Dirigentes da Jufem Santa Maria reunidas

“O guia deve consumir-se inteiramente pelos que o seguem” Padre Kentenich, 3° Doc. de Fundação, 24/09/1944.

Este foi o lema que impulsionou o 1° Encontro de Formação de Dirigentes de Apóstolas e JUFEM de Santa Maria/RS de 2021; realizado no sábado, dia 03/07. Seguindo os protocolos de prevenção à COVID-19, reuniram-se presencialmente as dirigentes no Centro Mariano para partilhar as experiências de como está sendo preparar e conduzir reuniões neste ano atípico, dinâmicas que fortalecem o ideal e também por que e como fortalecer vínculos entre si e suas dirigidas.

Após a tarde de formação, conduzida por Irmã M. Daniele Dorneles e Irmã M. Eliane Cunha, baseada em alguns fundamentos do Movimento de Schoenstatt e como, através deles, embasar e cumprir a missão de ser dirigentes, além de alguns preparativos para o Encontro Jubilar da JUFEM Regional Sul/NE, encerramos o dia com a Santa Missa às 18h na Capela Tabor; celebrando São Pedro e São Paulo na presença de Jesus. Tendo sempre em mente e no coração que “Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi” Jo 15: 16-17.

” junto ao Santuário Tabor

Heloísa Seikoski – Em 9 de maio de 2021, aconteceu no Santuário Tabor, em Santa Maria/RS, a Aliança de Amor de sete jovens pertencentes à Liga Apostólica da Juventude Feminina de Schoenstatt (Jufem). As jovens são: Heloísa Seikoski, Iolanda de Fátima, Isabela Venturini, Júlia Haensel, Maria Eduarda Costa, Maria Isabel Dotto e Manoella Martins.

É de costume na Jufem ao selar a Aliança de Amor o grupo escolher um ideal, e também foi assim com este novo grupo, que escolheram “Canteiro da alegria filial” como ideal, e “Mãe, tudo por teu canteiro de lírios em alegria filial” como lema. Isabela conta um pouco sobre a escolha: “Escolhemos a alegria por ser esta uma característica de nosso grupo, sempre alegre e bem humorado durante os encontros. Mais que isso, a alegria também é nossa missão. Buscamos irradiar uma alegria constante, além das “alegrias de domingo”, como o Pe. Kentenich nos diz; buscamos também as alegrias dos dias úteis, oferecendo nossos sacrifícios à Mãe com alegria.

A filialidade representa nossa profunda confiança na Divina Providência, a certeza de que “o Pai tem o leme nas mãos”. Reconhecemos nossa pequenez, e humildemente colocamos nas mãos de Deus tudo o que somos, para que sejamos instrumentos por meio dos quais Ele possa agir.  Neste ano, comemoramos o jubileu de 75 anos do início da Juventude Feminina em Santa Maria. O primeiro grupo da Jufem daqui chamava-se “Sementes do Reino da MTA”.  Nosso Canteiro faz referência à “semente” plantada pelas primeiras jovens há 75 anos, das quais hoje colhemos os frutos. Ao tornarmo-nos parte dessa história, assumimos a missão de cuidar desse canteiro para que floresça. Exigirá o nosso máximo, teremos de “colocar a mão na terra” e esforçar-nos diariamente por este florescimento. Ao selarmos nossa Aliança de Amor, escolhemos esse ideal e assumimos essa missão!”

Foi para todas um momento especial, onde nos incluímos na Aliança de Amor de 18 de Outubro de 1914, e também assumimos o ideal da Jufem Brasil de ser “Lírio do Pai, Tabor para o mundo”. Sobre a Aliança, Maria Eduarda relata: “Sinto que agora faço parte de algo muito maior. Fiz uma promessa de algo que vou levar para a vida inteira. Sempre que participava da Missa do dia 18, no momento da renovação da Aliança, eu me perguntava “mãe eu posso fazer também?” E hoje em dia posso dizer que SIM!”

Que a Mãe e Rainha nos conserve fiéis a missão, e possamos cada dia aspirar mais ao ideal da pequena Maria!

