em fazer uma palestra em português.

Portanto, aqui no Brasil sabemos como e onde começaram as romarias do dia 18. Foi na noite do primeiro dia 18 após a inauguração do Santuário Tabor, que o povo se reuniu em torno do Santuário para renovar a Aliança de Amor! Era domingo, dia 18 de abril de 1948.

 

18 de abril à sombra do Santuário Tabor 73 anos depois…

A história das romarias do dia 18 junto ao Santuário Tabor tem sua história própria, acompanhando a história do Fundador e a do Movimento de Schoenstatt. Teve também na pessoa e atuação do Servo de Deus João Luiz Pozzobon um grande incentivador.

Estamos em tempo de pandemia… Já há mais de um ano precisamos ter um público reduzido na Missa da Aliança. O maior número de pessoas participará da Missa do Dia da Aliança pelas redes sociais do Santuário.

 

Um convite especial

Convidamos você a fazer a sua peregrinação espiritual ao Santuário e renovar esta Aliança de Amor, junto conosco, a partir do mesmo lugar onde começaram as romarias do dia 18 há 73 anos, refletindo as palavras do Padre José Kentenich em 18 de abril de 1948, para a Juventude Feminina, e hoje dirigida a nós:

“Sabem porque o dia 18 foi instituído por nós como dia de peregrinação… Vale a pena esforçar-nos por fazermos todos os meses, no dia 18, uma peregrinação a este Santuário. Podemos fazê-lo de duas maneiras: podemos fazê-lo espiritualmente, quer dizer, esforçando-nos, durante o dia, talvez a determinadas horas, por tocar muitas vezes com fé o chão deste Santuário. Cada ato de fé em que a Mãe de Deus está presente, e atua de modo particular aqui no Santuário, pode ser considerado como uma peregrinação espiritual neste sentido. É evidente que quem acredita profunda e intimamente no atuar da Mãe de Deus a partir daqui se vai esforçar, na eficaz do possível e em que o tempo e a tarefa o permitirem, por fazer uma verdadeira peregrinação a este Santuário. Talvez chegue um dia o tempo em que, no dia 18 de cada mês, haja aqui, a uma determinada hora, uma grande pregação para peregrinos, feita por alguém inteiramente abrasado por Schoenstatt.”

“É assim que queremos celebrar o dia 18 e celebrá-lo todos os meses.” (18/04/1948)

 

Quem desejar, poderá participar da celebração da Renovação da Aliança de Amor, às 20h, pelas redes sociais do Santuário Tabor.

                                                 

 

Que tal um Dia da Aliança solidário?

Neste tempo de pandemia, nossos olhares e atenção se voltam – e com razão – para os mais pobres. Talvez nem todos os schoenstattianos ou simpatizantes do Movimento de Schoenstatt conheçam a obra social CEFASOL, o Centro de Referência Familiar Recanto do Sol, localizado no bairro Camobi, na cidade de Santa Maria/RS.

Fundado em 2008 pelas Irmãs de Maria de Schoenstatt, tem matriculado cerca de 100 crianças de 6 a 12 anos, no contra turno escolar. Desde o ano passado, a Escola Jardim de Maria, também das Irmãs de Maria, uniu forças com o Cefasol e abriu uma turma de pré-escola para 20 crianças carentes.

Por conta da pandemia, as crianças mal começaram o ano letivo em 2020 e não puderam mais vir. No ano passado, com muitas doações foi possível ajudar muitas famílias cujas crianças não podiam mais receber as refeições diárias no Cafasol. Foram muitas cestas básicas, litros de leite, materiais de higiene distribuídos. Tudo com muita organização, assim que as doações realmente chegaram aos que precisavam.

 

Situação difícil em 2021 – um desafio a mais!

A pandemia além de continuar, se agravou mais ainda neste 2021. E, para piorar, o número de doações caiu sensivelmente. Ir M Mathilde Mang, que administra o Cefasol, nos diz: “Está realmente difícil neste ano. Tenho que abrir as cestas básicas que chegam e dividi-las, assim que cada família ainda receba alguma coisa. Na Páscoa, por exemplo, as poucas cestas que recebemos (pouco mais de 30) tiveram que ser bem divididas para chegar alguma coisa às 115 crianças matriculadas. Atendemos somente as famílias cujas crianças estão matriculadas no Cefasol, que são em torno de 90. A maioria foi muito atingida pelas consequências da pandemia, pois a renda familiar vinha de trabalhos autônomos, todos paralisados”.

Uma proposta concreta: fazer uma doação para o Cefasol como contribuição especial para a MTA neste Dia da Aliança de Abril.

Como pode ser esta doação?

