Instituto de Famílias: Renovação da Aliança Filial no Santuário Maria Cor Ecclesiae

 

Marcelo Fhöhlich – Na manhã do domingo, 7 de setembro de 2025, às 11h30, o Instituto de Famílias de Schoenstatt – Regional Sul, celebrou, no Santuário Maria Cor Ecclesiae de Porto Alegre, uma missa marcada pela renovação da Aliança Filial. A celebração e a oração de renovação foram transmitidas ao vivo pela página do Facebook do Santuário, reunindo virtualmente famílias de todo o Brasil ligadas ao Instituto. A Santa Missa foi presidida pelo Pe. Milton Both.

Um marco de 40 anos de fidelidade

A data recorda um momento histórico: em 7 de setembro de 1985, membros do Instituto de Famílias selaram, em Schoenstatt, a Aliança Filial com o Pai e Fundador, Padre José Kentenich. Hoje, exatos 40 anos depois, em pleno Ano Jubilar, as famílias da Regional Sul expressaram gratidão pela fidelidade daqueles que iniciaram o caminho e reafirmaram o compromisso de seguir vivendo essa entrega.

Durante a celebração, a comunidade recordou que a Aliança Filial é expressão da confiança e da entrega ao plano eterno de Deus, acolhido e concretizado no carisma do Padre Kentenich.

No ato renovado, ecoou a resposta de amor que fundamenta esta vocação: “Amor por amor, fidelidade por fidelidade.”

 

 

Mais fotos (Márcia Kazumi)

Alegre Nazaré: Instituto de Famílias em festa

 

Guilherme e Ana Paula Paiva – No dia 10 de janeiro deste ano, 2020, junto ao Santuário da Permanente Presença do Pai, em Atibaia/SP, o curso Fiat Laeta Nazareth – Faça-se Alegre Nazaré – (9º curso) realizou sua primeira incorporação e, por meio de seu contrato-consagração, passou a integrar a comunidade oficial do Instituto de Famílias de Schoenstatt.

Após mais de seis anos, as sete famílias paranaenses encerram seu noviciado, reafirmam sua vocação de casais de vida consagrada e seu desejo de configurar-se como uma comunidade chamada a encarnar os ideais da Sagrada Família de Nazaré no mundo atual, com a vivência radical dos conselhos evangélicos, na força da Aliança de Amor com Maria e inspirados pelo carisma do Fundador.

Para a Família Melquíades (Rafael e Vanessa), tal ato expressa, de um lado, um grande ‘sim’ aos desejos de Deus e da Mãe de Deus – um sim à vida consagrada e ao chamado para viver o estilo de vida de Jesus; e de outro, traz a confirmação de que foram eleitos, reunidos e amados por Deus, ungidos pelo Espírito Santo, sendo motivo de grande felicidade terem ouvido a esse chamado para sua família.

A celebração litúrgica foi presidida pelo Pe. Marcel Mouras, assistente internacional do Instituto de Famílias, e contou com a presença da Família Köstner (José Antonio e Patrícia), superiora geral, além da Família Hashimoto, superiora da Região (Ronaldo e Angélica), da Direção e das demais famílias pertencentes à comunidade.

O curso teve a condução da Família Dellaroza (Luiz e Mara) como educadores e guarda com gratidão toda a experiência no tempo de noviciado, pelas vivências e crescimento. E agora, impulsionados por essa entrega, seguirão junto à comunidade oficial até se recolherem, novamente, para a realização de seus terciados (tempos de formação).

 

Fonte: schoenstatt.org.br

Nomeada a Direção do Instituto de Famílias de Schoenstatt no Brasil

Karen Bueno – O Instituto de Famílias de Schoenstatt do Brasil tem uma nova direção nomeada para os próximos três anos. De 2020 a 2022, a direção estará composta por:

Família superiora: Ronaldo e Angélica Hashimoto (Caieiras/SP)
Família Conselheira: Luis e Rosani Ventorini (Santa Maria/RS)
Família Conselheira: Marcelo e Gislaine Mafra (Londrina/PR)
Família Conselheira: Ronaldo e Adriana Cominato (São Paulo/SP)

Os superiores e as famílias Mafra e Ventorini já compunham a direção nos últimos anos. O novo Conselho assumirá suas funções a partir de 7 de janeiro de 2020.

