
Ir M Rosequiel Fávero – A três dias de comemorar os 70 anos do primeiro Santuário de Schoenstatt no Brasil, a Igreja celebra a festa da Anunciação do Senhor a Maria. Normalmente, esta solenidade é celebrada no dia 25 de março, mas quando, como neste ano, a data cai dentro da Semana Santa, a festa litúrgica é transferida para a segunda-feira após a Oitava de Páscoa.
A proximidade desta solenidade ao jubileu do Santuário Tabor nos ajuda a fazer uma releitura das palavras de nosso Pai e Fundador à Juventude Feminina de Schoenstatt de Londrina/PR, em 24 de abril de 1948. Na época, tendo presente a recente inauguração do Santuário Tabor e a intenção da construção do Santuário de Schoenstatt em Londrina, Pe. Kentenich relacionou em sua conferência a Anunciação a Maria (e sua resposta obediente a Deus) à construção do Santuário.
Certamente, estas palavras de nosso Pai permanecem para a Família de Schoenstatt brasileira, independente de local ou idade, um admoestação sempre atual, pois o Santuário de Schoenstatt (filial, coração, lar…) está em permanente construção, cada dia, por nossa autoeducação transformada em contribuições para o Capital de Graças.
“O anjo do Senhor anunciou a Maria! Sabem qual era a mensagem? Na verdade deveriam saber dizer-me qual é. Primeiro preciso fazer outra pergunta: o que pretendemos, afinal, com a construção da Capelinha? É esta a mensagem que o anjo do Senhor quer nos trazer. A Mãe quer estabelecer-se aqui no jardim, quer conduzir a partir daqui um grande movimento de renovação para o Brasil. Mas (tudo) depende da forma como acolhemos a mensagem do anjo, se a acolhemos como Zacarias ou como pequenas Marias, como a Mãe de Deus.
Se formos como Zacarias, diremos, abanando a cabeça: isso não me interessa; ou, isso não é possível. Mas se acolhermos a mensagem como a Mãe de Deus, começamos a pensar: o que significa esta mensagem? Perguntamos o que quer dizer a partir de amanhã construirmos um novo Santuário para a Mãe de Deus, a fim de que ela possa estabelecer-se aqui e renovar o Brasil a partir daqui”. (Eu saúdo os lírios, p. 77)
