Irmãs de Maria de Schoenstatt celebram o centeário de Fundação no Santuário de Aparecida

Irmãs de Maria de Schoenstatt celebram o centenário de fundação
no Santuário de Aparecida

O Instituto Secular Irmãs de Maria de Schoenstatt está celebrando seu primeiro centenário de Fundação. Em todo o mundo, nos locais onde as Irmãs de Maria estão presentes, este ano jubilar está sendo celebrado junto às Igrejas locais, ao Movimento de Schoenstatt e peregrinos.

As duas Províncias brasileiras do Instituto se uniram para uma peregrinação nacional até o Santuário de Aparecida, para depor, aos pés da Mãe e Padroeira do Brasil, a ação de graças pelos 100 anos de história e missão e suplicando santas e numerosas vocações.

Um grupo de mais de 20 irmãs realizou o trajeto de três dias a pé. Através do Instagram do Instituto, as Irmãs compartilham as alegrias e desafios desta jornada, bem como acolheram as intenções de inúmeras pessoas, tornando-as presente nas ofertas para o Capital de Graças.

 

O ponto culminante desta peregrinação será logo mais: a Santa Missa das 12h, transmitida a todo Brasil pela TV Aparecida. 

Acompanhe e reze com as Irmãs de Maria, suplicando abundantes graças para a Santa Igreja, para Obra de Schoenstatt e para todo o mundo.

Centenário das Irmãs de Maria: quais igrejas são indulgenciadas em Santa Maria?

 

Por ocasião do Centenário de Fundação do Instituto das Irmãs de Maria de Schoenstatt o Santuário Tabor, em Santa Maria/RS, continua sendo portador de indulgência plenária, como já foi durante o Ano Santo.
Mas tem uma novidade: além do Santuário Tabor, também a Capela Tabor e a Capela do Centro Mariano são lugares onde podemos suplicar o dom das indulgências.

 

 

                                                                              Capela Tabor

 

 

A Penitência Apostólica concedeu a a possibilidade de se alcançar a indulgência plenária, de 1º de outubro de 2025 a 4 de novembro de 2026, “aos membros do Instituto e todos os fiéis que, movidos pelo arrependimento e pelo amor, se unirem aos objetivos espirituais do ano jubilar e visitarem como peregrinos o Santuário da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt ou uma igreja/capela pertencente ao Instituto.”

 

Capela ‘Cristo Rei Tabor’, no Centro Mariano

 

Queremos aproveitar esta oportunidade de encontro com a graça, de conversão e purificação, cumprindo as condições para receber as indulgências: a confissão sacramental, a comunhão eucarística, a oração nas intenções do Santo Padre, e para este jubileu, rezar pela paz e a unidade entre os povos, bem como pela superação dos erros modernos: o Pai-nosso, o Credo e a invocação da Santíssima Virgem Maria, Rainha da Paz e Mãe de Misericórdia.

Para acessar o decreto das Indulgências CLICAR AQUI.

Santa Maria: abertura do Ano Centenário das Irmãs de Maria

 

Ir M Rosequiel Fávero – No primeiro dia do mês da Aliança, representantes da Família de Schoenstatt de Santa Maria, professores, pais e alunos da Escola Jardim de Maria se encontraram para a celebração que marcou a abertura do Ano Centenário de Fundação do Instituto das Irmãs de Maria de Schoenstatt. Todos participaram de uma Santa Missa no auditório do Centro Mariano, presidida pelo Pe. Maike Andrade e de uma alegre confraternização .

 

O logo do Centenário

 

 

 

