Ir M Rosequiel Favero – Com a Capela Tabor ainda festivamente enfeitada para o Natal, o novo ano civil foi acolhido com alegria e oração junto ao Santuário Tabor.

A Santa Missa de 31 de dezembro às 20h foi presidida pelo Pe. Clodoaldo Kamimura e concelebrada por Dom Elói Roggia. Por ser véspera da Solenidade da Mãe de Deus, a liturgia recordou a Maternidade Divina de Maria.
Na sua homilia, Pe. Clodoaldo recordou que, nesta noite, as famílias costumam se encontrar e fazer um ‘brinde’, renovando seus bons desejos para o ano que inicia. “No Natal, Deus mesmo fez um ‘brinde’ nos dando seu Filho e nos abençoando. Jesus Cristo entra no nossa história, começa a fazer parte dela, entre em nosso tempo. Como schoenstattianos, colocamos nas mãos de nossa Mãe, cuja liturgia celebra no primeiro dia do novo ano, o desejo que nossos ‘brindes’ (nossos bons propósitos) sejam colocados em prática”.
No final da Santa Missa, após o canto do ‘Te Deum’, antigo cântico de louvor a Deus, tradicionalmente cantado em 31 de dezembro, agradecendo a Deus pelo ano que finda, Pe. Clodoaldo convidou a todos a consagrar o novo ano à Mãe de Deus e a agradecer que ela está sempre em seu Santuário, todos os dias do ano, para nos acolher.

Após a Santa Missa, um grupo de Irmãs de Maria e juvenistas permaneceu em oração no Santuário Tabor, acolhendo o novo ano com o cântico do Magnificat e o badalar do sino do Santuário à meia-noite.

A Santa Missa da Solenidade de Maria Mãe de Deus na capela Tabor, na manhã de 1º de janeiro, foi presidida pelo  bispo emérito da Prelazia de Borja Dom Elói Roggia.
Desde o início da Missa, Dom Elói recordou que estávamos celebrando a Festa da Mãe de Deus, Mãe de Jesus e nossa Maria. E que não esquecêssemos o pedido para que ela nos ajude a sermos, neste ano, mais parecidos com Jesus.
Na sua homilia recordou que Paulo VI instituiu esta festa como ‘Dia Internacional da Paz’ (para ler a mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz, clicar aqui). Que quando falamos em paz, logo recordamos o seu contrário: a guerra. Mas que não devemos pensar somente nas ‘grandes guerras’ pelo mundo, mas recordar que estas tem sua origem na ‘guerrinhas’ geradas no coração: com a vaidade, inveja, vícios, etc.. Tudo isso são sementes das grandes guerras.
Recordou também São Francisco e sua famosa oração “Senhor, Fazei-me instrumento da vossa paz.”
Encerrou a Santa Missa desejando um ‘buon inizio dell’anno’, convidando todos a pedirem, pela intercessão de Maria, a graça da paz para o coração e para o mundo.