Terço das Rosas pelo presente do Santuário Original

A Família de Schoenstatt de Santa Maria viveu mais um momento de gratidão pelo grande presente recebido há 8 anos do Santuário Original. Como faz todos os anos para celebrar este dia, num clima de união, fé, alegria, no domingo (22), muitos fiéis e devotos da Mãe e Rainha rezaram o ‘Terço das Rosas’ diante do Santuário Tabor.

A singela celebração foi coordenada por integrantes da Liga Apostólica Feminina.

O Santuário Original é primeiro Santuário da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, está localizado em Schoenstatt, na cidade de Vallendar, na Alemanha. Ele é um grande dom para a Família de Schoenstatt do mundo inteiro.

Lâmpada Sagrada no Santuário Original: Fogo de uma geração

Ir. M. Nilza P. da Silva / Karen Bueno – No Movimento Apostólico de Schoenstatt, a pedagogia é vinculada aos símbolos. Quem participa das formações nessa espiritualidade já deve ter percebido a força positiva das várias peças, desenhos, imagens, que trazem um significado e um impulso especial para a realização da missão. O mesmo acontece com a lâmpada sagrada dos Santuários, aquela que fica acesa, indicando a presença do Santíssimo. Ela representa toda uma geração da Obra. Em 1939, jovens reunidos no Santuário Original consagram suas vidas como uma Primavera Sagrada – Ver Sacrum – da Mãe de Deus.

 

A lenda do Ver Sacrum

A expressão ‘Primavera Sagrada’ surge da antiguidade. Quando a população de um reino crescia, os melhores jovens do povo eram enviados a lugares distantes, a fim de começarem ali um novo povoado, fundado sob os mesmos princípios do reino de onde partiram. Portanto, os escolhidos eram educados para isso, desde pequenos. Eram separados de seu povo, para serem formados sem interferências negativas, eram, então, reconhecidos como os mais fiéis e exemplares na vida dos valores desse reino. Por isso, dignos de serem fundadores de um novo reino, que perpetuaria os princípios do reino que deixaram.

O teatro do Ver Sacrum é apresentado em Schoenstatt no ano de 1935, na festa do centenário da Comunidade dos Padres Palotinos. A peça narra, em três atos, a salvação de um povo corrompido pelo pecado:

  • Parte 1: A primeira cena acontece num palácio de real. Um reino que antes fora feliz e próspero é agora atingido pela fome, doença, miséria, que ameaçam o espírito e a alma do povo. Conselheiros tentam orientar o rei sobre qual atitude tomar em relação a essa situação, mas não oferecem uma solução eficiente. O ministro mais velho e sábio comenta que as desgraças são consequências dos pecados cometidos pelo povo. Ele lembra que as antigas gerações, em tempos difíceis, consagravam as crianças nascidas no período de um ano como uma santa primavera. Os outros conselheiros começam a rir e duvidar, porém, aparece um profeta do Senhor que os orienta, só então o rei percebe que é necessário sacrifício, penitência, para garantir a existência de seu povo.
  • Parte 2: A segunda cena mostra jovens caminhando numa região pedregosa e solitária de uma montanha muito alta – são as crianças que foram separadas do povo para que crescessem puras e santas. Quanto mais difícil se torna a caminhada, mais jovens desistem de seguir o caminho. Várias tentações vão surgindo ao longo da jornada e, quando tudo parece perdido, Deus envia seu mensageiro, que os salva da ameaça dos adversários e leva-os ao encontro da Primavera prometida.
  • Parte 3: O terceiro ato retorna ao reino. Entre os homens há guerra e destruição. Em meio à floresta, que se torna campo de batalha, onde ouvem gritos da multidão enfurecida, um canto ressoa de longe: Lumen Christi. O caminho se abre entre os arbustos e os consagrados, que todos julgavam perdidos, se aproximam. Os primeiros levam a imagem da Virgem Maria com o Filho, neles brota uma nova vida, surge a Primavera Sagrada: “Venham, vamos avante! Levemos essa imagem por toda terra, este grande sinal. Levemo-la no meio dos que se odeiam, dos que se desesperam e perecem, para que se faça o homem novo, para que todos anunciem e apreciem a Santa Primavera do Senhor”.

