
Hoje a Família de Schoenstatt recorda 106 anos de falecimento de um de seus ‘heróis’, testemunha dos tempos da fundação do Movimento, o jovem José Engling.
Quem foi José Engling?
José Engling foi seminarista da Sociedade São Vicente Pallotti e aluno do Pe. José Kentenich. Pertencia à Congregação Mariana, mas não participou da fundação de Schoenstatt em 18 de outubro de 1914, pois chegou dias mais tarde das férias anuais. Mesmo assim, foi um dos que primeiro e mais profundamente compreendeu o sentido dessa consagração.
Sua vida de Aliança levou o Pe. José Kentenich a dizer: “Engling foi o Documento de Fundação vivido!”
Como soldado na Primeira Guerra Mundial, deu testemunho de como a santidade pode ser vivida em ambientes totalmente adversos. Continuou, ali, seu esforço pela santificação e viveu fielmente a Aliança de Amor pelas contribuições ao Capital de Graças. Seu diário relata o heroísmo de uma vida entregue a Deus sob o cuidado e proteção de Maria.
Nos campos de batalha, em meios às trincheiras, foi de fato ‘tudo para todos’, sempre servindo seus companheiros e os demais que encontrava, e também ‘propriedade especial de Maria’, como um filho fiel à Mãe de Deus.

É com José Engling que nasce a aspiração das “Flores de Maio”, tão cultivadas entre os filhos de Schoenstatt. No mês de Maria, muitos se inspiram em Engling para oferecer um ramalhete espiritual de flores, conquistadas por meio das contribuições ao Capital de Graças, para a Mãe e Rainha.
Engling faleceu em 4 de outubro de 1918, em Cambrai/França, no último dia da Primeira Guerra Mundial. No local onde o jovem herói tombou, no território francês que faz divisa com a Alemanha, Cambrai, foi construído um Santuário de Schoenstatt, o Santuário da Unidade. Atualmente seu processo de beatificação foi encerrado na diocese e está na Congregação pela Causa dos Santos, em Roma.

Con informações de: schoenstatt.org.br