  • Levar ao Centro Mariano ou ao Santuário Tabor (Casa Provincial das Irmãs de Maria) uma cesta básica, alimentos ou materiais de higiene. Estas doações serão colocadas diante do altar na apresentação das oferendas da Missa da Aliança, às 20h (ver horários e condições para participar presencialmente da Missa ou para acompanhá-la pelas redes sociais do Santuário).
  • Fazendo uma doação financeira para o Cefasol. Ver AQUI como isso pode ser feito.

 

Programação do Dia da Aliança junto ao Santuário Tabor

Neste mês de abril, ainda sob bandeira preta, acontecerá a Missa da Aliança no auditório do Centro Mariano, às 20h do próximo domingo. A programação começa com o terço às 19h.

Por causa das restrições sanitárias, devido à pandemia, somente 100 pessoas poderão participar presencialmente. Estas deverão se inscrever pelo fone 3221 6114. Serão aceitas inscrições somente por telefone. Para evitar problemas com fiscalização, os nomes serão checados  na entrada do auditório e somente os inscritos poderão participar. Pedimos a compreensão de todos e estimulamos que ofereçamos estas dificuldades como contribuições para o Capital de Graças.

As celebrações poderão ser acompanhadas ao vivo pelas redes sociais do Santuário Tabor:

                                  

 

Seu nome no Santuário Original no dia da Aliança

Hoje temos um convite muito especial para todos que já selaram a Aliança de Amor. No próximo domingo, dia 18 de abril, vamos renovar a Aliança e novamente nos entregar à Mãe de Deus.

Para esse dia, todos os que selaram a Aliança de Amor são convidados a enviar seus nomes, que serão levados ao altar do Santuário Original. Para enviar, basta preencher o formulário abaixo.

A entrega dos nomes será durante a Santa Missa, às 10h30min. Para assistir e participar, acesse: Youtube / webcam.

Preencha abaixo o formulário com seu nome:

 

Dia da Aliança e 3º noite da novena para os 25 anos do Santuário em Santo Ângelo

João Dias – “A Salvação vem do testemunho em Cristo”. Com esta linha de reflexão o Pe. Inácio Dalla Nora,  pároco da Paróquia Sagrada Família, conduziu a homilia da Santa Missa da Renovação da Aliança, do último 18 de março, junto ao Santuário Missioneiro de Schoenstatt Tupãcyrendá, em Santo Ângelo/RS.

Pe. Inácio, destacou “… devemos dar testemunho do evangelho para que Cristo possa ser testemunho em nossa vida. Isso é abraçar e carregar nossas cruzes diárias, que nos conduzem à redenção, pois não há salvação sem cruz“.

Tendo em vista o decreto estadual de distanciamento social (bandeira preta), em vigor no Rio Grande do Sul, a celebração foi transmissão pela página do Santuário no Facebook, sem a presença dos fiéis que costumam acorrer à Tenda dos Peregrinos nesse dia. Também não foi realizada a tradicional procissão ao Santuário e a renovação da Aliança de Amor foi feita diante da imagem da MTA na Tenda dos Peregrinos.

Nesta Missa também foi recordado o terceiro dia da novena, em preparação aos 25 anos do Santuário Missioneiro de Santo Ângelo. O tema da reflexão foi sobre a benção da pedra fundamental, ocorrida em 11 de dezembro de 1994.

A liturgia esteve a cargo da Campanha da Mãe Peregrina da Paróquia Sagrada Família e a animação com jovens da Jumas e Jufem.

Dia da Aliança à luz da Cruz da Unidade

As restrições sanitárias em vista à pandemia da covid limitaram o número de participantes presenciais na Missa da Aliança de março, no Santuário Tabor. Participaram somente as equipes de liturgia e de transmissão.

Antes da Santa Missa, Pe. Rodrigo Cabrera, que também foi o presidente da celebração, repetiu a palestra que já havia dado na abertura das atividades da Família de Schoenstatt de Santa Maria, em 13 de março: ‘A imagem da cruz como transfiguração da realidade’. Fazendo uma profunda reflexão sobre o simbolismo da cruz, atualizou-o sob a pano de fundo da realidade atual e, como ele próprio se expressou, ‘ousou’ parafrasear nosso Pai e Fundador no Documento de Fundação, afirmando “A grande ‘guerra sanitária’ é meio extraordinariamente proveitoso na obra de vossa santificação“.

O tema está muito vivo na Família de Schoenstatt de Santa Maria, porque está sendo erguida no jardim do Santuário Tabor uma Cruz da Unidade, acontecimento que está sendo preparado espiritualmente por todos. Sua bênção solene será realizada com os integrantes do Movimento após passar este período duro da pandemia.

