
A Igreja, neste dia, celebra a virgem e mártir que encantou e continua enriquecendo os cristãos com seu testemunho de “sim” a Deus e “não” ao pecado. Nascida em Corinaldo, centro da Itália, era de família pobre, numerosa e camponesa, mas muito temente a Deus.
Com a morte do pai, Maria Goretti, com os seus, foram morar num local perto de Roma, sob o mesmo teto de uma família composta por um pai viúvo e dois filhos, sendo um deles Alexandre. Aconteceu que este jovem por várias vezes tentou seduzir Goretti, que ficava em casa para cuidar dos irmãozinhos. E por ser uma menina temente a Deus, sua resposta era cheia de maturidade: “Não, não, Deus não quer; é pecado!”
Santa Maria Goretti, certa vez, estava em casa e em oração, por isso quando o jovem, que era de maior estatura e idade, tentou novamente seduzi-la, Goretti resistiu com mais um grande não. A resposta de Alexandre foram 14 facadas, enquanto da parte de Goretti, percebemos a santidade, na confidência à sua mãe: “Sim, o perdoo… Lá no céu, rogarei para que ele se arrependa… Quero que ele esteja junto comigo na glória eterna”.
O martírio desta adolescente, de apenas 12 anos, foi a causa da conversão do jovem assassino, que depois de sair da cadeia esteve com as 400 mil pessoas, na Praça de São Pedro, na ocasião da canonização dessa santa, e ao lado da mãe dela, que o perdoou também (até aqui, extraído da Canção Nova).
Santa Maria Goretti manteve-se pura e santa por causa do seu amor a Deus, por isso na glória reina com Cristo.
A juventude olha para a jovem Maria Goreti e vê nela o anseio que reside nos seus corações: ser uma outra Maria, pura e imaculada. Neste sentido, nosso Pai e Fundador falou à Juventude Feminina de Schoenstatt em agosto de 1968:
“A juventude olha para o futuro e quer dedicar-se a grande tarefas. No futuro nossa tarefa será a participação na missão da querida Mãe de Deus. A imagem da Imaculada nos anuncia qual seja esta missão. Aqui teríamos a oportunidade de penetrar mais profundamente, para reconhecermos em que grau o corpo pertence ao Senhor, em que grau somos templos do Espírito Santo, como somos e devemos ser igrejinhas da Santíssima Trindade. Queremos tornar-nos um ‘Sacrarium Dei’, um Santuário do Deus Eterno, um Santuário da Santíssima Trindade”.
