Um novo sim à Mãe: celebração da Aliança de Amor no Santuário Tabor

Um novo sim à Mãe: celebração da Aliança de Amor no Santuário Tabor

“Nada sem vós, nada sem nós”, com este espírito, no dia 8 de agosto, um grupo selou sua Aliança de Amor, no Santuário Tabor, em Santa Maria (RS).

A celebração, presidida pelo Padre Rodrigo Cabrera, foi o momento culminante de um caminho de preparação e aprofundamento da espiritualidade de Schoenstatt. Em sua homilia, Padre Rodrigo relacionou o Evangelho do dia à realidade vivida em Schoenstatt: o Santuário é nossa pequena barca, onde a Mãe de Deus nos ensina manter os olhos fixos em Jesus, vencendo as desafiadoras águas impetuosas de nosso tempo.

A preparação foi conduzida pela Ir. M. Helena Dalmolin, que contou com a colaboração de diferentes membros das Ligas de Schoenstatt para a explanação de cada encontro de formação. Maria Salete Bortolozzo testemunha que, como missionária da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, percebeu a necessidade de aprofundar mais seu vínculo à Maria: “Durante a preparação para a aliança de amor pude confirmar este caminho que me sinto agradecida por estar seguindo, e quero continuar contribuindo e melhorar cada vez mais esta relação.”

Para Vera Morsch, a Aliança de Amor nasceu de um chamado que ela percebeu de maneira especial desde a infância. “Sempre senti necessidade de manter meu vínculo espiritual conquistado ainda na minha infância. Desde a primeira vez que entrei no Santuário de Schoenstatt senti uma atração enorme pela Mãe Rainha. Agora pude entregar meu coração a ela e me sinto extremamente feliz”, testemunha.

Elizete Franco Carniz também revela como a presença de Maria foi se tornando concreta ao longo de sua vida. Durante muitos anos, ela recebeu em sua casa a visita da Mãe Peregrina. “A visita dela trazia para mim conforto, paz, amor e um sentimento de ser acolhida pela própria Mãe”, conta. Em um período de doença, suas amigas fizeram uma promessa à Mãe de Deus e a levaram ao Santuário, experiência que Elizete recorda com emoção. Mais tarde, já em Santa Maria, foi convidada a ser missionária. Ao saber da preparação para a Aliança de Amor, não teve dúvidas: “Nem pensei, foi automático, porque o amor nos aproxima da Mãe”.

Para Dilma Denardim, a celebração concretizou um sonho que há muito tempo trazia no coração. Ela não sabia como realizar esse desejo, até que recebeu, por meio de uma mensagem em um grupo de WhatsApp, a informação de que haveria uma preparação para a Aliança. “Fiquei muito feliz de poder participar e assim realizar este sonho”, recorda.

 

 

Cada uma entregou na ânfora do Capital de Graças um coração, símbolo do seu próprio coração,
e recebia, das mãos do celebrante, a medalha da Aliança.
“Eu senti que ela estava realmente comigo e me aceitava como sou.
Estou muito feliz e espero cumprir minha parte nesta troca, neste amor,
nesta autoeducação diária e na oração”,
partilha Maria Idalina Lick Saccol.

 

A celebração da Aliança, porém, não é o fim de uma etapa de formação, mas o início de um novo caminho, buscando viver a cada dia esta Aliança de Amor, trazendo muitas contribuições ao Capital de Graças através do esforço por uma vida de santidade: “Foi um dia muito feliz e espero sempre seguir os passos da nossa Mãe, que nos conduz a seu Filho Jesus”, confirma Nóra Regina Motta Witzel.

Que todas essas pessoas que selaram a Aliança de Amor possam testemunhar junto às suas famílias e ao meio social na qual estão inseridas, a realidade desta mútua entrega de amor com a Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, conduzindo muitas pessoas a fazerem a experiência do encontro com Maria, no Santuário.

Uma história que une Schoenstatt e Pallotti

Uma história que une Schoenstatt e Pallotti

Reinauguração da Capela Mãe Rainha celebra os 140 anos da chegada dos Palotinos ao Brasil e renova uma história de fé e Aliança de Amor.

Larissa Rodrigues – A celebração dos 140 anos da chegada dos Padres e Irmãos Palotinos ao Brasil ganhou um significado especial no dia 1º de agosto. No Seminário Palotino de Vale Vêneto, distrito de São João do Polêsine/RS, foi reinaugurada a Capela Mãe Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt, construída em 1964 por padres, seminaristas e benfeitores e que, desde então, se tornou um importante espaço de oração, formação espiritual e vivência da Aliança de Amor.

