Acompanhe: Ordenação diaconal dos Seminaristas de Schoenstatt

 

Neste sábado, dia 14 de novembro, sete seminaristas do Instituto Secular dos Padres de Schoenstatt serão ordenados diáconos no Chile, entre eles, dois brasileiros.

A celebração será presidida pelo Núncio Apostólico do Chile, Dom Alberto Ortega Martín, às 18 horas. A missa será transmitida ao vivo pelo YouTube no canal do Colegio Mayor P. José Kentenich. Todos estão convidados a acompanhar as transmissões e oferecer suas contribuições ao Capital de Graças nas intenções de:

Filipe Araujo (Brasil)
Rafael Flausino (Brasil)
Juan Molina (Argentina)
Pedro Brás (Portugal)
Sebastián Espinoza (Chile)
Joaquín Lobos (Chile)
Sergio Abarca (Chile)

Para acompanhar, clique aqui

 

⇒ Confira a entrevista com os brasileiros e a expectativa de seus pais

Fonte: schoenstatt.org.br

Um dia único na terra, assim como no céu

Sueli Vilarinho – “Se você é frágil ou fraco, maior é a graça de Deus que te dá a força, te cobre com esta força e te envia. Não tenha medo de responder com generosidade àquilo que Deus te pedir. Siga o caminho que Deus manda, ainda que seja pedregoso e desconhecido”. Com este conselho, Dom Devair Araújo da Fonseca se dirige ao mais novo diácono do Instituto Secular dos Padres de Schoenstatt.

Sob o lema “Assim na terra como no céu” (Mt 6, 10), a comunidade dos Padres de Schoenstatt celebra a ordenação diaconal do seminarista Rafael Tavares da Mota. Natural de Poços de Caldas/MG, ele foi ordenado em São Paulo/SP, no sábado, dia 15 de agosto de 2020, numa missa ao ar livre, em frente ao Santuário Sião, do Jaraguá.

Estavam presentes, em cerimônia reservada, alguns amigos e alguns padres do Instituto. A celebração foi presidida por Dom Devair, que é bispo auxiliar da Região Brasilândia, na Arquidiocese de São Paulo.

Pe. Afonso Wosny faz a introdução da santa missa explicando: “‘Assim na terra como no céu’ é o lema que Rafael escolheu para sua ordenação. Na oração que Jesus ensina os discípulos a rezar, ele também, neste dia, pede ao Senhor que possa escutar a sua voz e aqui na terra, como seu instrumento, fazer a vontade do Pai”.

Ordenação do serviço

Na homilia, Dom Devair explica sobre o diaconato, que teve início na Igreja nos Atos dos Apóstolos: “Os apóstolos fazem reflexão entre a palavra e o serviço. A palavra e o serviço caminham juntas. O diaconato é um serviço sacramental, pelo qual se escolhem os homens que servem. […] Toda a Igreja é chamada a fazer este serviço em benefício do próximo. Essa é a ordenação que acontece hoje”.

 

 

Diácono é um Cristo servidor dos irmãos

Dom Devair continua: “Neste dia recordamos a Virgem Maria imaculada, dogma de nossa fé. Maria levada ao céu. Ela escuta e a sua primeira atitude é de colocar-se a serviço. Quando Maria sai para ir ao encontro de sua prima, se coloca a serviço. A palavra e o serviço estão unidos, não se separam. A realidade era desconhecida [para Maria], mas ela estava aberta para fazer a vontade de Deus”.

Dirigindo-se ao jovem ordenando, ele acrescenta: “Em sua vida como diácono, será também enviado a muitos lugares, talvez sem vontade, mas aqui cabe lembrar deste evangelho em que Maria se coloca diante de sua pequenez e dá seu sim. O Sim de Maria está embasado na palavra de Deus e não em suas fraquezas. Assim deve ser consolidado seu ministério: na vontade de Deus – que hoje te escolheu, te chamou e te confere essas graças – muito mais que nas suas capacidades”.

 

Que estas flores possam enfeitar o serviço de Deus na sua vida sacramental

Durante a cerimônia, os ventos fazem com que flores caiam sobre o tapete e as árvores não deixam esquecer sua presença ali: flores, folhas e sementes são constantemente espalhadas. Observando isso, Dom Devair deixa uma mensagem ao jovem ordenando: “Seu serviço deve ser assim: nunca deixe de mostrar esta presença do serviço e da graça de Deus”.

 

O céu é um lugar bonito

Ao final, o recém-ordenado diácono agradece a muitas pessoas que passaram em seu caminho de infância, juventude, discernimento vocacional e caminhada de seminário, especialmente seus pais. Aos irmãos de comunidade agradeceu por querer ser melhor ainda. E Rafael narra uma história: “Um menino perguntou aos seus pais como era o céu. Seus pais responderam que o céu era um lugar bonito, com campo florido, com pessoas queridas, lugar agradável de viver. Foi impressionante a forma como descreveram. O menino imediatamente respondeu: “Então quero ir agora, sem perder tempo!” E a surpresa para o menino quando seus pais disseram: “Ainda não”. Rafael conclui a história dizendo: “No tempo de Deus! Foi o que mais ouvi e vivi nesses dias”.