Mais fotos  (Isabel Klein)

 

 

Minha vinculação com a Ir M Emilie

No último dia 20 recordamos o falecimento (e o nascimento para o céu) da Venerável Ir M Emílie Engel. Muitas pessoas encontram nela um modelo de vida e uma intercessora junto a Deus. No testemunho que segue, a jovem Luana Cardoso, da Jufem Brasília, nos conta a sua experiência.

“Chamo-me Luana Cardoso, tenho 23 anos, curso Letras e participo da Jufem de Brasília. Venho contar um pouco sobre meu vínculo espiritual com a venerável Ir. M. Emilie Engel, pois, neste dia 20 de novembro, recordamos a data de seu retorno ao lar eterno. 

A Irmã Emilie é para mim um grande exemplo de mulher que soube viver heroicamente a filialidade diante de Deus Pai e experimentou fortemente seu amor bondoso e misericordioso. Identifico-me muito com ela, pois, assim como eu, o seu temperamento era melancólico. A natureza da Irmã Emilie era muito propensa à sensibilidade e ansiedade, mas lutava contra essas inclinações, buscando tornar-se cada vez mais alegre, livre, confiante e amável.  Desta forma, passei a admirá-la e ela se tornou minha fiel companheira na busca pela educação de meus instintos, auxiliando-me nos esforços para alcançar um maior desprendimento e liberdade interior.

Cerca de 1 ano atrás, passei por uma enorme aflição e fui diagnosticada com transtorno de pânico e depressão ansiosa; diante dessa situação, orientada pelas Irmãs, fui buscar ajuda em suas novenas. Estava sendo tomada por um sentimento de angústia e indiferença, mas, ali, a Irmã Emilie me ajudou e me mostrou o quanto Deus nos tem como seus filhos prediletos, como Ele cuida de nós, preocupa-se com nossos interesses, acompanhando-nos a cada segundo. Ao final das novenas, senti-me profundamente abrigada no coração de Deus, de uma forma muito serena, em meio a um turbilhão de acontecimentos, conquistando uma tranquilidade interior e fortaleza na fé. O vínculo com a Irmã Emilie foi uma grande luz para mim, sendo essencial durante o tempo de tratamento médico; não há dúvidas de que ela intercedeu por minha cura. 

Tenho uma enorme admiração pelo fato de ela ter permanecido sempre fiel a seu SIM filial, fiel à Aliança de Amor, mesmo com tanto sofrimento. Certas vezes, já questionei os caminhos e obstáculosda vida, mas a Irmã Emilie me ajudou a enxergar que Deus é sempre amor e me ensinou a considerar as dificuldades do dia a dia como tarefas, não fugindo delas, mas crescendo e amadurecendo, confiando no plano de amor celeste. Pouco a pouco, fui parando de me sentir desanimada e passei a experimentar um abrigo no coração de Deus Pai, com todas as alegrias e dificuldades que Ele envia. E, quando as preocupações começam a voltar, entrego a ela e peço que me ajude a reconquistar a tranquilidade interior e confiança na Divina Providencia. Graças ao seu auxílio, consigo enxergar hoje minhas limitações não como fardos, mas como meios para que a misericórdia de Deus seja derramada mais abundantemente sobre minha pequenez. 

Por fim, vejo a Irmã Emilie como uma verdadeira santa, exemplo de mulher de coragem, ousadia e repleta de outras grandes virtudes. Com a ajuda do Padre Kentenich, ela enobreceu suas faculdades e conquistou uma profunda riqueza interna, em busca de uma semelhança à Mãe de Deus. Em meio a dores e lutas, ela foi tornando-se mais pura, compreensiva, bondosa e amável, transbordando a presença do Pai Celestial. Assim, peço que o Pai Fundador me eduque a exemplo da Irmã Emilie, pois, como ele próprio disse: “Não há nada tão semelhante a Deus como uma mulher nobre que, em nobre desprendimento e singela posse de si mesma, plena de Deus, possui o espírito de liberdade disciplinada”. 