Foto: TV Leal

A cerimônia reuniu religiosos palotinos, membros da Família de Schoenstatt, moradores da região e visitantes que participaram da 41ª Semana Cultural Italiana de Vale Vêneto. Mais do que apresentar um espaço restaurado, a celebração recordou a história construída em torno da Capela ao longo de mais de seis décadas e renovou sua missão de acolher todos aqueles que buscam, junto à Mãe e Rainha, um caminho de encontro com Cristo.

Na homilia, o provincial dos Palotinos, Pe. Jadir Zaro, destacou que a coincidência entre a reinauguração da Capela e o jubileu dos 140 anos da presença palotina não é apenas simbólica, mas um convite para olhar o passado com gratidão e o futuro com esperança. “Esta rica história de 140 anos não é um mero fato do passado a ser arquivado; ela é uma realidade viva que pulsa em cada tijolo deste Seminário”, afirmou. Para ele, preservar esse patrimônio significa valorizar “esses tesouros que foram sendo cultivados e preservados” e oferecer às novas gerações um espaço onde a fé continue sendo cultivada.

Um lugar de graças

A presença da Mãe Rainha em Vale Vêneto começou ainda no fim da década de 1940, quando foi erguido um pequeno oratório junto ao seminário. Em 1951, durante sua visita ao Rio Grande do Sul, o fundador do Movimento Apostólico de Schoenstatt, Pe. José Kentenich, conheceu aquele espaço de oração. Com o passar dos anos, porém, o crescimento do número de seminaristas tornou o oratório pequeno para acolher a intensa vida espiritual que se desenvolvia junto à Mãe de Deus.

Em 1963 nasceu o projeto de construir uma nova Capela. Sem recursos financeiros, padres, seminaristas, famílias e benfeitores uniram esforços para transformar o sonho em realidade. Organizaram rifas, apresentações teatrais e diversas campanhas para arrecadar recursos, enquanto muitas pessoas colaboraram com materiais, mão de obra e doações. A mobilização foi tão grande que praticamente toda a comunidade participou da construção.

Quem viveu aquele período guarda até hoje lembranças muito vivas. Pedro Roggia, seminarista na época da construção, participou da celebração de reinauguração e recordou a dedicação de todos que ajudaram a erguer a Capela. “Sempre é bom recordar e reviver aquilo que nós começamos há 64 anos. Depois da conclusão da Capela, muitas pessoas, em grupo e também individualmente, fizeram sua consagração à Mãe e Rainha”, afirmou. Ao recordar aqueles dias, ele resume em poucas palavras o espírito da comunidade: “O entusiasmo, o incentivo e a disposição de todo mundo. O empenho em construir esta casa da Mãe, que era nossa casa, nosso abrigo espiritual.”

O esforço coletivo deu origem à Capela, inaugurada em 18 de outubro de 1964, durante as comemorações dos 50 anos da fundação da Obra Internacional de Schoenstatt. A partir daquele momento, o local passou a integrar a vida cotidiana do Seminário Palotino. Ali eram celebradas as missas dos cursos, realizavam-se momentos de oração e muitos seminaristas selavam sua Aliança de Amor com a Mãe e Rainha, fortalecendo a espiritualidade que mais tarde levariam para diferentes regiões do Brasil.

Renovar a missão

Ao recordar essa história, o Pe. Jadir destacou que a Capela guarda a memória de incontáveis experiências vividas junto à Mãe de Deus. “Quem de nós, durante os seus momentos de espiritualidade, de oração e de questionamento vocacional, não chegou diante da Mãe Rainha e pediu o seu auxílio e a sua intercessão para continuar a caminhada?”, questionou. Para ele, a restauração do espaço ultrapassa a conservação do patrimônio material. “As pessoas que vierem aqui não vejam simplesmente paredes, mas percebam também essa presença tão significativa de Maria, que pode auxiliar na sua vida, na sua vocação e na sua missão.”