Ir M Lillian Gorck, superiora provincial das Irmãs de Maria, agradeceu a presença e o carinho de todos. “Nossos corações estão em festa porque cremos que abrimos hoje um ano que será ricamente abençoado, e cremos que essas bênção jubilares não são somente para nós, Irmãs, mas também para todos os que partilham a nossa vida, porque cremos que no coração da Mãe de Deus nós somos uma grande família”, afirmou. E explicou o simbolismo do logo do Centenário: “Bem no centro está a cruz, que nos remete a Cristo. A Ele é que consagramos a nossa vida. Vemos também o Santuário, nossa fonte de forças, nosso lar espiritual, onde selamos a Aliança de Amor com a querida Mãe e Rainha. Nós gostaríamos de presentear a todos os que se encontram conosco este lar, no Santuário. Também vemos o monograma (duas letras ‘M’) em forma de flor, que representa o florescimento e a fecundidade deste quase 1 século de história. As ondas que partem do santuário simbolizam a irradiação que parte da atuação das Irmãs, em primeiro lugar junto ao Movimento de Schoenstatt, mas também em todas as profissões que exercem. Pois ali queremos levar a todos as graças da Aliança de Amor. As datas de 1926 e 2026 remetem ao primeiro ano centenário de nossa Família de Irmãs e cremos que Deus continuará abençoando nossa comunidade nos séculos que há de vir.”

 

 

Maria, Luz da nossa esperança

Ir M Lillian apresentou também o lema do Ano Centenário, “Que nos anima neste jubileu e há de nos animar nos anos que virão: Maria, Luz da nossa Esperança”. O lema estava na vela que foi conduzida no início da Missa, sendo ela símbolo de Maria, a Imaculada, Luz da Esperança.

 

 

No final da celebração, Pe. Maike convidou todas as Irmãs de Maria presentes para irem para frente e, todos juntos, renovaram a Aliança de Amor com a Mãe e Rainha de Schoenstatt.

Logo após a Missa, num alegre clima famíliar, todos os presentes participaram de uma confraternização no refeitório do Centro Mariano. Houve quem até sugerisse que, mensalmente, a cada dia 1º, se deveria repetir a celebração e a confraternização.

 

 

Fotos: Heloisa Seikoski

Centenário das Irmãs de Maria: ‘Rostos de Esperança’

 

No primeiro dia deste mês, o Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt iniciou seu Ano Centenário, rumo a 1º de outubro de 2026.

Neste ano jubilar, elas nos presenteiam uma série especial: todos os meses, no dia 1º, será publicado um minidocumentário sobre uma Irmã de Maria.

Através das suas histórias pessoais e dos diversos campos de trabalho e apostolado, torna-se visível como as Irmãs de Maria de Schoenstatt vivem a sua missão hoje.

Seja no serviço direto à Obra de Schoenstatt, na pastoral, em tarefas sociais ou universitárias – a história de cada uma é única, mas todas têm uma coisa em comum: elas querem, como Maria, tornar sensível a mensagem do amor de Deus.

Deixe-se surpreender por rostos, lugares e experiências que dão vida a uma parte da missão mundial!

A primeira Irmã retratada nesta série é a  Ir. Maria José Sousa.  Irmã de Maria de Schoenstatt desde 2014, mora em Madison, Estados Unidos. Na sua tarefa, o seu objetivo é criar um lar para as jovens que vivem na residência comunitária cristã.

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As Irmãs de Maria abrem hoje seu Ano Centenário

Karen Bueno – As Irmãs de Maria de Schoenstatt abrem hoje, dia 1 de outubro de 2025, o seu ano jubilar, rumo aos cem anos. Neste dia de festa, Irmãs de diferentes continentes nos contam como é viver sua vocação em suas culturas e realidades.

Os desafios em cada região são muitos: pressões políticas, ser uma minoria religiosa, o enfraquecimento da fé… Mas Maria é a “luz da nossa esperança”, como diz o lema jubilar, e elas querem ser um sinal de esperança para o mundo.

 

Testemunhos

Ir. M. Connie O’Brien, África do Sul

Na década de 1970, quando eu era adolescente, durante os difíceis anos do Apartheid na África do Sul, descobri o nosso Santuário de Schoenstatt e a nossa Mãe Três Vezes Admirável. Senti não só a presença concreta da Mãe, como também soube que tinha “chegado em casa”. Como integrante ativa do Movimento de Schoenstatt por muitos anos, o amor pela nossa Mãe e pela espiritualidade do Movimento se aprofundou. Aspectos da vida do nosso fundador me ajudaram a atravessar o campo minado sociopolítico. Nossas Irmãs de Schoenstatt foram um farol de esperança quando a dignidade humana e a liberdade da maioria do nosso povo estavam sendo pisoteadas. Sem deixar-se intimidar, elas espalhavam a mensagem da Aliança de Amor. Eu experimentei em primeira mão o que realmente significa “solidariedade de destinos”. Minha própria busca por sentido encontrou uma resposta e eu entrei para a família das Irmãs de Maria em 1982. Nossa nova democracia, em 1994, apresentou seus próprios desafios, com uma nação que precisava de cura, reconciliação e equilíbrio entre os direitos recém-conquistados e as responsabilidades. A transformação dos corações humanos foi e é um fator-chave na reconstrução de nossa nação. Nossa MTA, como Imaculada, educadora e aquela que exemplificou a plenitude da dignidade humana é extremamente necessária em nosso país, mas ela também precisa de instrumentos dispostos.