Abaixo, vídeo da palestra do Pe. Rodrigo. No primeiro minuto de vídeo, o áudio está um pouco distorcido, mas no restante a sonoplastia está equilibrada. Vale pena meditar o seu conteúdo.

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Dia da Aliança no Santuário Maria Cor Ecclesiae

Márcia Kazumi – Neste terceiro dia da Aliança do ano de 2021, a Família de Schoenstatt de Porto Alegre, reunida presencial e espiritualmente junto ao Santuário Tabor Maria Cor Ecclesiae, renovou a Aliança de Amor com a MTA na Santa Missa das 16h, presidida pelo Pe. Romeo Maldaner, pároco do Santuário Pão dos Pobres da arquidiocese de Porto Alegre. A liturgia ficou sob os cuidados das Mães de Schoenstatt e Ir. M. Neiva Pavlak. Na procissão de entrada, a imagem de São José foi colocada junto à imagem da Mãe Três Vezes Admirável pelo casal da Liga de Famílias Vera e Gilberto (Beto) Brito.

Devido às restrições impostas pela pandemia, a Santa Missa foi transmitida on-line, somente à tarde, através da página do Facebook do Santuário de Schoenstatt de Porto Alegre, com um número reduzido de participantes presenciais que seguiram os protocolos da vigilância sanitária.

A Aliança de Amor deste mês acendeu a chama para a preparação do jubileu de 75 anos da chegada do Pai e Fundador do Movimento Apostólico de Schoenstatt, Pe. José Kentenich ao Brasil. Pe. Romeu, em sua homilia, fez referência dizendo: “Este dia para nós é muito festivo, são 74 anos quando o nosso Pai e Fundador pisava nesta terra à margem do Guaíba. Ele veio trazendo o fogo de uma missão, uma missão que iniciou e que não tem fim […] missão que ele quer que o fogo esteja aceso e fervilhando no coração de muitas pessoas…”

Destacou também o Ano de São José, proclamado pelo Papa Francisco no dia 8 de dezembro passado para toda a Igreja. Igualmente, lembrou da importância do ano dedicado às famílias, à luz da Exortação Apostólica Amoris Laetitia, sobre a alegria do amor na família, no período que inicia no  dia 19 de março deste ano (2021) até o Encontro Mundial das Famílias no próximo ano. Pe. Romeo convidou a todos, dizendo: “Vamos rezar, meditar, estudar a Carta Encíclica proposta pelo Papa (Francisco), Amoris Laetitia – a alegria do amor. Não é possível amar sem alegria. É possível amar na dor, mas não sem alegria, porque o amor traz alegria ao coração que se reflete pelo rosto, pela vida, pela extensão de um olhar. Amoris Laetitia quer dizer para nós, amor, alegria para a vida.”

E fazendo analogia coma liturgia do dia (Êx 32,7-14 e Jo 5,31-47) levou todos à reflexão sobre a ruptura da aliança que Deus havia feito com o povo eleito, através de Moisés, e questionou: “Fizemos a Aliança com a nossa Mãe com seriedade, com convicção, com a nossa Igreja para ser fiel? Ou quantas e quantas vezes rompemos a aliança porque havia caminhos mais fáceis, caminhos que não exigiam muito, becos que nos conduziam a outros lugares mais fáceis […]?

Ruptura da aliança foi o maior pecado daquele povo e pode ser algo que também doa em nós, na nossa comunidade da Família de Schoenstatt. Ruptura com a aliança de fidelidade à Igreja, fidelidade à fé, fidelidade à querida Mãe Admirável, fidelidade ao Filho Jesus que ela toma no colo e nos dá, nos apresenta […] e quando estivermos em grandes dificuldades o que a Mãe faz? Ela não toma o seu Filho Jesus no colo, mas nos toma no colo! Como podemos romper a aliança com uma Mãe tão carinhosa, tão misericordiosa, presente na nossa vida…?”

E concluiu salientando a importância da Escritura, dos Sacramentos, da Igreja, da essência que é Jesus para a transformação interior e alertou para a reconciliação tão necessária neste tempo de pandemia, de termos o olhar voltado para os pobres e para os mais necessitados – onde está o rosto de Jesus, o rosto humano de Deus.

A Aliança de Amor foi celebrada com o novo lema para o próximo triênio: Família Tabor, transfigura hoje a realidade!

A renovação da Aliança se deu no próprio auditório da Casa Tabor, para seguir ao protocolo de distanciamento. Os presentes foram orientados a seguirem individualmente ao Santuário para a sua oração pessoal. A queima dos papeizinhos com pedidos e ofertas ao Capital de Graças foi a conclusão deste dia da aliança.