 

 

Alguns testemunhos relatam alegria deste dia, dificuldades e um caminho a ser percorrido que passa pela educação do coração do jovem diácono:

Sonia Mota, mãe de Rafael, se expressa com um coração agradecido pela vida de seu filho: “Peço que a Mãe de Deus sempre o conduza e sempre espalhe para muitas pessoas esta generosidade, este calor humano que ele tem. Os dez anos de caminho não foram fáceis para uma mãe, mas celebrar este dia é indescritível. É uma bênção ele estar rumo ao sacerdócio”.

Pe. Pedro Cabello nos fala que “a ordenação diaconal em tempos tão difíceis, também na Igreja e em tantos lugares do mundo, é uma bênção para nossa comunidade dos Padres e em especial para a Família de Schoenstatt”.

Pe José Fernando Bonini diz que, apesar dos empecilhos gerados pela pandemia, a celebração pode se realizar e “é uma grande alegria que um irmão chegue ao final da formação”.

Pe. Marcelo Aravena descreve Rafael como um presente para a comunidade. “O serviço diaconal é um passo importante que prepara o coração e a mente do candidato para o sacerdócio. O diaconato é serviço à vida, mais ainda iluminado pela palavra de Deus. Confiamos que Rafael tenha uma experiência frutífera que possa servir a muita gente. Ele é uma pessoa muito sensível, gosta de observar a vida e atender às necessidades dos outros e cuida muito dos vínculos de seus amigos. Ele guarda sentimentos legítimos, autênticos e seu agradecimento hoje foi uma amostra disso. Rafael é muito religioso e de muita oração. Ele tem vínculos muito profundos com nossa Mãe e com Nosso Senhor. O lema de sua ordenação “…assim na terra como no céu”, mostra que ele está disposto a fazer a vontade de Deus como diácono e, no futuro próximo, como padre”.

 

Fotos: Alex Formigoni

⇒ Veja aqui as fotos

Confira o vídeo da transmissão ao vivo:

 

Fonte: schoenstatt.org.br

Padres de Schoenstatt: Ordenação diaconal neste sábado

 

Karen Bueno – A comunidade dos Padres de Schoenstatt celebra neste sábado, dia 15 de agosto de 2020, a ordenação diaconal do seminarista Rafael Tavares da Mota. A missa solene será presidida por Dom Devair Araújo da Fonseca, bispo auxiliar de São Paulo/SP (Região Brasilândia), no Santuário Sião, do Jaraguá, às 10 horas.

Rafael é natural de Poços de Caldas/MG e iniciou sua caminhada no Instituto dos Padres de Schoenstatt em 2010. Sua ordenação estava prevista para o mês de abril, porém, com a atual pandemia, foi adiada e remarcada. A celebração contará com poucas pessoas presentes no local, porém, todos são convidados a acompanhar ao vivo a transmissão pelo Facebook, na página do Santuário Sião: clique aqui

O lema escolhido por ele, para a ordenação diaconal, é retirada da oração do Pai Nosso, no livro de São Mateus (6, 10): “Assim na terra como no céu”.

Rafael comenta abaixo sobre esse momento que está vivendo e confia sua vocação à oração de todos:

 

O que te levou a ingressar na comunidade dos Padres de Schoenstatt?

Em poucas palavras: A vontade de levar Cristo aos demais, porque é Ele quem pode realmente mudar nossas vidas e nos fazer felizes.

A origem deste desejo é, com certeza, minha família. Religiosa e schoenstattiana, ela me ensinou desde muito cedo a ter os olhos voltados para nosso Pai do Céu. Por outro lado, o amadurecimento desse anseio se deu durante meu tempo na Juventude Masculina, especialmente quando participei das missões. Foi então que descobri o sentido da vida comunitária, o valor da oração e a alegria de me entregar aos mais necessitados.

Assim, minha vocação está intimamente unida a Schoenstatt. Meu chamado cresceu com o carinho da Mãe de Deus, que experimentei em torno ao Santuário e por meio de tantas pessoas. Como Padre de Schoenstatt, espero contribuir para que esse amor tão especial chegue a muitos corações e siga dando um colorido novo à nossa Igreja.

 

Sua ordenação será em um contexto totalmente novo, com poucas pessoas participando e vivendo a atual realidade da pandemia. Que interpretações você faz desse momento para sua vida como futuro sacerdote?

