Viver o Advento com e como Maria

Hoje é sábado, véspera do segundo domingo do Advento, considerado por muitos teólogos como o tempo litúrgico mais pronunciadamente mariano. A Mãe de Deus está sempre presente no ano litúrgico: de pé junto da cruz, perseverante em oração com a Igreja nascente, atenta à Palavra no cotidiano da vida… Mas é no Advento em que ela aparece como a protagonista da primeira vinda do Senhor e nosso modelo de esperança e expectativa para sua nova vinda.

 

Maria viveu o primeiro Advento

É com o “FIAT” de Maria que começa a ecoar nos lábios da Igreja, o “MARANATAH” (Vem Senhor Jesus). Enquanto esperamos sua vinda gloriosa somos também nós, gestados como filhos da Igreja no ventre da Virgem que gera para nós o Salvador.

Ninguém melhor que a Santíssima Virgem pode nos ensinar a viver bem a espera do advento. Não como uma espera passiva, inerte, mas com uma espera ativa, cheia de esperança e que nos move a ir ao encontro do Senhor enquanto Ele vem até nós. Foi ela quem primeiro aguardou a primeira vinda do Senhor quando desde o anúncio do anjo, acolheu a missão de ser a mãe do Salvador.

Enquanto esteve grávida, Maria não usou libertinamente dos méritos de ser a mãe do Salvador, mas permaneceu vigilante na oração e imediatamente pôs-se em missão, já iniciando a sua grande missão de apresentar a todos o seu filho Jesus, antes mesmo de Ele nascer.

Assim também nós, seus filhos, precisamos viver a exemplo de Maria o que nos propõe a espiritualidade litúrgica do advento. Sendo um povo vigilante na oração, preparando-se para a segunda vinda gloriosa de Nosso Senhor, colocando-se a serviço do reino de Deus, vivendo de maneira antecipada aquilo que nos aguarda: a eternidade na Jerusalém Celeste.

 

Com e como Maria vivemos nosso Advento

Quem melhor do que Maria, para nos ensinar a preparar o caminho do senhor e endireitar suas veredas se ela foi o caminho pelo qual a Providência Divina quis se valer para que o Filho de Deus assumisse a nossa humanidade dando a Ele os primeiros ensinamentos para que compreendesse sua missão e em todos os momentos seguindo junto com Ele pelos caminhos que o levaram até o calvário permanecendo ao seu lado até o fim?

Assim nós também precisamos preparar os caminhos para o retorno do Nosso Senhor, imitando os seus passos aqui na terra fazendo com que Ele se torne ainda mais conhecido e amado e gerando conversão na vida das pessoas.

Devemos, portanto, nos alegrar no Senhor, pois os sinais dos tempos nos anunciam cada vez mais intensamente que a salvação está próxima e que esse povo que insiste em se deixar conduzir por uma vida tenebrosa poderá ver a grande luz, que é Cristo o Senhor.

Nascerá outra vez não na manjedoura de Belém, mais nas milhares de manjedouras que empobrecidas pelas crises de fé contemporânea se permitam acolher o menino Deus que trará sempre vida nova a todos os que estiverem dispostos a receber. E assim como Maria poderemos juntos cantar as maravilhas que O todo poderoso fez e fará em nossas vidas! Possamos assim viver com devoção e piedade esse tempo de espera, para celebrarmos com uma nova esperança o Natal do Senhor!

Fonte: Pe. Victor Santana, Membro da Comunidade Obra de Maria, em obrademaria.com.br

Fotos de cathopic.com

As figuras do Advento

 

Estamos vivendo o tempo santo do advento, em preparação à Solenidade do Natal. Nos textos bíblicos das celebrações do Advento se destacam algumas figuras.

Isaías

É o profeta que, durante os tempos difíceis do exílio do povo eleito, levava a consolação e a esperança. Na segunda parte do seu livro, dos capítulos 40 – 55 (Livro da Consolação), anuncia a libertação, fala de um novo e glorioso êxodo e da criação de uma nova Jerusalém, reanimando assim, os exilados.

