
Neste último dia de maio a Igreja celebra a festa da visitação de Nossa Senhora à sua prima Izabel. Nos textos desta festa se destacam alguns aspectos. Por exemplo, o espírito de serviço de Maria que, mesmo sabendo-se a escolhida para ser a mãe do Messias, se coloca a caminho para servir sua parente. Também a alegria tem um papel relevante, no júbilo de Maria no Magnificat, uma alegria fundada naquele que escolhe os pequenos para grande obras e na esperança no Salvador que vem. No encontro das duas gestantes, podemos ver o encontro do Novo e o Antigo Testamento: de um lado João Batista, o último dos profetas, que prepara a vinda do Senhor, E do outro, o próprio Deus que se faz um de nós, para vir instaurar a nova e eterna aliança.
Campanha da Mãe Peregrina: uma nova visitação de Maria
A visitação de Nossa Senhora inspirou e continua inspirando muitos apóstolos, que se colocam a caminho, sempre de novo, para – como Maria – levar Jesus aos irmãos. Embora não tendo esta inspiração na sua origem, a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt pode ser vista como uma atualização da visitação de Maria. Se identificando como o ‘burrinho de Maria’, seu iniciador, o Servo de Deus João Luiz Pozzobon, caminhou com a ‘Mãe Peregrina Original’ nos ombros, caminhou mais de 140 mil quilômetro levando-a a escolas, presídios e a ‘muuiiitas’ famílias.

Passados quase 75 anos daquele humilde início em 1950, somente no Brasil, são mais de 100 mil ‘burrinhos’ que fazem este apostolado, garantindo que mais de 3 milhões de lares brasileiros experimentem, mensalmente, o que viveu Isabel e também possam exclamar: “Donde me vem a honra de receber em minha casa a Mãe do meu Senhor?
Que neste caminho rumo às celebrações dos 75 anos do início da Campanha da Mãe Peregrina, em setembro deste ano, coordenadores e missionários da Mãe Peregrina se tornem cada vez mais conscientes de sua grande missão e que as famílias se abram – como Izabel – às bênçãos e graças que Jesus e Maria vem trazer.