Desde abril, integro a filial dos Padres no Jaraguá, em São Paulo. Agora, não reduziria este período a um mero tempo de espera pela ordenação. Estou feliz de estar de volta à casa, mesmo que em quarentena. Fui recebido muito bem pelos meus irmãos de comunidade e os amigos do Santuário, além de ajudar um pouquinho com nosso “atendimento à distância”. Tem sido valioso para mim me reencontrar com o jeitinho brasileiro e me solidarizar com os desafios atuais da nossa terra.

Agora, quando penso no que Deus está querendo me dizer, volto à experiência dos profetas do Antigo Testamento. Não porque me considere portador de uma grande profecia – por favor, que se entenda bem. Senão porque eles eram pessoas colocadas, uma e outra vez, em contextos radicalmente diferentes do que estavam acostumados, chamados a se compadecer com o sofrimento da gente e anunciar novos caminhos até Deus.

Ainda estou escutando, discernindo os próximos passos a serem tomados, mas cresce em mim o desejo de cultivar essa paixão tão criativa dos profetas. Acreditar que estou imerso nessa realidade, aqui e agora, porque Deus precisa de mim para comunicar seu amor, sua presença viva, com valentia e empatia – como requisitos para que Ele seja escutado.

 

Estamos no mês das vocações. O que diria aos jovens que estão em processo de discernimento?

3 breves pensamentos.

Primeiro, a vocação nasce de um encontro verdadeiro com Cristo. É Ele quem chama e a quem Ele quiser. Por isso, um padre pode vir de qualquer lugar e ninguém nasce pronto. Ao dizer isso, penso naqueles pobres pescadores, no acomodado cobrador de impostos e no jovem rapaz. Esse chamado muda nossa vida, de modo que o mais importante é estar disposto a escutar, deixar tudo e segui-lo.

Segundo, a vocação é um serviço. Ninguém se faz padre para ter um título ou a vida assegurada. Basta lembrar as palavras de Jesus no Evangelho: Eu não vim para ser servido, senão para servir. E quantas vezes Ele não pôs os discípulos em apuro, até que aprendessem a serem servidores.

Terceiro, tem uma frase que vem do Papa Bento XVI, que Francisco repete e que eu gosto muito: “Cristo não te tira nada, Ele te dá tudo”. Aqui ressoa a promessa de Jesus no Evangelho e minha própria experiência desde que comecei a me preparar para o sacerdócio. Este é um caminho de felicidade e plenitude de vida.

 

Fonte: schoenstatt.org.br

Um ano novo para crescer no amor a Cristo

 

No dia 31 de dezembro de 1945, o Pe. José Kentenich dizia às dirigentes da Liga Apostólica Feminina de Schoenstatt: “Nossa vida deve provar: em nós, Cristo percorre o mundo. Se não for assim, toda a aspiração é uma autoilusão”.

Às vésperas de iniciar um novo ano, ele animava a crescer na intimidade com Cristo. Essa intimidade, dizia o Pe. Kentenich, “deve formar e configurar minha vida, deve despertar em mim força sacrifical, alegria pelo sacrifício. ‘O amor a Cristo nos impulsiona’ (2 Cor 5,14). O amor afetivo deve tornar-se amor efetivo. Como uma roda, deve impulsionar a santidade do dia a dia”.

Nesse mesmo encontro da Liga Feminina, Pe. Kentenich lança a pergunta:

Como devemos cultivar a intimidade com Cristo no Ano Novo?

E responde com alguns conselhos:

– Ler a Sagrada Escritura mais do que até agora o temos feito;

– Ler mais livros sobre Cristo do que até agora e, assim, conhecer melhor e amar mais a Jesus;

– Se quisermos nos exercitar no amor, o Tabernáculo deverá ser nosso lugarzinho predileto, no qual o apóstolo sempre encontra repouso;

– A Santa Missa deverá tornar-se o centro de toda a nossa vida;

– O nosso amor ao próximo deverá ser expressão do nosso amor a Cristo.
Se quisermos provar que amamos a Cristo, tomemos como pedra de toque da nossa ascese o autêntico amor ao irmão e à irmã;

– Nesse contexto lhes peço também – dizia o Pai e Fundador – levar a sério tudo o que a Família nos ensina em relação à própria santificação e, portanto, levar a sério o horário espiritual e a sempre manter um controle feito com alma.

É interessante recordar que esses conselhos surgem num período delicado de pós-guerra, quando os esforços se movem para reconstruir o país, as famílias, as vidas… O contexto atual é bem diferente, porém, também desafiador; isso torna as palavras do Pai e Fundador ainda mais presentes e proféticas.