A reinauguração foi marcada pelo rito de bênção da Capela, conduzido pelo provincial, e por uma oração preparada especialmente para a ocasião. Nela, a comunidade agradeceu pelas graças recebidas ao longo da história daquele lugar e confiou novamente a Capela à proteção da Mãe Três Vezes Admirável. Inspirados na espiritualidade da Aliança de Amor, os participantes rezaram: “Como em 1964, toma novamente posse deste lugar. Faz que todos os que aqui vêm para rezar experimentem abrigo em teu coração de Mãe, sejam por ti educados na fé e na esperança e daqui partam como apóstolos de teu Filho Jesus.”

Ao encerrar a celebração, Pe. Jadir recordou que preservar lugares como a Capela de Vale Vêneto significa manter viva uma herança espiritual construída por muitas mãos ao longo das últimas décadas. “Nós somos depositários dessa riqueza. Cabe a nós preservá-la e transmiti-la para aqueles que virão depois de nós”, afirmou.

A reinauguração da Capela Mãe Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt abre, assim, um novo capítulo de sua história. Erguida pelo esforço de padres e seminaristas pallottinos e benfeitores, ela continua a cumprir a missão para a qual foi construída: ser um lugar de oração, de formação na fé e de encontro com Maria, onde as novas gerações possam renovar sua Aliança de Amor e partir como discípulos missionários de Cristo.

.

Com informações de Santuário Tabor, TV Leal e Diário SM

Fonte: schoenstatt.org.br

Ainda hoje nos pergunta o Padre Kentenich: “Por que vim (ao Brasil)?”

Foi uma longa viagem de avião ao Brasil, chegando no Rio de Janeiro, de lá a Porto Alegre e mais de oito horas na ‘Maria fumaça’, para o Padre José Kentenich chegar ao seu destino, Santa Maria/RS, na primeira de suas grandes viagens internacionais. Era 18 de março de 1947.

Não havia ainda nenhum Santuário filial em nossa Pátria e nem era costume celebrar o Dia da Aliança. As Irmãs de Maria haviam enfeitado o melhor que podiam a frente da sua ‘Casa de Noviciado’, construída dois anos antes. Haviam pedido algumas rosas muito simples no jardim de uma vizinha, para oferecerem flores ao Fundador que vinha visitá-las. Organizaram um pequeno coral que cantou ‘Benedictus qui venit in nomine Domine’ (Bendito o que vem em nome do Senhor)

Cedo, o Padre Kentenich havia partido junto com a Ir M Norberta Schulte de Porto Alegre, numa viagem de mais de oito horas de trem até Santa Maria. Pelas 17h30min foram recebidos na estação rodoviária de Santa Maria pelo sacerdote palotino Pe. Máximo Trevisan e um pequeno grupo de Irmãs de Maria.

Diante da casa das Irmãs, a pequena solenidade deve ter alegrado o Fundador, que esboçou um sorriso ao contemplar as suas conhecidas Irmãs missionárias e as jovens Irmãs brasileiras. Uma delas até arriscou declamar-lhe um versinho em alemão. Graças a Deus estes momentos foram eternizados numa sequência de fotos, pelas quais a Família de Schoenstatt brasileira será sempre grata.

 

Por que vim até aqui?

Nas suas primeiras palavras à Família de Schoenstatt, que basicamente se resumia naquele momento às Irmãs, algumas candidatas e o Pe. Máximo, ele já apontou o grande objetivo de sua visita: “Por que vim até aqui? (…) Vim para experimentar as glórias da querida Mãe e Rainha Três vezes Admirável de Schoenstatt (…). Em segundo lugar, quero refletir com as senhoras como podemos preparar e expandir mais ainda a glorificação da querida Mãe de Deus”.

Estava dado um rumo para Schoenstatt no Brasil: expandir as glórias da Mãe de Deus. Mais tarde, no contexto do Ideal Tabor, ele dirá que a glória de Maria é a nossa transformação em Cristo. Deste impulso, iniciará ainda naquele ano a construção do primeiro trono da Mãe e Rainha em nossa Pátria, crescerão os Ramos do Movimento, e surgirá a Campanha da Mãe Peregrina, como o grande apostolado schoenstattiano que conquistará o mundo.

Hoje, quase oito décadas depois, podemos crer que o Pai e Fundador repete a pergunta: ‘Porque vim até aqui’? E então, ele mesmo responderá como naquele 18 de março de 1947: “Vim contemplar aqui as glórias de Maria e refletir como podemos expandir estas glórias ainda mais”

Ele começou suas viagens internacionais num tempo de pós-guerra, com grandes crises econômicas e incertezas. Era preciso coragem para tanto espírito missionário. Não é o que experimentamos novamente? Em nosso mundo de agitações e na incerteza frente às consequências de guerras que podem ter graves consequências para o mundo inteiro nós somos de certa forma convocados pelo Padre Kentenich a contemplar as glórias da nossa querida Mãe e Rainha e  refletir como podemos fazer com que estas glórias refuljam ainda mais no Brasil Tabor. Também de nós é exigido coragem, fé na missão e confiança vitoriosa.