A história se torna vida

A mensagem do teatro toca os corações dos jovens. Não poderiam ser também eles uma Sagrada Primavera?! A segunda geração de Schoenstatt vive conflitos semelhantes à história, já que em 1939 irrompe a Segunda Guerra Mundial: o campo de batalhas está montado, é preciso que almas puras se entreguem por amor, para a salvação do seu povo.

Em novembro de 1939, os seminaristas, que depois de um curto período de serviço militar foram licenciados, se encontram em Ehrenbreistein (antiga casa do internato dos Palotinos) e fazem uma reunião para tratar do trabalho futuro. Enviam, então, uma carta circular a todos os dirigentes responsáveis que estavam dispersos. Pela primeira vez é usada a expressão Ver Sacrum.

 

Irrupção da Primavera Sagrada

 

 

Após o natal de 1939, os jovens se reúnem novamente em Schoenstatt para uma jornada. Nessa ocasião, Pe. Franz Bezler, guia espiritual dos jovens, prega uma conferência que se torna a ata de fundação da Primavera Sagrada. Era o dia 3 de janeiro de 1940 e este se torna o ano do Ver Sacrum.

Pe. Bezler diz: “Cada vez, quando o Espírito divino convoca um homem para uma grande tarefa, quando chama um jovem a separar-se de seu povo para ser instrumento na mão de Deus, e quando este jovem morre para si mesmo, então surge uma Primavera Sagrada para o povo. Cada vocação, num certo sentido, é uma Primavera Sagrada”.

Dessa Geração Ver Sacrum surge uma nova geração de herois. A maioria deles tem a vida ceifada durante a Segunda Guerra Mundial, entregando-a livremente em sacrifício pela Obra de Schoenstatt e pela renovação do mundo. Os herois Henrique Schaefer e Julio Steinkaul são nomes que têm destaque nesse período – jovens que consagram as vidas como Primavera Sagrada. “Precisamos de almas que se sacrificam, almas ardentes que imploram as graças para este tempo. A aflição não é outra coisa senão a voz de Deus. A terra clama por uma Primavera Sagrada. Clama por homens que se sacrificam. Schoenstatt quer dar a resposta! Schoenstatt mesmo quer ser a Primavera Sagrada para o tempo de hoje”, falava Pe. Bezler.

 

Fogo permanente

 

                                              (Foto: Mariana Siqueira)

Como sinal concreto da Geração Ver Sacrum, os jovens escolhem o fogo. “Não queremos ser uma luz silenciosa, uma chamazinha, mas sim um braseiro ardente”, dizia-lhes Pe. Bezler.

Na madrugada do Ano Novo de 1940-1941, os rapazes do Ver Sacrum se reúnem com o Fundador, Pe. José Kentenich, no Santuário Original, e ali oferecem a Lâmpada Sagrada sob o juramento: “Se nossa Primavera for infiel a ti, que se apague nesta mesma hora nossa luz no Santuário”.

Até o último suspiro

“Sacrifício não é outra coisa senão morrer como semente”, escreve Henrique Schaefer, expressando a entrega desta geração. A Mãe de Deus leva a sério o compromisso e exige dessa geração não apenas uma vida de sacrifícios, mas o sacrifício da vida de 28 jovens, que selam a Aliança Eterna nos campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, uma sementeira que floresce na eternidade e cujos frutos são colhidos até hoje pela Obra de Schoenstatt.

Hoje, o ideal de Ver Sacrum continua a impulsionar os corações juvenis. Vivemos em graças de tempo de fundação.

 

Foto destacada (1ª e capa): Karen Bueno

Fonte: schoenstatt.org.br

Para não esquecer: as ‘flores de maio’ para a Mãe de Deus no Santuário Original.

 

Quanto amor há numa flor?! Deus revela muito da sua inspiração ao criar as mais variadas formas e cores que enfeitam a natureza. Chegando o mês de maio, nos recordamos então da mais bela flor criada por Deus: Maria!

Pe. José Kentenich contou, certa vez, uma história sobre a infância do pequeno Crispim, que quando adulto se tornou santo e mártir da Igreja: “Mais tarde, Crispim foi trabalhar como aprendiz de sapateiro. Tinha dez anos de idade. Para recompensar o seu zelo, aos sábados, seu mestre dava-lhe uma pequena gratificação com a qual ele comprava flores para o altar de sua Mãe e Rainha. Mas procurava as flores mais belas, como corresponde a uma Senhora tão nobre” .