As principais passagens deste livro são proclamadas durante o tempo do Advento num anúncio perene de esperança para os homens de todos os tempos.

João Batista

É o último dos profetas e segundo o próprio Jesus, “mais que um profeta”, “o maior entre os que nasceram de mulher”. O mensageiro que veio diante d’Ele a fim de lhe preparar o caminho, anunciando a sua vinda (conf. Lc 7, 26 – 28), pregando aos povos a conversão, pelo conhecimento da salvação e perdão dos pecados (Lc 1, 76s).

A figura de João Batista ao ser o precursor do Senhor e aponta-lO como presença já estabelecida no meio do povo, encarna todo o espírito do Advento; por isso ele ocupa um grande espaço na liturgia desse tempo, em especial no segundo e no terceiro domingo.

 

 

João Batista é o modelo dos que são consagrados a Deus e que, no mundo de hoje, são chamados a também ser profetas e profecias do reino, vozes no deserto e caminho que sinaliza para o Senhor, permitindo, na própria vida, o crescimento de Jesus e a diminuição de si mesmo, levando, por sua vez os homens a despertar do torpor do pecado.

Maria

Não há melhor maneira de se viver o Advento que unindo-se a Maria como mãe, grávida de Jesus, esperando o seu nascimento. Assim como Deus precisou do sim de Maria, hoje, Ele também precisa do nosso sim para poder nascer e se manifestar no mundo; assim como Maria se “preparou” para o nascimento de Jesus, a começar pele renúncia e mudança de seus planos pessoais para sua vida inteira, nós precisamos nos preparar para vivenciar o Seu nascimento em nós mesmos e no mundo, também numa disposição de “Faça-se em mim segundo a sua Palavra” (Lc 1, 38), permitindo uma conversão do nosso modo de pensar, da nossa mentalidade, do nosso modo de viver, agir etc.

Em Maria, encontramos se realizando a expectativa messiânica de todo o Antigo Testamento.

 

José

Nos textos bíblicos do Advento, se destaca José, esposo de Maria, o homem justo e humilde que aceita a missão de ser o pai adotivo de Jesus. Ao ser da descendência de Davi e pai legal de Jesus, José tem um lugar especial na encarnação, permitindo que se cumpra em Jesus o título messiânico de “Filho de Davi”.

José é justo por causa de sua fé, modelo de fé dos que querem entrar em diálogo e comunhão com Deus.

 

Fonte: Comunidade Shalom

“Teu Santuário é nossa Nazaré, oculta na noite dos tempos”

Iniciamos o sagrado tempo do Advento e na coroa vemos arder a primeira vela, que rompe a escuridão e enche de esperança os corações.

Assim como Deus escolheu a pequena cidade de Nazaré e deste lugar partiu a salvação do mundo, do mesmo modo, em nosso tempo, Deus escolheu o pequeno Santuário de Schoenstatt. O Santuário é Nazaré para o tempo atual, no qual Maria pronuncia mais uma vez seu Fiat e torna-se a portadora de Cristo, nossa Esperança!

Refletimos com o Padre José Kentenich: “Nós que somos um Movimento Apostólico e cremos em nossa missão, estamos convictos de que o bom Deus enviou nosso Movimento, para que Jesus nasça novamente no mundo de hoje e para o mundo de hoje.” (1929)

Oculta na noite dos tempos

A luz da coroa de Advento rompe também a escuridão de nosso coração: o que, em nossa vida, precisamos trazer à luz de Cristo? Que situações, realidades, desafios, atitudes tornam o nosso interior ‘escuro e frio’ e impede que ali, em nosso santuário-coração, o Deus Menino faça a sua morada?

Propósito

Nesta semana, quero exercitar a atitude de perdão, trazendo luz ao meu coração e às relações. Como estímulo, posso reservar um tempo de oração e fazer um exame de consciência, preparando-me para a confissão sacramental.