No Brasil, 43 famílias pertencem ao Instituto, além de um Curso em período de formação, no noviciado, com sete casais.

Ronaldo e Angélica Hashimoto continuam como superiores

 

Angelica e Ronaldo, como superiores, representam a comunidade na presidência nacional da Obra de Schoenstatt. “Ser família é um grande tesouro para a Igreja e nosso Pai assim nos pensou também como Movimento. No Instituto, somos ‘Família de famílias para famílias’. Dessa forma, esperamos contribuir, partilhando e ajudando, enquanto comunidade, no cultivo da familiaridade e no serviço à Obra de Schoenstatt. Esperamos continuar colaborando com o Movimento e que possamos ser essa Família que o Pai sonhou”.

A nova direção será acolhida e enviada em missão durante a jornada anual da comunidade, que se realiza em Atibaia/SP de 7 a 12 de janeiro de 2020.

 

 Mais informações sobre o Instituto de Famílias de Schoenstatt

 

 

 

Rosane e Luis Venturini são de Santa Maria/RS. Ambos são oriundos da Juventude de Schoenstatt santa-mariense.

 

 

 

 

Fonte: schoenstatt.org.br

A Direção Geral do Instituto de Famílias está no Brasil

 

Karen Bueno – A Direção Internacional do Instituto de Famílias de Schoenstatt realiza, nesta semana, sua primeira reunião no Brasil. O casal superior geral, seus assistentes e conselheiros encontram-se em Atibaia/SP, no Santuário Tabor da Permanente Presença do Pai, entre 16 e 22 de novembro de 2019.

A Direção Geral da comunidade é composta por cinco famílias, que são eleitas em Capítulo. Atualmente fazem parte da Direção os casais Patricia e José Antonio Köstner, da Argentina, como superiores; Cristina e Rafael Muñoz, da Espanha, como assistentes gerais; Ximena e Manolo Yrrarazaval, do Chile, como responsáveis pelos Cursos; Bernadete e José Roberto Nassif, do Brasil (Londrina/PR), como conselheiros; Maria Luisa e Raúl Rivera, do Chile, como conselheiros. Também o Pe. Marcel Mouras, do Chile, os acompanha, sendo assistente geral do Instituto.

“Nós, do Instituto de Famílias, somos casais de vida consagrada que querem seguir a Cristo através dos conselhos evangélicos de pobreza, obediência e da castidade matrimonial”, resumem os superiores gerais Patricia e José Antonio Köstner.

Qual o papel da Direção Geral?

Eles são responsáveis pela condução da comunidade a nível internacional e isso se dá em vários aspectos: administrativo, financeiro, formativo, educacional e espiritual. A Direção Geral responde pelas famílias que estão espalhadas em diversos países.

O superiores explicam: “Nós somos um Instituto e, como tal, temos uma organização interna, estabelecida pelo nosso Pai e Fundador. No caso do nosso Instituto, a Direção está formada por cinco famílias, eleitas em Capítulo Geral; [além disso] nossos braços estendidos são os superiores de cada uma das regiões, com quem trabalhamos diretamente. Somos o órgão que conduz a comunidade. E essa condução é em todos os níveis”.

Com que frequência essas reuniões acontecem?