 

Fotos: arquivo das Irmãs de Maria de Schoestatt em Santa Maria

 

Diálogo marca início do ano em Santa Maria

Maiara e Mariana Madrid / Larissa Rodrigues – O aprofundamento do lema nacional e o reencontro entre os ramos marcam a abertura das atividades de 2026 da Família de Schoenstatt em Santa Maria/RS. O encontro acontece na tarde de 28 de fevereiro e reúne membros das diversas comunidades para formação, partilha e celebração.

A programação conta também com a presença do Pe. Antônio Bracht, Diretor do Movimento no regional Tabor, que participa pela primeira vez de um encontro oficial com a Família de Schoenstatt da diocese.

Missão do diretor regional

Durante sua reflexão, o Pe. Antônio apresenta a missão do diretor regional no Movimento Apostólico de Schoenstatt. Ele destaca que sua tarefa consiste em servir de ponte entre o Movimento e a Igreja, além de acompanhar e orientar os diferentes ramos.

No mesmo momento, os participantes conhecem as diretrizes que orientam o trabalho do Conselho Diocesano da Família de Schoenstatt e o novo conselho que assume a condução das atividades em 2026. A assembleia acolhe também a nova presidente do Conselho, Isabela Ventorini, integrante da Juventude Feminina de Schoenstatt (Jufem).

O diálogo como caminho

A formação conduzida pelo Pe. Antônio aprofunda o lema nacional assumido pelo Movimento no Brasil. Ele explica que o diálogo surge como resposta necessária às tensões e desafios do tempo atual.

Segundo o sacerdote, o verdadeiro diálogo começa pela escuta. “É necessário escutar para dialogar”, afirma. Inspirados pelo exemplo do Venerável Diácono João Luiz Pozzobon, os membros da Família de Schoenstatt são convidados a dialogar com a realidade concreta da vida.

Nesse caminho, o Santuário aparece como ponto de partida e fonte de forças para a missão. A partir dele, cada membro é enviado ao mundo, levando a espiritualidade e o carisma de Schoenstatt para a Igreja e para a sociedade.

Convivência e partilha da missão

Após a formação, um lanche partilhado favorece a convivência fraterna entre os participantes. O momento permite reencontrar amigos e fortalecer os vínculos entre os diversos ramos e comunidades, alimentando o organismo de relações naturais e sobrenaturais característico da espiritualidade de Schoenstatt, como ensina o Pai e Fundador, Pe. José Kentenich.

Na etapa final do encontro, cada ramo e comunidade da Obra de Schoenstatt apresenta suas iniciativas missionárias para o ano. A partilha permite reconhecer com gratidão tudo aquilo que a Mãe e Rainha de Schoenstatt já realiza por meio de seus instrumentos e motiva todos a abrir novos espaços para anunciar Schoenstatt e servir à Igreja.

Envio com a Santa Missa

O encontro termina com a celebração da Santa Missa na Capela Tabor. A Eucaristia é presidida pelo Pe. Antônio e concelebrada pelo Pe. Maike Nonício de Andrade, assessor do JUMAS no regional Tabor.

Unidos em oração, os participantes elevam ao Deus Trino a gratidão pelo dom do carisma de Schoenstatt e renovam sua disposição de viver a missão do Movimento no mundo de hoje.

 

Fonte: schoenstatt.org.br

Fotos: Solimar Costa

‘Ajudantes’ levam o Menino Jesus na visita a idosos e doentes

 

As integrantes da Liga de Mãe de Schoenstatt de Santa maria, quando chega o advento, se tornam ajudantes do Menino Jesus, possibilitando que ele chegue a muitos idosos e doentes.

As visitas são feitas nas residências e nos lares geriátricos, encontrando sempre corações agradecidos pela visita. Todos os anos, o grupo de visitadoras leva o Menino Jesus também no lar dos sacerdotes idosos palotinos e também à filial de idosas das Irmãs de Maria de Schoenstatt.