Em meio ao sonho e objetivo de formar uma nova terra mariana no Brasil Tabor – de reconstruir a nação – também é interessante recordar a mensagem de Ano Novo de 1942, quando ele escreve à Família de Schoenstatt, do campo de concentração de Dachau, convidando a perseverar no amor e na fidelidade à missão da Aliança de Amor: “Para realizar nossa missão, hoje, como outrora para Israel, não basta uma fé cálida e um íntimo amor. Vivemos na ordem da cruz, por isso, fé e amor devem desposar-se com heroico amor à cruz. O que decorre daí? Sabem-no tão bem quanto eu… Um amor ilimitado, apaixonado, dedicação total à Família, consumindo por ela todas as forças intelectuais e espirituais… Todos devem estar tomados e verdadeiramente abrasados por essa fé na missão, caso contrário, nos tornamos e criamos levianos espirituais…”.

Sua mensagem representa um sopro de esperança e impulso para fazer cada dia de 2020 uma nova oportunidade de crescer no amor a Cristo. A missão convida a provar: “em nós, Cristo percorre o mundo” e, dessa forma, transformar a realidade.

 

* Palavras do Pe. José Kentenich retiradas dos livros:

Cristo Minha Vida – Textos escolhidos sobre Cristo
Em: Dimensões do amor a Cristo, Conferência no Encontro de Dirigentes da Liga Apostólica Feminina de Schoenstatt, 31 de dezembro de 1945.

Padre José Kentenich – Como nós o conhecemos
Ir. M. Anette Nailis. Sociedade Mãe e Rainha, Santa Maria/RS, 3ª edição, 2011

Fonte: schoenstatt.org.br

Padres de Schoenstatt: Assessores a partir de 2020

 

A Comunidade dos Padres de Schoenstatt divulga os nomes dos assessores locais e regionais, a partir de 2020, para o Movimento Apostólico de Schoenstatt no Brasil.

Abaixo estão as cidades onde os sacerdotes residirão e as tarefas que vão assumir:

 

OLINDA – RECIFE/PE

Pe. Clodoaldo Kamimura: assessor regional da Juventude Masculina de Schoenstatt (Jumas) no Nordeste; assessor regional da Liga de Famílias do Sul e Nordeste; diretor regional do Movimento no Sul e Nordeste; assistente da União de Mães no Brasil.

Pe. Vitor Hugo Possetti: reitor do Santuário de Olinda/Recife; assessor do Terço dos Homens Mãe Rainha (THMR) na Diocese de Olinda e Recife.

Pe. Argemiro Ferracioli: assessor regional do THMR no Nordeste; colaborador da Equipe de Pastoral João Luiz Pozzobon (retiros pozzobonianos, etc.)

 

JARAGUÁ – SÃO PAULO/SP

Pe. Pedro Cabello: vice-reitor do Santuário Sião

Pe. Gustavo Hanna Crespo: reitor do Santuário Sião Jaraguá; assessor local do Jumas Jaraguá; vice-postulador da Causa de Beatificação de João Luiz Pozzobon.

Pe. Afonso Wosny: diretor regional do Movimento no Sudeste; assessor regional do Jumas no Sudeste; assessor regional da Liga de Famílias no Sudeste; assessor do CIEES (Comunidade Internacional de Empresários e Executivos de Schoenstatt)

Pe. Marcelo Aravena: vice-postulador da Causa de Beatificação de João Luiz Pozzobon; assessor local da Liga de Famílias do Jaraguá e de Caieiras/SP; assessor do CIEES

Pe. Severino Araújo: diretor das Obras Sociais (Centro Educacional Catarina Kentenich)

Seminarista Rafael Mota: Assessor do Jumas Sudeste

 

LONDRINA/PR

Padre do Chile (nome ainda por confirmar): assessor regional da Liga de Famílias no Paraná

Pe. Deilton de Souza: assessor regional do Jumas no Paraná e no Sul

Pe. Vandemir Meister: diretor nacional do Movimento; diretor regional do Movimento no Paraná; assessor regional do THMR no Sudeste, no Paraná e no Sul; vice-postulador da Causa de Beatificação de João Luiz Pozzobon (até a conclusão do processo diocesano de um possível milagre)

Pe. Carlos Shimura: assessor local da Liga de Famílias em Ibiporã/PR

Fonte: schoenstatt.org.br

Jubileu sacerdotal: 40 anos a serviço de Schoenstatt

Ir. M. Márcia Silva – Pe. Ivan Simicic, diretor nacional do Movimento no Brasil, celebra 40 anos de ordenação sacerdotal, no dia 24 de novembro de 2019. Um momento de recordação e gratidão dos quais ele compartilha conosco:

Como e onde o senhor conheceu Schoenstatt?
Conheci Schoenstatt em Santiago, no Chile, no tempo em que estava no último ano do colégio. Um colega convidou a minha turma para fazer parte da Juventude Masculina de Schoenstatt, este foi o início. Quando entramos na Universidade, formamos um grupo, que depois foi o meu grupo de Jumas, no qual fiz todo o percurso em Schoenstatt. Participei de acampamentos, retiros e ajudei na formação de grupos novos, enfim, toda a caminhada em Schoenstatt, que se fez paralela à vida em família e na paróquia universitária, onde estava.
Foi um tempo muito importante, que me permitiu, junto com o fundamento da minha família, ter condições para descobrir minha vocação.