“A maioria das reuniões da Direção Geral acontecem em Schoenstatt. Nós nos reunimos duas vezes ao ano de forma presencial. Faz dez anos, mais ou menos, decidimos fazer a reunião da Direção Geral algumas vezes fora de Schoenstatt, geralmente uma vez por ano. Isso para podermos conhecer as famílias pessoalmente, conhecer quem é a comunidade que estamos servindo e também para que a comunidade se aproxime da Direção Geral, que não seja uma Direção distante, mas próxima. Dessa forma, também seguimos um pouco essa inquietude do Papa Francisco de nos aproximarmos das pessoas, de irmos às periferias de nosso Instituto, ao encontro de todos”, dizem Patricia e José Antonio.

Por que se reúnem no Brasil?

É a primeira vez que uma família brasileira faz parte da Direção Geral do Instituto: “O critério para escolher o país [onde será a reunião] é justamente os países onde vivem cada uma das famílias que estão na Direção Geral. Como é a primeira vez que há uma família brasileira na Direção, é também a primeira reunião no Brasil. E fomos a Atibaia por ser um lugar mais apropriado para nos reunirmos, pela estrutura e comodidade”, contam os superiores, recordando, como exemplo, que em outubro passado estiveram no Chile e em março do próximo ano estarão na Argentina.

Para cultivar os vínculos, no último sábado (16/11) eles tiveram um encontro com os casais do Instituto que vivem nas proximidades: São Paulo, Campinas, Caieiras… “Pudemos estar em contato com todos os casais que moram aqui perto, foi uma experiência muito bonita”.

O Instituto

O Instituto de Famílias existe desde o ano 1942 – foi fundado pelo Pe. José Kentenich no campo de concentração de Dachau – e, juridicamente, começou a atuar em 1968. A partir daí já se realizaram oito Capítulos Gerais, que acontecem a cada 6 anos.

São famílias consagradas e de vida consagrada, com vínculo jurídico à comunidade. Vivem a vocação matrimonial inspirados na Sagrada Família de Nazaré e sustentados pela Aliança de Amor com Maria. Para saber mais, acesse o site internacional: if-schoenstatt.org

Fonte: schoenstatt.org.br

Entrevista com os superiores gerais do Instituto de Famílias

 

Ir. M. Nilza P. Silva / Juliana Dorigo / Karen Bueno – Espelhar-se no Bom Pastor… assim o casal argentino Patricia e José Antonio Kostner vê sua atual missão. Desde julho do ano passado (2018), eles foram eleitos os superiores gerais do Instituto de Famílias de Schoenstatt e, a partir de então, estão sob sua responsabilidade cerca de 300 famílias, de 16 países. A tarefa consiste em serem pais espirituais para uma comunidade internacional, que almeja viver o espírito da Sagrada Família de Nazaré.

Eles contam: “Nós ingressamos no Instituto nos anos 90, quando iniciamos o nosso noviciado. Um ano após assinar o contrato perpétuo, fomos escolhidos para participar de um Capítulo Geral da comunidade, na Alemanha, e nos tornamos parte da Direção Geral, como chefes gerais dos curso. Depois, em outro Capítulo, fomos nomeados assistentes e agora, neste último Capítulo, que aconteceu em julho, Deus quis que nos tornássemos a família superiora geral de todo o Instituto internacional. Nós nos colocamos à disposição, como instrumento dele, para esta grande missão que teremos”.

Em visita ao Brasil, acompanhando a jornada anual da comunidade, Patricia e “Pepo” nos contam mais detalhes sobre sua nova tarefa e a realidade atual do Instituto:

 

Quando falamos da tarefa de um superior geral, por exemplo, numa comunidade celibatária, nós sabemos bem qual é a sua tarefa. Mas, no Instituto de Famílias isso é um tanto diferente. Qual é a tarefa de um superior geral no Instituto de Famílias?

