
Ir M Rosequiel Fávero – As Irmãs de Maria que estavam encerrando seu retiro mensal junto ao Santuário Tabor na segunda, 17 de abril, tiveram um motivo a mais para celebrar: os 60 anos de entrega a Deus, pelas mãos da MTA em Aliança de Amor, das Irmãs M. Áurea Dotto, Ir M Felícita Stefanello e Ir M Leocádia Trevisan.
As três ‘jubilares’ eram pura alegria e Ir M Áurea não cansava de repetir: “Nem parece que já se foram 60 anos. Isso tudo é graça de Deus”.
Ir M Felícita, nos seus 60 anos de Irmã de Maria, serviu a Obra de Schoenstatt em diversos lugares, também em Portugal. Durante alguns anos foi uma ‘missionária da Mãe Peregrina’ nas dioceses do interior da Bahia, cujas recordações ainda lhe trazem muita alegria. Mas também são conhecidos pelas coirmãs seus grandes dotes artísticos no bordado, expresso na confecção de bandeiras e peças litúrgicas. Atualmente, muitas vezes é vista acolhendo peregrinos e ouvindo os que vem ao Santuário Tabor.
Ir M Leocádia é, seguramente, a Irmã de Maria mais conhecida junto ao Santuário Tabor. São décadas de trabalho na portaria da Casa Provincial, acolhendo com seu sorriso e alegria, todos os que batem à porta. Ela é muito conhecida também pelos milhares de presépios e Meninos Jesus em gesso que faz e envia para diversos lugares do Brasil.
Ir M Áurea trabalhou muitos dos seus 60 anos de Irmã de Maria no Movimento de Schoenstatt, assessorando famílias e o ramos femininos no sul do Brasil, na Bahia e em Portugal. Durante 12 anos recebeu a tarefa de ser a superiora da Província Tabor, dedicando-se com desvelo pelas Irmãs que lhe foram confiadas no Brasil e em Portugal.
A Missa Festiva foi presidida pelo Pe. Clodoaldo Kamimura que resumiu o sentimento da celebração em duas palavras: gratidão e fidelidade!
Uma grande alegria para as três Irmãs jubilares foi sentirem-se unidas às suas Irmãs de Curso que no dia seguinte estariam celebrando a mesma festa junto ao Santuário da Permanente Presença do Pai, em Atibaia/SP. “E também junto das que nos acompanham já do céu“, afirmou Ir M Áurea, “porque especialmente nestes momentos céu e terra se unem no mesmo canto de louvor“.
