O Dia da Aliança de agosto foi de muito frio no sul do Brasil, mas junto ao Santuário Tabor também de muita devoção e amor pela MTA.

No período da tarde, muitas pessoas participaram da primeira Missa da Aliança, na Capela Tabor, que foi presidida pelo Pe. Gerson Luiz Gonçalves, pároco na paróquia Ressurreição e reitor do seminário São João Maria Vianney, da arquidiocese de Santa Maria. Na sua homilia, Pe. Gerson ressaltou o tema das vocações, apresentando os jovens seminaristas que o acompanhavam. Também recordou a Semana da Família, apontando a Sagrada Família de Nazaré como o modelo de toda família católica.

Uma presença especial nesta Santa Missa foi um grupo de peregrinos da localização de ‘Água Boa’, na região rural de Santa Maria. Numa tradição que vem de longe – somente com a pausa dos dois anos de pandemia – o grupo fez sua peregrinação anual, caminhando desde às 6h, trazendo a gratidão das famílias da região que recebem a Mãe Peregrina em suas comunidades.

O tema das vocações também esteve no centro da homilia do Pe. Gildo José Brandt, da paróquia São Pedro Apóstolo. “Estamos na Semana da Família. E todas as vocações, sacerdotais, religiosas ou leigas, nascem no seio da família.” Estimulou que rezemos pelas famílias, para que todas as vocações sejam fortalecidas.

A liturgia desta noite foi coordenada por integrantes da União de Famílias de Schoenstatt, que recordaram que há 103 anos (agosto de 1919), nascia a União Apostólica de Schoenstatt, a primeira comunidade do Movimento de Schoenstatt, da qual surgiu uma vasta rede de comunidades e ramos da Obra de Schoenstatt.

Mesmo com o frio intenso, a Santa Missa foi encerrada diante do Santuário Tabor, com a renovação da Aliança e a queima dos bilhetes que representam as contribuições para o Capital de Graças.

Mais fotos (Dionete Munareto e Silvia Nazari)