Ir. M. Rosequiel Fávero – Neste Dia da Aliança, há exatamente 74 anos, o Fundador do Movimento de Schoenstatt chegou em Santa Maria/RS, depois de uma viagem iniciada em Roma, passando por Portugal. No Brasil ele chegara dois dias antes, em 16 de março, pisando o solo brasileiro pela primeira vez em Recife/PE. No mesmo dia chegou ao Rio de Janeiro, onde pernoitou, partindo – já acompanhado da Ir M Norberta Schulte – no dia seguinte para Porto Alegre. Pernoitou na capital do Rio Grande do Sul e na manhã de 18 de março iniciou uma viagem de 8 horas de trem, que o levou a Santa Maria.

Por volta das 17h deu-se uma singela solenidade na entrada da então ‘Casa do Noviciado’ das Irmãs de Maria. Bandeirinhas, um coral com um canto de boas vindas em latim, um buquê de rosas muito simples e uma poesia em alemão, declamado pela mais jovem noviça (que deve ter ‘balbuciado’ as palavras).

Já na capela da casa, nosso Pai e Fundador fez sua primeira e breve conferência no Brasil.

“Não sei se lhes acontece o mesmo que a mim, eu não sinto nenhuma distância entre nós, É verdade que os rostos são estranhos, que a língua é estranha, mas nossa vida interior está sintonizada no mesmo tom. (…) Por que vim até aqui? Vim para experimentar aqui as glórias da querida Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt! (…) Como podemos expandir mais ainda a marcha de vitória da Mãe de Deus?… Em Santa Maria deve surgir um pequeno Schoenstatt. Precisamos interpretar os sinais de Deus e deixar-nos conduzir por eles e considerar-nos como instrumentos bem pequenos”.

Padre Kentenich, entre 1947 e 1952 esteve em Santa Maria 10 vezes, presenteado com suas palavras e gestos a Família de Schoenstatt.

Obrigado e seja muito bem vindo, querido Pai e Fundador.

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Fotos: arquivos das Irmãs de Maria/Província Tabor