Nas flores escolhidas a dedo, o pequeno menino demonstrava seu amor à Mãe de Deus.

Um ramalhete espiritual

No Movimento Apostólico de Schoenstatt existe, há mais de um século, a aspiração de oferecer flores à Maria no mês de maio. Mas, não se trata de ir até uma floricultura ou loja e comprar um buquê. É mais do que isso. Em Schoenstatt, as “Flores de Maio” representam um ramalhete espiritual CONQUISTADO: são ofertas de amor à Maria, adquiridas por meio de sacrifícios e de entregas pessoais pela autoeducação.

Como assim? A louça lavada, por exemplo, pode se converter numa margarida. Uma caminhada de 45 min pode ser uma violeta… Não importa a escolha da tarefa nem a escolha da flor, cada um decide como será seu ramalhete.

Conquiste suas flores – Use a criatividade!

Neste mês de maio, cada um também é convidado a cultivar um jardim de flores para a Mãe de Deus.

Quais atividades podemos escolher para isso? Você decide, use sua criatividade. Ao longo do mês podemos oferecer, por exemplo: a pontualidade, disciplina, respeito, amizade, trabalho social, cuidado com a natureza, cuidado com a própria saúde, buscar leituras para crescimento espiritual e intelectual, servir aos outros, ter paciência, saber ouvir e prestar atenção, telefonar para alguém, transmitir uma mensagem de esperança, rezar o terço ou outra oração, não reclamar, ajudar alguém, brincar com os filhos, ser mais prestativo, silenciar… (veja aquilo que é mais necessário em sua vida)

Escolha suas flores e dê um significado especial a elas. Existem muitas flores, como: Acácia, Amor perfeito, Azaleia, Begonia, Boca de leão, Bromélia, Camélia, Cravo, Crisântemo, Dália, Dente de leão, Gerânio, Gérbera, Girassol, Hibisco, Hortência, Iris, Jasmim, Lavanda, Lírio, Magnólia, Margarida, Miosótis, Orquídea, Rosa, Tulipa, violeta…

Envie ao Santuário Original

Ao longo do mês de maio, marque neste formulário as flores que você deseja dedicar à Mãe de Deus. Elas serão levadas ao Santuário Original, na Alemanha:

Fonte: schoenstatt.org.br

” para a Mãe de Deus no Santuário Original.

 

Quanto amor há numa flor?! Deus revela muito da sua inspiração ao criar as mais variadas formas e cores que enfeitam a natureza. Chegando o mês de maio, nos recordamos então da mais bela flor criada por Deus: Maria!

Pe. José Kentenich contou, certa vez, uma história sobre a infância do pequeno Crispim, que quando adulto se tornou santo e mártir da Igreja: “Mais tarde, Crispim foi trabalhar como aprendiz de sapateiro. Tinha dez anos de idade. Para recompensar o seu zelo, aos sábados, seu mestre dava-lhe uma pequena gratificação com a qual ele comprava flores para o altar de sua Mãe e Rainha. Mas procurava as flores mais belas, como corresponde a uma Senhora tão nobre” .

Nas flores escolhidas a dedo, o pequeno menino demonstrava seu amor à Mãe de Deus.

Um ramalhete espiritual

No Movimento Apostólico de Schoenstatt existe, há mais de um século, a aspiração de oferecer flores à Maria no mês de maio. Mas, não se trata de ir até uma floricultura ou loja e comprar um buquê. É mais do que isso. Em Schoenstatt, as “Flores de Maio” representam um ramalhete espiritual CONQUISTADO: são ofertas de amor à Maria, adquiridas por meio de sacrifícios e de entregas pessoais pela autoeducação.

Como assim? A louça lavada, por exemplo, pode se converter numa margarida. Uma caminhada de 45 min pode ser uma violeta… Não importa a escolha da tarefa nem a escolha da flor, cada um decide como será seu ramalhete.

Conquiste suas flores – Use a criatividade!

Neste mês de maio, cada um também é convidado a cultivar um jardim de flores para a Mãe de Deus.