 

 

O ponto alto desta programação de advento e Natal é a ‘Cantata Natalina’ pelos corredores do hospital Astrogildo de Azevedo, levando Jesus e Maria aos internados. Neste ano, duas jovens da Jufem de Santa Maria vestiram-se de Maria. levando a imagem do Menino Jesus.

 

 

Diversos membros da Família de Schoenstatt de Santa Maria integram também a pastoral da saúde do Hospital Astrogildo de Azevedo, onde o Pe. Maike Andrade, dos Padres de Schoenstatt, é capelão. Todas as quintas-feiras o grupo promove às 15h adoração e terço, antes da Santa Missa. Nas primeiras quintas-feiras do mês têm uma reunião para levar um pouco mais de espiritualidade as pessoas empenhadas nesta pastoral.

 

 

Sandra Spiazzi Antunes, que trabalha já há alguns anos neste apostolado testemunha: “Levar O MENINO JESUS aos idosos e enfermos nesta Cantata de Natal nos faz ver e sentir a vida como ela é preciosa, o Enfermo se mostra sedento de uma palavra, sedento de DEUS… O Enfermo, o Idoso quer sentir que JESUS E SUA MÃE MARIA estão perto deles, eu sinto que eles sentem, JESUS E SUA MÃE vieram até mim, sentem o amor chegando ate eles. O amor ultrapassa meu ser quando realizo esse apostolado de levar MARIA E JESUS a quem precisa.”

Dia da Aliança à luz do Natal junto ao Santuário Tabor

 

As celebrações do último Dia da Aliança de 2026 junto ao Santuário Tabor, já dentro da novena litúrgica do Natal, estiveram sob a luz desta grande solenidade.

São josé ‘protagonista’

A Santa Missa da tarde, numa Capela Tabor praticamente lotada, foi presidida pelo Pe. Vitor Hugo Possetti. Na sua homilia destacou a figura de São José, protagonista do evangelho do dia.

 

 

Pe. Vitor mostrou-o como homem atento à vontade de Deus e homem de ação: “Na Sagrada Escritura não temos registrada nenhuma palavra de São José, mas sim ele é descrito como alguém houve a voz do Senhor e a põe em prática. Assim está no evangelho de hoje, quando Deus lhe diz que não deve temer tomar Maria como esposa, pois o que nela se fez é obra do Espírito Santo. A mesma atitude terá mais tarde quando Deus lhe diz para tomar Maria e o Menino e fugir para o Egito. Ele  ouve e obedece.”

 

 

No final da Santa Missa, todos dirigiram-se ao Santuário Tabor para a renovação da Aliança de Amor com a Mãe e Rainha.

 

Pioneiros: uma nova geração está chegando

A Santa Missa das 20h foi celebrada junto ao Santuário e presidida pelo Pe. Maike Andrade. O clima agradável proporcionou uma ambiente familiar onde muitas famílias com crianças  participaram.

 

 

O destaque desta celebração, além da renovação da Aliança de Amor com velas acesas, foi por conta do grupo dos Pioneiros, ala infantil fa Juventude Masculina de Schoenstatt.  Após a conclusão de um ano formativo na Etapa Bandeira, o Grupo Chamas de Maria realizou o Rito da Camisa. Na ocasião, os pioneiros receberam oficialmente sua camiseta e, perante a bandeira dos pioneiros, prestaram juramento de compromisso com as virtudes propostas pela etapa. Pioneiro de Schoenstatt: Abre Caminho!

 

 

Fotos: Dionete Munareto, Silvia Silva e Heloisa Seikoski

Hoje, 2 de dezembro, Missa de sétimo dia pela unionista Eva Flores

 

Em 25 de novembro, a Família de Schoenstatt de Santa Maria, perdeu um de seus integrantes, Eva da Silva Flores. Membro da União Apostólica Feminina, faleceu depois de anos de luta contra uma saúde fragilizada. Hoje, 2 de dezembro, às 18h, no Santuário Tabor, acontecerá a Missa de sétimo dia para Eva Flores.

Quem era Eva Flores?

Sua dirigente, Joelma Melo, nos conta algo sobre ela.