 

O que te deu coragem para deixar tudo e entrar no Instituto dos Padres de Schoenstatt?
Para mim foi muito importante a experiência do Santuário. Nesse tempo, no Chile, só existia o Santuário de Schoenstatt em Bellavista. A vinculação ao Santuário foi se transformando num vínculo pessoal muito importante para minha vocação.
Schoenstatt, com a experiência de aliança e da presença de Deus no Santuário, tornou-se o fundamento principal que mantenho por toda a vida. Quando se descobre o Santuário ele se torna permanente, para a vida, em todos os lados por onde vamos!
Outro ponto importante, que fundamenta a minha vocação, foi a descoberta da missão de Schoenstatt, a missão de nosso Pai e Fundador. Em algum momento, no meu grupo, descobri que a missão do 31 de maio e a projeção deste acontecimento dão sentido à minha vida, assim descobri que para servir melhor nesta missão, Deus me chamava ao sacerdócio. Estes são os pilares desse processo, que me levou à decisão para ser Padre de Schoenstatt.

 

   

    (Foto: Liga de Famílias Londrina/PR)

 

Nestes 40 anos de caminhada, teve alguma situação que foi marcante?
Ao longo desses 40 anos aconteceram muitos momentos diferentes, há diversas experiências, porque acompanhei muitas comunidades, e senti como Deus nos utiliza como seus instrumentos. Estive um tempo à serviço da direção geral na comunidade dos Padres, justamente num momento importante do Instituto em que pude acompanhar uma corrente das comunidades livres, dos cursos dos padres, que culminou numa consagração, num ato.
Como responsável pelos cursos, a nível internacional, foi uma experiência muito marcante acompanhar durante muitos anos esta corrente de vida, até ela chegar ao seu ápice. Essa experiência gostaria de destacar. E em cada país sempre houve momentos muito marcantes, por exemplo, aqui no Brasil foi a celebração dos 75 anos da Obra de Famílias e a preparação do Centenário da Aliança de Amor, em 2014. São diferentes momentos marcantes, mas queria expressar esse aspecto que mais me tocou conduzir, que foi este trabalho que fiz no interior da comunidade dos Padres de Schoenstatt.

 

Em quais países o senhor exerceu seu sacerdócio?
Fora do Chile, onde comecei meus dois primeiros anos de atuação sacerdotal, estive 4 anos na Espanha e 6 anos em Portugal. Depois estive 12 anos à serviço da comunidade dos Padres de Schoenstatt na Alemanha, que é um trabalho diferente, pois trata-se de um serviço mais silencioso, que não é direto no trabalho pastoral, mas que tem seus desafios próprios.
Depois voltei ao Chile, onde trabalhei 9 anos, o que foi um reencontro depois de ficar 22 anos fora da minha pátria, e finalmente agora no Brasil, onde vou completar 7 anos. Então, olhando para minha vida sacerdotal, fiquei praticamente 30 anos fora do Chile. Nossa vocação dos Padres de Schoenstatt é missionária e internacional e nos colocamos à disposição do serviço onde Deus quer nos enviar.

 

Como é contemplar esses 40 aos de história?
Ao completar esses 40 anos tenho que dizer que passaram muito rápido. O sentimento primeiro e principal é de gratidão. Agradecer a Deus pela eleição e consagração, mas também a todos que fizeram possível minha vocação: minha família, meus pais, o ambiente da Família de Schoenstatt e meu grupo do Jumas. Agradeço todas essas diferentes etapas do meu serviço, nos países em que estive.
Também é uma oportunidade para olhar com tristeza para as falhas que temos, para as limitações, que cada um de nós tem, que se manifestam e fazem com que a instrumentalidade não seja plena, por isso este momento é uma oportunidade para pedir perdão a Deus e às pessoas, que talvez não consegui atender e servir como deveria fazer.
Gratidão, pedir perdão e o sentimento de se renovar no chamado, porque continua.

 

  

    (Foto: Liga de Famílias Londrina/PR)

 

Nesses últimos anos o senhor esteve no Brasil, como diretor regional e nacional do Movimento. Como foi sua experiência em nossa pátria? O que aprendeu com o povo brasileiro?
Para mim foi trabalhar um mundo de Schoenstatt diferente. As correntes de vida, o ideal Tabor e o Movimento de Schoenstatt são diferentes, devido às condições do país, que é tão grande. A estrutura do Movimento nos quatro regionais, a forma de estruturar a central nacional, enfim são muitos aspectos novos, que considero positivos, porque aprendemos como estruturar o Movimento, como servir a Família de Schoenstatt e a missão de Schoenstatt no Brasil.
Depois, também tem toda a realidade do mundo religioso e humano do Brasil, onde conheci um tipo de pessoa diferente, que me complementa e me enriquece. Posso dizer que no Brasil as pessoas são mais religiosas, muito abertas para o mundo espiritual e divino. Também senti que o povo é mais filial, aberto, comunicativo, criativo.
Aprendi a apreciar o compromisso, a capacidade de empreender, de lutar por um país ou uma Igreja melhor, enfim, há muitas coisas que aprendi nesta passagem pelo Brasil.