Quais atividades podemos escolher para isso? Você decide, use sua criatividade. Ao longo do mês podemos oferecer, por exemplo: a pontualidade, disciplina, respeito, amizade, trabalho social, cuidado com a natureza, cuidado com a própria saúde, buscar leituras para crescimento espiritual e intelectual, servir aos outros, ter paciência, saber ouvir e prestar atenção, telefonar para alguém, transmitir uma mensagem de esperança, rezar o terço ou outra oração, não reclamar, ajudar alguém, brincar com os filhos, ser mais prestativo, silenciar… (veja aquilo que é mais necessário em sua vida)

Escolha suas flores e dê um significado especial a elas. Existem muitas flores, como: Acácia, Amor perfeito, Azaleia, Begonia, Boca de leão, Bromélia, Camélia, Cravo, Crisântemo, Dália, Dente de leão, Gerânio, Gérbera, Girassol, Hibisco, Hortência, Iris, Jasmim, Lavanda, Lírio, Magnólia, Margarida, Miosótis, Orquídea, Rosa, Tulipa, violeta…

Envie ao Santuário Original

Ao longo do mês de maio, marque neste formulário as flores que você deseja dedicar à Mãe de Deus. Elas serão levadas ao Santuário Original, na Alemanha:

Fonte: schoenstatt.org.br

Santuário Original receberá modificações

Sobre altar do Santuário Original

A Presidência Internacional da Obra de Schoenstatt decidiu que o altar do Santuário Original deve ser adaptado para que possa ser trazer para frente para a celebração da Santa Missa.

A Presidência Internacional vem tratando deste assunto desde junho de 2021. A situação provocada pela pandemia intensificou a conexão on-line com o Santuário Original, especialmente a participação na Eucaristia. O pequeno altar, colocado que foi sempre sido considerado temporário já está ali ha muito tempo. E por isso devia ser encontrada uma solução definitiva .

As premissas foram logo esclarecidas: deveria haver apenas um altar e este deveria ser o histórico e original, não outro. Em segundo lugar, de acordo com a reforma litúrgica pós-conciliar e as sensibilidades atuais, o sacerdote deveria normalmente celebrar a Eucaristia dirigindo-se ao povo. Em tudo isso a mens fundatoris foi decisivo e determinante para nós: o Santuário Original é o centro espiritual e fonte de graças para todos, e ao mesmo tempo é o modelo para todos os outros santuários filiais. Por esta razão, sua forma e a aparência  devem permanecer inalteradas, o que é de grande importância para a vinculação local.

Em seguida foi solicitado ao conselho administrativo do Santuário Original que propusesse possíveis soluções concretas, as quais foram apresentadas à Presidência Internacional. Após estas consultas, todos os representantes das diferentes comunidades da Presidência Internacional decidiram por unanimidade que o altar do Santuário Original deveria ser móvel para a celebração da Eucaristia. Em breve será feita esta modificação.

P. Juan Pablo Catoggio
Presidência Internacional
Schoenstatt, 26 de dezembro de 2021

 

Fonte: Schoenstatt Internacional

 

O símbolo do Espírito Santo – Há 75 anos no Santuário Original

Há 75 anos, no dia 4 de outubro de 1946, o símbolo do Espírito Santo foi entronizado no Santuário Original de Schoenstatt. Quem o conquistou e presenteou ao Santuário – também a toda nossa Obra – foi a Geração Cenáculo da União dos Sacerdotes de Schoenstatt.

Poucos dias antes da Semana de Outubro[1] de 1946, isto é, de 30 de setembro a 4 de outubro, os membros da chamada “Geração Cenáculo”, dos sacerdotes da União, se reencontraram pela primeira vez. No final de sua conferência, no dia 4, eles colocaram o Símbolo do Espírito Santo e, dessa forma, imortalizaram o ideal de sua geração.

O Pe. Josef Kress foi um dos palestrantes durante o encontro e assim disse:

“Não nos reunimos aqui por acaso. Durante anos, lutamos juntos para criar nossa comunidade de gerações e encontrar o ideal de nossa geração. Então vieram os sete anos magros que nos espalharam por todo o mundo e nos levaram às frentes na Rússia, França, Noruega, Itália, Balcãs e África. Fomos lançados sobre os oceanos para o Canadá, América do Norte, América do Sul, Austrália, em campos de concentração e em nosso Schoenstatt eterno. Muitos que rezaram e lutaram conosco entraram em seu lar eterno (no relatório elaborado por Heinrich Kaiser há um memorial com o nome de todos os padres que pertenceram à geração e já haviam falecido).