Agradeço a ela pelo auxílio e rezo especialmente por sua beatificação e intercessão por nós, sobretudo diante de todos desafios deste tempo de pandemia. Ir. M. Emilie Engel, rogai por nós! “

 

Por: Luana Cardoso, Jufem Brasília/DF – Regional Sudeste

Edição por Marina, Jufem Rio de Janeiro/RJ – Regional Sudeste

Fonte: Jufem Brasil

Cada lar, um Tabor da Mãe de Deus

Simone Tabolka – Em um final de semana cheio de atividades nos quatro regionais da Família de Schoenstatt no Brasil devido o Congresso de Outubro, que de forma online reuniu dirigentes de todos os ramos do Movimento, a Mãe de Deus mais uma vez avança em sua marcha de vitória estabelecendo-se em três novos lares da Juventude Feminina de Schoenstatt de Santa Maria – RS, no último sábado 24 de outubro.

Num tempo de novos desafios, promovidos principalmente pela pandemia do Covid-19, o “estar em casa” quer ser um convite para torná-lo um lar, e um lar onde a Mãe de Deus pode estar, estabelecer-se e operar milagres de transformação em cada membro da família, tornando-a igreja doméstica e prolongando a missão e a fecundidade dos Santuários de Schoenstatt.

Atendendo ao pedido do Pe. Kentenich, Pai e Fundador da Obra de Schoenstatt, “Levem a imagem de Nossa Senhora e deem-lhe um lugar de honra nos vossos lares”[1], Ana Lívia Santini, Maria Eduarda Silveira e Maria Gabriela Packaser aprofundam a vida de Aliança de Amor com a Mãe de Deus, renovando forças para viver o ideal de ser “Lírio do Pai Tabor para o mundo”.

Cada lar é um berço de vínculos, e assim, cada casa que é transformada em um Santuário, torna-se também, formador de vínculos sadios entre a família, e em família a Deus. É uma nova porta aberta para transformar a realidade na qual vive a família, em suas necessidades e desafios, num Tabor da Mãe de Deus, num oásis de graças.

Uma das jovens, Maria Eduarda, relata a importância dessa conquista: “A conquista do Santuário-Lar foi muito importante e especial para mim, e ficará marcado para sempre. Foram momentos de muita aproximação a Schoenstatt, ao Santuário, ao Padre Kentenich e principalmente a Mãezinha, de muita entrega e fortificação da fé e dos ideais. É um momento mágico e uma honra poder ter a Mãe morando na minha casa e enchendo de bençãos e graças. E que a partir desse momento eu possa crescer cada vez mais na minha fé e alcançar os ideais, sempre irradiando a luz de Maria.”

[1] Pe. José Kentenich, Carta de Santa Maria – 15 de abril de 1948.

Foto: Maria Daniela Cecilio Nascimento

Começou o Encontro Nacional da Jufem

Ir M Rosequiel Fávero – Uma linda manhã de primavera, com um lindo ‘Sol Tabor’ amenizava o ventinho frio em Santa Maria, acolheu centenas de jovens de diversos locais do Brasil para a abertura do Encontro Nacional da Juventude Feminina de Schoenstatt.

As jovens foram acolhidas nas bandeiras dos estados que foram trazidas para junto da réplica da Mãe Peregrina Original e do ícone do Pai e Fundador, Padre José Kentenich. “Bem vinda, seja bem vinda ao lar”, ecoou a cada novo estado com suas cidades, que eram acolhidos.

Uma acolhida muito especial foi feita a uma preciosidade: a coroa ‘Regiamente Puras’, presente do primeiro grupo da Jufem de Santa Maria, entregue nas mãos de nosso Pai e Fundador em outubro de 1949, exatos 71 anos atrás. Um presente de Deus colocado aos cuidados da Jufem de Santa Maria, mas quer ser herança para toda a Jufem Brasil.

Com fogos de artifícios ‘virtuais’ e muita alegria, foi dado início ao Encontro Nacional da Jufem. Neste ano, realizado de uma forma completamente diferente, com atividades e palestras transmitidas de diferentes centros de Schoenstatt do Brasil.

O Santuário Tabor acolherá a Jufem Brasil novamente para a Missa solene de domingo, às 19h.

Mais informações sobre o Encontro Nacional: Jufem Brasil

No vídeo da abertura (abaixo), a celebração começa a partir dos 54 minutos.