 

Ao concluir esta etapa no Brasil, vivemos um período de despedida, por isso gostaríamos de saber: quais serão os próximos passos? O senhor já tem uma tarefa definida?
O futuro está aberto, o que está certo é que estou voltando para minha Província, no Chile, no final de dezembro, mas ainda não recebi nenhuma informação a respeito do meu campo de trabalho.
O conselho da Província se reúne no final de novembro e início de dezembro e daí fazem revisão de todos os campos de trabalho e as transferências que vão acontecer. Eu estou neste pacote, mas o superior ainda não entrou em contato para falar ou perguntar algo em relação ao meu trabalho futuro. Que estou voltando ao Chile: Sim. Para onde? Não sei.

 

O senhor deseja pedir algum presente especial à Mãe de Deus, para a Família de Schoenstatt, neste jubileu de 40 anos?
Que a Mãe continue me acompanhando e também a todos com os quais entrei em contato. Essa é a experiência em minha vida. Maria Santíssima é minha aliada, minha educadora e está me acompanhando. Eu sei que ela é fiel, por isso o pedido especial é que ela me dê as graças para permanecer fiel, alegre, audaz e disposto até o fim.
O pedido principal é que ela interceda as graças necessárias para que possa ser fiel até o final.

 

A Família de Schoenstatt, do Brasil agradece pelos 7 anos de dedicação e presença do Pe. Ivan no Brasil.

 

Ouça a entrevista completa:

 

Foto destacada: Ir. M. Nilza P. da Silva

Fonte: schoenstatt.org.br

Como nos recordamos do Pe. Victor Trevisan?

No último dia 5, o Pe. Victor Trevisan partiu para a eternidade. Algumas pessoas que o conheciam enviaram comentários e recordações sobre ele para a página do Santuário Tabor no Facebook.

Aqui algumas delas:

“Eu participava das Missas, homilias e palestras dele. Eu gostava e aprendia muito (pois) ele era um exemplo de convicção (quando) falava. Todos se sentiam bem perto dele. Era um schoenstateano convicto. Seu jeito de colocar as palavras, nas palestras e homilias, era muito claro e simples, (assim) que todos compreendiam. Ele e também o Pe Irineu Trevisan (seu irmão) eram cheios do Espírito Santo, profetas de nosso tempo, um Schoenstatt vivo…. Tenho saudades e guardo suas palavras (Alice Fischer – Liga Apostólica Feminina de Santa Cruz do Sul/RS).

“Durante muitos anos, Pe. Victor atuou como assessor do Movimento, dedicando suas forças e seu tempo aos diversos Ramos, especialmente à Liga de Mães de Schoenstatt e à Liga Apostólica Feminina. Ele servia com muita alegria e estava sempre pronto a atender as solicitações que lhe eram feitas. Dificilmente se recebia dele um não. Seu ser sacerdotal irradiava bondade, pureza e singela filialidade. Muitas vezes Pe. Victor era visto em oração no Santuário Tabor, onde por certo buscava forças e alimentava sua espiritualidade junto ao Santíssimo e a Mãe e Rainha de Schoenstatt. Com certeza podemos escrever com letras de ouro o nome do Pe. Victor na história do Movimento de Schoenstatt no Brasil” (Ir M Raquel Mainardi – Santa Maria/RS).

“Pe Vitor sempre de bom humor, apesar de quietinho. Nas viagens que fazíamos juntos, para ministrar palestras, ele sempre contava casos antigos e piadas que causavam muitas risadas” (Antonio e Sonia Antocheves de Lima – Obra de Famílias de Schoenstatt – Santa Maria/RS).

“Que o Pe. Victor Trevisan descanse nos braços da nossa MTA, que tanto amou e serviu. Estivemos juntos, uma porção de vezes. A primeira delas, foi num grande acampamento, com Padres Palotinos, Irmãos Maristas, Irmãos de Maria e Juventude Masculina, nos idos da década de 1960, na Chácara dos Maristas, em Santo Ângelo, com a presença do nosso Bispo D. Aloísio Lorscheider. Foi memorável. Foi um querido sacerdote e amigo, com quem conversei, ouvi, confessei e aprendi muitas vezes. Gratidão pela sua obra. Nossa oração para que a querida Mãe o receba num abraço maternal e o entregue a seu Filho, Jesus” (Wilson Wilges, Liga de Homens de Schoenstatt, Santo Ângelo – RS)

“Dai-lhe Senhor o descanso eterno e a luz perpétua o ilumine. Grande sacerdote, tive o privilégio de conviver com ele auxiliando-o nas missas no Santuário Tabor. Ele teve grande importância na minha formação. Obrigado Pe. Victor “(Pe. Roni Mayer, Arquidiocese de Santa Maria/RS).