É uma grande graça podermos estar aqui. Devemos isso ao trabalho sábio, gentil e poderoso, mas quase imperceptível, de nossa Rainha e Mãe da Aliança.

Esta hora deve marcar uma certa conclusão para nossa luta comum até agora, mas também um novo começo. Que esta hora resuma mais uma vez tudo o que foi dito e feito nos últimos dias”.

O Pe. Josef Kress faz, então, uma interpretação do símbolo do Espírito Santo:

Nós nos reunimos esta manhã para dar a ela um presente de consagração, uma Pomba de Pentecostes. Este dom de consagração deve ser 1. Um símbolo e sinal de unidade; 2. um símbolo e sinal de nossa missão comum; 3. um presente de agradecimento; 4. uma homenagem à Mãe e Rainha, Mãe Três Vezes Admirável e Rainha de Schoenstatt, Rainha dos Apóstolos.

 

Um símbolo de unidade

Nesta hora de consagração dizemos, uns aos outros, um sincero, confiante e alegre “sim” vitorioso. Este “sim” não se baseia em nossa bondade e em nossos dons humanos, mas, principalmente, em nossa fé mariana na Providência e em nossa missão. Reconhecemos que somos todos instrumentos da nossa querida Mãe Três Vezes Admirável e Rainha, que fomos chamados a construir juntos a sua Obra, a nossa Catedral de Schoenstatt. Somos todos filhos e instrumentos da MTA, Rainha dos Apóstolos. É por isso que nos afirmamos uns aos outros com sinceridade e confiança. Com confiança, porque nós não nos apoiamos em nossa própria força e sabedoria, mas, principalmente, na força e sabedoria do Espírito Santo, que nossa Mãe pediu que viesse sobre nós e, por isso, nos enchemos de confiança uns nos outros. […].

Dizemos isso em espírito de amor, no espírito de Jesus Cristo e no Espírito Santo. Só ele é o vínculo da unidade. Portanto, nosso símbolo é um sinal de unidade.

 

Um símbolo de nossa missão comum

Que símbolo é este? O Espírito Santo tem a missão de ser a alma da Igreja. Portanto, nós, Presbíteros e Padres de Schoenstatt [2], queremos ser também a alma do Movimento de Schoenstatt como um todo. […] Como devemos cumprir a nossa tarefa comum de ser a alma do Movimento como um todo, cada um no seu lugar específico? Incorporamos o ideal do Cenáculo de nossa comunidade em todo o Movimento e, por meio dele, em toda a Igreja e no mundo. É o ideal de uma comunidade apostólica ligada a Maria, à Eucaristia e cheia do Espírito.

[…] Essa é a missão da nossa geração. Sabemos que ainda não foi realizada, que ainda há muito por fazer. No entanto, pusemo-nos a trabalhar com alegria vitoriosa, porque nesta hora não apenas nos afirmamos, mas também dizemos “sim” à nossa Rainha e Mãe.

 

Um presente de ação de graças

Quantas vezes não dissemos este “sim” à nossa MTA quando nos consagramos a ela ou renovamos a nossa consagração; e quantas vezes ela não nos disse “sim”. Veja como ela protegeu e cuidou de nós ao longo dos anos! Não é trabalho dela estarmos juntos aqui hoje? Quantas vezes, em nossos dias de Congregação, não tivemos que passar sem a Santa Missa e a Sagrada Comunhão; quantas vezes não sentimos a proximidade de nossa Mãe em Dachau, na frente de batalha e nos bombardeios. Não é por acaso que estamos aqui no Santuário, que o Santuário ainda está de pé e está completamente ileso. Pude passar os últimos dois anos de guerra aqui no Santuário. Quantas vezes os esquadrões de bombardeio sobrevoaram Schoenstatt e lançaram suas bombas nas proximidades… Em uma ocasião, uma bomba quadrimotora atingiu a pedreira próxima à Casa da União (Casa da Aliança), o Vale de Schoenstatt estava sob bombardeio de artilharia por quase três semanas… no entanto, nem mesmo uma janela do Santuário estava rachada.