É incrivelmente ampla. A primeira tarefa e a primeira missão, segundo entendemos, é estarmos próximos de nossas famílias e estarmos a serviço de tudo o que nos pedem. A família superiora geral deve estar próxima, ser como pais, como bons pastores, que conhecem seus problemas, seus desejos, seus sonhos, seus anseios…

Também temos muitas tarefas que são da parte administrativa. Em Schoenstatt temos sob nossa responsabilidade o Monte Nazaré, que é o monte das famílias. Ali existem duas casas e o Santuário das Famílias que estão sob os nossos cuidados. Isso implica tempo de trabalho. E, graças a Deus, em nossa Direção Geral somos em cinco famílias e dividimos nosso trabalho. Cada um tem uma função, dentro de tantas funções, então nós sentimos o apoio de todos. E podemos dizer que esta Direção Geral – que foi eleita há pouco tempo – traz uma novidade muito grande: pela primeira vez, em toda a história de nossa comunidade, não temos famílias alemãs; somos todos da América Latina e uma família da Espanha. Isso implica que nós deixamos de falar o alemão como idioma oficial em nossas reuniões e passamos a uma espécie de “portunhol”, porque somos todos hispano e luso-falantes. Isso também implica um desafio, porque nós recebemos, durante muito tempo, várias famílias alemãs que trabalharam com muito protagonismo em nossa comunidade. É como se, nesse momento, Deus dissesse: “Bom, é hora da América Latina devolver um pouco de tudo o que foi recebido” e nós tomamos isso como a ‘corrente de retorno’ que nosso Pai falava.

De fato há uma tendência em nossa comunidade de crescimento maior na América Latina do que na Europa. Infelizmente nossa comunidade está muito estancada na Europa, não temos vocações. Graças a Deus, na América Latina temos essa continuidade de poder formar cursos. Agora, por exemplo, começa o noviciado aqui no Brasil, com casais de São Paulo e Campinas.

 

É possível pertencer ao Instituto sem pertencer a um Curso?

Desde o ano passado estamos fazendo uma experiência nesse sentido, de começar, com alguns postulantes, um processo de formação personalizada. Temos casais educadores encarregados por essas famílias, que as acompanham no tempo de noviciado, como se fosse um curso. E, depois, estamos abertos para como Deus vai seguir falando. Por enquanto é um experimento que ainda não sabemos como vai terminar. Estamos conscientes de que falta uma dimensão comunitária a estas famílias, então temos algumas ideias sobre como podemos suprir essa questão comunitária que falta.

Nós pensamos de ter, na Europa, um ou dois encontros grandes por ano, encontros fortes entre todos os postulantes e candidatos, para que tenham também essa experiência comunitária. É um desafio grande. Todos fomos educados em um curso e isso é algo novo. Mas vamos ver como Deus nos indicará o caminho.

 

Qual é a originalidade do Instituto? Em que ele se diferencia da União de Famílias?

A formação tanto no Instituto como na União [de Famílias] é similar. O fundamental, que nos diferencia, é que estamos comprometidos com nosso Instituto por meio de um vínculo jurídico. Nós temos uma família superiora geral, uma Direção Geral e, como famílias, devemos obediência aos nossos superiores; o que recebemos deles é o que vivemos. É algo que na União não ocorre, porque ela é mais livre. Mas, quanto à formação e outras coisas, é similar.

E a missão fundamental – que deduzimos ser parecida na União – é o modo de viver os conselhos evangélicos em um estilo original, segundo nosso Pai. Nós vivemos uma pobreza mariana apostólica, uma obediência familiar, uma pureza matrimonial e o fazemos de tal maneira que isso chegue a formar uma nova ordem social, para transformar a sociedade a partir de nossa vida. Como o Pai nos colocou como pars motris (parte central) de toda a Obra de Famílias, somos também responsáveis pela vida dessa Obra de Famílias, cada um segundo suas possibilidades.

O Pai nos conciliou como uma comunidade de casais que podem ter uma vida consagrada. Nós agora estamos – como costumamos dizer – a caminho de Roma, porque estamos tratando de redigir nossos estatutos, que ainda não tínhamos. Isso para que Roma, algum dia, possa nos reconhecer também como uma comunidade de vida consagrada. Esse trabalho não é fácil, mas já temos algumas portas abertas e estamos em diálogo direto com o Vaticano, com visitas a diferentes autoridades e contato com distintos Dicastérios. Como comunidade, temos tudo o que o Pai propôs para os Institutos.