Mais fotos (Márcia Kazumi)

Quem desejar, pode assistir a Missa da Aliança de 18 de março, em Porto Alegre, na página do Santuário Maria Cor Ecclesiae no Facebook.

Dia da Aliança em Porto Alegre/RS

O Dia da Aliança de fevereiro, neste tempo sagrado da quaresma, junto ao Santuário Tabor Maria Cor Ecclesiae, de Porto Alegre/RS, foi celebrado com as duas tradicionais Santas Missas de renovação da Aliança às 16h e 20h.
A Santa Missa da tarde foi presidida pelo Pe. Miguel Martins Costa e a Santa Missa da noite pelo Pe. Roque Machado, ambos integrantes da União dos Sacerdotes Diocesanos de Schoenstatt.
As celebrações contaram com número limitado de participantes presenciais seguindo o protocolo da vigilância sanitária e transmissão online pela página do Santuário no Facebook, devido à pandemia pelo covid19.
Neste dia especial, a Mãe Três Vezes Admirável ganhou novos aliados: o casal de namorados de Schoenstatt, Paola Zuchetti e Eucliton Lucena selaram a Aliança de Amor com Maria na celebração presidida pelo Pe. Roque Machado, no Santuário.
Mais fotos (Márcia Kazumi)

Dia de graças e bênçãos em Frederico Westphalen

Ariel Stival – 18 de fevereiro foi marcado por mais uma renovação da Aliança de Amor no Santuário Tabor Porta do Céu, de Frederico Westphalen/RS, quando a Família de Schoenstatt da diocese se reuniu para a Santa Missa presencialmente e via transmissão pela página do Santuário no facebook.

A presidência da Missa da Aliança foi do Assessor Eclesiástico Diocesano, Padre João Paulo Pascoal e teve como acolito o Padre Rafael Liberalesso, a liturgia ficou a cargo da Juventude Masculina de Schoenstatt.

Após a missa todos se dirigiram até o Santuário para renovar a Aliança de Amor e entregar para a Mãe e Rainha as nossas contribuições ao Capital de Graças.

Renovação da Aliança e 2º dia novena preparatória aos 25 anos do Santuário Missioneiro Tupãcyrendá

João Dias – ‘A Quaresma é tempo de Conversão’. Este foi o tema que norteou a reflexão proferida pelo Pe. Valcir Luiz Puhl, Vigário da Catedral Angelopolitana, de Santo Ângelo, na celebração da Missa de Renovação da Aliança, deste último dia 18, junto ao Santuário Missioneiro Tupãcyrendá.

A Missa foi concelebrada pelo Frei Alceu Filipin, da Congregação dos Carmelitas, natural da cidade de Santo Ângelo, que estava em visita aos seus familiares e amigos. No momento que antecedeu à celebração, foi realizada a reflexão do segundo dia na novena em preparação ao 25° aniversário de inauguração do Santuário, que trouxe à memória a história da Ermida da Mãe e Rainha, primeiro marco no local destinado a construção do Santuário. Para esse momento, a imagem auxiliar da MTA foi trazida por integrantes da Campanha da Mãe Peregrina da Paróquia Três Mártires, de Entre-Ijuís/RS e entregue às integrantes da Campanha da Paróquia Catedral Anjo da Guarda. Estas foram as responsáveis pela liturgia e a animação ficou por conta dos jovens da JUMAS/JUFEM.

Durante a Santa Missa, o Padre Valcir falou da alegria em estar celebrando pela primeira vez no Santuário e de celebrar junto com o Frei Filipin, com quem atuou anteriormente na animação vocacional junto aos jovens. Sobre o tema da quaresma disse: “… Deus, em sua infinita bondade e misericórdia, nos propõe a vida e a felicidade. A quaresma que se inicia é uma boa oportunidade para fazermos um retiro em nosso viver, corrigindo nosso caminhar de cristãos, na certeza do Salmo 1: é feliz quem a Deus se confia. Somos convidados a vivermos o desafio que Cristo apresenta no Evangelho: ‘se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz de cada dia, e siga-me’”. Ainda, sobre o seguimento de Jesus, acrescentou “… não nos impede de passarmos por momentos de sofrimento, dor e angústia. Mas, nos fortalece nesse enfrentamento, pois a vida de Jesus Cristo não terminou na cruz. Ele nos redimiu com sua ressurreição.”

Ao final da Santa Missa, Padre Valcir e Frei Filipin peregrinaram com os fiéis presentes ao Santuário para a Renovação da Aliança e à queima dos símbolos do Capital de Graças, junto ao memorial dos Heróis.

Fotos: Família de Schoenstatt missioneira