Não temos motivos suficientes para sermos gratos? Por toda a proteção e orientação amorosa nesses anos tempestuosos? …

 

Uma homenagem

A experiência de sua sábia condução nos motiva fortemente a nos apegarmos ainda mais amorosamente à Maria. Com frequência já fizemos isso individualmente. Hoje queremos fazer isso como uma comunidade, como uma geração… Atos de consagração são sempre atos de amor e de autoentrega. Por este ato de consagração professamos nossa fé na posição de Maria no plano de salvação de Deus, acreditamos que ela é nossa Rainha e Mãe. E entregamo-nos totalmente a ela. Nós a reconhecemos como nossa Rainha e damos a ela, como um sinal externo, o símbolo da Pomba, do Espírito Santo, como uma coroa com a qual o próprio Deus coroou seu ser. Ele fez isso três vezes: a primeira vez quando Maria Imaculada passou a existir, a segunda vez quando o Espírito Santo desceu sobre ela com maior plenitude em seu quartinho em Nazaré, fazendo-a Mãe de Deus, e a terceira vez quando ela orou pela vinda do Espírito Santo no meio da jovem Igreja. Ela permanece coroada com esta coroa para sempre.

Façamos todo o esforço para que a sua coroa brilhe também sobre as nossas vidas. Pela delicadeza de ouvi-la o e pela obediência à graça, que o reinado de Maria em nossas vidas se torne cada vez mais uma realidade. Nossos desejos e vontades não são importantes, a vontade de Deus e a de Maria são. Eles são apresentados a nós por meio do Espírito Santo.

 

Por fim…

Nosso símbolo deve ser uma admoestação constante para que queiramos lutar pelas alturas mais elevadas da perfeição. Quanto mais alto chegarmos, mais felizes seremos e mais frutíferos seremos para os outros, para o reino de Deus e ainda mais glorificaremos a Deus. O símbolo da Pomba do Pentecostes está no ponto mais alto do Santuário; é uma admoestação para que nós, sacerdotes, lutemos em todos os momentos pelos ideais mais elevados, pelo menos em nossos anseios sérios…

Não vemos o ideal de Cenáculo pairando pelo ar. Para nós, o Cenáculo é, antes de tudo, o nosso Santuário. É aqui que a Rainha dos Apóstolos está particularmente perto de nós como a Mãe Três Vezes Admirável. É aqui que encontramos Cristo e todos os seus santos. É em torno deste Santuário que toda a nossa Família de Schoenstatt se reúne como comunidade viva do Cenáculo. Não podemos descansar até que toda a nossa Família tenha esse caráter, até que todo o nosso povo alemão e a Igreja universal se tornem um Cenáculo vivo, para que logo haja apenas um pastor e um rebanho, e Cristo Rei sobre todos, para que ele pode entregar o reino ao Pai e Deus será tudo em todos”

Com informações de urheiligtum.de

 

[1] A Semana de Outubro é o encontro que hoje conhecemos como “Congresso de Outubro”, que reúne anualmente os dirigentes do Movimento

[2] Aqui se refere aos padres da União

Fonte: schoenstatt.org.br

Envie o nome do seu PAI ao Santuário Original

A Santa Missa deste próximo domingo, dia 8 de agosto, será dedicada a todos os pais, no Santuário Original de Schoenstatt/Alemanha.

Você pode participar pela internet, por meio da webcam ou então do Youtube, a partir das 10h30min (horário do Brasil), da celebração em português.

Envie o nome do seu pai

Abaixo, no formulário, é possível marcar o nome do seu pai, vivo ou falecido, e dos pais pelos quais se deseja rezar. Estes nomes serão levado diante da Mãe e Rainha no Santuário Original. O prazo de envio é sábado (07/08), até as 12 horas.

 

Encerramento de maio com o Papa e o Santuário Original

A Família de Schoenstatt do mundo inteiro teve uma alegria especial no encerramento do mês dedicado à Mãe de Deus. Depois de viver, junto com a Igreja, uma maratona de terços, peregrinando espiritualmente com o Papa Francisco por muitos santuários marianos ao redor do mundo, teve a alegria de ver o Santuário Original presente no último terço de maio, quando diversos Santuários pelo mundo, transmitiram ao vivo na recitação do terço nos jardins do Vaticano.