 

Como Irmã de Maria de Schoenstatt, lecionei durante 24 anos na Universidade da Cidade do Cabo, como Educadora em Serviço Social. Guiada pela nossa Mãe e pelo nosso fundador, pude ajudar a formar os corações e as mentes de inúmeros formandos e doutorandos em Serviço Social, tendo em mente a abordagem pedagógica do nosso fundador. Minha Aliança de Amor me ajudou a transcender questões de raça, credo e cultura na esfera acadêmica e também me ajudou a construir laços de unidade entre os membros do nosso Movimento, provenientes de diferentes origens culturais. Como Diretora do Movimento por vários anos, sou guiada pelos princípios do nosso fundador. A fonte de vida do nosso fundador, Maria, e sua missão são a luz suprema da nossa esperança!

 

Ir. M. Rubini Joseph, Índia

Sou a Ir. M. Rubini, uma Irmã de Maria de Schoenstatt da Índia. Venho do estado de Tamil Nadu e pertenço à Província Cor Unum in Patre. Enraizada na minha herança indiana e inspirada pelo espírito mariano de Schoenstatt, esforço-me por viver a minha vocação com alegria, simplicidade e profunda fé, servindo a Deus e aos outros na vida quotidiana.

Ao iniciarmos com alegria nosso jubileu centenário, em 1º de outubro de 2025, meu coração se enche de gratidão pelo dom da minha vocação. Pertencer a esta família mariana é uma bênção que molda toda a minha vida. Estou feliz e orgulhosa de ser uma Irmã de Maria de Schoenstatt – chamada, formada e enviada para refletir Maria no mundo de hoje.

 

Ser Altera Maria – outra Maria – é uma missão que valorizo muito do nosso fundador, Pe. José Kentenich. Significa esforçar-me todos os dias para pensar, amar e servir como nossa Mãe, a grande Imaculada. Eu gostaria de me esforçar para me tornar uma testemunha alegre, enraizada na confiança em Deus e no amor por todas as pessoas.

No contexto indiano, essa vocação se torna profundamente significativa. Nossa cultura valoriza a feminilidade, o sacrifício e a fé. O povo da Índia é muito piedoso, reza muito, aqueles que acreditam têm uma forte fé em Deus. Como Irmã de Maria, sou chamada a viver esse espírito, a ser um sinal de paz, alegria e presença de Deus, especialmente para o povo da Índia, com quem entro em contato.

Há três anos recebi a responsabilidade de construir o apostolado de Schoenstatt em Nagasandra, Bangalore. Sirvo como animadora dos peregrinos, aqueles que vêm visitar nossa Mãe no Santuário, trabalho na Liga das Mães e das Famílias de Schoenstatt, ajudando-os a desenvolver a dignidade que Deus lhes deu. Aqui encontro pessoas de todas as religiões, culturas e idades procurando alguém que as ouça e as acompanhe. Sou grata por nossa Província ter me liberado para esta tarefa de levar as pessoas a Deus. Desta forma, procuro realizar a missão do Pe. José Kentenich, nosso Pai e Fundador, no tempo presente.

Ao entrarmos em nosso Ano Jubilar, que minha vida seja um Magnificat vivo – dando glória a Deus por meio de “Maria, luz da nossa esperança” e levando Cristo ao mundo.

 

Ir. M. Kathia Martínez, Paraguai

Ser Irmã de Maria significa, para mim, OFERECER A PRESENÇA VITAL. Venho de uma cultura profundamente mariana. Maria continua viva na devoção popular, nas aldeias, nas lágrimas e na esperança das pessoas. Mas hoje, mais do que permanecer nos Santuários, ela quer sair ao encontro de cada filho. Como Mãe e Educadora, ela deseja transformar a vida concreta em um caminho de plenitude humana.