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Cuidar da casa comum dentro de casa

Maria Eduarda Garcia – Em tempos de distanciamento social, muito se fala sobre “ficar em casa”. Hoje, que tal refletir um pouco sobre o cuidado com a casa comum? O convite foi feito algumas vezes ao longo da história e, de forma especial, em 2015 na Encíclica Laudato Si escrita pelo Papa Francisco. Em nossa reflexão, será pontuado como o cuidado com o planeta é reflexo de uma vida cristã.

De forma concreta, o Pontífice detalha a relação pessoal que existe com o planeta e a necessidade gritante de entender as dores que o violam, pontuando desde o desmatamento até o acesso à água. A Laudato Si apresenta um frutífero conteúdo. É importante ler um trechinho:

“O Patriarca Bartolomeu tem-se referido particularmente à necessidade de cada um se arrepender do próprio modo de maltratar o planeta, porque «todos, na medida em que causamos pequenos danos ecológicos», somos chamados a reconhecer « a nossa contribuição – pequena ou grande – para a desfiguração e destruição do ambiente” (LS 8,2015)

Ao entender como, de alguma forma, todos são responsáveis pelo nosso planeta, ficam algumas perguntas: é fácil lembrar de quantos copos descartáveis você usou no último mês? Quantas sacolas plásticas trouxe do supermercado? Na sua casa, o lixo reciclável tem destinação correta? Os restos de alimento que por vezes sobram vão para o lixo comum? Se alguma dessas respostas foi muito complicada, esse texto tem um convite especial para você. Que tal aproveitar o tempo em casa e começar uma ação concreta de cuidado com a casa comum?

Ainda na Encíclica, o Papa diz que é necessário passar do consumo ao sacrifício, do desperdício à capacidade de partilha. Isso significa que precisamos aprender a doar, não simplesmente renunciar. Quem vivencia um horário espiritual pode entender de forma prática o que se propõe aqui: o cuidado com o outro como uma forma de cuidado com a casa comum. A Laudato Si explica que:

“À cultura do descarte, que afeta tanto os seres humanos excluídos como as coisas que se convertem rapidamente em lixo. Note-se, por exemplo, como a maior parte do papel produzido se desperdiça sem ser reciclado. Custa-nos a reconhecer que o funcionamento dos ecossistemas naturais é exemplar: as plantas sintetizam substâncias nutritivas que alimentam os herbívoros; estes, por sua vez, alimentam os carnívoros que fornecem significativas quantidades de resíduos orgânicos, que dão origem a uma nova geração de vegetais. Ao contrário, o sistema industrial, no final do ciclo de produção e consumo, não desenvolveu a capacidade de absorver e reutilizar resíduos e escórias” (LS 22, 2015).

Combater a cultura do descarte é necessário para quem decide viver de forma orgânica. No cotidiano, existem diversas oportunidades em que se pode escolher cuidar de nossa casa comum. A exemplo de São Francisco, que propôs uma ecologia integral e vivida com autenticidade, é possível cuidar da casa comum ainda que de dentro da sua casa!

 

Referências:

DOS BISPOS, ASSEMBLEIA ESPECIAL DO SÍNODO. Amazônia: novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral. Instrumentum laboris para a Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a região pan-amazônica. Brasília: Edições CNBB, 2019.

FRANCISCO, Papa. Laudato si’. Edizioni piemme, 2015.

 

Foto: Artur Lysyuk, via unsplash.com

 

Fonte: jufem.com.br

12 curiosidades sobre Bárbara Kast

Celebrando o Centenário das mulheres em Schoenstatt certamente faz com que se recorde a vida e missão das mulheres que passaram pelo Movimento e deixaram testemunho de como Schoenstatt pode transformar a vida das que confiam na ação educadora da Mãe de Deus. A jovem Bárbara Kast é exemplo que o deixar-se conduzir pela Mãe através do amor e autoeducação faria sua vida fecunda para Deus e para o próximo.

 

Era colérica

Bárbara Kast destacava-se por sua inteligência e liderança, possuía um senso de justiça e valor apurados. Tinha personalidade forte, não escutava em silêncio as “provocações” proferidas a ela.

 

Aluna aplicada

Sua vida escolar resumiu-se no “fiel e fidelíssimo cumprimento do dever” e “fazer o ordinário de forma extraordinária’, pois era uma aluna exemplar, com boas notas.