Oração

Mãe de Deus, espiritualmente no teu Santuário, peço tua intercessão para vivenciar com profundidade este tempo de Advento. Clama conosco: Ó vinde enfim, Eterno Deus!

“Vem Jesus, ó Rei Divino, ao meu pobre coração.
Eu te espero com saudade, alegria e gratidão.
Se o mundo te rejeita, com dureza e rigor,
minha alma te acolhe, com ternura e amor.” (JK)

Eis que novamente se faz Advento em toda a terra!

“Agora a salvação está mais perto de nós” (Rm 13,11), assim nos exorta o apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos, que ouviremos no primeiro domingo do tempo do advento. Nosso coração se alegra com a espera pelo Natal do Senhor, especialmente neste Ano Santo: Cristo, Deus feito homem, é a esperança que não decepciona!

Novamente é Advento…

A cada ano a Igreja nos conduz pelo caminho do Advento, e ao mesmo tempo que nos prepara para a celebração do Natal, nos conscientiza mais profundamente da realidade escatológica da segunda vinda do Senhor, quando o Filho do Homem vier revestido em glória e majestade.

Este tempo que desperta tantos afetos de saudade e espera nos corações, seja pela nostalgia de montar o pinheiro e o presépio ou ao organizar os encontros de família, quer ser também um tempo de graças: queremos preparar em nosso próprio coração um berço para o Deus Menino.

Vens conosco?!

Para ajudar-nos em nossa preparação interior, a cada domingo do Advento faremos uma reflexão comum pelo Site, Instagram e Facebook do Santuário Tabor. O vídeo e o texto de reflexão serão publicados aos sábados, com uma motivação, um propósito para a semana e uma pequena oração do Padre José Kentenich que nos acompanhará:

 

“Vem Jesus, ó Rei Divino, ao meu pobre coração.
Eu te espero com saudade, alegria e gratidão.
Se o mundo te rejeita, com dureza e rigor,
minha alma te acolhe, com ternura e amor.”

 

Foto: Márcia Kazumi

 

Dia da Aliança à luz do Natal

O último Dia da Aliança de 2025 foi vivido pela Família de Schoenstatt, nos Santuários do Rio Grande do Sul, à luz da Solenidade do Natal que está muito próximo.

Frederico Westphalen: uma encenação de Natal muito especial

Na noite do dia 18, após a missa de Renovação da Aliança de Amor presidida pelo assistente eclesiástico do Movimento, Pe. João Paulo Paschoal, foi realizado uma encenação de Natal, organizada pela Ir. M. Eliane Cunha e seus alunos de canto, violão e teclado. (vídeo da vivência na página do Santuário Tabor Porta do Céu no Facebook) Foi uma vivência que tocou os presentes e motivou-os a ver a Aliança de Amor com a MTA como uma forma de experimentarem mias profundamente o mistério do santo Natal.

 

 

Após a apresentação, junto com Jesus, todos foram até o Santuário Tabor Porta do Céu para renovar a Aliança de Amor e queimar os bilhetes, símbolo das contribuições para o Capital de Gracas.

Mais fotos da apresentação de Natal em Frederico Westphalen

 

Santa Cruz do Sul: primeiro Dia da Aliança com o novo bispo

A Família de Schoenstatt de Santa Cruz do Sul teve a grande alegria de, pela primeira vez, contar com a presença do novo bispo diocesano, D. Itacir Brassiani, para presidir uma Missa da Aliança (à noite). Na sua homilia, ressaltou a figura de São José, que acolheu Maria, após ser avisado em sonho sobre sua maternidade virginal. Convicou a todos, também pela Aliança de Amor com Maria, a fazer como São José, a ‘alargar as tendas’, e acolher muintos e conduzi-los a Deus.

A primeira Missa, à tarde, foi presidida pelo pároco da Catedral, Pe. Rodrigo Hillesheim. O ponto alto das duas Santas Missas, além da renovação da Aliança de Amor, foi a bênção das imagens dos Meninos Jesus, uma grande vivência de advento para todos os presentes.

