
Adriana Folle/ Ir. M. Simone Tabolka – A Família de Schoenstatt da Diocese de Frederico Westphalen se prepara para celebrar neste ano 2026, o jubileu de 50 anos de história, presença e missão.
Durante a Jornada diocesana que abriu as atividades do Movimento, no último domingo, 1º de março, foi apresentado um resumo histórico, por meio de texto e imagens, que relembrou os cinco decênios de presença do Movimento Apostólico de Schoenstatt na Diocese.

A Mãe de Deus abre caminhos
Mas, qual foi o início dessa história? A trajetória começou oficialmente em 1976, mas os primeiros sinais da espiritualidade na região remontam a 1968, com a chegada da Imagem da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt a Vista Alegre. A Mãe de Deus, sem dúvidas abriu caminhos para o florescimento de Schoenstatt nesta diocese tão rica, que presenteia e contribui muito com Schoenstatt em todo o Regional Tabor e para o Brasil.
Em 1973, a mudança do casal Steffen para Frederico Westphalen fortaleceu a difusão do Movimento, no mesmo ano em que o missionário leigo João Luiz Pozzobon enviou 70 imagens peregrinas a Humaitá — gesto considerado decisivo para a expansão da Campanha da Mãe Peregrina na Diocese.
A consolidação ocorreu ao longo das décadas seguintes, com a formação dos primeiros grupos, congressos diocesanos e, especialmente, a construção do Santuário Tabor Porta do Céu. A bênção do terreno ocorreu em 18 de outubro de 1998, e a consagração solene do Santuário foi realizada em 5 de outubro de 2003, tornando-se o 20º Santuário de Schoenstatt no Brasil.

Uma história que continua viva
Desde então, novos marcos fortaleceram a espiritualidade local, como a inauguração da Fonte das Três Graças, da estátua do Fundador Padre José Kentenich, da Cruz da Unidade e, mais recentemente, do Velário, em 2025. O Jubileu de 2026 celebra não apenas a memória histórica, mas também a continuidade de uma missão que transformou casas em pequenos santuários e colaborou eficazmente na expansão das glórias de Maria