 

Doação e sacrifício para com o próximo

Era capaz de se doar com muito espírito de sacrifício a quem dela precisasse. Um fato ilustra: “uma vizinha sua, jovem esposa, aos três meses de gravidez perdeu o marido. Com isso, sentia que ia perder o sentido para viver. Bárbara fez de tudo para ajudá-la: fazia serviços de casa, cozinhava, acompanhava-a em passeios e principalmente animava-a a não perder a fé.”

 

Fez parte da Juventude Feminina de Schoenstatt no Chile

Tornou-se dirigente do seu grupo de Jufem e quando é nomeada escreve em seu diário: “Realmente, Mãe, não sei o que fazer nem o que te dizer; somente te peço, Mãe, que, durante todo este período, não te afastes nem sequer um segundo do meu lado.”

 

Uma jovem comum

Vivia como uma jovem de 17 anos, revestida de anseios e inquietações, vestia-se bem e tinha consciência de sua beleza exterior, gostava de chamar atenção para si mesma.

 

Ideal Pessoal

Tabernáculo de Deus, portadora de Cristo aos homens

 

Trabalhou firme em sua autoeducação através da pedagogia de Schoenstatt

Através de sua entrada em Schoenstatt e sua entrega a Mãe de Deus, houve uma mudança significativa nas características negativas do seu temperamento que eram aparentes.

 

Recusou namorar com um jovem que gostava

“Apesar do intenso amor que sentia, reconhecia racionalmente que o jovem se sentia mais atraído por sua beleza física, da qual ela estava consciente, que por comungar seus ideais e sentimentos profundos. A autenticidade consigo mesma, a atmosfera cristã de seu lar e a grande confiança em seus pais, foram sem dúvida fatores decisivos que a ajudaram a não se deixar levar apenas pelos ditames do coração.”

 

Entendia a importância da Aliança de amor

Compreendia a Aliança com a Mãe de Deus como algo importante que deveria influenciar sensivelmente a sua vida, assim, viveu sua Consagração de forma profunda e frutífera para sua autoeducação.

 

Buscava viver ideal de pureza desde criança

Valorizava a pureza como um ideal a ser vivido de forma séria e autêntica “… Quando eu era pequena, minha mãe sempre rezava comigo à noite; nunca me esquecerei de todas as vezes que pedíamos juntas a Deus para me conservar pura. Inicialmente, eu não entendia bem por que devia pedir aquilo, mas agora sei que era necessário já que é uma característica essencial do Tabernáculo”.

 

Vinculação ao Pai e Fundador

Embora Bárbara nunca tivesse encontrado-o pessoalmente, sentia-se muito vinculada a ele. Assim, muito sofreu quando soube do seu falecimento em 15 de setembro de 1968, em seu diário escreve: “Padre Kentenich, tu que estás junto a nossa Mãezinha, guia-me e protege-nos com tua “Paternidade” de sempre. Ajuda o grupo a ser exemplo do qual a Mãe pode exigir qualquer coisa, inclusive a vida. Procurarei ser sempre um instrumento teu que viva acima de tudo o que tu queres transmitir através de mim ao grupo e a quantos me cercam…”.

 

Faleceu com apenas 18 anos

Em 29 de dezembro de 1968 a Bárbara Kast ia para o Eterno Schoenstatt, em consequência de um grave acidente automobilístico.

 

Por: Bárbara Rafaela B. R de Mélo, Membro da Juventude Feminina de Garanhuns/PE – Regional Nordeste

 

Referências:
–Pe. Esteban J. Uriburu. Bárbara Kast – Tabernaculo de Deus, portadora de Cristo e de Schoenstatt para o homens. Sociedade Mãe e Rainha, 1ª edição em português, 2011.
– Irmãs assessoras da Juventude Feminina de Schoenstatt do Regional Sul – Reuniões de Introdução a Schoenstatt. Centro Mariano. 1994.

Fonte: Jufem Brasil

 

 

Jufem: aprendendo o heroísmo na escola de João Pozzobon

Impulsionadas pelos 35 anos da morte de João Luiz Pozzobon que recordamos no dia 27 de junho, nós, como Juventude Feminina de Schoenstatt de Santa Maria/RS, buscamos aprofundar nosso conhecimento e nosso amor a este grande herói, formado na escola do Santuário Tabor.