 

 

Mais fotos (Facebook)

Porto Alegre: Renovação da Aliança de Amor junto à manjedoura

Também as celebrações junto ai Santuário Tabor, Maria Cor Ecclesiae, em Porto Alegre, foi marcado pelo tema de Advento e Natal. À tarde, o presidente da celebração foi Pe. Milton Both, com a liturgia conduzida pela Liga das Mães e a animação de Daniela Ayres. À noite, o Pe. Laênio Custódio presidiu a Missa, com a participação especial do JUMAS (Juventude Masculina de Schoenstatt) como coroinhas e acólitos, e os cantos de Paulo.
Em ambas as celebrações, o clima natalino envolveu profundamente os fiéis. Após a celebração eucarística, a entrada do Menino Jesus foi anunciada pelos leitores, enquanto os animadores entoavam “Adeste Fideles“. Em uma procissão emocionante, a imagem do Menino Jesus seguiu até o Santuário, conduzida pelos participantes que cantavam “Cristãos, vinde todos…”. No Santuário, uma manjedoura aguardava o Menino Jesus e, em seguida, houve a renovação da Aliança de Amor.
Como encerramento de ambas as celebrações, houve a tradicional queima do ‘Capital de Graças’ na Pira de José Engling.

Santa Maria: troca de dirigente à luz do Advento e Natal

Na Missa da Aliança da tarde, realizada na Capela Tabor, teve a liturgia coordenada pela Liga de Mães de Schoenstatt. No lugar do tradicional terço antes da Missa, muitas pessoas participaram da oração das vésperas da novena de Natal (antífona do Ó) com as Irmãs de Maria.
Antes de peregrinarem ao Santuário para a renovação da Aliança de Amor, houve um momento especial para o ramo das Mães: a passagem da bandeira das mãos de Sandra Spiazzi Antunes para Marlene Mendes, que assume como nova dirigente diocesana.
Pe. Vitor Hugo Possetti foi o presidente das Missas da Aliança da tarde e da noite. Esta última foi campal, junto ao Santuário Tabor. Foi uma alegria especial poder, novamente, celebrar junto ao Santuário, pois desde fevereiro o clima não permitia a realização da Missa campal.
Na sua homilia, Pe. Vitor apontou São José como modelo de alguém que abandonou seus planos para cumprir a vontade de Deus e como o Pai e Fundador do Movimento de Schoenstatt, Pe. José Kentenich aplicava a si mesmo e à Família de Schoenstatt a indicação de Deus a São José: “Toma o Menino e sua Mãe”. Assim em Schoenstatt, pela Aliança de Amor, se vive um amor terno, vigoroso à Mãe de Deus, sempre unida a Jesus Cristo. Vale a pena conferir sua homilia no link abaixo.

 

Mais fotos da Missa da Aliança da noite (Heloisa Seikoski)

Padre José Kentenich: como nos preparar para o Natal?

 

Praticamente já é Natal. Como dizem as crianças, falta dormir apenas uma noite. Mas ainda dá tempo de preparar o coração para esta grande festa. Numa homilia de 6 de zembro de 1931, o Padre José Kentenich faz uma bela reflexão a partir das conhecidas ‘antífonas do Ó’. Essas são cantadas na oração das vésperas de 17 a 24 de dezembro, na preparação imediata para o Natal.

Padre Kentenich nos fala:

“Se quiserem ler algo singularmente claro e belo, e despertá-lo na alma, então deixem atuar sobre si as Antífonas do Ó. Leiam como aí é descrito o Salvador que vem, vejam sobre que imagens e grandes pontos de vista Ele é apresentado. Deixem ecoar na grande alma todo a grande mar de saudade, amor e penitência, que aqui se resume em breves palavras. Assim, talvez, começou também, a seu tempo, a nossa vida espiritual. Assim deve representar agora um renovado começo.

Afetos de saudade e de penitencia!

