Chegamos ao último dia da Aliança do ano de 2025 e este fato pode repercutir de diferentes modos em nossa alma: gratidão por tudo o que vivemos, alegria pelos desafios que foram superados, anseio pelo que há de vir no próximo ano e pelos novos inícios planejados, ou ainda de nossa alma pode brotar um pedido de perdão porque sentimos nossa pequenez e debilidade.

Como foi meu caminho de Aliança?

Importante é olhar para o caminho de Aliança que percorremos, com um olhar veraz e pleno de confiança.

Foto: Heloísa Seikoski

Não como se fôssemos verificar se passamos na prova, se tivemos boas notas na escola ou se fomos um bom motorista sem pontos na carteira… Não, a atitude fundamental neste olhar é outra, é do filho que quer causar alegria ao Pai, ao grande Deus Trino e à sua e nossa Mãe, porque a verdadeira santidade “é a singela resposta do filho ao amor do Pai” (STD, 57).

Assim, olhamos para nosso Exame particular e Horário espiritual, para nossa vida de Ramo ou Comunidade, para a vida familiar, conjugal, no trabalho e na sociedade, buscando perceber quais foram as solicitações do amor de Deus e como eu (cor)respondi.

Quando faltei, o amor também conhece a reparação como uma forma de demostrar um ‘amor elevado’, que quer restituir a doação que negamos a Deus. Mas, a atitude filial também reconhece com profunda gratidão todo o bem que pudemos realizar e os prodígios que Deus realizou em nós e através de nós, seus instrumentos.

Um estímulo do Pai e Fundador

A fé prática na Divina Providência nos ajuda a aceitar, entregar e aproveitar para nosso crescimento interior tudo o que nos acontece. Com essa confiança, renovamos nossa Aliança de Amor e rezamos com nosso Pai e Fundador, no Rumo ao Céu:

“Tu nos contemplas com olhar de Pai
e nos dás partilhar da felicidade do Filho;
diriges tudo o que nos acontece
para nossa eterna salvação” (RC 73)