“Eva da Silva Flores nasceu em 31 de maio de 1952 e consagrou sua vida a Deus com simplicidade, serenidade e uma fé profundamente enraizada no carisma de Schoenstatt. Como membro fiel da União Apostólica Feminina, viveu com autenticidade os ideais de pureza, disponibilidade interior, serviço silencioso e verdadeira entrega ao plano divino. Sua presença discreta, mas cheia de luz, deixava uma marca de paz e acolhimento por onde passava.
Durante sua trajetória espiritual, Eva cultivou um amor especial pelos Santuários de Schoenstatt, que foram fontes de força, formação e renovação. Estabeleceu profunda ligação com o Santuário de Tabor, em Santa Maria, onde fortalecia diariamente sua aliança de amor. Também nutria grande carinho pelo Santuário Sião, no Jaraguá (SP), lugar que sempre a renovava para a missão.

 

Nos últimos tempos, enfrentou um período desafiador de doença, vivido com impressionante espírito de sacrifício e maturidade espiritual. Suportou com serenidade cada etapa da enfermidade, oferecendo seus sofrimentos ao Capital de Graças, especialmente pelas vocações para sua Comunidade da União Apostólica Feminina de Schoenstatt — intenção que carregava com profundo amor e esperança.
Eva faleceu no dia 25 de novembro de 2025, aos 73 anos, acolhida com ternura pela Mãe de Deus. Sua partida, no Ano da Esperança, tornou-se testemunho luminoso de confiança e entrega total ao Pai. Sua serenidade diante da dor inspirou todos que a acompanharam.

 


A memória de Eva permanece viva e fecunda. Sua fidelidade diária, sua bondade silenciosa e seu amor pela missão continuam iluminando o caminho da Família de Schoenstatt e de sua Comunidade. Deixou um legado de paz, ternura e profunda confiança na Providência Divina — um rastro de luz que seguirá frutificando nos corações que caminham na mesma aliança e no mesmo ideal.”

Encontro de encerramento das atividades da Liga de Famílias de Santa Maria

 

Ana Paula de Azevedo Dal Pozzolo – Quinta-feira, dia 20 de novembro de 2025, um feriado nacional comum nos foi presenteado por Deus como um dia de céu limpo e resplandecente em Santa Maria/RS. A Liga de Famílias de Schoenstatt local aproveitou esta data para confraternizar e marcar, de forma antecipada, o encerramento das atividades do ano.

As atividades foram organizadas pelo casal dirigente Pedro Barros e Salete Zago Barros e pela assessora da Liga de Famílias Ir. M. Denise Mendes Ternes, que reuniram as famílias na Colina de Maria, casa de formação das Irmãs de Maria. O encontro aconteceu à tarde e iniciou com uma benção e reflexão junto a capela. Na ocasião entoaram cânticos e ouviram mensagens do fundador do movimento, Padre José Kentenich, além de alguns exemplos da vida familiar do Venerável Diácono João Luiz Pozzobon.

 

 

As famílias receberam uma mensagem de final de ano estimulando para que cada indivíduo seja um precursor da paz em seus lares, trabalhos e na comunidade. Desta forma, construindo, um Belém – um lugar onde Cristo nasça outra vez – a partir de cada pessoa e de cada família. Anotaram seus nomes em uma estrela que foi pendurada em uma árvore no jardim da Colina de Maria.

Receberam também uma bola de Natal para enfeitar a árvore neste advento, com o simbolismo do infinito amor e poder de Deus. Em uma atmosfera festiva, a grande família da Liga, com suas crianças e adolescentes, desfrutou de uma tarde de conversa, integração e lanche partilhado. Ao final do dia, na saída, cada um pegou uma estrelinha para que possa rezar pelo nome escrito na estrela até o Natal, pedindo bençãos especiais pelos amigos e irmãos em Cristo e em Schoenstatt.

 

 

Motivados pela palavra de Deus encerraram a tarde de integração: “Meus pensamentos são de paz e não de aflição, diz o Senhor. Vós me invocareis, e hei de escutar-vos, e de todos os lugares reconduzirei vossos cativos (Jr 29,11s.14).” Especialmente pedindo as bençãos de Deus e da Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, para que tenhamos um santo advento, um Natal pleno de fé e esperança, e um 2026 vibrante pela presença de Cristo e Maria em cada lar e cada coração.

 

Mais fotos

 

Nós te coroamos, Rainha das Famílias!

No último dia 3 de outubro aconteceu a coroação da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt como Rainha das Famílias, no conhecido “Santuário da Faixa” – Oratório da Mãe e Rainha, localizado à margem da RSC-287, em Restinga Seca.