Para isso, a Jufem, no mês de junho e julho preparou vídeos sobre a vida de João Luiz Pozzobon, que de maneira sucinta e criativa, sintetizam sua história e reavivam em nós a saudade de vivermos o mesmo espírito de heroísmo das primeiras gerações de Schoenstatt, e de forma especial, dos que primeiro doaram sua vida pelo início de Schoenstatt em solo brasileiro.

Com os vídeos, reconhecemos a grandeza deste nosso herói, que pela sua pequenez e filialidade foi capaz de ‘mover o mundo’, assim como ele mesmo afirma: “… se for da vontade de Deus e Tua (Maria), um homem só pode mover o mundo inteiro”. Com os exemplos de sua busca diária pela santidade, aprendemos de João Luiz Pozzobon que “o amor supera tudo”, e nas dificuldades do tempo provamos no fogo, o amor e a fidelidade a missão de Schoenstatt.

No testemunho de vida deste homem tão humilde, que amava tanto a juventude e que teve a graça de compreender a origem e por ela entregar-se inteiramente, queremos espelhar a nossa aspiração individual e como ramo. Assim, estaremos assegurando a missão confiada por Deus à Schoenstatt, que foi transmitida por nosso Pai e Fundador, Padre José Kentenich, gerando ainda mais frutos de santidade em toda a Igreja e, de forma especial, fazendo florescer mais vida na Juventude Feminina de Schoenstatt, que neste ano celebra seus 80 anos no Brasil.

Você também pode ver nossos vídeos, e assim como nós, aprofundar o amor à missão de Schoenstatt através do testemunho de João Luiz Pozzobon:

[vc_video link=”https://youtu.be/UNs9on-zi_Y” el_width=”80″ align=”center”]

[vc_video link=”https://youtu.be/nYJNjQPZa3Q” el_width=”80″ align=”center”]

[vc_video link=”https://youtu.be/bW3o42G2wo8″ el_width=”80″ align=”center”]

[vc_video link=”https://youtu.be/T_LMWeI9y0w” el_width=”80″ align=”center”]

‘Fonte das três graças’: há 12 anos jorrando para muitos corações

Ir. M. Eliane Cunha – No primeiro dia de maio, a Equipe Diretiva Diocesana da Jufem da diocese de Frederico Westphalen/RS, representando todas as meninas que fazem parte do Ramo, esteve no Santuário Tabor Porta do Céu para uma Cantata de Gratidão pelos 12 anos de inauguração da “Fonte das 3 graças”, presente da Jufem no jardim do Santuário.

A Cantata, transmitida ao vivo pelo Instagram da ‘Jufem FW’, iniciou no Santuário com poemas e cantos à nossa querida Rainha dos lírios! O grupo foi então até a fonte com a bandeira da JUFEM Diocesana, cujo Ideal é Coração Lirial do Tabor, e ali fez uma oração de gratidão e entrega renovada com a Oração do instrumento do Rumo ao Céu.

Desejamos que muitos possam haurir das graças que jorram do Santuário e, assim, possamos vencer este tempo de pandemia com nossa esperança e fé renovadas!

Foto: Natália Balen

Vídeo: Mayara Oliveira

[vc_video link=”https://youtu.be/O3Ysrl5iIOE” align=”center”]

Jufem de Santa Maria realiza cantata mariana no Santuário Tabor

Simone Tabolka – “Faça-se Maria regiamente pura hoje”, este foi o estímulo que motivou a Juventude Feminina de Schoenstatt (Jufem) a se unir em um só coração junto à Mãe de Deus no seu Santuário Tabor, em Santa Maria.

No domingo (17/05), véspera do Dia da Aliança de Amor, espiritualmente e por meio da transmissão ao vivo nas redes sociais, a Jufem e também muitos filhos de Schoenstatt de diversas localidades brasileiras estiveram unidos para louvar e agradecer à Maria neste mês a Ela dedicado, através de uma cantata! O momento de oração e louvor contou com a ajuda e participação de algumas jovens da Jufem Santa Maria, Ir. M. Eliane Cunha (Assessora Regional do ramo), Ir. Mariluci Cavalin (Assessora local) e as Juvenistas das Irmãs de Maria de Schoenstatt, que são parte da Jufem Santa Maria.