Diversas vezes o Santuário Original apareceu no telão, sob a identificação ‘Madona de Schoenstatt – Germania’ (em italiano, Nossa Senhora de Schoenstatt, Alemanha). O reitor do Santuário Original, Pe. Pablo Javier Pol, conduziu o momento de oração. O Terço, em Schoenstatt, foi meditado em vários idiomas, representando toda a Família Internacional.

No final do terço, o Papa repetiu um gesto tão familiar aos schoenstattianos, coroou a imagem da Mãe de Deus, cingindo a imagem de Nossa Senhora Desatadora dos nós com uma linda coroa.

Após a ladainha lauretana, Papa Francisco rezou:

“Ó Maria, tu sempre resplandeces em nosso caminho como sinal de salvação e esperança. Entregamo-nos a Ti, Saúde dos enfermos, que junto à Cruz estivestes associada à dor de Jesus, mantendo inabalável a tua fé. Tu, que sabes desatar os nós da nossa existência e conheces os desejos de nosso coração, vem em nosso auxílio. Estamos confiantes de que, como em Caná da Galileia, farás com que possa voltar a alegria e a festa em nossas casas, após este momento de provação. Ajuda-nos, Mãe do Divino Amor, a conformarmo-nos à vontade do Pai e a fazer aquilo que nos disser Jesus, que assumiu os nossos sofrimentos e carregou as nossas dores para nos conduzir, pela Cruz, à alegria da ressurreição. Amém”

O Santo Padre encerrou maio com a bênção apostólica, agradecendo ao Pontifício Conselho para a Nova Evangelização pela organização da maratona, assim como aos santuários marianos que aderiram à iniciativa e a tantas pessoas que foram tocadas por essa jornada de oração.

Veja abaixo como foi a transmissão do Terço:

 

 

Com informações de: schoenstatt.org.br

Hoje: Terço com o Papa a partir do Santuário Original

 

Hoje é dia de acompanhar o terço com o Papa Francisco, a partir do Santuário Original!

 

Esta será a programação o:

Segunda-feira, 31 de maio (hora do Brasil)

12h15: Início da pré-programação, com musical e danças litúrgicas internacionais – início da transmissão na internet
Onde assistir:
www.urheiligtum.de
www.schoenstatt-tv.de
Youtube no canal Schoenstatt-TV

 

12h50: Ângelus
Onde assistir:
www.urheiligtum.de
www.schoenstatt-tv.de
Youtube no canal Schoenstatt-TV

 

12h57: Início da Oração do Terço
Onde assistir:
Transmissão direto do Vaticano, ao vivo, pelo Youtube: Vatican Media Live Português

 

14h: Encerramento do evento
Onde assistir:
www.urheiligtum.de
www.schoenstatt-tv.de
Youtube no canal Schoenstatt-TV

 

O Terço será rezado em cinco idiomas diferentes, destacando assim a diversidade
cultural de nossa Família Internacional.

Coloquemos esta grande preocupação da humanidade nas mãos de nossa querida
Mãe e Rainha no Santuário, sabendo que Deus escuta as súplicas de seu povo.

Pe. Pablo Pol e Equipe
rektor@urheiligtum.de

 

Foto: Ir M Nilza Silva

” para o Santuário Original!

Em Schoenstatt, o mês de maio é conhecido pelo costume de ofertar nossos esforços de autoeducação, alegrias e tristezas para a Mãe e Rainha, no seu Santuário, na forma das ‘flores de maio’. Esta oferta fazemos em nossos Santuários Lares, diante da Mãe Peregrina… e também podemos enviá-las para o Santuário Original. Para acessar ao formulário online para enviar as suas flores de maio para o Santuário Original clique AQUI.

ATENÇÃO: as ‘flores de Maio’  podem ser enviadas somente até hoje à noite. Pois amanhã, na Santa Missa das 10h30min, em português, elas serão ofertadas à MTA.

Para participar da Santa Missa amanhã, acesse o Youtube ou a webcam do Santuário Original.