 

Jornada anual do Instituto de Famílias do Brasil em 2019

 

Atualmente não existe na organização hierárquica da Igreja um Instituto Secular de Famílias. Como os senhores sentem a posição da Igreja em relação ao seu Instituto?

Os encontros que tivemos em Roma têm sido com experiências de todo o tipo. Tivemos respostas negativas, como quando nos disseram: “No Direito Canônico não há lugar para vocês”, e muita abertura por parte de alguns cardeais. A última entrevista que tivemos com o Cardeal [Kevin Joseph] Farrell, responsável pelo Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, foi muito positiva. Eles estão muito abertos para nos escutar e o Cardeal nos disse palavras muito pontuais e valiosas: “Vocês contem-me, ensinem-me qual é a sua especificidade e qual a sua originalidade. Como vivem? Para que eu possa contar a uma equipe, que eu preciso formar, para que estudem o seu caso e como vivem”.

E esta equipe está formada por nada menos que o Cardeal responsável pela Vida Religiosa e pela Doutrina da Fé. Ou seja, temos que fazer bem todas as coisas. E para isso estamos trabalhando.

Refletindo sobre nossos estatutos, descobrimos que há muitas legislações que estão no Código de Direito Canônico e que faltam, todavia, incorporar ou resolver. No último Capítulo apresentamos os pontos a serem renovados no estatuto e seguimos aprofundando esses temas. Tudo isso estamos fazendo com a ajuda de um time, em cooperação com a Universidade Católica do Chile, onde há uma especialista em Direito Canônico e em redação –porque não é fácil redigir um estatuto, ele pede uma linguagem muito específica, jurídica, que é necessário cumprir.

Nós temos algo como que um estatuto, que chamamos de “Livro da Família” e é para uso interno da comunidade. Nele está toda a explicação sobre como vivemos, quem somos, nossa forma de vida, nosso estilo de vida. Mas, ao pensar num estatuto, trata-se de algo mais pontual e específico, jurídico, que tem uma linguagem muito especial – e é preciso respeitar, porque senão não teremos êxito em Roma.

 

Hoje, na Igreja, não se fala de família sem citar Amoris laetitia. Que contribuição essa Exortação Apostólica trouxe para o Instituto de Famílias?

Uma contribuição sumamente grande e total. Ou seja, quando estudamos essa Exortação Apostólica dizemos: “Esse Papa deve ter lido nosso Livro da Família”. Porque realmente ele “bate na tecla” de muitos pontos comuns da nossa comunidade e do nosso estilo de vida. A tal ponto que todo o trabalho anual da comunidade foi trabalhar sobre este Livro da Família e o lema do ano era justamente: Amoris Laetitia, a alegria do amor matrimonial.

Não somente nos vimos refletidos em Amoris laetitia, como também vimos nossos anseios de chegar a viver todas essas coisas que o Papa Francisco diz. Tudo é um reflexo daquilo que o Pai queria para as suas famílias, não só do Instituto, mas para as famílias schoenstattianas. É uma contribuição valiosíssima sem dúvida alguma.

Cremos que essa Exortação Apostólica resume muito da pedagogia, porque não é tanto algo intelectual, mas muito pedagógico e prático para a aplicação no dia a dia da família. Já foram escritas muitas coisas teológicas sobre a família e o matrimônio, mas isto é bem mais pontual no sentido pedagógico, é algo prático que podemos aplicar. Podemos estudar Amoris laetitia por um longo tempo.

 

Faz 50 anos da volta de nosso Fundador ao lar eterno. Como o Pai vive no Instituto de Famílias hoje?

Ele é sempre bem presente. Nosso Pai falou muito pouco ao Instituto de Famílias, porque não teve tempo, mas toda a herança que deixou é extremamente valiosa. Ele dizia que o carisma de um fundador se vê 50 anos após sua partida; para nós, seu carisma de ser família e de fazer família onde estivermos está muito presente em nosso Instituto.

