Ir M Neiva Pavlak – No sábado, dia 24 de fevereiro, a Família de Schoenstatt de Porto Alegre se reuniu junto ao Santuário para o primeiro encontro do ano, dando assim início às atividades formativas e apostólicas de todos os Ramos, das Uniões e Institutos.

O encontro iniciou no Santuário com a oração de abertura, conduzida pela Liga Apostólica Feminina e pela Juventude Masculina de Schoenstatt (JUMAS), os quais já trouxeram presentes na oração e nos pensamentos os pontos altos deste ano: o jubileu de 75 anos do terceiro marco da história de Schoenstatt, o 31 de maio de 1949 e o da coroação da Rainha da Filialidade Heroica, em 20 de agosto de 1949. E também o jubileu de ouro da presença de Schoenstatt em Porto Alegre.

 

 

A Família de Schoenstatt agradece pelos 50 anos de história na arquidiocese de Porto Alegre e, especialmente pelos grandes frutos: o Santuário Tabor Maria Cor Ecclesiae e uma grande Família unida neste ideal. Repetiu-se muitas vezes o lema escolhido pelo Conselho da Família para comemorar estes 50 anos: Na força da Aliança. Família renovada!

Do Santuário todos partiram em romaria, levando a réplica da coroa da Filialidade heroica, talhada em madeira, que será configurada pelos ramos ao longo do ano e as bandeiras dos Ramos que estiveram desde o início: Mães e Liga Apostólica Feminina, até o salão onde se realizaram as atividades subsequentes.

 

 

Tendo como moderador dos trabalhos o jovem José Secco Schein, do JUMAS, foi dada a continuidade da ordem do dia.

Irmã. M. Claudete Rauen, Assessora geral do Regional Tabor, convidada para dar a espiritualidade, explanou sobre “Os jubileus do ano de 2024 e seu sentido para nossa vida de família hoje”. Despertou em todos a responsabilidade e o amor pela missão que o Pe. Kentenich nos deixou e que devemos viver e transmitir com fidelidade à geração presente e às futuras.

 

 

Júlio e Jane Machado, membros do Instituto de Famílias, apresentaram uma síntese histórica dos 50 anos de Schoenstatt em Porto Alegre. Mostraram como a Mãe conduziu Schoenstatt na capital do estado através de instrumentos que se colocaram generosamente a seu serviço e como, a partir do Santuário ela formou heróis, como exemplo, o Sr. Marramarco que por muitos anos seguiu o exemplo do servo de Deus João Luiz Pozzobon, levando a Mãe Peregrina a muitas instituições, de modo especial aos presídios, para dar consolo, levar à conversão pela oração e a libertação interior aos prisioneiros.

 

 

A culminância da manhã foi um momento de adoração a Jesus eucarístico e a benção com o Santíssimo Sacramento, conduzido pela Liga de Famílias. Motivo de alegria e gratidão foi a participação em todo o encontro do Assistente Eclesiástico do Movimento, Pe. Roque Machado, da União dos Sacerdotes diocesanos.

 

 

Após o almoço houve um tempo para convívio familiar, já que as férias deixaram um espaço nos relacionamentos de grupos e ramos.

Às 14 horas, todos retornaram às atividades. O casal presidente do Conselho, Plínio e Dariane Schein conduziram um trabalho em grupo onde os participantes foram divididos por Ramos e lhes foram apresentadas duas perguntas: 1. O que o Ramo fez pelo Movimento nos 50 anos passados? 2. A que o Ramo se compromete para os próximos 50 anos?

 

 

Os Ramos tiveram bastante tempo para este debate e, em plenária, cada um apresentou um resumo dos seus discernimentos. Foram as mais diversas propostas e objetivos. Por exemplo, a Liga Apostólica Feminina se propôs o desafio de conquistar mais 50 liguistas. A Campanha da Mãe Peregrina já está desenvolvendo diversos projetos e reavivando outros, como o da visita da Mãe Peregrina às famílias no pós-pandemia.

Foi um grande enriquecimento espiritual contemplar o passado e projetar o futuro à luz de Deus e na aliança com a Mãe.

 

 

 

O encerramento do encontro se deu com a Santa Missa presidida pelo Pe. Roque Machado e preparada pelo Ramo das Mães. Pe. Roque chamou a atenção de que na liturgia do segundo domingo da Quaresma, o Evangelho é o da cena da Transfiguração de Jesus no Tabor. Lembrou-nos que no encontro estávamos em clima de Tabor, e agora, no final, somos enviados, como Pedro, Tiago e João. Temos que descer para a planície, para o mundo, aos nossos afazeres para iluminá-los com a Luz que é Cristo, com a sua Palavra e o seu testemunho.

 

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