Eis o novo ponto de vista, sob o qual, facilmente, podemos explicar os diversos textos da liturgia. Tomemos o segundo ponto de vista. Ele permite que todo o ano litúrgico, em especial o Advento, pode ser aproximado bastante da nossa alma. Então, podemos imaginar-nos que Jerusalém, Belém, Sião é nosso pequeno Schoenstatt. Nosso pequeno Santuário. Por isso se, nos textos litúrgicos, encontrarem, sempre de novo, expressões, como esta: “Eis, Senhor, vem nascer, vem a Belém!”, ou como são todos esses textos, devemos aplicar tudo ao nosso pequeno Santuário, mais precisamente, à situação atual.

Esperamos e aguardamos que Jesus nasça, que a Mãe de Deus o de à luz. Ele renasce dela aqui, em nosso Santuário, em Schoenstatt. Ele deve ser glorificado aqui em nosso Santuário, em Schoenstatt. E como os magos, os pastores e os anjos vieram ao presépio, também isso deve renovar-se em nosso Santuário, neste ano. Queremos entender assim, ou de modo semelhante, os afetos de saudade da liturgia, e o grande afeto de saudade de nosso próprio coração.

Depende de mim, se Jesus nasce em Schoenstatt

Procurem agora, explicar para si mesmos, os textos litúrgicos, sob este duplo ponto de vista. Recebi uma carta, na qual está escrito entre outros: “Tenho impressão que o renascimento de Cristo aqui em Schoenstatt, depende essencialmente de nós. (O renascimento de Jesus aqui em, Schoenstatt) depende essencialmente de que eu, pessoalmente, celebre o Advento, que eu pessoalmente me introduza nos afetos de saudade dum coração purificado, como eles ressoaram a seu tempo, do coração da querida Mãe de Deus.”

É certo este pensamento? Será que o Natal é dependente do Advento que celebramos aqui em Schoenstatt, nós que estamos aqui fisicamente? Mas também o Advento que celebram todos os filhos de Schoenstatt que, espiritualmente, estarão unidos conosco, se não agora durante o Advento, mas no Natal?

Se quisermos celebrar o Natal, se quisermos que Jesus nasça de novo, da querida Mãe de Deus, aqui em Schoenstatt, se quisermos que, a partir daqui, Jesus manifeste suas glórias ao mundo, então, no espírito do Advento, temos de aplicar todos esses pensamentos e afetos que ressoam na liturgia, a nosso Belém, no renascimento do Salvador, em Schoenstatt.

Se acharem bom e sentirem alegria, rezem as Antífonas do Ó com grande cordialidade e intimidade, todos os dias. Mas, lembrem-se também da tríplice vinda do Salvador, do Mestre, do Esposo das almas. E deixem consoar e ecoar, mais fortemente, os sinos da verdadeira alegria do Advento… ”

 

Com a Igreja, rezamos a Antífona do Ó

“Ó Sabedoria da boca do Altíssimo, que abrange o começo e o fim e compenetra tudo com sua força e brandura! Vem, mostra-nos o caminho do reconhecimento.

Ó Adonai, Deus forte, condutor da casa de Israel! Apareceste a Moisés no fogo da sarça ardente e lhe deste a lei do Sinai. Vem, salva-nos com teu braço levantado.

Ó rebento da raiz de Jessé e estandarte dos povos, em tua frente emudecem os reis e os povos clamam por ti. Não tardes mais, vem libertar-nos!

Ó chave de Davi e cetro da casa de Israel! Tu abres e ninguém fecha, tu fechas e ninguém abre. Vem e liberta os cativos quejazem no cárcere no meio cias trevas e das sombras da morte.

Ó Oriente, Tu surges, brilho da luz eterna e sol dci justiça! Vem e traze-nos tua luz traze-a a todos os que jazem nas trevas e nas sombras da morte.

Ó Rei dos povos, saudade de todos os homens, pedra angular que reúne o que estava separado! Vem e salva os homens que criaste do barro.

Ó Emanuel, nosso Rei e Juiz, saudade dos povos e Redentor! Vem salvar-nos, Senhor Deus nosso!”