O histórico do Oratório, elaborado em preparação à coroação relata: a “Capelinha foi inaugurada em 13 de maio de 1953. Muito bem feita e consagrada, começou a ser chamada de ‘Santuário’. Este nome Santuário tornou-se tão comum que cedeu o nome ao próprio lugar.”

A solene coroação iniciou com a Santa Missa, presidida pelo Padre Vitor Hugo Possetti Isch. Em sua homilia, aprofundou o sentido da coroação como um ato de agradecimento, de súplica e de compromisso com a Mãe e Rainha de Schoenstatt.

Lugar da Aliança – oásis de graças

Em cada dia 18, o pequeno oratório se amplia para receber a celebração da Aliança de Amor com Maria. A comunidade local relata que já é costume a oração do terço, seguida de procissão da Capela ao lado, dedicada à Nossa Senhora Aparecida, até o Oratório, onde juntos renovam a Aliança.

Aurindo das graças do jubileu da Campanha da Mãe Peregrina

Em preparação ao jubileu de 75 anos da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt foi realizada toda a restauração do Oratório e a conquista da coroa. Motivo de grande alegria para todos os membros da comunidade, foi a vista de 17 ônibus de participantes do Encontro Internacional da Campanha que visitaram o local no sábado 14 de setembro, durante uma peregrinação aos lugares históricos do Venerável João Luiz Pozzobon na Quarta Colônia de Imigração Italiana.

A experiência de receber os peregrinos vindos de mais de 20 países, aumentou a consciência da grande missão de anunciar a Mãe de Deus, seguindo o exemplo de João Luiz Pozzobon, que tantas vezes fez sua peregrinação a este oratório ou por ali passou a caminho das visitas à outras cidades.

A coroação da Rainha, Mãe e Guia dos Peregrinos

 

Ir M Denise M Ternes – Quem não sabe que no mês de Maio festejamos, de modo especial, a Mãe de Deus como Rainha e Mãe do povo, a Mãe de todos nós? Ela é Mãe de Cristo e nossa Mãe, e nela confiamos! À Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt foi confiada a tarefa de conduzir os preparativos para o jubileu dos 75 anos da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt. Assim, nesta confiança, a Família de Schoenstatt de Santa Maria fez a coroação da Mãe Peregrina de Schoenstatt localizada no Centro do Movimento, em Santa Maria.

Nesta coroação, no dia 18 de maio, sob o título de Rainha, Mãe e Guia dos Peregrinos, ela foi solenemente coroada! Grande dia de festa, de alegria e gratidão!

Depois da Santa Missa da Aliança às 15h30min, num ato solene, diante de sua imagem, sob aplausos, foi descerrado o tecido que cobria a coroa e, assim,  fica visível a sua imagem de ‘Mãe e Rainha’, que olha e conduz cada passante, cada peregrino que se dirige ao Santuário ou que transita na avenida!  

 

A oração expressa a confiança dos filhos e a certeza da atuação da Rainha:

“Querida Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt! Recebe a coroa de Rainha, Mãe e Guia dos Peregrinos!  Nós te saudamos, com alegria e gratidão, por teu atuar a partir do Santuário Tabor, onde foste coroada, por nosso Pai e Fundador, como Rainha da Filialidade Heroica e continuas presente, guiando todos os que passam junto ao Santuário. Agradecemos-te por tua presença, proteção e condução de toda a Família de Schoenstatt, que aqui recebe formação e é enviada em missão.  Agradecemos-te pela formação e educação de todos os que cresceram na Escola de Santidade do Santuário Tabor: nossos heróis, de forma especial o Servo de Deus, o Diácono João Luiz Pozzobon. Agradecemos-te pela expansão da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt no decorrer dos 75 anos de peregrinação que, a partir deste Centro, irradiou-se para o mundo. Agradecemos-te por todos os instrumentos que utilizas para levar a tua imagem Peregrina, em nossa Arquidiocese de Santa Maria, no Brasil e no mundo inteiro. Rainha, Mãe e Guia dos Peregrinos, recebe a coroa e com ela o Capital de Graças conquistado pela oração e esforços na vida diária! Recebe a coroa e reina na Família de Schoenstatt! Abençoa os que passam diante da tua imagem. Protege o Santo Padre, o Papa, a Igreja, nosso arcebispo, sacerdotes, diáconos, consagrados e seminaristas. Conduze a atuação apostólica que fazemos e abençoa as famílias visitadas por tua imagem peregrina. Aceita a coroa: Rainha, Mãe e Guia dos Peregrinos! Esperança nossa, reina, vence e triunfa! Amém.”