“Sicut um pastor! Padre Victor sacerdote, conselheiro, piedoso confessor, grande gratidão pela sua vida e por tudo que empenhou pela obra de Schoenstatt! O brilho do TABOR eterno seja a sua recompensa! (Sandra Forgiarini – Liga de Mães de Schoenstatt – Santa Maria/RS)

“Parece que estou vendo sua voz calma e com muita sabedoria (que) nos transmitia a pedagogia de schoenstatt” (Marlei Masiero Souza – Liga de Mães de Schoenstatt – Porto Alegre/RS)

Fotos: Sandra Spiazzi Antunes

A Família de Schoenstatt de Santa Maria se despede do Pe. Victor Trevisan

Ir M Raquel Mainardi – O dia 5 de novembro trouxe para a Família de Schoenstatt de Santa Maria/RS a triste notícia do falecimento do Pe. Victor Trevisan, ocorrido no lar de sacerdotes idosos e doentes dos Padres Palotinos (Patronato), onde ele viveu os últimos oito anos de sua vida.

Depois de uma Missa de Corpo Presente, presidida pelo seu irmão, o sacerdote palotino Lauro Trevisan, ainda no Patronato, o corpo do Pe. Victor foi levado para a Capela Tabor, onde foi celebrada mais uma Missa, com a presença de seus irmãos e parentes, dos Irmãos e das Irmãs de Maria e de integrantes do Movimento de Schoenstatt. Ornamentava a capela, ao lado do seu esquife, o significativo quadro da MTA, que durante muitos anos, esteve em seu Santuário Lar.

Acolhida, preces, cantos expressavam a gratidão que todos sentiam por tudo o que o Pe. Victor havia feito pelo Movimento de Schoenstatt, especialmente à Família de Schoenstatt do Rio Grande do Sul.

O arcebispo de Santa Maria, Dom Hélio Adelar Rubert, acompanhou a procissão até a Capela Tabor e, antes da Missa, falou agradecendo pelo trabalho do Pe. Victor. Deu sua benção e pediu desculpas que não poderia presidir a Missa, pois vinha da Trezena de Nossa Senhora Medianeira, cuja festa será no próximo domingo.

Pe. Vandemir Meister, dos Padres de Schoenstatt, presidiu a Santa Missa. Em sua homilia, lembrou que Pe. Victor esteve entre os quatro primeiros sacerdotes palotinos que fizeram a opção corajosa de deixar a Sociedade Palotina e entrar no Instituto dos Padres de Schoenstatt, recentemente fundado. Tomou esta decisão motivado pelo seu grande amor e entusiasmo pelo ideal de Schoenstatt, apontado pelo Pe. José Kentenich. Salientou sua importância como primeiro superior do Instituto dos Padres de Schoenstatt no Brasil, que exercia um papel de conciliador, transmitia muita paz, resolvia com calma e moderação os problemas que surgiam, assim que todos tinham alegria de conviver com ele. Uma, entre as muitas iniciativas que teve, foi a de construir o cemitério para os Padres de Schoenstatt junto ao Santuário Sião, em Jaraguá – São Paulo, fator decisivo para seu corpo ser sepultado lá.

Pe. Vandemir recordou como se sentiu bem acolhido pelo Pe. Victor, quando, como seminarista, esteve pela primeira vez em Santa Maria. Um tanto emocionado, falou do grande significado que teve para o Pe. Victor o quadro da MTA que ali se encontrava. Ele havia manifestado o desejo de que este quadro o acompanhasse neste momento.

Pe. Lauro Trevisan apresentou a seguir uma breve cronologia de sua vida, que deu aos presentes uma ideia do seu contexto familiar e como sacerdote palotino. Enfatizou os 8 anos que ele ficou acamado na enfermaria dos Padres Palotinos. Ele o visitava diariamente e observava o grande sofrimento pelo qual Pe. Victor passou de não poder mais se comunicar, durante todo este tempo.

Terminada a Missa, foi realizado o desejo do Pe. Victor expresso em seu testamento, de que seu corpo fosse levado ao Santuário Tabor, antes do seu sepultamento.

Os presentes acompanharam seu esquife, cantando e rezando, levando o precioso quadro da MTA e as coroas de flores.

No Santuário, Pe. Vandemir, consagrou novamente o Pe. Victor à Mãe e Rainha, agradeceu o dom de sua vida, a dedicação de suas forças e tempo ao Instituto dos Padres e ao Movimento de Schoenstatt. Rezou também para que pudessem ter uma boa viagem até São Paulo

Depois de despedir-se do Santuário, às 23h 30min, ao som de cantos de Schoenstatt, ele foi levado ao carro da funerária, que se encontrava em frente ao Santuário. Sob uma salva de palmas, corações emocionados e tristes, mas muito agradecidos se despediram do Pe. Victor, que partiu do solo sagrado do Santuário Tabor, onde dedicou grande parte de sua vida como Padre de Schoenstatt.