Todos nós precisamos que Maria nos dê um sorriso sincero em meio à agitação, uma palavra de encorajamento na desesperança, consolo na dor e luz para enfrentar os desafios do tempo atual.

A partir da força da Aliança de Amor, eu quis e quero estar sempre disponível para que Deus realize o milagre de Maria em meu coração e no coração de cada pessoa. Que cada pequena ação que Ele me confia como instrumento seja uma semente de vida nova.

Ser Irmã de Maria é deixar que Deus rompa minhas estreitezas e fraquezas, para que na terra fértil de Schoenstatt tudo seja uma contribuição para o renascimento de Maria nos corações como “uma luminosa manhã de primavera”. Essa manhã é o renascimento de nossa vida em Deus, que é Pai e nos ama derramando sua misericórdia, deixando em nós o aroma de seu amor.

Ser Irmã de Maria é não colocar limites ao amor e acreditar, com todo o coração, que Deus e Maria, DE VERDADE, caminham muito perto de nós.

 

Ir. M. Florence Harder, Suíça

Ser Irmã de Maria de Schoenstatt significa, para mim, ser a presença de Maria para as pessoas e, na minha função atual, especialmente para os jovens. Permitir que eles vivenciem sua dignidade. Colocá-los em contato com a centelha divina que existe neles e despertar neles o que os faz florescer. Significa moldar o mundo, vivendo a Aliança de Amor e transmitindo esse tesouro.

 

Eu vivo em um país próspero, onde a fé e, com ela, os valores cristãos estão perdendo cada vez mais sua importância. As Irmãs se tornaram algo raro, até mesmo estranho. Mas existe um anseio: o anseio pelo que é genuinamente humano e o anseio por orientação. Neste contexto, Maria, em sua humanidade plena, é totalmente atual. Sua natureza natural, sua abertura, seu coração cheio de calor, sua firmeza – tudo isso é necessário em nosso tempo. E justamente porque Maria está tão distante para muitos, ela necessita de nós e quer percorrer este nosso tempo através de nós.

Esta é uma vocação maravilhosa e enorme. “Não fui eu que me escolhi!” Minha vocação é o maior presente que Deus poderia me dar! E agradeço a Ele por nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, que nos deu tudo o que precisamos para viver essa vocação nos tempos atuais.

 

Ir. M. Rita Baysari, Austrália

Em 2012, tive um profundo encontro pessoal com nossa querida Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt no Santuário. Na época, eu não sabia nada sobre Schoenstatt e simplesmente fui aconselhada pelo pároco da minha paróquia a visitar o Santuário em Mulgoa, Sydney (Austrália). Sentada no pequeno Santuário, imediatamente me senti em casa e em paz.

Continuei a visitar o Santuário e a passar tempo sozinha lá, em oração. Senti-me atraída a abrir meu coração e revelar meus segredos mais íntimos: tanto os desejos do meu coração, como as feridas dolorosas que, durante algum tempo, eu tive medo de recordar e, mais ainda, de levar à oração. Senti seu olhar maternal gentil sobre mim e seu carinho terno me envolveu. Senti a presença da Mãe de uma forma que nunca tinha sentido antes e reconheci que ela me chamava para algo grandioso. Este foi o início da mais bela relação que agora tenho com a nossa MTA.

 

Neste Santuário encontrei a minha vocação, a minha missão, o meu propósito neste mundo. Aqui ouvi Deus chamar-me para ser aquilo para que nasci, uma Irmã de Maria de Schoenstatt: uma pequena Maria para o mundo de hoje. Ainda carrego comigo a imensa alegria, libertação e realização que o meu sim para me tornar uma Irmã de Maria de Schoenstatt me dá. Minha vocação realizou todos os desejos do meu coração mais do que eu jamais poderia ter imaginado ou desejado pessoalmente. Ser uma Irmã de Maria de Schoenstatt para mim é tornar-me a pessoa que Deus imaginou que eu fosse desde o início e como eu O encontrarei no final. É a realização do plano de Deus em minha vida e o caminho para minha felicidade eterna.

 

Fonte: schoenstatt.com