 

Testemunhos

Alguns representantes da Família de Schoenstatt de Santa Maria expressam a alegria e a gratidão pela coroação, gratidão que brota de seus corações:

“Alegria! Gratidão! Confiança! Esperança! Assim o Instituto de Famílias de Schoenstatt percebeu o momento no qual, inspirada pelo Diácono João Luiz Pozzobon, a família de Schoenstatt de Santa Maria entregou a coroa de Rainha, Mãe e Guia dos Peregrinos à MTA, com um pedido especial: que cuide de todos aqueles que transitarem em frente à sua imagem. Dessa forma, unimo-nos mais fortemente à corrente de comprometimento e graças que emana desta maravilhosa Campanha, obra de Deus, por Maria.” (Luís Alfredo e Rosani Ventorini – Instituto de Famílias de Schoenstatt)

“A Coroação da Mãe Peregrina do Centro Mariano foi uma renovação de tantas coroações já feitas na Imagem da MTA. Esta foi especial porque ficou pública e muito visível para todo o povo que ali passa e pode contemplar ali a sua Rainha e curvar-se ao seu poder como Intercessora junto à Deus Trino!” (Tomé e Rosângela Lovato – União de Famílias de Schoenstatt)

“No dia 18/5/25, no Centro Mariano, presenciei um momento único, de alegria, emoção, reflexão e graça. A Coroação da Rainha, Mãe e Guia dos Peregrinos,  representa a confiança que temos numa Mãe que cuida, educa, protege e olha para seus filhos com amor e esperança. Como missionários temos um trabalho a fazer: levar a Mãe e Jesus a todos os lugares”. (Maria Elvira Medeiros de Souza, Coordenadora da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt da Paróquia Ressurreição)

“A coroação foi um momento muito especial para nossa família, por estarmos à espera da nossa filha, coroamos Maria como Rainha e guia da nossa família e da minha maternidade. Entregamos a ela a condução do meu parto, confiantes de que Ela estará à frente nesse momento tão especial em nossa vida.” (Júlia Glaeser Dutra e Anderson Soares Dutra – Liga de Famílias de Schoenstatt).

“A Juventude Feminina de Schoenstatt, em especial, se une a essa coroação com o coração pulsante pelos 25 anos da corrente de “Coroa Viva”, jubileu também celebrado neste ano. Grande presente foi também a Aliança de Amor de duas jovens, que ocorreu logo após a celebração da coroação. É de fato a Mãe que, ao aceitar a coroa, toma-nos sob seus cuidados. E quem melhor para nos cuidar do que a Mãe do próprio Cristo?” (Isabela Venturini – Juventude Feminina de Schoenstatt).

“A Coroação da Mãe Peregrina foi um momento único, uma emoção que me envolveu e consegui sentir no meu coração  as batidas do Dela. Majestosa, linda olhando e cuidando todos, vi Seu sorriso da alma, alegre para cada um que ali estava, encantado com Sua beleza singular. Senti uma atmosfera de espiritualidade tão grande, que parecia o céu se abrir. Muita fé e gratidão suplantou qualquer palavra!” (Rosane Maria Ribeiro da Silva – Liga de Mães de Schoenstatt).

“A coroação de 18 de maio de 2025 eterniza, em nossos corações, o jubileu de 75 anos da Campanha da Mãe Peregrina; o vínculo filial à Mãe e o reconhecimento da grandeza dessa santa campanha transparecem a todos que passam pela avenida.” (Lucas Ribeiro – Juventude Masculina de Schoenstatt).

“A Família de Schoenstatt decidiu presentear à Mãe Peregrina de Schoenstatt uma coroa, neste ano jubilar dos 75 anos da Campanha.
Coroar Maria Santíssima é um ato de júbilo, de gratidão e reconhecimento pelo seu poder, por sua missão como Rainha dos peregrinos, da esperança, pois ela acolhe, abençoa e protege, peregrinos e todos os que passam pelo centro de evangelização, em frente ao Santuário Tabor em Santa Maria/RS. A coroação representa a entrega, a eleição de Maria Santíssima como Rainha e a confiança na sua intercessão e proteção.
Coroar a Mãe foi um ato amor da Família de Schoenstatt, um evento especial na Família no Ano Santo.” (Neila da Silva Guterres – Liga Apostólica Feminina de Schoenstatt).

 

Mais fotos