Fotos: Ir M Ivanir Castro

Faleceu o Pe. Victor Trevisan

 

Karen Bueno / Ir. M. Nilza P. Silva – Nesta terça-feira, 5 de novembro de 2019, pouco antes das 15 horas, faleceu o Pe. Victor Trevisan, do Instituto Secular dos Padres de Schoenstatt, em Santa Maria/RS.

Ele veio de uma família com numerosos sacerdotes, sobrinho de dois sacerdotes que têm os nomes gravados no memorial dos heróis de Schoenstatt no país: Pe. Celestino e Pe. Máximo Trevisan. É também irmão do falecido Pe. Irineu Trevisan.

Ele faz parte do primeiro grupo de sacerdotes brasileiros que iniciou o Instituto dos Padres de Schoenstatt em nossa pátria, assumindo situações de completa insegurança, a fim de se dedicar inteiramente a serviço do Movimento Apostólico de Schoenstatt.

Pe. Victor conheceu o Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, durante as suas visita ao Brasil. Sobre isso, escreve o Pe. Ottomar Schneider, na introdução do livro ‘Introdução Histórica à Schoenstatt’:

“Nosso autor representa esta geração que ainda conheceu o Pe. José Kentenich e em parte também foi formado diretamente por ele. Isto faz com que sua Obra se constitua num testemunho vivo da verdadeira fisionomia e grandeza moral deste profeta e intérprete dos sinais dos Novos Tempos.”

Vitor Trevisan foi superior dos Padres de Schoenstatt no Brasil por vários anos e assessor do Movimento Apostólico de Schoenstatt. Ele passou os últimos dias de sua vida acamado, em Santa Maria/RS.

Exéquias

Hoje, dia 5 de novembro, às 20 horas, acontece uma Santa Missa de corpo presente no Patronato dos Padres Palottinos, onde ele residiu nos últimos anos de sua vida e às 22 na Capela Tabor em Santa Maria/RS. A seguir, seu corpo será trasladado para São Paulo/SP e será sepultado no cemitério dos Padres de Schoenstatt, junto de seu irmão Pe. Irineu Trevisan, no Santuário do Jaraguá.

 

“Nossa vocação é ao sacerdócio e a comunidade”

Juliana Dorigo – O Pe. José Fernando Bonini, superior dos Padres de Schoenstatt no Brasil, celebrou o seu jubileu de 25 anos de Ordenação Sacerdotal, nesta quarta-feira, 15 de maio, presidindo a Santa Missa no Santuário Tabor da Permanente Presença do Pai, em Atibaia/SP. A celebração foi junto à Central Nacional de Assessores, onde o Pe. José Fernando é assessor regional da Liga de Famílias no Sudeste.

Ele falou sobre sua vocação e o que mais lhe marcou na espiritualidade de Schoenstatt. Que se iniciou quando participou do acampamento da Juventude Masculina de Schoenstatt (Jumas), em Viña del Mar, no Chile.

“Sinto-me profundamente identificado com o carisma de nosso Pai e Fundador (Pe. José kentenich). Uma linda experiência para mim foi ser mestre de terciado e buscar o melhor de cada educando, assim como o Pai fez”.

Pe. José Fernando conta o que mais impressionou na espiritualidade de Schoenstatt, ela o faz mais humano. “Schoenstatt faz de nós profundamente humanos. Quanto mais humanos tanto mais divinos”.

Pedagogia do nosso Pai

Ele destacou também a importância do Pe. Kentenich em sua vocação. “A pedagogia de nosso Pai é uma marca muito especial de Schoenstatt. Onde posso e como posso, tenho esse olhar, para que também nesse aspecto, o Pai esteja presente. Está é uma grande contribuição sua para a Igreja: o aspecto pedagógico do amor a Maria”.

Espírito que anima os jovens

Sobre os jovens, o Pe. José Fernando diz: “Olho para os mais jovens e espero que nos próximos 25 anos eu tenha o mesmo Espírito que anima os jovens. Porque é o Espírito de Deus que os anima”, pedindo oração por mais vocações brasileiras, agradecendo também ao Instituto dos Padres de Schoenstatt e a comunidade de Sião.

“O que seria de mim se não houvesse a nossa comunidade de Sião? Que chorou comigo nesses anos e sorriram comigo. O meu curso, de quem recebi tanto nesses anos. Nossa vocação é ao sacerdócio e a comunidade. A comunidade formou esse sacerdote que aqui está hoje!”

Mais fotos (Ir M Nilza P da Silva e Juliana Dorigo)