 

Fonte: Secretariado Pe. José Kentenich

Publicado em: schoenstatt.org.br

Foto destacada: Márcia Kazumi

 

Terceiro ano da Missa dos ‘bambinellis’

 

Rosane Maria Ribeiro da Silva – Pelo terceiro ano consecutivo, é celebrada uma Santa Missa especial para as crianças junto ao Santuário Tabor, em preparação para o Natal. Neste ano, no sábado 7 de dezembro, reuniram-se quase cem pessoas no auditório do Centro Mariano, entre crianças, pais, avós, amigos, além do grupo responsável pela organização da celebração da benção dos ‘bambinellis’ (‘menininhos’ em italiano) presenteados a 30 novas crianças inscritas.

Esse evento é uma iniciativa do grupo de mães ‘Estrelas Luzentes no Manto Azul de Maria’, mas neste ano contou com a colaboração de vários grupos de mães, que aderiram à ideia. Cada grupo confeccionou 10 ou mais almofadinhas com a imagem do Menino Jesus.

 

Em cada ano, uma mensagem sobre o Menino Jesus

A Missa foi presidida pelo Pe Enio Rigo, que fez uma homilia resumida para os adultos, e após, explicou às crianças o significado do Natal e do Bambinelli que receberam.  No primeiro ano, Pe. Junior Lago foi o celebrante e ensinou um versinho muito bonito para as crianças cantarem, repetirem até decorar e gravarem em seus corações: “da flor nasceu Maria, de Maria o Salvador”. Foi emocionante! No segundo ano, o Pe Rodrigo Cabrera, de Silveira Martins, foi o presidente da celebração, deu ênfase ao presépio, a importância e o sentido do Natal. Estimulou para que muitas vezes pararem para olhar o presépio. Neste ano, o Pe. Enio pediu para as crianças cantaram a Mãezinha do céu e repetirem que iam levar o Menino Jesus para suas casas e ensinarem aos amiguinhos, colegas de aula e vizinhos tudo que aprenderam na missa de hoje.

 

 

No final da Missa, Pe. Ênio fez a benção de todas imagens do Menino Jesus, os novos e também, das crianças dos anos anteriores que trouxeram os seus, para renovação da bênção. Depois o padre falou que essa iniciativa é nobre e sugeriu que se estendesse para as demais paróquias e capelas.

As mães que organizaram o evento estavam muito felizes. Testemunharam: “A Missa estava muito bonita e emocionante, com a participação das crianças. Nosso objetivo é que essa ação continue e seja tradicional como ocorre em Portugal e outros países.”

A coroa do Advento e seu significado

Iniciamos com toda a igreja, no último domingo, o Advento. Um dos símbolos mais queridos deste tempo é a coroa de advento. Ela está presente em nossas comunidades, igrejas e comunidades. Vamos relfletir sobre sua história e significado?

As velas do Advento

No centro do círculo, colocam-se as quatro velas para serem acesas uma a cada domingo do Advento. A luz das velas simboliza a nossa fé e nos leva à oração. Com os passar das semanas, a luz da coroa do advento vai aumentando, significando que Jesus Crusto, nossa luz, está mais perto.

Algumas pessoas só usam velas vermelhas na coroa. Outras roxas, cor de rosa, verde. Tem quem coloque, no Natal, uma vela branca no centro da coroa.

História da coroa do Advento

Essa coroa é originária dos países nórdicos (países escandinavos, Alemanha), a qual contém raízes simbólicas universais: a luz como salvação, o verde como vida e o formato redondo como eternidade.

Simbolismos esses que se tornaram muito adequados ao mistério natalino cristão e, por isso, adentraram facilmente nos países sulinos. Visto que, se converteram rapidamente em mais um elemento de pedagogia cristã, para expressarmos a espera de Jesus como Luz e Vida em conjunto com outros símbolos, certamente mais importantes, como são as leituras bíblicas, os textos de oração e o repertório de cantos.

 

Com informações de: Canção Nova