Um novo sim à Mãe: celebração da Aliança de Amor no Santuário Tabor
“Nada sem vós, nada sem nós”, com este espírito, no dia 8 de agosto, um grupo selou sua Aliança de Amor, no Santuário Tabor, em Santa Maria (RS).
A celebração, presidida pelo Padre Rodrigo Cabrera, foi o momento culminante de um caminho de preparação e aprofundamento da espiritualidade de Schoenstatt. Em sua homilia, Padre Rodrigo relacionou o Evangelho do dia à realidade vivida em Schoenstatt: o Santuário é nossa pequena barca, onde a Mãe de Deus nos ensina manter os olhos fixos em Jesus, vencendo as desafiadoras águas impetuosas de nosso tempo.
A preparação foi conduzida pela Ir. M. Helena Dalmolin, que contou com a colaboração de diferentes membros das Ligas de Schoenstatt para a explanação de cada encontro de formação. Maria Salete Bortolozzo testemunha que, como missionária da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, percebeu a necessidade de aprofundar mais seu vínculo à Maria: “Durante a preparação para a aliança de amor pude confirmar este caminho que me sinto agradecida por estar seguindo, e quero continuar contribuindo e melhorar cada vez mais esta relação.”

Para Vera Morsch, a Aliança de Amor nasceu de um chamado que ela percebeu de maneira especial desde a infância. “Sempre senti necessidade de manter meu vínculo espiritual conquistado ainda na minha infância. Desde a primeira vez que entrei no Santuário de Schoenstatt senti uma atração enorme pela Mãe Rainha. Agora pude entregar meu coração a ela e me sinto extremamente feliz”, testemunha.
Elizete Franco Carniz também revela como a presença de Maria foi se tornando concreta ao longo de sua vida. Durante muitos anos, ela recebeu em sua casa a visita da Mãe Peregrina. “A visita dela trazia para mim conforto, paz, amor e um sentimento de ser acolhida pela própria Mãe”, conta. Em um período de doença, suas amigas fizeram uma promessa à Mãe de Deus e a levaram ao Santuário, experiência que Elizete recorda com emoção. Mais tarde, já em Santa Maria, foi convidada a ser missionária. Ao saber da preparação para a Aliança de Amor, não teve dúvidas: “Nem pensei, foi automático, porque o amor nos aproxima da Mãe”.
Para Dilma Denardim, a celebração concretizou um sonho que há muito tempo trazia no coração. Ela não sabia como realizar esse desejo, até que recebeu, por meio de uma mensagem em um grupo de WhatsApp, a informação de que haveria uma preparação para a Aliança. “Fiquei muito feliz de poder participar e assim realizar este sonho”, recorda.

Cada uma entregou na ânfora do Capital de Graças um coração, símbolo do seu próprio coração,
e recebia, das mãos do celebrante, a medalha da Aliança.
“Eu senti que ela estava realmente comigo e me aceitava como sou.
Estou muito feliz e espero cumprir minha parte nesta troca, neste amor,
nesta autoeducação diária e na oração”,
partilha Maria Idalina Lick Saccol.
A celebração da Aliança, porém, não é o fim de uma etapa de formação, mas o início de um novo caminho, buscando viver a cada dia esta Aliança de Amor, trazendo muitas contribuições ao Capital de Graças através do esforço por uma vida de santidade: “Foi um dia muito feliz e espero sempre seguir os passos da nossa Mãe, que nos conduz a seu Filho Jesus”, confirma Nóra Regina Motta Witzel.
Que todas essas pessoas que selaram a Aliança de Amor possam testemunhar junto às suas famílias e ao meio social na qual estão inseridas, a realidade desta mútua entrega de amor com a Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, conduzindo muitas pessoas a fazerem a experiência do encontro com Maria, no Santuário.








Nas suas primeiras palavras à Família de Schoenstatt, que basicamente se resumia naquele momento às Irmãs, algumas candidatas e o Pe. Máximo, ele já apontou o grande objetivo de sua visita: “Por que vim até aqui? (…) Vim para experimentar as glórias da querida Mãe e Rainha Três vezes Admirável de Schoenstatt (…). Em segundo lugar, quero refletir com as senhoras como podemos preparar e expandir mais ainda a glorificação da querida Mãe de Deus”.





