 

Faça-se Maria hoje!

O tema da cantata teve como inspiração o desafio lançado pela Jufem Brasil neste mês de maio: o “Faça-se Maria hoje”, unindo-o a grande missão herdada por nossa Juventude das mãos do Pai e Fundador, Padre José Kentenich: a coroa Regiamente Puras. Esta coroa foi entregue a Mãe de Deus pelo primeiro grupo da Jufem Santa Maria, em 1949, e esteve nas mãos do Fundador, que a abençoou e ofertou à Mãe!

Assim como ele nos ensina, “dificuldades da época são tarefas e vitórias da época” e neste tempo em que não é possível se reunir fisicamente, é preciso usar dos meios virtuais para conectar de norte a sul, num só canteiro de lírios, todas as jovens da Jufem, para que juntas possamos sempre e cada vez mais, deixar-nos inflamar pelo ideal de ser “Lírio do Pai, Tabor para o mundo”, como uma pequena Maria regiamente pura, e fazer com que surja entre nós a nova geração que é promessa do Pai.

Relata Maiara Madrid, da Jufem Santa Maria, que acompanhou virtualmente a cantata: “Participar dessa cantata à distância foi algo bem diferente, mas que não deixou de ser muito especial! Poder cantar para a Mãezinha me fez estar mais perto dEla, a música é a oração mais linda. O tema da cantata também foi muito bonito, a Coroa Regiamente Puras é uma herança muito especial para a nossa Jufem, ela esteve nas mãos de nosso Pai e Fundador e precisamos deixa-la viva como um ideal para toda a Jufem Brasil.”

No Santuário a Mãe de Deus forma a “mulher nova, a mulher forte como Deus quer para o tempo atual”, e neste ano jubilar no qual comemoramos os 100 anos do ingresso das mulheres em Schoenstatt e os 80 anos da Jufem Brasil, rendemos graças a nossa Rainha Lirial por ter formado mulheres autênticas que são nossos modelos na missão de resgatar o valor da pureza e da feminilidade na sociedade atual. Amanda Bonafé também conta seu testemunho: “Ao relembrar datas tão importantes, também retomamos o nosso verdadeiro diferencial, nossos ideais… espelhamo-nos  nessas heroínas que começaram há muitos anos atrás e abriram caminhos para estarmos aqui hoje. Assim, cantamos para a Mãe e Rainha em forma de louvor e gratidão por todas as bênçãos e pela oportunidade de participarmos de um Movimento tão bonito, Schoenstatt!”

 

Nossa cantata, de fato, foi um momento de graças para toda a Juventude Feminina a fim de nos decidirmos mais uma vez pelo ideal, para que possamos cumprir a promessa do Pai e Fundador! Juliê Zola, da Jufem Santa Maria nos diz: “A cantata da Jufem de Santa Maria alegrou meu domingo e minha alma! Além de ter aflorado lembranças acerca de momentos em união com as meninas da juventude feminina, nutriu em mim o anseio por, mais uma vez, entregar tudo o que trago em meu coração à Mãe de Deus.”

Ao entregarmos uma coroa a Mãe de Deus, Ela nos entrega uma pequena coroa, que é símbolo de nossa dignidade. “O Pai e Fundador nos diz que em tempos difíceis, é necessário coroar a Mãe, a fim de que ela impere sobre as adversidades e que nos sintamos guiados por seu cuidado e amor. E nada como realizar uma entrega alegre e confiante por meio de uma cantata, pois, afinal, deixar que a Mãe reine em nossa vida e nos conduza pelos caminhos que Deus planejou, é uma das maiores graças que podemos ter, e isso é motivo de alegria!”, assim completa Juliê. Ao dizermos à Mãe que Ela é nossa Rainha Regiamente Pura, ela assume a responsabilidade de formar-nos neste ideal e nos entrega a missão de nos esforçarmos na sua conquista, para que possamos responder um sim à ser a promessa do Pai e Fundador, como um pequena Maria Regiamente pura hoje!

Mais fotos (Heloísa Seikoski)