Além disso, o grande anseio secreto de nosso Pai sempre foi trabalhar pelas famílias, mas, em sua vida apostólica, ele teve pouco tempo para isso. Depois, no exílio, ele se deu conta de que esse era um presente de Deus, porque teve tempo suficiente para trabalhar com as famílias de forma bem prática e próxima, face a face. Inclusive, nos deixou folhas escritas, que são todas as conversas das “segundas-feiras ao anoitecer” com as famílias, que podemos reler muitas vezes e sempre descobrimos coisas novas. Assim, temos um grande tesouro e o Pai é o guia em tudo para o nosso Instituto.

Fonte: schoenstatt.org.br

Eleita nova Direção Geral do Instituto de Famílias

 

Os casais reunidos no VIII Capítulo Geral do Instituto de Famílias de Schoenstatt elegeram a nova Direção Geral da comunidade para os próximos seis anos. Os novos superiores são os argentinos Patricia e José Antonio Köstner, de Buenos Aires. Entre a recém-eleita direção também estão os brasileiros Bernadete e José Roberto Nassif, de Londrina/PR, como conselheiros.

 

Assim está formada a nova direção geral para os próximos seis anos:

Família Superiora Geral: Patricia e José Antonio Köstner – Buenos Aires, Argentina

Família Assistente Geral: Cristina e Rafael Muñoz – Barcelona, Espanha

Família Chefe de Curso Geral: Ximena e Manolo Yrrarazaval – Rancagua, Chile

1ª Família Conselheira: Bernadete e José Roberto Nassif – Londrina, Brasil

2ª Família Conselheira: Maria Luisa e Raúl Rivera – Viña del Mar, Chile

Assistente Geral: Pe. Marcel Mouras – Santiago, Chile

 

Nos últimos anos, o casal alemão Elisabeth e Bernhard Neiser foram os superiores gerais do Instituto. Pela primeira vez não há uma família da Alemanha na Direção Geral, apenas uma família da Europa.

No Brasil, José Roberto e Bernadete foram os superiores da comunidade até o final de 2016.

Unidos em Aliança, colocamos nossas orações e contribuições ao Capital de Graças na intenção da nova direção eleita, para que conduza as famílias de todo o mundo segundo o inspirar do Espírito Santo.

Foto: Busch

Com informações de schoenstatt.de

Instituto de Famílias se reúne para o Capítulo Geral

 

Karen Bueno – A partir deste final de semana inicia, em Schoenstatt, Alemanha, o VIII Capítulo Geral do Instituto de Famílias de Schoenstatt. De 15 de julho a 2 de agosto, representantes das diversas regiões estarão reunidos na Casa das Famílias, sobre o Monte Nazaré, para o encontro internacional da comunidade. Nessa ocasião os superiores e casais capitulares avaliam a realidade do Instituto nos diversos países e os caminhos tomados nos últimos seis anos (desde o último Capítulo), analisam a realidade presente e se atentam às “vozes de Deus” para os novos tempos.

Participam desse encontro as famílias superioras das diversas regiões e delegações, mais uma ou duas famílias capitulares que foram eleitas para representar as regiões. Do Brasil estão presentes os superiores da comunidade, Angelica e Ronaldo Hashimoto, e os casais capitulares Mara e Luiz Claudio Dellaroza, José Roberto e Bernadete Nassif, Terezinha e Alberto Gomig.

Durante esse encontro será eleita a nova direção geral do Instituto de Famílias, que estará à frente da comunidade pelos próximos seis anos. Como Família unida em Aliança, é tempo de rezar pelos casais do Instituto, para que sintam e vivam uma experiência de Cenáculo durante o Capítulo Geral.

Foto: Instituto de Famílias de Schoenstatt, via if-schoenstatt.org/pt

Fonte: schoenstatt.org.br