
Bruna Gabriella Weber e Ir. Maria Aparecida Gehm – De 18 a 22 de fevereiro aconteceu junto ao Santuário Puer Et Pater, município de Itaara /RS, o Acampamento de Carnaval da Jufem. O encontro contou com jovens a partir dos 14 anos, vindas de diferentes municípios da arquidiocese de Santa Maria. O lema que motivou o encontro foi: “Jovem, levanta-te! Deixa a tua marca!”, que impulsionou as jovens a refletirem sobre a marca que querem deixar no ambiente onde vivem.
O acampamento foi imbuído de alegria e espiritualidade. Cada menina pode experimentar o amor da Mãe através de cada irmã de grupo, “de me sentir importante, lembrada, as meninas têm muita preocupação umas com as outras… Foi muito bom ter participado por ter este momento com a Mãe, ter meu coração acalmado para que eu pudesse escutar o que Ela queria de mim, vi que estou no caminho certo com as palestras sobre ciência e feminilidade” testemunha Marina Messa.

A formação recebida a cada dia abriu-nos para uma reflexão profunda de nossa atitude e de nossa missão como jovens estudantes na escola ou nas universidades. As ricas palestras que tivemos durante o encontro nos despertaram para os verdadeiros valores que contam em nossa vida. O casal de professores pertencente à União de Famílias, Marlise e Sandro Santos desenvolveram com muito brilhantismo e nos enriqueceram com o tema “Ciência e Fé”. Mostrando-nos como é possível conciliar e viver harmonicamente essas duas realidades que de nenhuma forma são opostas, mas que se complementam. Na sequência tivemos o riquíssimo testemunho da professora Josiane Faganello sobre “Fé e Razão”. De forma clara e segura ela nos relatou como foi seu caminho de encontro com a fé católica e como a sua família hoje vive deste fundamento.
“Maria, imagem de autêntica mulher” foi o tema desenvolvido pela sempre-jufem, Cristina Trindade, pertencente hoje à Liga de Famílias de Schoenstatt. Com uma análise do tempo, apresentou o verdadeiro modelo e ideal que toda mulher necessita ter. E, como Maria é uma resposta clara e bela justamente para o mundo hoje que, por ideologias feministas, sufoca essa imagem de mulher.

Com o Padre Rodrigo Cabrera, sacerdote diocesano de Schoenstatt, tivemos a grande graça de uma Santa Missa no Santuário e a seguir a palestra com o tema: “Como o Padre Kentenich nos ensina levantar-nos e recebermos Maria e Jesus”.
Naturalmente, no acampamento não faltou a divertidíssima festa de carnaval! O carnaval das cores com apresentação dos blocos, muita música, dança, jogos e, inclusive a escolha da rainha e princesas do carnaval da Jufem.
Uma jovem testemunha a sua experiência destes dias: “Participar do acampamento não somente trouxe várias respostas para algumas inquietações que tinha em meu coração, principalmente tratando-se do âmbito acadêmico e profissional, mas também pude vivenciar um Carnaval diferente e alegre! Vivenciar uma alegria verdadeira, muito distinta daquela que querem forçar a juventude a viver, em que pude me divertir, rir muito, dançar e conhecer diferentes pessoas e, claro, me encontrar com a Mãe de Deus e com Jesus no Santuário.”
Cada noite tivemos uma profunda vivência no Santuário que nos ajudou a interiorizar nossa missão e refletir sobre que marca como jovens estamos deixando no mundo hoje.
A alegria vivenciada em cada detalhe despertou o mais belo no interior de cada jovem e motivou todas a deixar a marca de Maria no mundo e no lugar onde vive e atua.

Maria Izabel Silva aponta para a importância de deixar nossa marca dizendo: “O mundo tem sede da verdade, da autenticidade, da nobreza, da fidelidade e da pureza. O mundo necessita de jovens mulheres que, encontrando sua identidade em Cristo, possam ser um reflexo de Maria e, assim, levar o ideal de Lírio do Pai, Tabor para o mundo.”
Para concluir, Manoella Schwerz Martins, resumindo sua experiência no acampamento testemunha: “Na JUFEM aprendemos a reconhecer o amor de Maria em todos os âmbitos de nossa vida, nas outras meninas que muito têm a ensinar e também reconhecer Maria em nós mesmas; entendendo que a santidade pode ser simples e acessível a todos, desde que movida por um imenso amor a Jesus, confiança na Mãe e o querer se deixar moldar.”
Ao ser perguntada sobre a sua experiência no acampamento e o que diria a outra jovem que não conhece a Jufem, Maria Isabel Dotto afirmou: “Que a Jufem é uma família, não só reuniões de sábado ou retiros e vivências, mas também uma família! Meninas que podemos contar quando mais precisamos, e nos momentos bons também.” E, “diria para tirar um tempinho e conhecer a Jufem. Quem participa dela se sente acolhido de todos as formas possíveis. Sem dúvidas muda a vida de uma menina, conclui Vallentina Becker.
Que esta vivência se repita muitas vezes e sejamos cada dia mais: Lirio do Pai, Tabor para o mundo!

